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Foram encontradas 40 questões.

1699048 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Recife-PE
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Texto 3

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

a gente não quer só comida,

a gente quer comida, diversão e arte.

a gente não quer só comida,

a gente quer saída para qualquer parte.

(...)

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer dinheiro e felicidade.

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer inteiro e não pela metade.

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.

Compare o conteúdo da frase de uso geral “dinheiro não traz felicidade” com os versos:

a gente não quer só dinheiro,/ a gente quer dinheiro e felicidade./ a gente não quer só dinheiro,/ a gente quer inteiro e não pela metade.

Sobre o processo de intertextualidade evidenciado no texto, pode-se afirmar que o poema

 

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1699047 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Recife-PE
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Texto 3

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

a gente não quer só comida,

a gente quer comida, diversão e arte.

a gente não quer só comida,

a gente quer saída para qualquer parte.

(...)

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer dinheiro e felicidade.

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer inteiro e não pela metade.

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.

Sobre os aspectos formais, aqueles relacionados ao modo como o texto está organizado, pode-se afirmar que

 

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1699046 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Recife-PE
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Texto 3

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

a gente não quer só comida,

a gente quer comida, diversão e arte.

a gente não quer só comida,

a gente quer saída para qualquer parte.

(...)

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer dinheiro e felicidade.

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer inteiro e não pela metade.

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.

Você leu um trecho de uma conhecida canção do grupo Titãs. Sobre o tema de que trata o texto, pode-se afirmar que

 

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1699045 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Recife-PE
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Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

Entre as duas posições discursivas que se opõem, a autora surge com um argumento que tenta desqualificar o seu oponente. Esse argumento aparece em:

 

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1699044 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Recife-PE
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Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

A escolha de certas palavras acentua a postura da autora, por seu conteúdo crítico. Um bom exemplo desse uso, no texto, é o termo

 

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1699043 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Recife-PE
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Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

Para reforçar a sua linha argumentativa, a autora recorre

 

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1699042 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Recife-PE
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Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

De acordo com o ponto de vista da autora, a redução da jornada de trabalho

 

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1699041 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Recife-PE
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Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

O texto coloca em discussão, principalmente, o/a

 

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Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Para imprimir mais força dramática ao seu texto, a autora opta por construí-lo com frases curtas, em que o ponto final, muitas vezes, substitui a vírgula. Exemplo desse procedimento é o trecho:

 

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Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Sobre o emprego do verbo virar em “o macaco havia virado homem” (enunciado 1) e em “o macaco virou as costas para a liberdade” (enunciado 2), analise as afirmativas seguintes.

1. No enunciado 1, o verbo virar quer dizer “tornar-se”.

2. O verbo está empregado em sentidos distintos em cada enunciado e, em 1, ele atribui um novo status ao termo “macaco”.

3. No enunciado2, o verbo virar está empregado no sentido de “transformar-se”.

4. No enunciado 2, o verbo virar transfere sua ação para o termo “as costas” que, assim, serve-lhe de complemento.

5. A mudança de sentido não alterou as relações de disposição sintática entre os termos ligados ao verbo virar.

Estão corretas, apenas:

 

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