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Nietzsche argumentou que haviam dois tipos fundamentais de moralidade: moral do senhor (moralidade mestre ou moral nobre) e moral de escravos (moral de rebanho). A moralidade do senhor valoriza o orgulho, força e nobreza, enquanto a moral dos escravos valoriza coisas como a bondade, humildade e simpatia. Moralidade mestre pesa ações em uma escala de consequências boas ou más (ou seja, virtudes clássicas e vícios, o consequencialismo), ao contrário da moral de escravos que pesa ações em uma escala de boas ou más intenções (por exemplo, virtudes e vícios cristãos).
(NIETZSCHE, F. Genealogia da moral. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. p. 75.)
No excerto anterior, da obra de Nietzsche “Genealogia da moral”, são descritos alguns ícones sobre a moral dos senhores e dos escravos. Para o autor, de acordo com o excerto e suas teorias:
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Há praticamente 86 anos da sua publicação, o que uma obra como “A náusea”, de Jean-Paul Sartre, ainda pode nos ensinar? Ela foi publicada em 1938, quando a Europa estava deslizando rapidamente para a catástrofe da Segunda Guerra Mundial, em tempos sombrios, dominadas pelos apelos frenéticos a universais que travestiam interesses soberanistas ferozes: o povo, a nação, a raça, o comunismo, o fascismo, o nazismo. Nas suas páginas, muita literatura (Kafka, Gide, Céline) e muita filosofia (Nietzsche, Husserl, Heidegger). Mas, acima de tudo, uma descoberta traumática, a da existência. É preciso um tremor, uma vertigem, um corte para reabrir os nossos olhos diante da Coisa informe da existência.
(Disponível em: https://www.ihu.unisinos.br/categorias/188-noticias.)
Romance de sucesso do escritor Jean-Paul Sartre expressa a vida como algo sem sentido, sob a influência da filosofia do alemão Edmund Husserl's. A história tem como protagonista Noël Roquentin, um homem de 30 anos que deixou o diário da sua vida de solitário em Bouville (Le Havre), onde se ocupava vagamente de pesquisas históricas. Sartre, representante do Existencialismo, afirmava, dentre outras premissas, que:
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Estamos tão acostumados ao “copiar e colar” do computador que nem nos damos mais conta de que determinadas obras de arte podiam ser únicas; a própria ideia de algo único desaparece quando tudo pode ser reproduzido infinitamente. Em quantas redes sociais você pode publicar as selfies que produz? Inúmeras, não é mesmo? Além delas, você pode postar suas fotos em blogs e sites, pode mandá-las por e-mail ou por aplicativos de mensagens instantâneas e, em pouquíssimo tempo, elas estarão em diversos lugares. Mas qual delas é a original? O fato de serem cópias idênticas impede que possamos eleger alguma como “original”.
(VALENTE, 1993.)
Pensadores alemães de origem judaica e inspiração marxista e da psicanálise juntaram-se para fundar o instituto de pesquisa que deu origem à Escola de Frankfurt. Dentre eles estão Theodor Adorno e Walter Benjamin, dentre outros. Esses dois filósofos especificamente:
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Nós começamos pelo belo como tal. E esta ideia que é una, ir-se-á diferenciando, particularizando, a partir de si própria irá originando a variedade, a multiplicidade, as diferenças, as múltiplas e diversas formas e figuras da arte que, então, se vêm a apresentar como produções necessárias.
(HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis: Vozes, 1992.)
Principal representante do idealismo alemão, Georg Wilhelm Friedrich Hegel nasceu em 27 de agosto de 1770. É autor de uma obra rica e profunda que aborda dentro de si uma gama enorme de assuntos, tais como a consciência, a ética, a política, a estética, a religião e a história. Sobre a arte, especificamente, ele afirma que:
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Estado que estabelece uma religião como oficial. Em consequência, essa religião desfruta de condições privilegiadas, assim como seu clero. Por vezes, ser adepto dessa religião é condição para acesso a certos cargos públicos, como na administração, nas escolas e no judiciário.
(MENDONÇA, Amanda; SEPULVEDA, Denize; SEPULVEDA, José Antonio. Laicidade na Educação: políticas, conceitos e práticas. Observatório da Laicidade na Educação. Niterói: Novas edições acadêmicas, 2022. P. 10.)
