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Leia o texto a seguir:
Maria da Luz teve sua primeira escova de dentes aos 15 anos. Antes disso, usava folhas para limpar os dentes, como era de praxe em Mulungu do Morro, interior da Bahia, onde nasceu. Aos 14, sentiu uma dor forte no dente da frente e seu avô a levou ao farmacêutico, ordenando que extraísse todos os dentes da frente de uma vez só — sem anestesia — para que não voltassem a incomodar. Aos 17 anos, depois de muito trabalhar na roça, ela conseguiu juntar dinheiro para comprar uma dentadura, à qual nunca se adaptou. Maria migrou para São Paulo com os três filhos, priorizando dar o melhor de saúde e educação para eles com as suadas economias do salário de auxiliar de serviços gerais. Ela nunca tirava foto. Dizia que era infeliz com sorriso e que seu sonho era fazer um tratamento dentário. Em 2015, conseguiu fazer implantes com a poupança de muitos anos. Hoje, não coloca mais a mão na boca para sorrir.
Fonte: adaptado de https://www.intercept.com.br/2019/05/13/desigualdade-nobrasil- dentes/.
Do início ao final do texto, identifica-se uma mudança em Maria da Luz, que ocorreu ao longo da passagem do tempo. Elemento(s) que evidencia(m) essa passagem do tempo é/são:
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Leia o texto a seguir:
Maria da Luz teve sua primeira escova de dentes aos 15 anos. Antes disso, usava folhas para limpar os dentes, como era de praxe em Mulungu do Morro, interior da Bahia, onde nasceu. Aos 14, sentiu uma dor forte no dente da frente e seu avô a levou ao farmacêutico, ordenando que extraísse todos os dentes da frente de uma vez só — sem anestesia — para que não voltassem a incomodar. Aos 17 anos, depois de muito trabalhar na roça, ela conseguiu juntar dinheiro para comprar uma dentadura, à qual nunca se adaptou. Maria migrou para São Paulo com os três filhos, priorizando dar o melhor de saúde e educação para eles com as suadas economias do salário de auxiliar de serviços gerais. Ela nunca tirava foto. Dizia que era infeliz com sorriso e que seu sonho era fazer um tratamento dentário. Em 2015, conseguiu fazer implantes com a poupança de muitos anos. Hoje, não coloca mais a mão na boca para sorrir.
Fonte: adaptado de https://www.intercept.com.br/2019/05/13/desigualdade-nobrasil- dentes/.
Leia a frase a seguir:
“Maria da Luz teve sua primeira escova de dentes aos 15 anos. Antes disso, usava folhas para limpar os dentes, como era de praxe em Mulungu do Morro, interior da Bahia, onde nasceu.”
O termo destacado poderia ser substituído, sem grande alteração de sentido, por:
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Leia o texto a seguir:
Maria da Luz teve sua primeira escova de dentes aos 15 anos. Antes disso, usava folhas para limpar os dentes, como era de praxe em Mulungu do Morro, interior da Bahia, onde nasceu. Aos 14, sentiu uma dor forte no dente da frente e seu avô a levou ao farmacêutico, ordenando que extraísse todos os dentes da frente de uma vez só — sem anestesia — para que não voltassem a incomodar. Aos 17 anos, depois de muito trabalhar na roça, ela conseguiu juntar dinheiro para comprar uma dentadura, à qual nunca se adaptou. Maria migrou para São Paulo com os três filhos, priorizando dar o melhor de saúde e educação para eles com as suadas economias do salário de auxiliar de serviços gerais. Ela nunca tirava foto. Dizia que era infeliz com sorriso e que seu sonho era fazer um tratamento dentário. Em 2015, conseguiu fazer implantes com a poupança de muitos anos. Hoje, não coloca mais a mão na boca para sorrir.
Fonte: adaptado de https://www.intercept.com.br/2019/05/13/desigualdade-nobrasil- dentes/.
A melhora da saúde bucal de Maria da Luz levou a uma mudança de comportamento, que se evidencia no seguinte par de ações expostas no texto:
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Leia o texto a seguir:
Maria da Luz teve sua primeira escova de dentes aos 15 anos. Antes disso, usava folhas para limpar os dentes, como era de praxe em Mulungu do Morro, interior da Bahia, onde nasceu. Aos 14, sentiu uma dor forte no dente da frente e seu avô a levou ao farmacêutico, ordenando que extraísse todos os dentes da frente de uma vez só — sem anestesia — para que não voltassem a incomodar. Aos 17 anos, depois de muito trabalhar na roça, ela conseguiu juntar dinheiro para comprar uma dentadura, à qual nunca se adaptou. Maria migrou para São Paulo com os três filhos, priorizando dar o melhor de saúde e educação para eles com as suadas economias do salário de auxiliar de serviços gerais. Ela nunca tirava foto. Dizia que era infeliz com sorriso e que seu sonho era fazer um tratamento dentário. Em 2015, conseguiu fazer implantes com a poupança de muitos anos. Hoje, não coloca mais a mão na boca para sorrir.
