Foram encontradas 410 questões.
Devido a gastos não previstos no seu
orçamento seu Antônio não conseguiu pagar
a fatura de seu cartão de crédito. A operadora
do cartão cobra juros de 10% ao mês por
atraso na fatura. O valor da fatura de seu
Antônio é de R$ 1.200,00 e ele pagou esta
fatura com três meses de atraso. Qual o valor
pago por seu Antônio?
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Uma assinatura de revistas tem duas
opções um contrato por 6 meses e outro por
12 meses. No contrato de 6 meses é pago o
valor mensal de R$ 28,90 já se optar por 12
meses o valor pago é de R$ 20,23. Qual é o
valor do desconto percentual oferecido para
que o cliente opte pelo plano de 12 meses?
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Kamikaze: como o 'vento divino' virou
sinônimo de suicídio
A palavra kamikaze, de origem japonesa,
é a junção dos termos divino (kami) e vento
(kaze). Segundo a enciclopédia Britannica, a
expressão foi usada pela primeira vez em 1281
para descrever tufões que protegeram o Japão
de uma invasão mongol.
Durante a 2ª Guerra Mundial, kamikaze
era o nome dado aos pilotos que se jogavam,
junto com o avião, contra um alvo
militar. Historiadores explicam que essa foi a
resposta do Japão para enfrentar as aeronaves
dos Estados Unidos, que tinha maior poder de
combate. A maioria dos aviões eram caças comuns,
carregados com bombas ou tanques extras de
gasolina, que eram pilotados deliberadamente para
colidir com seus alvos. O piloto cometia suicídio para
garantir o sucesso do ataque. Mesmo quando
atingidos, alguns conseguiam continuar guiando o
avião e chegar até o alvo.
O historiador Michael Anderson explica
que essa atitude não era exatamente um ato de
fanatismo ou desespero dos japoneses, mas sim
algo mais próximo do modo de vida dos
samurais. “Com um grande senso de dever, a
cultura dos samurais deu aos pilotos kamikazes o
conceito de honra em suas ações”, escreveu
Anderson no artigo “Kamikazes: entendendo os
homens por trás do mito”, publicado no
International Journal of Naval History.
Segundo a Força Aérea dos EUA, foram
por volta de 2.800 ataques kamikazes na 2ª
Guerra Mundial, que afundaram 34 navios,
danificaram outros 368 e mataram quase 10 mil
marinheiros e soldados americanos.
Fonte:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/07/05/kamikaze-como-ovento-divino-virou-sinonimo-de-suicidio.ghtml
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Kamikaze: como o 'vento divino' virou
sinônimo de suicídio
A palavra kamikaze, de origem japonesa,
é a junção dos termos divino (kami) e vento
(kaze). Segundo a enciclopédia Britannica, a
expressão foi usada pela primeira vez em 1281
para descrever tufões que protegeram o Japão
de uma invasão mongol.
Durante a 2ª Guerra Mundial, kamikaze
era o nome dado aos pilotos que se jogavam,
junto com o avião, contra um alvo
militar. Historiadores explicam que essa foi a
resposta do Japão para enfrentar as aeronaves
dos Estados Unidos, que tinha maior poder de
combate. A maioria dos aviões eram caças comuns,
carregados com bombas ou tanques extras de
gasolina, que eram pilotados deliberadamente para
colidir com seus alvos. O piloto cometia suicídio para
garantir o sucesso do ataque. Mesmo quando
atingidos, alguns conseguiam continuar guiando o
avião e chegar até o alvo.
O historiador Michael Anderson explica
que essa atitude não era exatamente um ato de
fanatismo ou desespero dos japoneses, mas sim
algo mais próximo do modo de vida dos
samurais. “Com um grande senso de dever, a
cultura dos samurais deu aos pilotos kamikazes o
conceito de honra em suas ações”, escreveu
Anderson no artigo “Kamikazes: entendendo os
homens por trás do mito”, publicado no
International Journal of Naval History.
Segundo a Força Aérea dos EUA, foram
por volta de 2.800 ataques kamikazes na 2ª
Guerra Mundial, que afundaram 34 navios,
danificaram outros 368 e mataram quase 10 mil
marinheiros e soldados americanos.
Fonte:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/07/05/kamikaze-como-ovento-divino-virou-sinonimo-de-suicidio.ghtml
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Kamikaze: como o 'vento divino' virou
sinônimo de suicídio
A palavra kamikaze, de origem japonesa,
é a junção dos termos divino (kami) e vento
(kaze). Segundo a enciclopédia Britannica, a
expressão foi usada pela primeira vez em 1281
para descrever tufões que protegeram o Japão
de uma invasão mongol.
