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Foram encontradas 40 questões.

3441838 Ano: 2024
Disciplina: Nutrição
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Este método de obtenção de dados de ingestão dietética é rápido e fácil de ser aplicado, e possibilita um panorama geral do que é ingerido pelo individuo. Em contrapartida, para ser eficiente, necessita de habilidades de entrevista e requer de uma boa memória do paciente, sendo necessário que este também tenha conhecimento do tamanho das porções ingeridas. Também possui como limitação a dificuldade em definir se o dia que está sendo descrito representa o consumo habitual de um indivíduo, bem como a propensão deste de superestimar ou subestimar o consumo alimentar. Logo, a depender desses fatores, pode não representar o consumo usual do indivíduo. De qual método a questão se refere?
 

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3441837 Ano: 2024
Disciplina: Nutrição
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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A anemia é uma condição definida pela diminuição no número de eritrócitos por unidade de volume de sangue ou por uma redução na hemoglobina do sangue para abaixo das concentrações das necessidades fisiológicas. Esta não é uma doença, mas sim um sintoma de condições variadas, incluindo a perda extensiva de sangue, excesso de destruição de células vermelhas ou redução da formação dessas células. Quanto aos fatores que envolvem a anemia, assinale com V as opções VERDADEIRAS e com F as FALSAS:

( ) Anemias relacionadas a um volume corpuscular médio inferior a 80 fl (femtolitros) são definidas como microcíticas; aquelas com valores entre 80 e 99 fl são chamadas de normocíticas; e aquelas associadas a valores iguais ou superiores a 100 fl denominam-se macrocíticas.
( ) A anemia microcítica é mais comumente relacionada a deficiência de ferro e vitamina B6, à medida que a anemia macrocítica normalmente é ocasionada por eritropoiese deficiente por diversas causas, como por exemplo, pela insuficiência de folato ou vitamina B12.
( ) A anemia normocítica está relacionada à anemia das doenças crônicas e inflamatórias (ADC). Esse tipo de anemia está associado a doenças reumatológicas, insuficiência cardíaca crônica, infecção crônica, câncer, lesão tecidual grave, fraturas múltiplas e doença de Hodgkin.
( ) A anemia normocítica ou a macrocítica podem ser ocasionadas por perda sanguínea crônica ou aguda, como em decorrência de cirurgia recente, lesão ou teste de fezes positivo para sangue oculto.
( ) Anemias macrocíticas compreendem a anemia megaloblástica ou anemia por por deficiência de vitamina B12 e vitamina B6, e a anemia perniciosa ou anemia por deficiência de folato.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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3441836 Ano: 2024
Disciplina: Nutrição
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Esta é responsável por cerca de 60% das proteínas séricas totais. Conduz os principais componentes do sangue, hormônios, enzimas, medicamentos, minerais, íons, ácidos graxos, aminoácidos e metabólitos. Todavia, sua função primordial é manter a pressão coloidosmótica, além de suprir aproximadamente 80% da pressão coloidosmótica do plasma. Esta tem meia-vida de 18 a 21 dias e, portanto, não reflete a ingestão atual de proteínas. De qual proteína a questão se refere?
 

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3441835 Ano: 2024
Disciplina: Nutrição
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Quanto aos biomarcadores inflamatórios, assinale com V as opções verdadeiras, e com F as falsas:

( ) A proteína C reativa (PCR) é necessária para indicar quando o período hipermetabólico da resposta inflamatória diminui.
( ) A Proteína C reativa ultrassensível (PCR-us) é uma medida sensível da inflamação crônica notada em pacientes com aterosclerose e outras doenças crônicas.
( ) Tanto a PCR quanto a PCR-us são marcadores não específicos e exprimem inflamação de qualquer tipo.
( ) Apesar da sua função exata não estar clara, a PCR aumenta nos estágios iniciais de estresse agudo – geralmente dentro de 10-12 horas após uma cirurgia ou outro traumatismo. As concentrações de PCR podem aumentar em até 500 vezes, a depender da intensidade da resposta ao estresse.
( ) Quando as concentrações de PCR começam a dimunuir, o paciente entrou no período catabólico da resposta inflamatória e uma terapia nutricional mais intensiva poderá trazer benéficios. É primordial uma avaliação e acompanhamento contínuo para verificar alterações no estado nutricional.

