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Que efeito o chocolate tem no cérebro?
Uma série de sensações e efeitos é despertada no
cérebro com a ingestão do chocolate. O desejo por
chocolate em pessoas viciadas causa euforia, alegria e uma
grande sensação de bem-estar. A ciência associa o de chocolate ao aumento da liberação de
serotonina no cérebro humano. "É uma substância química
produzida no cérebro responsável por elevar o humor", diz
um artigo publicado na revista científica Science em 2011.
Em outro artigo, foi realizado um estudo para
entender o que acontece com a atividade cerebral quando
as pessoas comem chocolate. Durante a pesquisa, os
participantes foram a comer chocolate até
"sentirem nojo", a fim de reconhecer as regiões do cérebro
que são ativadas tanto pela sensação de um estímulo bom
quanto por um estímulo que se torna ruim.
Os participantes do estudo ativaram regiões do
cérebro envolvidas no desejo. Isso também ocorre quando
as pessoas usam drogas como a cocaína. Quando os
participantes comeram mais chocolate do que o normal, o
sangue fluiu para áreas como a região pré-frontal. Essas
partes do cérebro normalmente ajudam a tomar a decisão
de parar de comer.
De acordo com os institutos norte-americanos, os
flavonoides do cacau melhoram a função cardíaca e o fluxo
sanguíneo, portanto os cientistas acreditam que eles
também podem beneficiar os pequenos vasos sanguíneos do
cérebro. Entretanto, ainda é cedo para responder se os
impactos do cacau realmente melhoram as condições de
pessoas adultas.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os nativos, que aqui estavam já havia séculos, não entenderam patavina da estranha falação daqueles lusitanos barbudos e emplumados que desceram de barcos tão enormes, tão esquisitos.
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Que efeito o chocolate tem no cérebro?
Uma série de sensações e efeitos é despertada no
cérebro com a ingestão do chocolate. O desejo por
chocolate em pessoas viciadas causa euforia, alegria e uma
grande sensação de bem-estar. A ciência associa o de chocolate ao aumento da liberação de
serotonina no cérebro humano. "É uma substância química
produzida no cérebro responsável por elevar o humor", diz
um artigo publicado na revista científica Science em 2011.
Em outro artigo, foi realizado um estudo para
entender o que acontece com a atividade cerebral quando
as pessoas comem chocolate. Durante a pesquisa, os
participantes foram a comer chocolate até
"sentirem nojo", a fim de reconhecer as regiões do cérebro
que são ativadas tanto pela sensação de um estímulo bom
quanto por um estímulo que se torna ruim.
Os participantes do estudo ativaram regiões do
cérebro envolvidas no desejo. Isso também ocorre quando
as pessoas usam drogas como a cocaína. Quando os
participantes comeram mais chocolate do que o normal, o
sangue fluiu para áreas como a região pré-frontal. Essas
partes do cérebro normalmente ajudam a tomar a decisão
de parar de comer.
De acordo com os institutos norte-americanos, os
flavonoides do cacau melhoram a função cardíaca e o fluxo
sanguíneo, portanto os cientistas acreditam que eles
também podem beneficiar os pequenos vasos sanguíneos do
cérebro. Entretanto, ainda é cedo para responder se os
impactos do cacau realmente melhoram as condições de
pessoas adultas.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
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Foi no domingo de Páscoa que se soube em Leiria,
que o pároco da Sé, José Miguéis, tinha morrido de
madrugada com uma apoplexia. O pároco era um homem
sangüíneo e nutrido, que passava entre o clero diocesano
pelo comilão dos comilões. Contavam-se histórias singulares
da sua voracidade. O Carlos da Botica — que o detestava —
costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com
a face afogueada de sangue, muito enfartado:
— Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!
Com efeito estourou, depois de uma ceia de peixe
— à hora em que defronte, na casa do doutor Godinho que
fazia anos, se polcava com alarido. Ninguém o lamentou, e
foi pouca gente ao seu enterro. Em geral não era estimado.
Era um aldeão; tinha os modos e os pulsos de um cavador, a
voz rouca, cabelos nos ouvidos, palavras muito rudes.
Nunca fora querido das devotas; arrotava no
confessionário, e, tendo vivido sempre em freguesias da
aldeia ou da serra, não compreendia certas sensibilidades
requintadas da devoção: perdera por isso, logo ao princípio,
quase todas as confessadas, que tinham passado para o
polido padre Gusmão, tão cheio de lábia!
(Fonte: Eça de Queiroz — original.)
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Foi no domingo de Páscoa que se soube em Leiria,
que o pároco da Sé, José Miguéis, tinha morrido de
madrugada com uma apoplexia. O pároco era um homem
sangüíneo e nutrido, que passava entre o clero diocesano
pelo comilão dos comilões. Contavam-se histórias singulares
da sua voracidade. O Carlos da Botica — que o detestava —
costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com
a face afogueada de sangue, muito enfartado:
— Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!
Com efeito estourou, depois de uma ceia de peixe
— à hora em que defronte, na casa do doutor Godinho que
fazia anos, se polcava com alarido. Ninguém o lamentou, e
foi pouca gente ao seu enterro. Em geral não era estimado.
Era um aldeão; tinha os modos e os pulsos de um cavador, a
voz rouca, cabelos nos ouvidos, palavras muito rudes.
Nunca fora querido das devotas; arrotava no
confessionário, e, tendo vivido sempre em freguesias da
aldeia ou da serra, não compreendia certas sensibilidades
requintadas da devoção: perdera por isso, logo ao princípio,
quase todas as confessadas, que tinham passado para o
polido padre Gusmão, tão cheio de lábia!
