Foram encontradas 24 questões.
Em conformidade com a Lei Municipal nº 20/2003 -
Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, um
dos requisitos básicos para a inscrição em concurso, além
dos constantes das instruções especiais, é a comprovação
relativa à(ao):
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2710949
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
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De acordo com a Lei Municipal nº 20/2003 - Regime
Jurídico dos Servidores Públicos do Município, analisar os
itens abaixo:
I. O prazo de validade do concurso será de até dois anos, improrrogável. II. É vedado exercício gratuito de cargos públicos municipais.
I. O prazo de validade do concurso será de até dois anos, improrrogável. II. É vedado exercício gratuito de cargos públicos municipais.
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2710948
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
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Considerando-se a Lei Municipal nº 20/2003 - Regime
Jurídico dos Servidores Públicos do Município, marcar C para
as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a
alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) É vedado atribuir ao funcionário outros serviços, além dos inerentes ao cargo de que seja titular, exceto quando designado, mediante gratificação, para o exercício de função de confiança ou para integrar grupos de trabalho ou estudo, salvo na hipótese de readaptação.
(_) O Município assegurará aos funcionários, no exercício do cargo, os meios dispensáveis à dignidade humana e a segurança monetária.
(_) É vedado atribuir ao funcionário outros serviços, além dos inerentes ao cargo de que seja titular, exceto quando designado, mediante gratificação, para o exercício de função de confiança ou para integrar grupos de trabalho ou estudo, salvo na hipótese de readaptação.
(_) O Município assegurará aos funcionários, no exercício do cargo, os meios dispensáveis à dignidade humana e a segurança monetária.
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2710947
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
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Pelo exposto na Lei Orgânica do Município sobre a
organização político administrativo do município, é correto
afirmar que são competências do município, EXCETO:
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2710940
Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
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Sobre os serviços de limpeza que precisam ser realizados
diariamente, analisar os itens abaixo:
I. Desinfetar e limpar os pisos. II. Recolher o lixo e repor papel higiênico nos banheiros. III. Realizar a limpeza de tetos, forros e paredes.
Está(ão) CORRETO(S):
I. Desinfetar e limpar os pisos. II. Recolher o lixo e repor papel higiênico nos banheiros. III. Realizar a limpeza de tetos, forros e paredes.
Está(ão) CORRETO(S):
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2710939
Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
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Considerando-se as noções de segurança do trabalho, a
Lei nº 8.213/1991 elenca as diferenças entre doenças
profissionais e doenças do trabalho. Sobre esse assunto,
analisar os itens abaixo:
I. As doenças profissionais são entendidas como aquelas produzidas ou desencadeadas pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.
II. Doenças do trabalho são entendidas como aquelas adquiridas ou desencadeadas em função das condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacionam diretamente, desde que constantes na relação mencionada no inciso.
III. As doenças degenerativas são consideradas como doenças do trabalho.
Estão CORRETOS:
I. As doenças profissionais são entendidas como aquelas produzidas ou desencadeadas pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.
II. Doenças do trabalho são entendidas como aquelas adquiridas ou desencadeadas em função das condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacionam diretamente, desde que constantes na relação mencionada no inciso.
III. As doenças degenerativas são consideradas como doenças do trabalho.
Estão CORRETOS:
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O Curupira perdeu a força do mito
O Curupira é uma entidade mitológica do folclore
brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o
citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a
proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite
assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores
que não respeitam o período de procriação dos animais e
caçam além do que necessitam para se alimentar, além de
proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores
de forma predatória.
O Curupira tem os pés virados para trás para
confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo,
afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são
confundidos com ilusões que os deixam perdidos e
enlouquecidos.
No tempo de José de Anchieta, eram apenas os
caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros,
barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e
principalmente legisladores.
O Curupira há muito não consegue mais confundir
os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais
sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de
exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a
capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos,
transferindo como herança para as futuras gerações
verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas
proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o
Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras,
turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos
promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais
se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que
menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão
da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos
mitos e lendas tenham algum significado para as futuras
gerações.
(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
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O Curupira perdeu a força do mito
O Curupira é uma entidade mitológica do folclore
brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o
citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a
proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite
assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores
que não respeitam o período de procriação dos animais e
caçam além do que necessitam para se alimentar, além de
proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores
de forma predatória.
O Curupira tem os pés virados para trás para
confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo,
afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são
confundidos com ilusões que os deixam perdidos e
enlouquecidos.
No tempo de José de Anchieta, eram apenas os
caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros,
barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e
principalmente legisladores.
O Curupira há muito não consegue mais confundir
os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais
sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de
exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a
capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos,
transferindo como herança para as futuras gerações
verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas
proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o
Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras,
turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos
promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais
se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que
menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão
da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos
mitos e lendas tenham algum significado para as futuras
gerações.
(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
I. “Bambu” trata-se de uma oxítona, e, por terminar em “u”, não deve ser acentuada. II. “Ofício” e “Herói” são palavras acentuadas pela mesma regra. III. “Rubrica” apresenta a sílaba “ru” com maior intensidade fonética.
Está(ão) CORRETO(S):
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O Curupira perdeu a força do mito
O Curupira é uma entidade mitológica do folclore
brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o
citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a
proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite
assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores
que não respeitam o período de procriação dos animais e
caçam além do que necessitam para se alimentar, além de
proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores
de forma predatória.
O Curupira tem os pés virados para trás para
confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo,
afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são
confundidos com ilusões que os deixam perdidos e
enlouquecidos.
No tempo de José de Anchieta, eram apenas os
caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros,
barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e
principalmente legisladores.
O Curupira há muito não consegue mais confundir
os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais
sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de
exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a
capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos,
transferindo como herança para as futuras gerações
verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas
proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o
Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras,
turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos
promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais
se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que
menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão
da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos
mitos e lendas tenham algum significado para as futuras
gerações.
(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
(1) Vivência. (2) Desonesto. (3) Persistir.
(_) Íntegro. (_) Inexperiência. (_) Desistir.
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O Curupira perdeu a força do mito
O Curupira é uma entidade mitológica do folclore
brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o
citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a
proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite
assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores
que não respeitam o período de procriação dos animais e
caçam além do que necessitam para se alimentar, além de
proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores
de forma predatória.
O Curupira tem os pés virados para trás para
confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo,
afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são
confundidos com ilusões que os deixam perdidos e
enlouquecidos.
No tempo de José de Anchieta, eram apenas os
caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros,
barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e
principalmente legisladores.
O Curupira há muito não consegue mais confundir
os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais
sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de
exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a
capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos,
transferindo como herança para as futuras gerações
verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas
proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o
Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras,
turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos
promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais
se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que
menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão
da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos
mitos e lendas tenham algum significado para as futuras
gerações.
(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
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