Foram encontradas 88 questões.
Considerando-se a regência verbal, marcar C para as
sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a
alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Custou à mãe sair de casa com o filho doente.
( ) Aquela roupa custou muito caro.
( ) Custou à mãe sair de casa com o filho doente.
( ) Aquela roupa custou muito caro.
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Considerando-se as palavras homônimas, marcar C para
as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a
alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O leão caçou ontem à noite.
( ) O Congresso cassou o mandato do senador.
( ) O leão caçou ontem à noite.
( ) O Congresso cassou o mandato do senador.
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Assinalar a alternativa em que a palavra é acentuada pela
mesma regra que a palavra “também”:
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Quanto ao uso dos porquês, assinalar a alternativa
CORRETA:
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As expedições científicas
A exuberância da natureza brasileira atraiu diversas
expedições científicas. Uma delas foi a de Carl Friedrich
Philipp Von Martius. Em três anos, ele percorreu 10 mil
quilômetros e fez a primeira classificação sistemática das
plantas brasileiras, registrada em sua obra Flora brasiliensis,
em que descreveu 220 mil variedades em 40 volumes,
ilustrados por 3.811 gravuras.
O botânico francês Auguste de Saint-Hilaire foi o
primeiro pesquisador a explorar o interior do Brasil a convite
do Império, no século XIX. Ele identificou cerca de 120 tipos
de quaresmeiras.
A mais famosa de todas as expedições foi a do médico e
naturalista alemão Georg Heinrich Von Langsdorff. Ao
participar de uma volta marítima ao mundo, ele esteve na
costa de Santa Catarina e apaixonou-se pelo país. Em 1813,
nomeado cônsul-geral da Rússia no Rio de Janeiro, comprou
uma fazenda chamada Mandioca, na baía de Guanabara,
logo transformada em projeto piloto para suas experiências.
Entre outras novidades, Langsdorff propunha a exploração
racional da terra por meio de culturas alternadas e
condenava a prática das queimadas. Planejou uma
expedição científica pelo interior do Brasil. Tendo
conseguido financiamento do czar Alexandre I em 1821,
Langsdorff contratou uma equipe de pesquisadores e voltou
ao Brasil. Entre 1824 e 1829, ele percorreu 16 mil
quilômetros pelas províncias do Rio de Janeiro, Minas
Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Pará e Amazonas,
realizando um precioso levantamento zoológico, botânico,
mineralógico e etnográfico.
O naturalista deixou de escrever seus diários em 20 de
maio de 1828, depois de cruzar o rio Juruena, no Pará. Ele
passou a ter alucinações causadas por violentas febres
tropicais (possivelmente malária), primeiros sintomas da
doença que lhe apagaria a memória e o levaria à loucura.
Langsdorff conviveu com sua loucura por mais 25 anos.
Morreu em 1852, aos 78 anos, na Alemanha. Seus diários só
foram encontrados em 1930.
(Fonte: Guia dos curiosos - adaptado.)
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As expedições científicas
A exuberância da natureza brasileira atraiu diversas
expedições científicas. Uma delas foi a de Carl Friedrich
Philipp Von Martius. Em três anos, ele percorreu 10 mil
quilômetros e fez a primeira classificação sistemática das
plantas brasileiras, registrada em sua obra Flora brasiliensis,
em que descreveu 220 mil variedades em 40 volumes,
ilustrados por 3.811 gravuras.
O botânico francês Auguste de Saint-Hilaire foi o
primeiro pesquisador a explorar o interior do Brasil a convite
do Império, no século XIX. Ele identificou cerca de 120 tipos
de quaresmeiras.
A mais famosa de todas as expedições foi a do médico e
naturalista alemão Georg Heinrich Von Langsdorff. Ao
participar de uma volta marítima ao mundo, ele esteve na
costa de Santa Catarina e apaixonou-se pelo país. Em 1813,
nomeado cônsul-geral da Rússia no Rio de Janeiro, comprou
uma fazenda chamada Mandioca, na baía de Guanabara,
logo transformada em projeto piloto para suas experiências.