Fonte: adaptado de https://www.intercept.com.br/2019/05/13/desigualdade-nobrasil- dentes/.
A ida de Maria da Luz para São Paulo teve como propósito:
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Leia o texto a seguir:
Maria da Luz teve sua primeira escova de dentes aos 15 anos. Antes disso, usava folhas para limpar os dentes, como era de praxe em Mulungu do Morro, interior da Bahia, onde nasceu. Aos 14, sentiu uma dor forte no dente da frente e seu avô a levou ao farmacêutico, ordenando que extraísse todos os dentes da frente de uma vez só — sem anestesia — para que não voltassem a incomodar. Aos 17 anos, depois de muito trabalhar na roça, ela conseguiu juntar dinheiro para comprar uma dentadura, à qual nunca se adaptou. Maria migrou para São Paulo com os três filhos, priorizando dar o melhor de saúde e educação para eles com as suadas economias do salário de auxiliar de serviços gerais. Ela nunca tirava foto. Dizia que era infeliz com sorriso e que seu sonho era fazer um tratamento dentário. Em 2015, conseguiu fazer implantes com a poupança de muitos anos. Hoje, não coloca mais a mão na boca para sorrir.
Fonte: adaptado de https://www.intercept.com.br/2019/05/13/desigualdade-nobrasil- dentes/.
O texto relata brevemente a história de Maria da Luz. Depois da leitura, pode-se concluir que o tema que norteia o texto é:
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Leitura: como a prática estimula o desenvolvimento das crianças
A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios aos leitores e, quando estimulada desde a infância, os impactos positivos podem ser muito maiores. Por meio dela, as crianças desenvolvem a concentração, memória, raciocínio e compreensão, estimulam a linguagem oral e ampliam a capacidade criativa.
Os benefícios se estendem para o fortalecimento de vínculos afetivos, quando o momento é compartilhado, e para as habilidades socioemocionais, uma vez que, por meio da leitura, as crianças começam a entender seus sentimentos e a tentar lidar com eles.
Apesar de compor a rotina de aprendizagem da criança, estimular a leitura não é uma tarefa apenas escolar. Tanto a família quanto a escola possuem funções diferentes, porém, complementares nesta etapa.
Enquanto a escola cumpre uma função mais intencional e pedagógica, a família promove uma leitura mais emocional.
No âmbito da família, não é necessário possuir um amplo repertório para incentivar o gosto pela leitura, para isso basta se interessar por procurar novas histórias ou valorizar as memórias de livros lidos durante a infância e adolescência.
Ambas as frentes são fundamentais para promover o gosto pela leitura nas crianças e identificar maneiras de fazer isso na prática.
Fonte: adaptado de https://www.fadc.org.br/noticias/a-importancia-da-leitura-parao- desenvolvimento-das-criancas
Na frase “No âmbito da família, não é necessário possuir um amplo repertório para incentivar o gosto pela leitura”, o termo destacado poderia ser substituído, sem grande alteração de sentido, por:
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Leitura: como a prática estimula o desenvolvimento das crianças
A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios aos leitores e, quando estimulada desde a infância, os impactos positivos podem ser muito maiores. Por meio dela, as crianças desenvolvem a concentração, memória, raciocínio e compreensão, estimulam a linguagem oral e ampliam a capacidade criativa.
Os benefícios se estendem para o fortalecimento de vínculos afetivos, quando o momento é compartilhado, e para as habilidades socioemocionais, uma vez que, por meio da leitura, as crianças começam a entender seus sentimentos e a tentar lidar com eles.
Apesar de compor a rotina de aprendizagem da criança, estimular a leitura não é uma tarefa apenas escolar. Tanto a família quanto a escola possuem funções diferentes, porém, complementares nesta etapa.
Enquanto a escola cumpre uma função mais intencional e pedagógica, a família promove uma leitura mais emocional.
No âmbito da família, não é necessário possuir um amplo repertório para incentivar o gosto pela leitura, para isso basta se interessar por procurar novas histórias ou valorizar as memórias de livros lidos durante a infância e adolescência.
Ambas as frentes são fundamentais para promover o gosto pela leitura nas crianças e identificar maneiras de fazer isso na prática.
