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Prevenção à dengue: seminário estadual aborda os cuidados para evitar a doença


A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, promoveu nos dias 29 e 30 de novembro o I Seminário Estadual de Arboviroses, em Florianópolis. O evento serviu para atualizar, mobilizar e articular a rede de saúde, no que diz respeito à vigilância epidemiológica, manejo integrado de vetor e assistência ao paciente.
Durante os dois dias de evento, médicos, enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya; atualizaram a situação das arboviroses no país e no estado; discutiram o Plano de Contingência para enfrentamento das doenças e a organização dos serviços de saúde. “Tivemos a participação de 200 profissionais e gestores também, para troca de experiências e para que os municípios se preparem para a próxima período sazonal de transmissão de arbovirose. E aqui a gente falou muito mais da dengue e chikungunya”, explicou a gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), Ivânia Folster.
Pensando no período que o estado atravessa e visando minimizar o número de ocorrências dessas doenças, a Dive lembra que população precisa estar atenta aos locais onde possam acumular água. As chuvas regulares e o calor criam um ambiente propício para proliferação do mosquito Aedes Aegypt. É preciso estar de olho inclusive nos vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa. “Se possível eliminar esses vasinhos ou pelo menos colocar areia, ou pedrinhas que não permitam acumular água. Eliminar sempre os locais onde há água parada. Um exemplo são os bebedouros dos animais, dos cães, gatos. Então sempre uma vez por semana fazer uma boa limpeza, trocar sempre a água e não deixar água parada, que ali pode ser um criadouro”, alerta Ivânia.
Além do ambiente, é possível tentar se proteger individualmente com o uso de repelentes. “O uso do repelente é importante, principalmente as gestantes e os idosos, mas todos podemos usar o repelente também”, explica a gerente.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/prevencao-a-dengue-seminario-
estadual-aborda-os-cuidados-para-evitar-a-doenca/ (adaptado).
Em “é possível tentar se proteger individualmente com o uso de repelentes”, há o uso de qual colocação pronominal?
 

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Prevenção à dengue: seminário estadual aborda os cuidados para evitar a doença


A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, promoveu nos dias 29 e 30 de novembro o I Seminário Estadual de Arboviroses, em Florianópolis. O evento serviu para atualizar, mobilizar e articular a rede de saúde, no que diz respeito à vigilância epidemiológica, manejo integrado de vetor e assistência ao paciente.
Durante os dois dias de evento, médicos, enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya; atualizaram a situação das arboviroses no país e no estado; discutiram o Plano de Contingência para enfrentamento das doenças e a organização dos serviços de saúde. “Tivemos a participação de 200 profissionais e gestores também, para troca de experiências e para que os municípios se preparem para a próxima período sazonal de transmissão de arbovirose. E aqui a gente falou muito mais da dengue e chikungunya”, explicou a gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), Ivânia Folster.
Pensando no período que o estado atravessa e visando minimizar o número de ocorrências dessas doenças, a Dive lembra que população precisa estar atenta aos locais onde possam acumular água. As chuvas regulares e o calor criam um ambiente propício para proliferação do mosquito Aedes Aegypt. É preciso estar de olho inclusive nos vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa. “Se possível eliminar esses vasinhos ou pelo menos colocar areia, ou pedrinhas que não permitam acumular água. Eliminar sempre os locais onde há água parada. Um exemplo são os bebedouros dos animais, dos cães, gatos. Então sempre uma vez por semana fazer uma boa limpeza, trocar sempre a água e não deixar água parada, que ali pode ser um criadouro”, alerta Ivânia.
Além do ambiente, é possível tentar se proteger individualmente com o uso de repelentes. “O uso do repelente é importante, principalmente as gestantes e os idosos, mas todos podemos usar o repelente também”, explica a gerente.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/prevencao-a-dengue-seminario-
estadual-aborda-os-cuidados-para-evitar-a-doenca/ (adaptado).
Na oração “Durante os dois dias de evento, médicos, enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti”, o sujeito é classificado como:
 

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A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, promoveu nos dias 29 e 30 de novembro o I Seminário Estadual de Arboviroses, em Florianópolis. O evento serviu para atualizar, mobilizar e articular a rede de saúde, no que diz respeito à vigilância epidemiológica, manejo integrado de vetor e assistência ao paciente.
Durante os dois dias de evento, médicos, enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya; atualizaram a situação das arboviroses no país e no estado; discutiram o Plano de Contingência para enfrentamento das doenças e a organização dos serviços de saúde. “Tivemos a participação de 200 profissionais e gestores também, para troca de experiências e para que os municípios se preparem para a próxima período sazonal de transmissão de arbovirose. E aqui a gente falou muito mais da dengue e chikungunya”, explicou a gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), Ivânia Folster.
Pensando no período que o estado atravessa e visando minimizar o número de ocorrências dessas doenças, a Dive lembra que população precisa estar atenta aos locais onde possam acumular água. As chuvas regulares e o calor criam um ambiente propício para proliferação do mosquito Aedes Aegypt. É preciso estar de olho inclusive nos vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa. “Se possível eliminar esses vasinhos ou pelo menos colocar areia, ou pedrinhas que não permitam acumular água. Eliminar sempre os locais onde há água parada. Um exemplo são os bebedouros dos animais, dos cães, gatos. Então sempre uma vez por semana fazer uma boa limpeza, trocar sempre a água e não deixar água parada, que ali pode ser um criadouro”, alerta Ivânia.
Além do ambiente, é possível tentar se proteger individualmente com o uso de repelentes. “O uso do repelente é importante, principalmente as gestantes e os idosos, mas todos podemos usar o repelente também”, explica a gerente.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/prevencao-a-dengue-seminario-
estadual-aborda-os-cuidados-para-evitar-a-doenca/ (adaptado).
A partir da descrição das ações do Seminário e das estratégias de prevenção, qual implicação pode ser inferida sobre a percepção do governo estadual em relação ao papel da comunidade no combate às arboviroses?
 