Durante a 2ª Guerra Mundial, kamikaze
era o nome dado aos pilotos que se jogavam,
junto com o avião, contra um alvo
militar. Historiadores explicam que essa foi a
resposta do Japão para enfrentar as aeronaves
dos Estados Unidos, que tinha maior poder de
combate. A maioria dos aviões eram caças comuns,
carregados com bombas ou tanques extras de
gasolina, que eram pilotados deliberadamente para
colidir com seus alvos. O piloto cometia suicídio para
garantir o sucesso do ataque. Mesmo quando
atingidos, alguns conseguiam continuar guiando o
avião e chegar até o alvo.
O historiador Michael Anderson explica
que essa atitude não era exatamente um ato de
fanatismo ou desespero dos japoneses, mas sim
algo mais próximo do modo de vida dos
samurais. “Com um grande senso de dever, a
cultura dos samurais deu aos pilotos kamikazes o
conceito de honra em suas ações”, escreveu
Anderson no artigo “Kamikazes: entendendo os
homens por trás do mito”, publicado no
International Journal of Naval History.
Segundo a Força Aérea dos EUA, foram
por volta de 2.800 ataques kamikazes na 2ª
Guerra Mundial, que afundaram 34 navios,
danificaram outros 368 e mataram quase 10 mil
marinheiros e soldados americanos.
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Kamikaze: como o 'vento divino' virou
sinônimo de suicídio
A palavra kamikaze, de origem japonesa,
é a junção dos termos divino (kami) e vento
(kaze). Segundo a enciclopédia Britannica, a
expressão foi usada pela primeira vez em 1281
para descrever tufões que protegeram o Japão
de uma invasão mongol.
Durante a 2ª Guerra Mundial, kamikaze
era o nome dado aos pilotos que se jogavam,
junto com o avião, contra um alvo
militar. Historiadores explicam que essa foi a
resposta do Japão para enfrentar as aeronaves
dos Estados Unidos, que tinha maior poder de
combate. A maioria dos aviões eram caças comuns,
carregados com bombas ou tanques extras de
gasolina, que eram pilotados deliberadamente para
colidir com seus alvos. O piloto cometia suicídio para
garantir o sucesso do ataque. Mesmo quando
atingidos, alguns conseguiam continuar guiando o
avião e chegar até o alvo.
O historiador Michael Anderson explica
que essa atitude não era exatamente um ato de
fanatismo ou desespero dos japoneses, mas sim
algo mais próximo do modo de vida dos
samurais. “Com um grande senso de dever, a
cultura dos samurais deu aos pilotos kamikazes o
conceito de honra em suas ações”, escreveu
Anderson no artigo “Kamikazes: entendendo os
homens por trás do mito”, publicado no
International Journal of Naval History.
Segundo a Força Aérea dos EUA, foram
por volta de 2.800 ataques kamikazes na 2ª
Guerra Mundial, que afundaram 34 navios,
danificaram outros 368 e mataram quase 10 mil
marinheiros e soldados americanos.
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sinônimo de suicídio
A palavra kamikaze, de origem japonesa,
é a junção dos termos divino (kami) e vento
(kaze). Segundo a enciclopédia Britannica, a
expressão foi usada pela primeira vez em 1281
para descrever tufões que protegeram o Japão
de uma invasão mongol.
Durante a 2ª Guerra Mundial, kamikaze
era o nome dado aos pilotos que se jogavam,
junto com o avião, contra um alvo
militar. Historiadores explicam que essa foi a
resposta do Japão para enfrentar as aeronaves
dos Estados Unidos, que tinha maior poder de
combate. A maioria dos aviões eram caças comuns,
carregados com bombas ou tanques extras de
gasolina, que eram pilotados deliberadamente para
colidir com seus alvos. O piloto cometia suicídio para
garantir o sucesso do ataque. Mesmo quando
atingidos, alguns conseguiam continuar guiando o
avião e chegar até o alvo.
O historiador Michael Anderson explica
que essa atitude não era exatamente um ato de
fanatismo ou desespero dos japoneses, mas sim
algo mais próximo do modo de vida dos
samurais. “Com um grande senso de dever, a
cultura dos samurais deu aos pilotos kamikazes o
conceito de honra em suas ações”, escreveu
Anderson no artigo “Kamikazes: entendendo os
homens por trás do mito”, publicado no
International Journal of Naval History.
Segundo a Força Aérea dos EUA, foram
por volta de 2.800 ataques kamikazes na 2ª
Guerra Mundial, que afundaram 34 navios,
danificaram outros 368 e mataram quase 10 mil
marinheiros e soldados americanos.
Fonte:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/07/05/kamikaze-como-ovento-divino-virou-sinonimo-de-suicidio.ghtml
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Questão presente nas seguintes provas
Kamikaze: como o 'vento divino' virou
sinônimo de suicídio
A palavra kamikaze, de origem japonesa,
é a junção dos termos divino (kami) e vento
(kaze). Segundo a enciclopédia Britannica, a
expressão foi usada pela primeira vez em 1281
para descrever tufões que protegeram o Japão
de uma invasão mongol.
