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Na sentença utilizada na figura acima, a palavra “essencial” funciona como um:
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“Eu não fui convidado para a festa da turma, mas
pretendo ir de qualquer jeito.”
Mantendo o mesmo sentido, a conjunção destacada no período acima pode ser substituída adequadamente por:
Mantendo o mesmo sentido, a conjunção destacada no período acima pode ser substituída adequadamente por:
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Assinale a alternativa que se apresenta correta em
relação ao emprego dos porquês.
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Assinale a alternativa que se apresenta
totalmente correta em relação à ocorrência ou
não do acento grave indicador de crase, em toda
a sentença.
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Assinale a alternativa em que a forma verbal
destacada está empregada corretamente.
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase
correta em relação à colocação do pronome junto
ao verbo.
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Assinale a alternativa cuja frase se apresenta
correta em relação ao emprego dos pronomes.
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Água mole em pedra dura
O mar é paciente, suas ondas vão e vêm,
vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos
diferentes, por horas, dias, anos, quase que
eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma
praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse
mudar o desenho da costa, refazer as praias,
redesenhar as rochas e os continentes,
escondendo mais uma Atlântida.
Forte, fraco, o movimento das ondas
segue incansável, sem sono, sem pressa, mais
forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo,
morrendo na praia. Reverberando tempestades
ou manso, sob a brisa.
O mar é o dono, a vida depende dele, a
morte depende dele, os abrolhos afundam naus,
os icebergs afundam navios, as tempestades
reescrevem as derrotas e as ondas gigantes
engolem os sonhos viajando nas embarcações.
O mar molda as pedras, minuto a minuto,
ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou
assado, escavam um lado, amolecem outro,
derrubam os alicerces onde o litoral se apoia.
Uma madrugada o enorme bloco se solta do
continente e a costeira muda sua linha.
As ilhas baixas podem estar condenadas.
O aquecimento global derrete os gelos polares e
o mar sobe. As marés sobem, engolem praias,
derrubam coqueiros, espantam os homens.
Não há força que resista ao seu avanço,
não há muro que contenha suas águas. No
movimento inclemente os poetas veem a beleza
da vida, e a caiçara a quase miséria da sua
existência.
O mar pode ser cruel. As tempestades
podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida
encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não
acontece, no sueste batendo rijo.
O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo,
a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que
fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a
pena se a alma não é pequena.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>.
“Não há força que resista ao seu avanço”
Reescrevendo no plural somente o trecho destacado na frase acima, fica correta a seguinte forma:
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Água mole em pedra dura
O mar é paciente, suas ondas vão e vêm,
vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos
diferentes, por horas, dias, anos, quase que
eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma
praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse
mudar o desenho da costa, refazer as praias,
redesenhar as rochas e os continentes,
escondendo mais uma Atlântida.
Forte, fraco, o movimento das ondas
segue incansável, sem sono, sem pressa, mais
forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo,
morrendo na praia. Reverberando tempestades
ou manso, sob a brisa.
O mar é o dono, a vida depende dele, a
morte depende dele, os abrolhos afundam naus,
os icebergs afundam navios, as tempestades
reescrevem as derrotas e as ondas gigantes
engolem os sonhos viajando nas embarcações.
O mar molda as pedras, minuto a minuto,
ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou
assado, escavam um lado, amolecem outro,
derrubam os alicerces onde o litoral se apoia.
Uma madrugada o enorme bloco se solta do
continente e a costeira muda sua linha.
As ilhas baixas podem estar condenadas.
O aquecimento global derrete os gelos polares e
o mar sobe. As marés sobem, engolem praias,
derrubam coqueiros, espantam os homens.
Não há força que resista ao seu avanço,
não há muro que contenha suas águas. No
movimento inclemente os poetas veem a beleza
da vida, e a caiçara a quase miséria da sua
existência.
O mar pode ser cruel. As tempestades
podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida
encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não
acontece, no sueste batendo rijo.
O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo,
a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que
fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a
pena se a alma não é pequena.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Água mole em pedra dura
O mar é paciente, suas ondas vão e vêm,
vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos
diferentes, por horas, dias, anos, quase que
eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma
praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse
mudar o desenho da costa, refazer as praias,
redesenhar as rochas e os continentes,
escondendo mais uma Atlântida.
Forte, fraco, o movimento das ondas
segue incansável, sem sono, sem pressa, mais
forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo,
morrendo na praia. Reverberando tempestades
ou manso, sob a brisa.
O mar é o dono, a vida depende dele, a
morte depende dele, os abrolhos afundam naus,
os icebergs afundam navios, as tempestades
reescrevem as derrotas e as ondas gigantes
engolem os sonhos viajando nas embarcações.
O mar molda as pedras, minuto a minuto,
ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou
assado, escavam um lado, amolecem outro,
derrubam os alicerces onde o litoral se apoia.
Uma madrugada o enorme bloco se solta do
continente e a costeira muda sua linha.
As ilhas baixas podem estar condenadas.
O aquecimento global derrete os gelos polares e
o mar sobe. As marés sobem, engolem praias,
derrubam coqueiros, espantam os homens.
Não há força que resista ao seu avanço,
não há muro que contenha suas águas. No
movimento inclemente os poetas veem a beleza
da vida, e a caiçara a quase miséria da sua
existência.
O mar pode ser cruel. As tempestades
podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida
encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não
acontece, no sueste batendo rijo.
O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo,
a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que
fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a
pena se a alma não é pequena.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>.
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