Entre outras novidades, Langsdorff propunha a exploração
racional da terra por meio de culturas alternadas e
condenava a prática das queimadas. Planejou uma
expedição científica pelo interior do Brasil. Tendo
conseguido financiamento do czar Alexandre I em 1821,
Langsdorff contratou uma equipe de pesquisadores e voltou
ao Brasil. Entre 1824 e 1829, ele percorreu 16 mil
quilômetros pelas províncias do Rio de Janeiro, Minas
Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Pará e Amazonas,
realizando um precioso levantamento zoológico, botânico,
mineralógico e etnográfico.
O naturalista deixou de escrever seus diários em 20 de
maio de 1828, depois de cruzar o rio Juruena, no Pará. Ele
passou a ter alucinações causadas por violentas febres
tropicais (possivelmente malária), primeiros sintomas da
doença que lhe apagaria a memória e o levaria à loucura.
Langsdorff conviveu com sua loucura por mais 25 anos.
Morreu em 1852, aos 78 anos, na Alemanha. Seus diários só
foram encontrados em 1930.
(Fonte: Guia dos curiosos - adaptado.)
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As expedições científicas
A exuberância da natureza brasileira atraiu diversas
expedições científicas. Uma delas foi a de Carl Friedrich
Philipp Von Martius. Em três anos, ele percorreu 10 mil
quilômetros e fez a primeira classificação sistemática das
plantas brasileiras, registrada em sua obra Flora brasiliensis,
em que descreveu 220 mil variedades em 40 volumes,
ilustrados por 3.811 gravuras.
O botânico francês Auguste de Saint-Hilaire foi o
primeiro pesquisador a explorar o interior do Brasil a convite
do Império, no século XIX. Ele identificou cerca de 120 tipos
de quaresmeiras.
A mais famosa de todas as expedições foi a do médico e
naturalista alemão Georg Heinrich Von Langsdorff. Ao
participar de uma volta marítima ao mundo, ele esteve na
costa de Santa Catarina e apaixonou-se pelo país. Em 1813,
nomeado cônsul-geral da Rússia no Rio de Janeiro, comprou
uma fazenda chamada Mandioca, na baía de Guanabara,
logo transformada em projeto piloto para suas experiências.
Entre outras novidades, Langsdorff propunha a exploração
racional da terra por meio de culturas alternadas e
condenava a prática das queimadas. Planejou uma
expedição científica pelo interior do Brasil. Tendo
conseguido financiamento do czar Alexandre I em 1821,
Langsdorff contratou uma equipe de pesquisadores e voltou
ao Brasil. Entre 1824 e 1829, ele percorreu 16 mil
quilômetros pelas províncias do Rio de Janeiro, Minas
Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Pará e Amazonas,
realizando um precioso levantamento zoológico, botânico,
mineralógico e etnográfico.
O naturalista deixou de escrever seus diários em 20 de
maio de 1828, depois de cruzar o rio Juruena, no Pará. Ele
passou a ter alucinações causadas por violentas febres
tropicais (possivelmente malária), primeiros sintomas da
doença que lhe apagaria a memória e o levaria à loucura.
Langsdorff conviveu com sua loucura por mais 25 anos.
Morreu em 1852, aos 78 anos, na Alemanha. Seus diários só
foram encontrados em 1930.
(Fonte: Guia dos curiosos - adaptado.)
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2851944
Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Quaraí-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Quaraí-RS
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A matriz elétrica brasileira vem passando por um
processo planejado de expansão e diversificação de fontes.
Atualmente, as hidrelétricas:
I. São muito importantes para o sistema elétrico brasileiro, porque representam a maior parte da capacidade instalada de produção de energia elétrica no País.
II. São irrelevantes para o sistema elétrico brasileiro, porque possuem pouca capacidade de armazenamento de energia.
III. São a principal fonte geradora de energia e, portanto, o gerenciamento dos recursos hídricos é fundamental para a segurança energética do País.
Está(ão) CORRETO(S):
I. São muito importantes para o sistema elétrico brasileiro, porque representam a maior parte da capacidade instalada de produção de energia elétrica no País.
II. São irrelevantes para o sistema elétrico brasileiro, porque possuem pouca capacidade de armazenamento de energia.
III. São a principal fonte geradora de energia e, portanto, o gerenciamento dos recursos hídricos é fundamental para a segurança energética do País.
Está(ão) CORRETO(S):
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