Foram encontradas 209 questões.
3017515
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Prevenção à dengue: seminário estadual aborda os cuidados
para evitar a doença
A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina,
por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, promoveu
nos dias 29 e 30 de novembro o I Seminário Estadual de
Arboviroses, em Florianópolis. O evento serviu para atualizar,
mobilizar e articular a rede de saúde, no que diz respeito à
vigilância epidemiológica, manejo integrado de vetor e
assistência ao paciente.
Durante os dois dias de evento, médicos,
enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como
manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti:
dengue, zika e chikungunya; atualizaram a situação das
arboviroses no país e no estado; discutiram o Plano de
Contingência para enfrentamento das doenças e a
organização dos serviços de saúde. “Tivemos a participação de
200 profissionais e gestores também, para troca de
experiências e para que os municípios se preparem para a
próxima período sazonal de transmissão de arbovirose. E aqui
a gente falou muito mais da dengue e chikungunya”, explicou
a gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância
Epidemiológica (Dive), Ivânia Folster.
Pensando no período que o estado atravessa e
visando minimizar o número de ocorrências dessas doenças, a
Dive lembra que população precisa estar atenta aos locais
onde possam acumular água. As chuvas regulares e o calor
criam um ambiente propício para proliferação do
mosquito Aedes Aegypt. É preciso estar de olho inclusive nos
vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa. “Se possível
eliminar esses vasinhos ou pelo menos colocar areia, ou
pedrinhas que não permitam acumular água. Eliminar sempre
os locais onde há água parada. Um exemplo são os
bebedouros dos animais, dos cães, gatos. Então sempre uma
vez por semana fazer uma boa limpeza, trocar sempre a água
e não deixar água parada, que ali pode ser um criadouro”,
alerta Ivânia.
Além do ambiente, é possível tentar se proteger
individualmente com o uso de repelentes. “O uso do repelente
é importante, principalmente as gestantes e os idosos, mas
todos podemos usar o repelente também”, explica a gerente.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/prevencao-a-dengue-seminario-
estadual-aborda-os-cuidados-para-evitar-a-doenca/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017514
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Prevenção à dengue: seminário estadual aborda os cuidados
para evitar a doença
A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina,
por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, promoveu
nos dias 29 e 30 de novembro o I Seminário Estadual de
Arboviroses, em Florianópolis. O evento serviu para atualizar,
mobilizar e articular a rede de saúde, no que diz respeito à
vigilância epidemiológica, manejo integrado de vetor e
assistência ao paciente.
Durante os dois dias de evento, médicos,
enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como
manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti:
dengue, zika e chikungunya; atualizaram a situação das
arboviroses no país e no estado; discutiram o Plano de
Contingência para enfrentamento das doenças e a
organização dos serviços de saúde. “Tivemos a participação de
200 profissionais e gestores também, para troca de
experiências e para que os municípios se preparem para a
próxima período sazonal de transmissão de arbovirose. E aqui
a gente falou muito mais da dengue e chikungunya”, explicou
a gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância
Epidemiológica (Dive), Ivânia Folster.
Pensando no período que o estado atravessa e
visando minimizar o número de ocorrências dessas doenças, a
Dive lembra que população precisa estar atenta aos locais
onde possam acumular água. As chuvas regulares e o calor
criam um ambiente propício para proliferação do
mosquito Aedes Aegypt. É preciso estar de olho inclusive nos
vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa. “Se possível
eliminar esses vasinhos ou pelo menos colocar areia, ou
pedrinhas que não permitam acumular água. Eliminar sempre
os locais onde há água parada. Um exemplo são os
bebedouros dos animais, dos cães, gatos. Então sempre uma
vez por semana fazer uma boa limpeza, trocar sempre a água
e não deixar água parada, que ali pode ser um criadouro”,
alerta Ivânia.
Além do ambiente, é possível tentar se proteger
individualmente com o uso de repelentes. “O uso do repelente
é importante, principalmente as gestantes e os idosos, mas
todos podemos usar o repelente também”, explica a gerente.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/prevencao-a-dengue-seminario-
estadual-aborda-os-cuidados-para-evitar-a-doenca/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017513
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Prevenção à dengue: seminário estadual aborda os cuidados
para evitar a doença
A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina,
por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, promoveu
nos dias 29 e 30 de novembro o I Seminário Estadual de
Arboviroses, em Florianópolis. O evento serviu para atualizar,
mobilizar e articular a rede de saúde, no que diz respeito à
vigilância epidemiológica, manejo integrado de vetor e
assistência ao paciente.
