Foram encontradas 197 questões.
A distância entre a casa e o trabalho de Gabriela é igual a
4,6km. Essa distância, em metros, é igual a:
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Quanto vale o triplo de duas centenas e cinquenta
unidades?
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Paulo é uma pessoa que mora no litoral e, depois do
trabalho, gosta de caminhar na areia. Para fazer suas
caminhadas, Paulo tem duas bermudas: uma preta e uma
cinza; e tem quatro camisas: uma vermelha, uma amarela,
uma azul e uma rosa. Ao todo, de quantas maneiras
diferentes Paulo pode se vestir para fazer essa caminhada?
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A velocidade média de um automóvel, em uma viagem, sofre variações a cada hora de viagem. Considerando-se o quadro abaixo, assinalar a alternativa que apresenta a velocidade média do automóvel nessa viagem:
| Tempo | 0-1h | 1-2h | 2-3h | 3-4h | 4-5h |
|---|---|---|---|---|---|
| Vel. média (km/h) | 80 | 50 | 70 | 120 | 80 |
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2710920
Ano: 2023
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ponte Alta-SC
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Um capital de R$ 5.000,00 foi aplicado no sistema de
capitalização simples e, em um mês, gerou juros de
R$ 250,00. Qual foi a taxa mensal de juros dessa aplicação?
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A análise do gráfico da função a seguir, no intervalo de -10 ≤ x ≤ 10 , permite concluir que o valor máximo da
função supera o valor mínimo em:


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Uma das obras mais icônicas de Leonardo da Vinci é o
quadro Mona Lisa, cujas dimensões são 77 cm x 53 cm. Qual
o valor da medida, em cm, do contorno desse quadro?
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Mães orcas se sacrificam pelos filhos a vida toda, revelam
cientistas
Um estudo sobre orcas no Pacífico Norte revelou que
as mães fazem um "sacrifício vitalício" por seus filhotes
machos, ao passo que criar um filho reduz significativamente
a chance de reprodução de uma orca fêmea no futuro.
A energia de que precisam para alimentar as crias
parece comprometer sua saúde, deixando-as menos aptas a
se reproduzir e criar outros filhos. “As mães sacrificam sua
própria comida e sua própria energia”, diz Darren Croft,
professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.
As orcas permanecem muito ligadas suas
famílias ao longo da vida. Mas enquanto as fêmeas da prole
se tornam independentes na idade adulta, os machos
seguem dependendo das mães — exigindo até mesmo uma
parte da comida que suas progenitoras pegam. Croft
descreve isso como uma "nova visão sobre as complexas
vidas sociais e familiares desses animais incríveis".
O estudo de décadas, publicado na revista científica
Current Biology, faz parte de uma missão em andamento
para entender a vida familiar das chamadas baleias
assassinas.
Isso foi possível graças ao Center for Whale Research
(CWR), que acompanha a vida de uma população de orcas,
conhecida como Southern Residents, há mais de 40 anos.
Desde 1976, o CWR produz um censo completo da
população Southern Resident de orcas, o que permitiu aos
biólogos realizar estudos multigeracionais como este —
desvendando o comportamento social crítico e os laços
familiares que afetam diretamente a sobrevivência destes
animais.
Para esta pesquisa, os cientistas analisaram vidas de 40 orcas fêmeas entre 1982 e 2021. E descobriram
que, para cada filho vivo, a probabilidade anual de uma mãe
criar outro filhote até um ano de idade era reduzida pela
metade.
“Nossa pesquisa anterior mostrou que os filhos chances maiores de sobrevivência se sua mãe estiver por
perto”, diz Michael Weiss, da Universidade de Exeter e do
Center for Whale Research.
"Queríamos saber se essa ajuda tem um preço, e a
resposta é sim. As mães orcas pagam um preço alto em
termos de reprodução futura para manter seus filhos vivos."
(Fonte: BBC - adaptado.)