Assinale a alternativa CORRETA:
 

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3441834 Ano: 2024
Disciplina: Nutrição
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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A água é fundamental para os processos de digestão, absorção e excreção. Ela também exerce uma função primordial na estrutura e funcionamento do sistema circulatório e funciona como meio de transporte para nutrientes e todas as substâncias do corpo. As alterações no conteúdo de água são observadas pelos barorreceptores no sistema nervoso central, que geram um feedback ao hipotálamo, que está próximo aos centros que regulam qual hormônio antidiurético?
 

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3441480 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

As palavras e o tempo

(Cristovão Tezza)

Ao chegar criança em Curitiba, em 1961, meu primeiro choque foi linguístico: um vendedor de rua oferecia “dolé”. Para quem não sabe, era picolé. O nome “dolé” me soava tão estranho que só a custo parecia se encaixar naquele objeto que eu sempre conhecera como “picolé”. Os anos se passaram e os dolés sumiram. A última vez que os vi foi nas ruínas de uma parede no litoral, onde se podia ler em letras igualmente arruinadas pelo tempo: “Fábrica de dolés”. Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua. Lembro que, pouco a pouco, comecei a ouvir pessoas dizendo “emprestei do Fulano”, quando para meus ouvidos o normal seria “peguei emprestado do Fulano”; ou então emprestamos a ele. “Emprestar” só poderia ser “para alguém”; o contrário seria “pedir emprestado”. Mas em poucos anos o estranho passou a ser “pedir emprestado”, e a nova forma foi para o Houaiss. Um linguista diria que se trata de uma passagem sutil de formas analíticas para formas sintéticas. Quando o telefone começou a se popularizar, também se popularizou a forma “telefonar na tua casa”; assim, “eu telefono na casa do João” não significa ir até a casa do João para usar o telefone dele, que no início parecia a única interpretação possível, mas sim telefonar para a casa dele. E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo. Bem, sem dinheiro para pagar à vista, a gramática não importa mesmo, e vamos pagando no cartão.

A língua não para, mas seus movimentos nunca são claramente visíveis, assim como jamais conseguimos ver a grama crescer – súbito parece que ela já foi trocada por outra. O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas, ou expressões velhas transmudadas em outras. Um dos fenômenos mais interessantes, e de rápida consolidação, foi também a criação de verbos para substituir expressões analíticas. “Priorizar” ou “disponibilizar”, que parecem tão comuns, com um jeito de que vieram lá do tempo de Camões, na verdade não terão mais de vinte anos – e também já estão no Houaiss. Na antiquíssima década de 1980, dizíamos “dar prioridade a” e “tornar possível”. Bem, as novas formas ainda têm uma aura tecnocrática. Em vez de “disponibilizar os sentimentos”, preferimos ainda “abrir o coração”. Mas outras novidades acertam na veia: “deletar” entrou definitivamente no dia a dia das pessoas. Já ouvi gente confessar “deletei ela da minha vida”.

Piorou a língua? De modo algum. A língua continua inculta e bela como sempre, como queria o poeta. Ela sempre adiante – nós é que envelhecemos, e, às vezes, pela fala, parecemos pergaminhos de um tempo que passou.

20/09/2011

TEZZA, Cristovão, Um operário em férias, organização e apresentação Christian Schwartz; ilustrações Benett. – Rio de Janeiro: Record, 2013.

Releia e responda: “O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas,...” Classifique o período dessa construção:
 

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3441479 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

As palavras e o tempo

(Cristovão Tezza)