Na história do Estado brasileiro, as informações relacionam-se corretamente com:
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Sobre os objetivos do ensino religioso na educação básica brasileira, analise as afirmativas a seguir.
(03) Proporcionar a aprendizagem dos conhecimentos religiosos, culturais e estéticos, a partir das manifestações religiosas percebidas na realidade dos educandos.
(06) Propiciar conhecimentos sobre o direito à liberdade de consciência e de crença, no constante propósito de promoção dos cânones.
(09) Desenvolver competências e habilidades, que contribuam para o diálogo entre perspectivas religiosas e seculares de vida, exercitando o respeito à liberdade de concepções e o pluralismo de ideias.
(15) Contribuir para que os educandos construam seus sentidos pessoais de vida a partir de valores, princípios éticos e da cidadania.
O somatório de todos os números identificadores de afirmativas corretas resulta em
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O professor de ensino religioso do ensino fundamental entregou aos alunos uma filipeta contendo as duas definições a seguir e propôs que eles criassem grupos, discutissem e chegassem a uma conclusão a respeito do assunto.
I. Aquele que proclama que toda e qualquer religião é alienada e alienante, em termos sociais e/ou individuais. Para combater a alienação, o Estado tenta suprimir toda e qualquer religião. Se não consegue proibi-la, completamente, dificulta ao máximo suas práticas, inibe sua difusão e desenvolve contínua e sistemática propaganda antirreligiosa.
(MENDONÇA, Amanda; SEPULVEDA, Denize; SEPULVEDA, José Antonio. Laicidade na Educação: políticas, conceitos e práticas. Observatório da Laicidade na Educação. Niterói: Novas edições acadêmicas, 2022. P. 10.)
II. Aquele que tem sua legitimidade em todo o povo, ou seja, na soberania popular. O Estado é imparcial em matéria de religião. Ele respeita todas as crenças religiosas, desde que não atentem contra a ordem pública, assim como também respeita a não crença religiosa.
(MENDONÇA, Amanda; SEPULVEDA, Denize; SEPULVEDA, José Antonio. Laicidade na Educação: políticas, conceitos e práticas. Observatório da Laicidade na Educação. Niterói: Novas edições acadêmicas, 2022. p 10-11.)Antes de iniciar o momento de discussão, o professor foi explícito quanto ao objetivo da aula, que era refletir sobre a relação entre o homem e a religiosidade na construção do contrato sociopolítico nacional. Ao final, os grupos manifestaram as seguintes conclusões:
GRUPO 01 – No tópico I existe a definição de um Estado ateu, enquanto no tópico II há a identificação de um Estado laico.
GRUPO 02 – No tópico I existe a definição de um Estado laico, enquanto no tópico II há a identificação de um Estado ateu.
GRUPO 03 – Os dois tópicos apresentam pequenos textos com lastros concretos e que configuram entre si uma relação de antagonismo.
GRUPO 04 – Os dois tópicos apresentam textos com relação lexical de simetria, contudo o primeiro não representa uma base na realidade.
A respeito das conclusões dos grupos sobre os conteúdos dos tópicos e suas relações, as únicas manifestações corretas foram as dos grupos:
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Immanuel Kant (1724-1804) foi um filósofo alemão nascido na cidade báltica de Königsberg, então capital da província alemã da Prússia Oriental (atualmente Kaliningrado, na Rússia). Filho de um artesão de descendência escocesa era o quarto de nove filhos. É reconhecido como o fundador da “filosofia crítica” – sistema que procurou determinar os limites da razão humana. Sua obra é considerada a pedra angular da filosofia moderna.
(Disponível em: https://www.ebiografia.com/immanuel_kant/ Adaptado.)
Qual é a principal contribuição de Kant para a filosofia?
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“O _________________ é a religião original do Japão. Focada na natureza, incorpora uma série de antigos ritos mitológicos desse país e passou por muitas formulações e revisões estruturais ao longo dos séculos. Está relacionada às religiões da Manchúria, Coreia e a da região que hoje é conhecida como Sibéria. Em seus primórdios, não tinha um nome, texto ou dogma. É uma das religiões mais antigas do mundo; suas origens remontam à Pré-história. A institucionalização formal de muitas de suas formas não ocorreu até a metade do primeiro milênio a.C., quando foi considerado necessário distinguir as formas originárias japonesas das influências religiosas da China.”
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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