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Mães orcas se sacrificam pelos filhos a vida toda, revelam
cientistas
Um estudo sobre orcas no Pacífico Norte revelou que
as mães fazem um "sacrifício vitalício" por seus filhotes
machos, ao passo que criar um filho reduz significativamente
a chance de reprodução de uma orca fêmea no futuro.
A energia de que precisam para alimentar as crias
parece comprometer sua saúde, deixando-as menos aptas a
se reproduzir e criar outros filhos. “As mães sacrificam sua
própria comida e sua própria energia”, diz Darren Croft,
professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.
As orcas permanecem muito ligadas suas
famílias ao longo da vida. Mas enquanto as fêmeas da prole
se tornam independentes na idade adulta, os machos
seguem dependendo das mães — exigindo até mesmo uma
parte da comida que suas progenitoras pegam. Croft
descreve isso como uma "nova visão sobre as complexas
vidas sociais e familiares desses animais incríveis".
O estudo de décadas, publicado na revista científica
Current Biology, faz parte de uma missão em andamento
para entender a vida familiar das chamadas baleias
assassinas.
Isso foi possível graças ao Center for Whale Research
(CWR), que acompanha a vida de uma população de orcas,
conhecida como Southern Residents, há mais de 40 anos.
Desde 1976, o CWR produz um censo completo da
população Southern Resident de orcas, o que permitiu aos
biólogos realizar estudos multigeracionais como este —
desvendando o comportamento social crítico e os laços
familiares que afetam diretamente a sobrevivência destes
animais.
Para esta pesquisa, os cientistas analisaram vidas de 40 orcas fêmeas entre 1982 e 2021. E descobriram
que, para cada filho vivo, a probabilidade anual de uma mãe
criar outro filhote até um ano de idade era reduzida pela
metade.
“Nossa pesquisa anterior mostrou que os filhos chances maiores de sobrevivência se sua mãe estiver por
perto”, diz Michael Weiss, da Universidade de Exeter e do
Center for Whale Research.
"Queríamos saber se essa ajuda tem um preço, e a
resposta é sim. As mães orcas pagam um preço alto em
termos de reprodução futura para manter seus filhos vivos."
(Fonte: BBC - adaptado.)
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Caminhada diária pode prevenir até 10% das mortes
prematuras, indica estudo.
Não é necessário ser um atleta ou praticar esportes
para sentir os benefícios do exercício físico — encaixar uma
caminhada acelerada na sua rotina pode ser o bastante,
sugere uma análise feita por pesquisadores do Reino Unido.
O estudo descobriu que se todo mundo fizesse
apenas 11 minutos de atividade física por dia (o que
equivaleria a cerca de 75 minutos por semana), uma em
cada 10 mortes prematuras poderia ser evitada.
A maioria das pessoas não consegue praticar o
mínimo recomendado de 150 minutos de exercício por
semana. Mas, de acordo com os pesquisadores da
Universidade de Cambridge, praticar algum exercício é
melhor do que não fazer nada.
O NHS, serviço público de saúde britânico,
recomenda que todo mundo faça de 150 a 300 minutos de
atividade física que aumente a frequência cardíaca toda
semana — ou de 75 a 150 minutos de atividade vigorosa por
semana, aquela que faz você respirar com dificuldade.
A equipe de pesquisa analisou centenas de estudos
anteriores sobre os benefícios da atividade física e concluiu
que praticar metade da quantidade recomendada poderia
prevenir um em cada 20 casos de doença cardiovascular e
aproximadamente um em 30 casos de câncer.
Isso equivale a 75 minutos por semana — ou 11
minutos por dia — andando de bicicleta, caminhando em
ritmo acelerado, fazendo trilha, dançando ou jogando tênis.
Praticar essa quantidade de exercício é suficiente para
reduzir o risco de desenvolver doenças cardíacas e derrames
em 17% e câncer em 7%, sugerem os resultados.
O exercício regular reduz a gordura corporal e a
pressão arterial, ao mesmo tempo em que melhora o
condicionamento físico, o sono e a saúde do coração em
longo prazo.
(Fonte: BBC - adaptado.)
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