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Foram encontradas 60 questões.

2907408 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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Assinale a alternativa em que o emprego do sinal indicativo de crase está INCORRETO:

 

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2907407 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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As orações que se ligam à anterior por meio de conjunção são denominadas de coordenadas sindéticas. Com base nisso, assinale a alternativa em que há uma oração coordenada sindética adversativa:

 

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2907406 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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Dentro dos estudos da comunicação, temos as Funções da Linguagem. Sabendo que cada função se relaciona com um elemento da comunicação, analise as afirmativas, atribuindo (V) para verdadeira e (F) para falsa:

( ) A função metalinguística está centrada no emissor da mensagem.

( ) Na função poética, o enunciado tem o foco na mensagem.

( ) A função emotiva busca manter o canal de comunicação ativo.

( ) Na função fática, o código é o centro do enunciado.

A ordem CORRETA, de cima para baixo, é:

 

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2907405 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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A vírgula é um dos tipos de pontuação utilizadas para indicar que a frase não foi concluída. Com base nisso, assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada de forma INCORRETA:

 

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2907404 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

FUGA

Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho - falou, sem se voltar.

Com três anos, já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, só estava empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora - foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? a mãe mais tarde irá saber), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? - gritou para o operário que descansava diante da obra, do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com uma trouxinha - informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e - saíra de casa prevenido - uma moeda de um cruzeiro. Chamou-o mas ele apertou o passinho e abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia à distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho - e apertava-o contra o peito comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala - tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

Fernando Sabino. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13176/fuga

Analise as afirmativas a seguir sobre os aspectos linguísticos do texto:

I.No trecho "como ele fizera com a da despensa", o verbo está no pretérito-mais-que-perfeito.

II."O menino, assustado, arrepiou carreira". O termo entre as vírgulas funciona como aposto.

III.Em "Fazer uma coisa dessas com seu pai", o termo em destaque é uma conjunção aditiva.

IV.O vocativo é um termo isolado da oração, assim como em "Que susto você me passou, meu filho".

V.Em "fazendo um barulho infernal", o termo em destaque é um advérbio de modo.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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2907403 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

FUGA

Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho - falou, sem se voltar.

Com três anos, já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, só estava empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora - foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? a mãe mais tarde irá saber), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? - gritou para o operário que descansava diante da obra, do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com uma trouxinha - informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e - saíra de casa prevenido - uma moeda de um cruzeiro. Chamou-o mas ele apertou o passinho e abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia à distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho - e apertava-o contra o peito comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala - tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

Fernando Sabino. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13176/fuga

Analise os termos em destaque nos trechos retirados do texto:

1."- Fico, mas vou empurrar esta cadeira."

2."De repente o pai olhou ao redor e não viu o menino"

3."Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala..."

Os termos em destaque expressam, respectivamente:

 

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2907402 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

FUGA

Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho - falou, sem se voltar.

Com três anos, já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, só estava empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora - foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? a mãe mais tarde irá saber), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? - gritou para o operário que descansava diante da obra, do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com uma trouxinha - informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e - saíra de casa prevenido - uma moeda de um cruzeiro. Chamou-o mas ele apertou o passinho e abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia à distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho - e apertava-o contra o peito comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala - tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

Fernando Sabino. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13176/fuga

Ainda sobre o texto, assinale a alternativa CORRETA:

 

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2907401 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

FUGA

Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho - falou, sem se voltar.

Com três anos, já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, só estava empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora - foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? a mãe mais tarde irá saber), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? - gritou para o operário que descansava diante da obra, do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com uma trouxinha - informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e - saíra de casa prevenido - uma moeda de um cruzeiro. Chamou-o mas ele apertou o passinho e abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia à distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho - e apertava-o contra o peito comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala - tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

Fernando Sabino. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13176/fuga

"Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:". Sem prejuízo de sentido, a palavra em destaque no trecho pode ser substituída por:

 

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2907400 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

FUGA

Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

- Para com esse barulho, meu filho - falou, sem se voltar.

Com três anos, já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, só estava empurrando uma cadeira.

- Pois então para de empurrar a cadeira.

- Eu vou embora - foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era sua bagagem: um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? a mãe mais tarde irá saber), metade de uma tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

- Viu um menino saindo desta casa? - gritou para o operário que descansava diante da obra, do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

- Saiu agora mesmo com uma trouxinha - informou ele.

Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e - saíra de casa prevenido - uma moeda de um cruzeiro. Chamou-o mas ele apertou o passinho e abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que surgia à distância.

- Meu filho, cuidado!

O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como um animalzinho:

- Que susto você me passou, meu filho - e apertava-o contra o peito comovido.

- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.

Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.

- Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala - tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.

E o barulho recomeçou.

Fernando Sabino. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13176/fuga

Sobre o texto, analise as afirmativas a seguir:

I.O fato de o menino começar a empurrar a cadeira, no momento em que o pai colocou o papel na máquina, indica que o filho queria brincar perto do pai.

II.O barulho da máquina incomodava o menino, por isso, ele começou a fazer barulho com a cadeira para também incomodar o pai.

III.O menino queria chamar a atenção do pai para si. Então, começou a empurrar a cadeira enquanto o pai colocava papel na máquina.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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2907399 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Realeza-PR
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Ele é um Veículo Aéreo Não Tripulado (também abreviado como VANT), em outras palavras, um aparelho aéreo que é controlado de forma remota. O que é VANT?

 

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