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Foram encontradas 850 questões.

2604896 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP

Ana, Bia, Cida e Dina se dividiram em duas duplas para um trabalho escolar. Ana e sua parceira de dupla nasceram em cidades diferentes e no mesmo ano, uma em janeiro e a outra em fevereiro. Bia nasceu em Belém e sua parceira de dupla nasceu em Brasília. Cida nasceu na mesma cidade que Ana. Dina é irmã caçula de Cida e Dina é um ano mais velha que a parceira de dupla de Ana. A partir dessas informações conclui-se que

 

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2604895 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP

Em uma sequência M, com infinitos elementos, o primeiro elemento é igual a 3 e cada elemento, a partir do segundo, é igual ao elemento anterior somado com 4. Em uma sequência N, cada elemento, a partir do terceiro, é igual a soma dos dois elementos anteriores. Se o 1º e o 2º elementos da sequência N são, respectivamente, o 12º e o 21º elementos da sequência M, o 7º elemento da sequência N é

 

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2604894 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP

Um treinamento será dado para 250 pessoas, que serão divididas em 4 grupos, com cada pessoa participando de apenas um grupo. Dessas pessoas, 236 serão divididas uniformemente entre os grupos e as demais pessoas poderão escolher em qual grupo ficar. Quando todas essas pessoas estiverem em seus respectivos grupos, é necessariamente verdade que

 

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2604893 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP

Considere as proposições p, q e r sobre os funcionários de uma empresa:

p: Se uma pessoa usa terno e gravata, então ela é gerente;

q: André usa terno e Bruno é gerente;

r: Bruno usa terno ou André não usa gravata.

Sabendo que o valor lógico da proposição (p ∧ q) → r é falso, então é verdade que

 

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Malandro, preguiçoso, astuto e dado a ser fanfarrão: eis a figura do Arlequim. Sedutor, ele tenta roubar a namorada do Pierrot, a Colombina.

Ele seduz porque é esperto (mais do que inteligente), ressentido (como quase todos nós), cheio de alegria (como desejamos) e repleto de uma vivacidade que aprendemos a admirar na ficção, ainda que um pouco cansativa na vida real. Como em todas as festas, admiramos o palhaço e, nem por isso, desejamos tê-lo sempre em casa.

Toda escola tem arlequim entre alunos e professores. Todo escritório tem o grande “clown”. Há, ao menos, um tio arlequinal por família. Pense: virá a sua cabeça aquele homem ou mulher sempre divertido, apto a explorar as contradições do sistema a seu favor e, por fim, repleto de piadas maliciosas e ligeiramente canalhas. São sempre ricos em gestos de mímica, grandes contadores de causos e, a rigor, personagens permanentes. Importante: o divertido encenador de pantomimas necessita do palco compartilhado com algum Pierrot. Sem a figura triste do último, inexiste a alegria do primeiro. Em toda cena doméstica, ocorrem diálogos de personagens polarizadas, isso faz parte da dinâmica da peça mais clássica que você vive toda semana: “almoço em família”.

O Arlequim é engraçado porque tem a liberdade que o mal confere a quem não sofre com as algemas do decoro. Aqui vem uma maldade extra: ele nos perdoa dos nossos males por ser, publicamente, pior do que todos nós. Na prática, ele nos autoriza a pensar mal, ironizar, fofocar e a vestir todas as carapuças passivo-agressivas porque o faz sem culpa. O Arlequim é um lugar quentinho para aninhar os ódios e dores que eu carrego, envergonhado. Funciona como uma transferência de culpa que absolve meus pecadilhos por ser um réu confesso da arte de humilhar.

Você aprendeu na infância que é feio rir dos outros quando caem e que devemos evitar falar dos defeitos alheios. A boa educação dialogou de forma complexa com nossa sedução pela dor alheia. O que explicaria o trânsito lento para contemplar um acidente, o consumo de notícias de escândalos de famosos e os risos com “videocassetadas”? Nossos pequenos monstrinhos interiores, reprimidos duramente pelos bons costumes da aparência social, podem receber ligeira alforria em casos de desgraça alheia e da presença de um “arlequim”. Os seres do mal saem, riem, alegram-se com a dor alheia, acompanham a piada e a humilhação que não seria permitida a eles pelo hospedeiro e, tranquilos, voltam a dormir na alma de cada um até a próxima chamada externa.

Olhar a perversidade do Arlequim é um desafio. A mirada frontal e direta tem um pouco do poder paralisante de uma Medusa. Ali está quem eu abomino e, ali, estou eu, meu inimigo e meu clone, o que eu temo e aquilo que atrai meu desejo. Ser alguém “do bem” é conseguir lidar com nossos próprios demônios como única chance de mantê-los sob controle. Quando não consigo, há uma chance de eu apoiar todo Arlequim externo para diminuir o peso dos meus.

O autoconhecimento esvazia o humor agressivo dos outros. Esta é minha esperança.

(Leandro Karnal, A sedução do Arlequim. O Estado de S.Paulo, 26.12.2021. Adaptado)

O trecho em destaque na passagem pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por

 

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De acordo com o artigo 228 do CTB, ao usar no veículo equipamento com som em volume ou frequência que não sejam autorizados pelo Contran, um condutor poderá ter como medida administrativa, a

 

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Analise a figura.

Enunciado 3568368-1

Ela mostra um veículo estacionado no passeio em uma pista de mão única. Nesse caso, de acordo com o artigo 181, inciso VIII, do CTB, o condutor poderá ser autuado com infração

 

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Um condutor passou a 130 km/h por uma via em que a velocidade máxima permitida era de 90 km/h. Nesse caso, ele foi flagrado por radar existente no local e poderá ser penalizado com infração

 

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Estacionar em aclive ou declive veículo não devidamente freado e sem calço de segurança, quando esse tiver peso bruto total superior a três mil e quinhentos quilogramas, é considerada uma infração de trânsito em razão da qual o condutor poderá ter registrado em seu prontuário

 

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Analise a figura.

Enunciado 3568365-1

Ela informa o condutor da existência de

 

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