Ao chegar criança em Curitiba, em 1961, meu primeiro choque foi linguístico: um vendedor de rua oferecia “dolé”. Para quem não sabe, era picolé. O nome “dolé” me soava tão estranho que só a custo parecia se encaixar naquele objeto que eu sempre conhecera como “picolé”. Os anos se passaram e os dolés sumiram. A última vez que os vi foi nas ruínas de uma parede no litoral, onde se podia ler em letras igualmente arruinadas pelo tempo: “Fábrica de dolés”. Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua. Lembro que, pouco a pouco, comecei a ouvir pessoas dizendo “emprestei do Fulano”, quando para meus ouvidos o normal seria “peguei emprestado do Fulano”; ou então emprestamos a ele. “Emprestar” só poderia ser “para alguém”; o contrário seria “pedir emprestado”. Mas em poucos anos o estranho passou a ser “pedir emprestado”, e a nova forma foi para o Houaiss. Um linguista diria que se trata de uma passagem sutil de formas analíticas para formas sintéticas. Quando o telefone começou a se popularizar, também se popularizou a forma “telefonar na tua casa”; assim, “eu telefono na casa do João” não significa ir até a casa do João para usar o telefone dele, que no início parecia a única interpretação possível, mas sim telefonar para a casa dele. E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo. Bem, sem dinheiro para pagar à vista, a gramática não importa mesmo, e vamos pagando no cartão.

A língua não para, mas seus movimentos nunca são claramente visíveis, assim como jamais conseguimos ver a grama crescer – súbito parece que ela já foi trocada por outra. O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas, ou expressões velhas transmudadas em outras. Um dos fenômenos mais interessantes, e de rápida consolidação, foi também a criação de verbos para substituir expressões analíticas. “Priorizar” ou “disponibilizar”, que parecem tão comuns, com um jeito de que vieram lá do tempo de Camões, na verdade não terão mais de vinte anos – e também já estão no Houaiss. Na antiquíssima década de 1980, dizíamos “dar prioridade a” e “tornar possível”. Bem, as novas formas ainda têm uma aura tecnocrática. Em vez de “disponibilizar os sentimentos”, preferimos ainda “abrir o coração”. Mas outras novidades acertam na veia: “deletar” entrou definitivamente no dia a dia das pessoas. Já ouvi gente confessar “deletei ela da minha vida”.

Piorou a língua? De modo algum. A língua continua inculta e bela como sempre, como queria o poeta. Ela sempre adiante – nós é que envelhecemos, e, às vezes, pela fala, parecemos pergaminhos de um tempo que passou.

20/09/2011

TEZZA, Cristovão, Um operário em férias, organização e apresentação Christian Schwartz; ilustrações Benett. – Rio de Janeiro: Record, 2013.

Releia e responda: “Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua.” O conectivo destacado, entre a construção que introduz e a que o antecede, estabelece uma relação de:
 

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3441478 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

As palavras e o tempo

(Cristovão Tezza)

Ao chegar criança em Curitiba, em 1961, meu primeiro choque foi linguístico: um vendedor de rua oferecia “dolé”. Para quem não sabe, era picolé. O nome “dolé” me soava tão estranho que só a custo parecia se encaixar naquele objeto que eu sempre conhecera como “picolé”. Os anos se passaram e os dolés sumiram. A última vez que os vi foi nas ruínas de uma parede no litoral, onde se podia ler em letras igualmente arruinadas pelo tempo: “Fábrica de dolés”. Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua. Lembro que, pouco a pouco, comecei a ouvir pessoas dizendo “emprestei do Fulano”, quando para meus ouvidos o normal seria “peguei emprestado do Fulano”; ou então emprestamos a ele. “Emprestar” só poderia ser “para alguém”; o contrário seria “pedir emprestado”. Mas em poucos anos o estranho passou a ser “pedir emprestado”, e a nova forma foi para o Houaiss. Um linguista diria que se trata de uma passagem sutil de formas analíticas para formas sintéticas. Quando o telefone começou a se popularizar, também se popularizou a forma “telefonar na tua casa”; assim, “eu telefono na casa do João” não significa ir até a casa do João para usar o telefone dele, que no início parecia a única interpretação possível, mas sim telefonar para a casa dele. E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo. Bem, sem dinheiro para pagar à vista, a gramática não importa mesmo, e vamos pagando no cartão.

A língua não para, mas seus movimentos nunca são claramente visíveis, assim como jamais conseguimos ver a grama crescer – súbito parece que ela já foi trocada por outra. O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas, ou expressões velhas transmudadas em outras. Um dos fenômenos mais interessantes, e de rápida consolidação, foi também a criação de verbos para substituir expressões analíticas. “Priorizar” ou “disponibilizar”, que parecem tão comuns, com um jeito de que vieram lá do tempo de Camões, na verdade não terão mais de vinte anos – e também já estão no Houaiss. Na antiquíssima década de 1980, dizíamos “dar prioridade a” e “tornar possível”. Bem, as novas formas ainda têm uma aura tecnocrática. Em vez de “disponibilizar os sentimentos”, preferimos ainda “abrir o coração”. Mas outras novidades acertam na veia: “deletar” entrou definitivamente no dia a dia das pessoas. Já ouvi gente confessar “deletei ela da minha vida”.