Fonte: adaptado de https://www.fadc.org.br/noticias/a-importancia-da-leitura-parao- desenvolvimento-das-criancas
Na frase “Enquanto a escola cumpre uma função mais intencional e pedagógica, a família promove uma leitura mais emocional”, o termo destacado cumpre a função de:
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Leitura: como a prática estimula o desenvolvimento das crianças
A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios aos leitores e, quando estimulada desde a infância, os impactos positivos podem ser muito maiores. Por meio dela, as crianças desenvolvem a concentração, memória, raciocínio e compreensão, estimulam a linguagem oral e ampliam a capacidade criativa.
Os benefícios se estendem para o fortalecimento de vínculos afetivos, quando o momento é compartilhado, e para as habilidades socioemocionais, uma vez que, por meio da leitura, as crianças começam a entender seus sentimentos e a tentar lidar com eles.
Apesar de compor a rotina de aprendizagem da criança, estimular a leitura não é uma tarefa apenas escolar. Tanto a família quanto a escola possuem funções diferentes, porém, complementares nesta etapa.
Enquanto a escola cumpre uma função mais intencional e pedagógica, a família promove uma leitura mais emocional.
No âmbito da família, não é necessário possuir um amplo repertório para incentivar o gosto pela leitura, para isso basta se interessar por procurar novas histórias ou valorizar as memórias de livros lidos durante a infância e adolescência.
Ambas as frentes são fundamentais para promover o gosto pela leitura nas crianças e identificar maneiras de fazer isso na prática.
Fonte: adaptado de https://www.fadc.org.br/noticias/a-importancia-da-leitura-parao- desenvolvimento-das-criancas
De acordo com o texto, a escola tem um papel mais formal de incentivo à leitura, pois tal atividade:
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Leitura: como a prática estimula o desenvolvimento das crianças
A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios aos leitores e, quando estimulada desde a infância, os impactos positivos podem ser muito maiores. Por meio dela, as crianças desenvolvem a concentração, memória, raciocínio e compreensão, estimulam a linguagem oral e ampliam a capacidade criativa.
Os benefícios se estendem para o fortalecimento de vínculos afetivos, quando o momento é compartilhado, e para as habilidades socioemocionais, uma vez que, por meio da leitura, as crianças começam a entender seus sentimentos e a tentar lidar com eles.
Apesar de compor a rotina de aprendizagem da criança, estimular a leitura não é uma tarefa apenas escolar. Tanto a família quanto a escola possuem funções diferentes, porém, complementares nesta etapa.
Enquanto a escola cumpre uma função mais intencional e pedagógica, a família promove uma leitura mais emocional.
No âmbito da família, não é necessário possuir um amplo repertório para incentivar o gosto pela leitura, para isso basta se interessar por procurar novas histórias ou valorizar as memórias de livros lidos durante a infância e adolescência.
Ambas as frentes são fundamentais para promover o gosto pela leitura nas crianças e identificar maneiras de fazer isso na prática.
Fonte: adaptado de https://www.fadc.org.br/noticias/a-importancia-da-leitura-parao- desenvolvimento-das-criancas
Pode-se compreender que o incentivo à leitura é uma tarefa:
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Leitura: como a prática estimula o desenvolvimento das crianças
A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios aos leitores e, quando estimulada desde a infância, os impactos positivos podem ser muito maiores. Por meio dela, as crianças desenvolvem a concentração, memória, raciocínio e compreensão, estimulam a linguagem oral e ampliam a capacidade criativa.
Os benefícios se estendem para o fortalecimento de vínculos afetivos, quando o momento é compartilhado, e para as habilidades socioemocionais, uma vez que, por meio da leitura, as crianças começam a entender seus sentimentos e a tentar lidar com eles.
Apesar de compor a rotina de aprendizagem da criança, estimular a leitura não é uma tarefa apenas escolar. Tanto a família quanto a escola possuem funções diferentes, porém, complementares nesta etapa.
Enquanto a escola cumpre uma função mais intencional e pedagógica, a família promove uma leitura mais emocional.
No âmbito da família, não é necessário possuir um amplo repertório para incentivar o gosto pela leitura, para isso basta se interessar por procurar novas histórias ou valorizar as memórias de livros lidos durante a infância e adolescência.
Ambas as frentes são fundamentais para promover o gosto pela leitura nas crianças e identificar maneiras de fazer isso na prática.
Fonte: adaptado de https://www.fadc.org.br/noticias/a-importancia-da-leitura-parao- desenvolvimento-das-criancas
Trata-se do tema central do texto lido:
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