Foram encontradas 36 questões.
Quanto ao processo de desenvolvimento e aprendizagem na perspectiva histórico-cultural, assinale a alternativa correta.
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O texto abaixo é uma transcrição de um texto falado: Meu nome é M., tenho 23 anos e trabalho com crianças de 2 anos e meio a 3 anos. Agora está no final do ano, eu estou contente porque está acabando por causa que estou cansada, mas por outro lado eu já estou com saudade das crianças, a gente se apega. Mas todo ano acontece isso, sei que no próximo ano não vou pegar a mesma turma por causa da minha situação de professora ACT. Mesmo assim temos que acreditar e depositar confiança nestas crianças, confiando que eles vão ser os responsáveis por uma mudança. Isso é que nos incentiva, e o reconhecimento dos pais e o carinho das crianças, mesmo que a nossa profissão não seja valorizada.
(Görski e Moura, 2011.)
A respeito da organização gramatical do texto, considere as seguintes afirmativas:
1. Na passagem: “Agora está no final do ano, eu estou contente porque está acabando por causa que estou cansada”, há um termo omitido antes de “está acabando”, e esse termo omitido faz referência a “ano”.
2. Na passagem: “Mas todo ano acontece isso”, o termo “isso” se refere à situação descrita na sentença anterior.
3. A expressão “mesmo assim” estabelece uma contradição com o que foi relatado nas passagens anteriores.
4. O que incentiva o relator é descrito no termo “isso” na passagem: “Isso é que nos incentiva”, juntamente com o que se lê na passagem: “o reconhecimento dos pais e o carinho das crianças”.
Assinale a alternativa correta.
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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoClareza e Correção
Considere os seguintes pares de sentenças:
1. Nossa empresa possui uma política de apoio à maternidade.
Nossa empresa tem uma política de apoio à maternidade.
2. Informamos que nosso voo encontra-se atrasado.
Informamos que nosso voo está atrasado.
3. Ele nos vai dar um presente caro.
Ele vai nos dar um presente caro.
O(s) par(es) em que ambas as sentenças são adequadas ao uso padrão da língua é/são:
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Considere os seguintes pares de sentenças:
1. João parece ter beijado Maria. Maria parece ter sido beijada por João.
2. O médico custou para examinar a paciente do quarto 20. A paciente do quarto 20 custou para ser examinada pelo médico.
3. Todo homem ama uma mulher. Uma mulher é amada por todo homem.
4. Meu irmão pretendeu encontrar um amigo. Um amigo pretendeu ser encontrado por meu irmão.
O(s) par(es) de sentenças que veiculam o mesmo significado é/são:
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- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de LinguagemAmbiguidade
Assinale a alternativa em que o termo “que” NÃO apresenta ambiguidade de referência com termo antecedente.
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Considere as seguintes sentenças:
1. Nós lhe telefonaremos quando o senhor retornar.
2. A brisa do mar despenteou-lhe os cabelos.
3. Maria presenteou-lhe com flores e chocolates.
4. Quanto aos mais velhos, cabe a nós lhes respeitar.
Segue(m) as regras de regência da língua portuguesa:
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Assinale a alternativa em que o sujeito está determinado.
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Assinale a alternativa em que a concordância está em DESACORDO com a variedade padrão escrita da língua.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Assinale a alternativa em que o termo sublinhado NÃO retoma outro termo antecedente na oração.
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O texto a seguir é referência para as questões 05 a 07.
A luta contra a mina de carvão que dizimou uma floresta na Alemanha
Um terço da eletricidade alemã ainda é produzida a partir da queima de carvão – principalmente o lignito (carvão marrom). Para mudar esse cenário, ativistas ambientais concentram esforços na floresta de Hambach, no oeste da Alemanha, a 30 km da cidade de Colônia. Eles vivem em casas no alto das árvores e chamam a floresta de “Hambi”. Eles usam algo como um uniforme: botas pesadas, calças escuras, blusa com capuz e um lenço que cobre o nariz e a boca. Mona, Omo e Jim parecem ter 20 e poucos anos e dizem que querem mudar o mundo. “Nós lutamos contra o capitalismo e as grandes empresas que governam o mundo e o destroem para o lucro”, diz Jim.
Os ativistas estão no “Hambi” porque a floresta está ameaçada de destruição total. Abaixo da floresta está uma das maiores jazidas de carvão da Europa. Desde que começou a extração, em 1978, as árvores foram arrancadas gradualmente para permitir que as escavadeiras conseguissem acessar a riqueza abaixo: milhões de toneladas de carvão – que mantêm a indústria funcionando nesta parte da Alemanha e é um modo de vida para milhares de pessoas. Para piorar a situação, o carvão que é extraído nessa área é o carvão marrom, que emite níveis particularmente altos de dióxido de carbono. Somente 10% da floresta ainda estão de pé. Esse percentual se tornou um símbolo poderoso do movimento contra as mudanças climáticas na Alemanha.
Mona, Omo e Jim – o núcleo duro, preparado para viver lá nas noites frias de inverno e defender suas árvores – receberam centenas de visitantes, que foram mostrar solidariedade aos ativistas e revolta contra a empresa RWE Power, de energia e mineração. “Hambi bleibt!”, eles cantam (“deixe Hambi”). Eles são de Colônia, Aachen e cidades próximas. Uma mulher é dos Países Baixos, do outro lado da fronteira. “Eu vim aqui para protestar”, diz Peter, que é originalmente do Quênia, mas agora trabalha em Bonn, na Alemanha. “Acho que a Alemanha deveria ter um papel mais ativo no combate aos combustíveis fósseis”. Eles se juntam nos arredores da aldeia de Morschenich e caminham algumas centenas de metros em direção à floresta, parando no caminho para contemplar a escala da mina, uma enorme ferida na paisagem, e o tamanho das máquinas de escavar, gigantes de metal. Eles foram convidados a usar vermelho e formar uma linha ao longo de um banco de terra que separa a floresta da área da mina. A “linha vermelha” envia uma mensagem clara: até aqui e não além.
No ano passado, o “Hambi” foi palco de um grande confronto. A empresa RWE queria voltar a derrubar árvores. A polícia chegou, aos milhares, para expulsar os ativistas, que moravam ali há vários anos, e desmontar suas casas nas árvores. “É difícil ver como eles destroem a sua casa”, diz Omo. “A casa da árvore que você construiu e onde você viveu e passou tanto tempo”. Os despejos foram temporariamente suspensos quando um jovem, que foi descrito como ativista e jornalista, caiu de um viaduto e morreu. Então, após um pedido da associação “Friends of the Earth”, um tribunal impôs uma proibição temporária de derrubar árvores, em nome da conservação.
A RWE disse que não tem planos de começar a cortar árvores novamente, pelo menos até o fim do verão de 2020 (23 de setembro, no Hemisfério Norte). Há indícios de que a floresta ainda possa sobreviver. Um relatório encomendado pelo governo e publicado no início deste ano, que recomendou o fechamento de todas as usinas a carvão na Alemanha até 2038, também estabeleceu que a conservação do que restou da floresta Hambach seria “desejável”. Mas os ativistas desconfiam. “Em outubro de 2020, eles poderiam ter permissão para entrar novamente”, diz Jim. “Então, precisamos aumentar a pressão sobre o governo e a empresa, para que eles não tenham permissão”.
(Fonte: adaptado de BBC, agosto/2019.)
A floresta de Hambach é carinhosamente chamada pelos ativistas de “Hambi”, uma espécie de diminutivo em alemão. Ainda a respeito dos ativistas e suas manifestações, é correto afirmar:
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