Foram encontradas 675 questões.
3608740
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP
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Felipe, Hugo e Tiago têm ao todo a quantia de R$ 491,00.
Hugo tem 3 reais a menos que o dobro do que Felipe tem
e Tiago tem a terça parte do que Hugo tem.
É correto afirmar que a quantia que Hugo possui a mais que a soma das quantias de Felipe e Tiago é igual a
É correto afirmar que a quantia que Hugo possui a mais que a soma das quantias de Felipe e Tiago é igual a
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Leila estabeleceu que, ao comer arroz e feijão, ela o fará
de acordo com a seguinte razão: 280 gramas de arroz
para cada 105 gramas de feijão. Certo dia, Leila comeu
350 gramas de arroz e comeu de feijão exatamente o que
havia previsto em seu plano.
Leila comeu de feijão uma quantidade entre
Leila comeu de feijão uma quantidade entre
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Paulo é vendedor de frutas e verduras. Ele comprou uma
caixa com 30 quilogramas de mangas por R$ 75,00 e
quer lucrar, com a venda dessas mangas, 80% sobre o
preço que pagou pela caixa.
Para que isso aconteça, Paulo deverá vender as mangas a um preço, por quilograma, igual a
Para que isso aconteça, Paulo deverá vender as mangas a um preço, por quilograma, igual a
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Rute reserva metade de seu salário para gastos com aluguel, eletricidade e água. Do que resta, ela reserva 2/5
para a alimentação e 1/4 para transporte e ainda sobram
R$ 840,00.
A quantia que Rute reserva para aluguel, eletricidade e água é um valor entre
A quantia que Rute reserva para aluguel, eletricidade e água é um valor entre
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Leia o texto para responder à questão.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira
literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar
a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde
mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade
de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto,
como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou
Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria
visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício.
Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com
uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar.
Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a
estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no
caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por
nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens
me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em
Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária
de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não
muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos
aguardavam pacientemente pela minha apresentação.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa [Crônicas],
2023. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira
literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar
a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde
mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade
de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto,
como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou
Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria
visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício.
Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com
uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar.
Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a
estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no
caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por
nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens
me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em
Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária
de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não
muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos
aguardavam pacientemente pela minha apresentação.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa [Crônicas],
2023. Adaptado)
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Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira
literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar
a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde
mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade
de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto,
como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou
Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria
visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício.
Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com
uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar.
Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a
estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no
caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por
nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens
me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em
Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária
de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não
muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos
aguardavam pacientemente pela minha apresentação.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa [Crônicas],
2023. Adaptado)
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Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira
literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar
a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde
mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade
de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto,
como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou
Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria
visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício.
Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com
uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar.
Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a
estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no
caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por
nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens
me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em
Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária
de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não
muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos
aguardavam pacientemente pela minha apresentação.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa [Crônicas],
2023. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que
6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o
estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida
de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente
pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que
equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado
na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais
e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes
sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem,
parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma
herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na
idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um
período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de
renda entre quem conta e quem não conta com saneamento
básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um
país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos
nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta
com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou
banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar
as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a
dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência,
de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância
em condições precárias de saneamento chegam à segunda
infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e
têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como
o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é
surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como
à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer
em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão
expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam
às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e
dependentes de ajuda governamental.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que
6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o
estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida
de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente
pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que
equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado
na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais
e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes
sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem,
parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma
herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na
idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um
período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de
renda entre quem conta e quem não conta com saneamento
básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um
país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos
nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta
com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou
banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar
as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a
dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência,
de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância
em condições precárias de saneamento chegam à segunda
infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e
têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como
o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é
surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como
à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer
em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão
expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam
às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e
dependentes de ajuda governamental.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 13.10.2024. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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