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Sobre a insuficiência respiratória, podemos afirmar:
1) a insuficiência respiratória crônica pode ser representada por uma gasometria arterial, que demonstre hipercapnia, com evidências de uma alcalose metabólica compensatória, ou por uma policitemia que reflete a hipoxemia crônica.
2) o trabalho respiratório excessivo é a causa mais comum de fadiga muscular respiratória.
3) a insuficiência respiratória aguda é identificada por uma PaCO2 > 50mmHg e/ou uma PaO2 <60mmHg, num indivíduo saudável em outros aspectos, que esteja ao nível do mar.
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hiperinsuflação pulmonar com o uso do AMBU pode ser usada para ventilar o paciente manualmente, mas também pode ser usada durante os procedimentos de fisioterapia respiratória. Sobre esse processo, analise as seguintes afirmativas.
1) Pneumotórax não-drenado, broncoespasmo, instabilidade cardiovascular com arritmias e hipovolemia, hemoptise são contra-indicações da hiperinsuflação manual.
2) A hiperinsuflação manual com uma sustentação inspiratória prolongada é indicada num paciente com pulmão hiperinsuflado, como, por exemplo, no caso de enfisema.
3) Depois de terminar a hiperinsuflação pulmonar, o esforço respiratório espontâneo do paciente deve ser monitorizado.
4) São indicações da hiperinsuflação manual: ajudar na remoção de secreções, re-expandir segmentos atelectasiados, recrutar a ventilação colateral.
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Uma das principais complicações do pós-operatório é a presença de atelectasias. Sobre tais complicações, podemos afirmar que:
1) a maioria dos pacientes, no período pósoperatório, apresentam tosse ineficaz, decorrente da redução da capacidade de realizar inspirações profundas, o que leva à possibilidade de retenção de secreção e de atelectasia, em pacientes com produção excessiva de muco.
2) os incentivadores respiratórios (triflo, respiron, voldyne etc) podem ser usados para reverter as atectasias, no pós-operatório de pacientes e devem ser realizados em altas freqüências respiratórias, para evitar a alcalose respiratória.
3) os fatores que contribuem com a atelectasia pósoperatória incluem a anestesia geral, a respiração superficial, a alteração na produção de surfactante e uma diminuição na capacidade residual funcional, podendo levar ao colapso alveolar, mais freqüente nas porções basais do pulmão.
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