Piorou a língua? De modo algum. A língua continua inculta e bela como sempre, como queria o poeta. Ela sempre adiante – nós é que envelhecemos, e, às vezes, pela fala, parecemos pergaminhos de um tempo que passou.

20/09/2011

TEZZA, Cristovão, Um operário em férias, organização e apresentação Christian Schwartz; ilustrações Benett. – Rio de Janeiro: Record, 2013.

Releia e responda: “E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo.” Do ponto de vista semântico, as duas expressões sublinhadas mantêm entre si uma relação de:
 

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3441477 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

As palavras e o tempo

(Cristovão Tezza)

Ao chegar criança em Curitiba, em 1961, meu primeiro choque foi linguístico: um vendedor de rua oferecia “dolé”. Para quem não sabe, era picolé. O nome “dolé” me soava tão estranho que só a custo parecia se encaixar naquele objeto que eu sempre conhecera como “picolé”. Os anos se passaram e os dolés sumiram. A última vez que os vi foi nas ruínas de uma parede no litoral, onde se podia ler em letras igualmente arruinadas pelo tempo: “Fábrica de dolés”. Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua. Lembro que, pouco a pouco, comecei a ouvir pessoas dizendo “emprestei do Fulano”, quando para meus ouvidos o normal seria “peguei emprestado do Fulano”; ou então emprestamos a ele. “Emprestar” só poderia ser “para alguém”; o contrário seria “pedir emprestado”. Mas em poucos anos o estranho passou a ser “pedir emprestado”, e a nova forma foi para o Houaiss. Um linguista diria que se trata de uma passagem sutil de formas analíticas para formas sintéticas. Quando o telefone começou a se popularizar, também se popularizou a forma “telefonar na tua casa”; assim, “eu telefono na casa do João” não significa ir até a casa do João para usar o telefone dele, que no início parecia a única interpretação possível, mas sim telefonar para a casa dele. E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo. Bem, sem dinheiro para pagar à vista, a gramática não importa mesmo, e vamos pagando no cartão.

A língua não para, mas seus movimentos nunca são claramente visíveis, assim como jamais conseguimos ver a grama crescer – súbito parece que ela já foi trocada por outra. O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas, ou expressões velhas transmudadas em outras. Um dos fenômenos mais interessantes, e de rápida consolidação, foi também a criação de verbos para substituir expressões analíticas. “Priorizar” ou “disponibilizar”, que parecem tão comuns, com um jeito de que vieram lá do tempo de Camões, na verdade não terão mais de vinte anos – e também já estão no Houaiss. Na antiquíssima década de 1980, dizíamos “dar prioridade a” e “tornar possível”. Bem, as novas formas ainda têm uma aura tecnocrática. Em vez de “disponibilizar os sentimentos”, preferimos ainda “abrir o coração”. Mas outras novidades acertam na veia: “deletar” entrou definitivamente no dia a dia das pessoas. Já ouvi gente confessar “deletei ela da minha vida”.

Piorou a língua? De modo algum. A língua continua inculta e bela como sempre, como queria o poeta. Ela sempre adiante – nós é que envelhecemos, e, às vezes, pela fala, parecemos pergaminhos de um tempo que passou.

20/09/2011

TEZZA, Cristovão, Um operário em férias, organização e apresentação Christian Schwartz; ilustrações Benett. – Rio de Janeiro: Record, 2013.

Releia e responda: “um vendedor de rua oferecia “dolé”. Qual a função sintática exercida pela palavra grifada?
 

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3441476 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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A passagem abaixo servirá de base para a próxima questão:
A língua não para, mas seus movimentos nunca são claramente visíveis, assim como jamais conseguimos ver a grama crescer – súbito parece que ela já foi trocada por outra.”
Dê a função sintática de “A língua”:
 

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