(Fonte: Eça de Queiroz — original.)
você me deixa tão solto? você não cola em mim?
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Foi no domingo de Páscoa que se soube em Leiria,
que o pároco da Sé, José Miguéis, tinha morrido de
madrugada com uma apoplexia. O pároco era um homem
sangüíneo e nutrido, que passava entre o clero diocesano
pelo comilão dos comilões. Contavam-se histórias singulares
da sua voracidade. O Carlos da Botica — que o detestava —
costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com
a face afogueada de sangue, muito enfartado:
— Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!
Com efeito estourou, depois de uma ceia de peixe
— à hora em que defronte, na casa do doutor Godinho que
fazia anos, se polcava com alarido. Ninguém o lamentou, e
foi pouca gente ao seu enterro. Em geral não era estimado.
Era um aldeão; tinha os modos e os pulsos de um cavador, a
voz rouca, cabelos nos ouvidos, palavras muito rudes.
Nunca fora querido das devotas; arrotava no
confessionário, e, tendo vivido sempre em freguesias da
aldeia ou da serra, não compreendia certas sensibilidades
requintadas da devoção: perdera por isso, logo ao princípio,
quase todas as confessadas, que tinham passado para o
polido padre Gusmão, tão cheio de lábia!
(Fonte: Eça de Queiroz — original.)
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Foi no domingo de Páscoa que se soube em Leiria,
que o pároco da Sé, José Miguéis, tinha morrido de
madrugada com uma apoplexia. O pároco era um homem
sangüíneo e nutrido, que passava entre o clero diocesano
pelo comilão dos comilões. Contavam-se histórias singulares
da sua voracidade. O Carlos da Botica — que o detestava —
costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com
a face afogueada de sangue, muito enfartado:
— Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!
Com efeito estourou, depois de uma ceia de peixe
— à hora em que defronte, na casa do doutor Godinho que
fazia anos, se polcava com alarido. Ninguém o lamentou, e
foi pouca gente ao seu enterro. Em geral não era estimado.
Era um aldeão; tinha os modos e os pulsos de um cavador, a
voz rouca, cabelos nos ouvidos, palavras muito rudes.
Nunca fora querido das devotas; arrotava no
confessionário, e, tendo vivido sempre em freguesias da
aldeia ou da serra, não compreendia certas sensibilidades
requintadas da devoção: perdera por isso, logo ao princípio,
quase todas as confessadas, que tinham passado para o
polido padre Gusmão, tão cheio de lábia!
(Fonte: Eça de Queiroz — original.)
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Foi no domingo de Páscoa que se soube em Leiria,
que o pároco da Sé, José Miguéis, tinha morrido de
madrugada com uma apoplexia. O pároco era um homem
sangüíneo e nutrido, que passava entre o clero diocesano
pelo comilão dos comilões. Contavam-se histórias singulares
da sua voracidade. O Carlos da Botica — que o detestava —
costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com
a face afogueada de sangue, muito enfartado:
— Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!
Com efeito estourou, depois de uma ceia de peixe
— à hora em que defronte, na casa do doutor Godinho que
fazia anos, se polcava com alarido. Ninguém o lamentou, e
foi pouca gente ao seu enterro. Em geral não era estimado.
Era um aldeão; tinha os modos e os pulsos de um cavador, a
voz rouca, cabelos nos ouvidos, palavras muito rudes.
Nunca fora querido das devotas; arrotava no
confessionário, e, tendo vivido sempre em freguesias da
aldeia ou da serra, não compreendia certas sensibilidades
requintadas da devoção: perdera por isso, logo ao princípio,
quase todas as confessadas, que tinham passado para o
polido padre Gusmão, tão cheio de lábia!
(Fonte: Eça de Queiroz — original.)
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Foi no domingo de Páscoa que se soube em Leiria,
que o pároco da Sé, José Miguéis, tinha morrido de
madrugada com uma apoplexia. O pároco era um homem
sangüíneo e nutrido, que passava entre o clero diocesano
pelo comilão dos comilões. Contavam-se histórias singulares
da sua voracidade. O Carlos da Botica — que o detestava —
costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com
a face afogueada de sangue, muito enfartado:
— Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!
Com efeito estourou, depois de uma ceia de peixe
— à hora em que defronte, na casa do doutor Godinho que
fazia anos, se polcava com alarido. Ninguém o lamentou, e
foi pouca gente ao seu enterro. Em geral não era estimado.
Era um aldeão; tinha os modos e os pulsos de um cavador, a
voz rouca, cabelos nos ouvidos, palavras muito rudes.
Nunca fora querido das devotas; arrotava no
confessionário, e, tendo vivido sempre em freguesias da
aldeia ou da serra, não compreendia certas sensibilidades
requintadas da devoção: perdera por isso, logo ao princípio,
quase todas as confessadas, que tinham passado para o
polido padre Gusmão, tão cheio de lábia!
(Fonte: Eça de Queiroz — original.)
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2951535
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Poço Antas-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Poço Antas-RS
Provas:
A Amazônia brasileira é uma região fonte de um cacau
de alta qualidade, conhecido como cacau fino, que recebeu
reconhecimento internacional. O cacau é a principal
matéria-prima para produzir:
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2951534
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Poço Antas-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Poço Antas-RS
Provas:
Qual termo legal é usado para descrever o homicídio de
uma mulher que ocorre devido à sua condição de gênero
feminino, frequentemente em contexto de violência
doméstica e familiar, ou devido ao menosprezo ou
discriminação em relação à sua condição de mulher?
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