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Prevenção à dengue: seminário estadual aborda os cuidados para evitar a doença


A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, promoveu nos dias 29 e 30 de novembro o I Seminário Estadual de Arboviroses, em Florianópolis. O evento serviu para atualizar, mobilizar e articular a rede de saúde, no que diz respeito à vigilância epidemiológica, manejo integrado de vetor e assistência ao paciente.
Durante os dois dias de evento, médicos, enfermeiros, biólogos e técnicos discutiram temas como manejo clínico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya; atualizaram a situação das arboviroses no país e no estado; discutiram o Plano de Contingência para enfrentamento das doenças e a organização dos serviços de saúde. “Tivemos a participação de 200 profissionais e gestores também, para troca de experiências e para que os municípios se preparem para a próxima período sazonal de transmissão de arbovirose. E aqui a gente falou muito mais da dengue e chikungunya”, explicou a gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), Ivânia Folster.
Pensando no período que o estado atravessa e visando minimizar o número de ocorrências dessas doenças, a Dive lembra que população precisa estar atenta aos locais onde possam acumular água. As chuvas regulares e o calor criam um ambiente propício para proliferação do mosquito Aedes Aegypt. É preciso estar de olho inclusive nos vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa. “Se possível eliminar esses vasinhos ou pelo menos colocar areia, ou pedrinhas que não permitam acumular água. Eliminar sempre os locais onde há água parada. Um exemplo são os bebedouros dos animais, dos cães, gatos. Então sempre uma vez por semana fazer uma boa limpeza, trocar sempre a água e não deixar água parada, que ali pode ser um criadouro”, alerta Ivânia.
Além do ambiente, é possível tentar se proteger individualmente com o uso de repelentes. “O uso do repelente é importante, principalmente as gestantes e os idosos, mas todos podemos usar o repelente também”, explica a gerente.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/prevencao-a-dengue-seminario-
estadual-aborda-os-cuidados-para-evitar-a-doenca/ (adaptado).
Analisando a oração “É preciso estar de olho inclusive nos vasinhos de planta e deixar a casa sempre limpa”, qual é a implicação semântica do termo “inclusive” e por que ele é importante na frase?
 

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3017511 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
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Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%


Um novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023, houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de 9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e repressiva, além do investimento em estratégias com alta tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”, analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de forma periódica em todo território catarinense. São avaliados mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para o Estado. São analisados se houve autorização para supressão incluindo informações de responsabilidade do IMA e as disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de outras informações da área, como histórico de uso do solo, informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero, disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento automatizado com outros sistemas, como de licenciamento, autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal, unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea, abrange uma área habitada por mais de 50% da população brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
No trecho “...auxilia o serviço de fiscalização”, o verbo encontra-se flexionado no:
 

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3017510 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
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Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%


Um novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023, houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de 9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e repressiva, além do investimento em estratégias com alta tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”, analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de forma periódica em todo território catarinense. São avaliados mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para o Estado. São analisados se houve autorização para supressão incluindo informações de responsabilidade do IMA e as disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de outras informações da área, como histórico de uso do solo, informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero, disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento automatizado com outros sistemas, como de licenciamento, autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal, unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea, abrange uma área habitada por mais de 50% da população brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
O texto menciona uma parceria com o governo da Noruega. Qual é o propósito dessa parceria no contexto do monitoramento ambiental?
 

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3017509 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
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Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%


Um novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023, houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de 9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e repressiva, além do investimento em estratégias com alta tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”, analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de forma periódica em todo território catarinense. São avaliados mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para o Estado. São analisados se houve autorização para supressão incluindo informações de responsabilidade do IMA e as disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de outras informações da área, como histórico de uso do solo, informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero, disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento automatizado com outros sistemas, como de licenciamento, autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal, unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea, abrange uma área habitada por mais de 50% da população brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
No trecho “...que envolvem utilização de tecnologias avançadas...”, a palavra “avançadas” é classificada como:
 

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3017508 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
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Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%


Um novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023, houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de 9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e repressiva, além do investimento em estratégias com alta tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”, analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de forma periódica em todo território catarinense. São avaliados mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para o Estado. São analisados se houve autorização para supressão incluindo informações de responsabilidade do IMA e as disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de outras informações da área, como histórico de uso do solo, informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero, disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento automatizado com outros sistemas, como de licenciamento, autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal, unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea, abrange uma área habitada por mais de 50% da população brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
A presidente do IMA, Sheila Meirelles, menciona que estão "colhendo os frutos de um trabalho intenso". No contexto do texto, o que essa metáfora sugere sobre os esforços de conservação em Santa Catarina?
 

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3017507 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
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Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%


Um novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023, houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de 9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e repressiva, além do investimento em estratégias com alta tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”, analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de forma periódica em todo território catarinense. São avaliados mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para o Estado. São analisados se houve autorização para supressão incluindo informações de responsabilidade do IMA e as disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de outras informações da área, como histórico de uso do solo, informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero, disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento automatizado com outros sistemas, como de licenciamento, autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal, unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea, abrange uma área habitada por mais de 50% da população brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
O texto menciona uma redução significativa no desmatamento da Mata Atlântica em Santa Catarina. Com base nas informações apresentadas, qual das seguintes alternativas explica essa redução?
 

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Em maio de 2023, o governo brasileiro decretou estado de emergência zoossanitária no país por 180 dias diante do avanço do número de casos de uma doença animal. Qual alternativa apresenta esta doença?
 

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