Foram encontradas 40 questões.
Quantas pirâmides com altura H e base quadrada de lado L são necessárias para se obter o mesmo volume de um prisma cuja altura é 2H e cujas bases são triângulos retângulos com catetos medindo L?
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Sabe-se que, numa sala de aula, 20 alunos gostam de Matemática, dos quais 4 também gostam de Português e não gostam de Química. Sabe-se também que todos os 12 alunos que gostam de Química gostam, além desta matéria, apenas de Matemática. Com base nessas informações, qual o número exato de alunos dessa sala?
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A afirmação “Atletas são profissionais” é equivalente a
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Dados os conjuntos A={}, B={{}} e C={{2},{3,4}}, é correto afirmar que
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Dados os enunciados, quanto ao emprego de tempos e modos verbais,
I. O Pedro leu o jornal enquanto o Rui estava escrevendo uma carta.
II. Quando Pedro chegou, o Rui já tinha escrito uma carta.
III. O Rui comprou a passagem às dez horas; o ônibus partiria uma hora depois.
assinalam-se, respectivamente, as seguintes relações temporais:
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Dadas as frases,
I. O professor ofereceu-lhe um livro de Gabriel García Marquez.
II. Os críticos consideraram o filme um desastre.
III. Aconteceram grandes modificações no Senado Federal.
os constituintes em destaque exercem, respectivamente, as funções sintáticas de
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O gol é necessário
No futebol, o gol é o pão do povo. Quando dava gol em nossos campos, o torcedor pegava o seu pão no estádio aos gritos de contentamento e ficava a saboreá-lo com os amigos durante uma semana. A gestação do gol era tão séria que os jornais publicavam nos dias seguintes o seu diagrama.
O torcedor não mudou, continuando como sempre com sede de gol: mudou o futebol. Vai-se tornando avaro esse esporte, pois, vivendo à custa do consumidor, nega a mercadoria pela qual este paga, não à vista, mas antes de ver gols. O homem da arquibancada, sequioso de tentos de seu clube, é ainda o único homem-gol, pois o presidente do clube, os vice-presidentes, o tesoureiro, os conselheiros, o diretor de futebol e seus parentes, os beneméritos, o técnico, o médico, o massagista, o roupeiro, todos eles se batem com unhas, dentes e risquinhos no quadro negro pelo futebol das trincheiras, à base de contra-ataques, o futebol sem a mácula do gol, amarrado, aferrolhado, no qual os jogadores não devem jogar propriamente, mas construir um muro onde a bola chutada pelo adversário repique e retorne: uma nova modalidade da pelota basca com frontão.
O técnico não precisa, e nem é aconselhável, entender de futebol: preferível que seja um duro mestre pedreiro, capaz de construir em campo o muro que impeça a bola de passar. Os jogadores, reduzidos à condição de tijolos e reboco, não precisam ter habilidade: preferível que sejam uns manguarões quadrados, limitando com abundância de espaço material as possibilidades de penetração da bola. E assim, após cada jogo, babam-se de vaidade ao microfone os generais dessa batalha sem tiros: o time que eles comandam ganhou de 1 a 0, ou perdeu de 1 a 0 ou o resultado ficou num zero a zero oco, demonstrando que o futebol moderninho atingiu o máximo da perfeição negativa: o marcador em branco, o plano da alimentação popular sem alimento, o jardim sem plantas, o viveiro sem passarinhos, o véu da noiva virginalmente alvo.
[...]
CAMPOS, Paulo Mendes. O gol é necessário. 4. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. p. 21-22.
Dadas as afirmações que seguem, de acordo com as ideias contidas no texto,
I. O narrador expõe o seu pensamento sobre o futebol e faz uma analogia entre o gol e o pão.
II. Para o narrador, o gol é “alimento” do povo, porque se constitui em uma das alegrias do futebol.
III. O narrador considera o público o único que ainda sente saudades dos tempos em que o gol era indispensável ao futebol, já que todos os demais envolvidos no universo do futebol o apoiam na defesa.
IV. Em: “O técnico não precisa, e nem é aconselhável, entender de futebol [...]”, há presença de ironia, uma vez que se afirma algo querendo apontar para o inverso do que se afirma.
verifica-se que estão corretas
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Quer continuar a respirar? Comece a preservar.
Fundação S.O.S. Mata Atlântica.
A relação semântica estabelecida entre as duas orações justapostas é de
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Lavagem cerebral
[...]
O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista
É o que pensa que o racismo não existe
O pior cego é o que não quer ver
E o racismo está dentro de você
Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
E desde sempre não para pra pensar
Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
E de pai pra filho o racismo passa
Em forma de piadas que teriam bem mais graça
Se não fossem o retrato da nossa ignorância
Transmitindo a discriminação desde a infância
E o que as crianças aprendem brincando
É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
Qualquer tipo de racismo não se justifica
Ninguém explica
Precisamos da lavagem cerebral pra acabar
Com esse lixo que é uma herança cultural
Todo mundo é racista mas não sabe a razão
Então eu digo meu irmão
Seja do povão ou da “elite”
Não participe
Pois como eu já disse racismo é burrice
Como eu já disse racismo é burrice
[...]
Disponível em: <http://letras.mus.br/gabriel-pensador/66182/>. Acesso em 10 maio 2014.
Assinale a alternativa que explica os versos: “Precisamos da lavagem cerebral pra acabar / Com esse lixo que é uma herança cultural”.
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Com papel, cola e algumas varetas, as crianças constroem pelo Brasil afora um brinquedo que voa, quando seguro por um barbante, opondo resistência ao ar. Esse brinquedo recebe vários nomes: papagaio, pandorga, quadrado, pipa etc.
ILARI, Rodolfo. Introdução ao Estudo do Léxico: brincando com as palavras. São Paulo: Contexto, 2002.
Os termos destacados no texto evidenciam uma relação de
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