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Foram encontradas 40 questões.

4021935 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Enunciado 4437579-1

Disponível em <https://www.legiaonerd.com.br/placasdecorativas/placa-decorativa-invisivel-aosolhos>.

Na sentença utilizada na figura acima, a palavra “essencial” funciona como um:
 

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4021934 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
“Eu não fui convidado para a festa da turma, mas pretendo ir de qualquer jeito.”
Mantendo o mesmo sentido, a conjunção destacada no período acima pode ser substituída adequadamente por:
 

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4021933 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Assinale a alternativa que se apresenta correta em relação ao emprego dos porquês.
 

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4021932 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta em relação à ocorrência ou não do acento grave indicador de crase, em toda a sentença.
 

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4021931 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
 

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4021930 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Assinale a alternativa que apresenta uma frase correta em relação à colocação do pronome junto ao verbo.
 

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4021929 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Assinale a alternativa cuja frase se apresenta correta em relação ao emprego dos pronomes.
 

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4021928 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Água mole em pedra dura
       O mar é paciente, suas ondas vão e vêm, vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos diferentes, por horas, dias, anos, quase que eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse mudar o desenho da costa, refazer as praias, redesenhar as rochas e os continentes, escondendo mais uma Atlântida.
        Forte, fraco, o movimento das ondas segue incansável, sem sono, sem pressa, mais forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo, morrendo na praia. Reverberando tempestades ou manso, sob a brisa.
       O mar é o dono, a vida depende dele, a morte depende dele, os abrolhos afundam naus, os icebergs afundam navios, as tempestades reescrevem as derrotas e as ondas gigantes engolem os sonhos viajando nas embarcações.
        O mar molda as pedras, minuto a minuto, ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou assado, escavam um lado, amolecem outro, derrubam os alicerces onde o litoral se apoia. Uma madrugada o enorme bloco se solta do continente e a costeira muda sua linha.
         As ilhas baixas podem estar condenadas. O aquecimento global derrete os gelos polares e o mar sobe. As marés sobem, engolem praias, derrubam coqueiros, espantam os homens.
       Não há força que resista ao seu avanço, não há muro que contenha suas águas. No movimento inclemente os poetas veem a beleza da vida, e a caiçara a quase miséria da sua existência.
        O mar pode ser cruel. As tempestades podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não acontece, no sueste batendo rijo. O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo, a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena. 
MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>. 

“Não há força que resista ao seu avanço”

Reescrevendo no plural somente o trecho destacado na frase acima, fica correta a seguinte forma:

 

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4021927 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Água mole em pedra dura
       O mar é paciente, suas ondas vão e vêm, vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos diferentes, por horas, dias, anos, quase que eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse mudar o desenho da costa, refazer as praias, redesenhar as rochas e os continentes, escondendo mais uma Atlântida.
        Forte, fraco, o movimento das ondas segue incansável, sem sono, sem pressa, mais forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo, morrendo na praia. Reverberando tempestades ou manso, sob a brisa.
       O mar é o dono, a vida depende dele, a morte depende dele, os abrolhos afundam naus, os icebergs afundam navios, as tempestades reescrevem as derrotas e as ondas gigantes engolem os sonhos viajando nas embarcações.
        O mar molda as pedras, minuto a minuto, ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou assado, escavam um lado, amolecem outro, derrubam os alicerces onde o litoral se apoia. Uma madrugada o enorme bloco se solta do continente e a costeira muda sua linha.
         As ilhas baixas podem estar condenadas. O aquecimento global derrete os gelos polares e o mar sobe. As marés sobem, engolem praias, derrubam coqueiros, espantam os homens.
       Não há força que resista ao seu avanço, não há muro que contenha suas águas. No movimento inclemente os poetas veem a beleza da vida, e a caiçara a quase miséria da sua existência.
        O mar pode ser cruel. As tempestades podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não acontece, no sueste batendo rijo. O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo, a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena. 
MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>. 
“O mar é paciente, suas ondas vão e vêm, vêm e vão, monótonas, incessantes”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
 

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4021926 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Potim-SP
Água mole em pedra dura
       O mar é paciente, suas ondas vão e vêm, vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos diferentes, por horas, dias, anos, quase que eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse mudar o desenho da costa, refazer as praias, redesenhar as rochas e os continentes, escondendo mais uma Atlântida.
        Forte, fraco, o movimento das ondas segue incansável, sem sono, sem pressa, mais forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo, morrendo na praia. Reverberando tempestades ou manso, sob a brisa.
       O mar é o dono, a vida depende dele, a morte depende dele, os abrolhos afundam naus, os icebergs afundam navios, as tempestades reescrevem as derrotas e as ondas gigantes engolem os sonhos viajando nas embarcações.
        O mar molda as pedras, minuto a minuto, ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou assado, escavam um lado, amolecem outro, derrubam os alicerces onde o litoral se apoia. Uma madrugada o enorme bloco se solta do continente e a costeira muda sua linha.
         As ilhas baixas podem estar condenadas. O aquecimento global derrete os gelos polares e o mar sobe. As marés sobem, engolem praias, derrubam coqueiros, espantam os homens.
       Não há força que resista ao seu avanço, não há muro que contenha suas águas. No movimento inclemente os poetas veem a beleza da vida, e a caiçara a quase miséria da sua existência.
        O mar pode ser cruel. As tempestades podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não acontece, no sueste batendo rijo. O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo, a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena. 
MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>. 
Em relação ao texto “Água mole em pedra dura”, é correto afirmar que se trata de uma crônica:
 

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