Durante os dois dias de evento, médicos,
enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como
manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti:
dengue, zika e chikungunya; atualizaram a situação das
arboviroses no país e no estado; discutiram o Plano de
Contingência para enfrentamento das doenças e a
organização dos serviços de saúde. “Tivemos a participação de
200 profissionais e gestores também, para troca de
experiências e para que os municípios se preparem para a
próxima período sazonal de transmissão de arbovirose. E aqui
a gente falou muito mais da dengue e chikungunya”, explicou
a gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância
Epidemiológica (Dive), Ivânia Folster.
Pensando no período que o estado atravessa e
visando minimizar o número de ocorrências dessas doenças, a
Dive lembra que população precisa estar atenta aos locais
onde possam acumular água. As chuvas regulares e o calor
criam um ambiente propício para proliferação do
mosquito Aedes Aegypt. É preciso estar de olho inclusive nos
vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa. “Se possível
eliminar esses vasinhos ou pelo menos colocar areia, ou
pedrinhas que não permitam acumular água. Eliminar sempre
os locais onde há água parada. Um exemplo são os
bebedouros dos animais, dos cães, gatos. Então sempre uma
vez por semana fazer uma boa limpeza, trocar sempre a água
e não deixar água parada, que ali pode ser um criadouro”,
alerta Ivânia.
Além do ambiente, é possível tentar se proteger
individualmente com o uso de repelentes. “O uso do repelente
é importante, principalmente as gestantes e os idosos, mas
todos podemos usar o repelente também”, explica a gerente.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/prevencao-a-dengue-seminario-
estadual-aborda-os-cuidados-para-evitar-a-doenca/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017512
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Prevenção à dengue: seminário estadual aborda os cuidados
para evitar a doença
A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina,
por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, promoveu
nos dias 29 e 30 de novembro o I Seminário Estadual de
Arboviroses, em Florianópolis. O evento serviu para atualizar,
mobilizar e articular a rede de saúde, no que diz respeito à
vigilância epidemiológica, manejo integrado de vetor e
assistência ao paciente.
Durante os dois dias de evento, médicos,
enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como
manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti:
dengue, zika e chikungunya; atualizaram a situação das
arboviroses no país e no estado; discutiram o Plano de
Contingência para enfrentamento das doenças e a
organização dos serviços de saúde. “Tivemos a participação de
200 profissionais e gestores também, para troca de
experiências e para que os municípios se preparem para a
próxima período sazonal de transmissão de arbovirose. E aqui
a gente falou muito mais da dengue e chikungunya”, explicou
a gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância
Epidemiológica (Dive), Ivânia Folster.
Pensando no período que o estado atravessa e
visando minimizar o número de ocorrências dessas doenças, a
Dive lembra que população precisa estar atenta aos locais
onde possam acumular água. As chuvas regulares e o calor
criam um ambiente propício para proliferação do
mosquito Aedes Aegypt. É preciso estar de olho inclusive nos
vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa. “Se possível
eliminar esses vasinhos ou pelo menos colocar areia, ou
pedrinhas que não permitam acumular água. Eliminar sempre
os locais onde há água parada. Um exemplo são os
bebedouros dos animais, dos cães, gatos. Então sempre uma
vez por semana fazer uma boa limpeza, trocar sempre a água
e não deixar água parada, que ali pode ser um criadouro”,
alerta Ivânia.
Além do ambiente, é possível tentar se proteger
individualmente com o uso de repelentes. “O uso do repelente
é importante, principalmente as gestantes e os idosos, mas
todos podemos usar o repelente também”, explica a gerente.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/prevencao-a-dengue-seminario-
estadual-aborda-os-cuidados-para-evitar-a-doenca/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017511
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017510
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017509
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017508
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017507
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3017506
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Em maio de 2023, o governo brasileiro decretou estado de
emergência zoossanitária no país por 180 dias diante do avanço
do número de casos de uma doença animal. Qual alternativa
apresenta esta doença?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container