Durante a 2ª Guerra Mundial, kamikaze
era o nome dado aos pilotos que se jogavam,
junto com o avião, contra um alvo
militar. Historiadores explicam que essa foi a
resposta do Japão para enfrentar as aeronaves
dos Estados Unidos, que tinha maior poder de
combate. A maioria dos aviões eram caças comuns,
carregados com bombas ou tanques extras de
gasolina, que eram pilotados deliberadamente para
colidir com seus alvos. O piloto cometia suicídio para
garantir o sucesso do ataque. Mesmo quando
atingidos, alguns conseguiam continuar guiando o
avião e chegar até o alvo.
O historiador Michael Anderson explica
que essa atitude não era exatamente um ato de
fanatismo ou desespero dos japoneses, mas sim
algo mais próximo do modo de vida dos
samurais. “Com um grande senso de dever, a
cultura dos samurais deu aos pilotos kamikazes o
conceito de honra em suas ações”, escreveu
Anderson no artigo “Kamikazes: entendendo os
homens por trás do mito”, publicado no
International Journal of Naval History.
Segundo a Força Aérea dos EUA, foram
por volta de 2.800 ataques kamikazes na 2ª
Guerra Mundial, que afundaram 34 navios,
danificaram outros 368 e mataram quase 10 mil
marinheiros e soldados americanos.
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Vinte e dois migrantes do Mali morrem em
naufrágio na costa da Líbia
Vinte e dois migrantes, todos procedentes do
Mali, morreram em um naufrágio na costa da Líbia,
informaram as Nações Unidas nesta terça-feira (5),
citando testemunhos de sobreviventes, que indicaram
que houve mortos por afogamento e desidratação.
Os sobreviventes são 61. Eles foram
resgatados pela Guarda Costeira líbia e levados
de volta ao continente, disse a Organização
Internacional para as Migrações (OIM), que faz
parte da ONU. O bote onde estavam os
imigrantes ficou 9 dias no mar.
Os migrantes embarcaram na
cidade líbia de Zuwara, perto da fronteira com a
Tunísia, cerca de 01h (20h em Brasília) em 22 de
junho, disse Safa Msehli, porta-voz da OIM.
"Depois de nove dias no mar, foram resgatados
pelos guarda-costas líbios", acrescentou. No
sábado retornaram à terra. "Segundo os
sobreviventes, 22 migrantes, todos do Mali,
morreram na travessia. Reportaram como causas
de morte o afogamento e a desidratação. Entre
os mortos há três crianças", indicou Msehli.
Msehli disse que alguns dos migrantes
estavam em péssimas condições de saúde e
foram transferidos para hospitais pela OIM. Os
demais foram levados ao centro de detenção Al
Maya, assinalou. A Líbia se transformou em uma
rota-chave para a migração irregular à Europa
nos anos caóticos desde a queda e morte do
ditador Muammar Kadafi em um levante apoiado
pela Otan em 2011.
Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/07/05/vinte-e-dois-migrantesdo-mali-morrem-em-naufragio-na-costa-da-libia.ghtml
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Vinte e dois migrantes do Mali morrem em
naufrágio na costa da Líbia
Vinte e dois migrantes, todos procedentes do
Mali, morreram em um naufrágio na costa da Líbia,
informaram as Nações Unidas nesta terça-feira (5),
citando testemunhos de sobreviventes, que indicaram
que houve mortos por afogamento e desidratação.
Os sobreviventes são 61. Eles foram
resgatados pela Guarda Costeira líbia e levados
de volta ao continente, disse a Organização
Internacional para as Migrações (OIM), que faz
parte da ONU. O bote onde estavam os
imigrantes ficou 9 dias no mar.
Os migrantes embarcaram na
cidade líbia de Zuwara, perto da fronteira com a
Tunísia, cerca de 01h (20h em Brasília) em 22 de
junho, disse Safa Msehli, porta-voz da OIM.
"Depois de nove dias no mar, foram resgatados
pelos guarda-costas líbios", acrescentou. No
sábado retornaram à terra. "Segundo os
sobreviventes, 22 migrantes, todos do Mali,
morreram na travessia. Reportaram como causas
de morte o afogamento e a desidratação. Entre
os mortos há três crianças", indicou Msehli.
Msehli disse que alguns dos migrantes
estavam em péssimas condições de saúde e
foram transferidos para hospitais pela OIM. Os
demais foram levados ao centro de detenção Al
Maya, assinalou. A Líbia se transformou em uma
rota-chave para a migração irregular à Europa
nos anos caóticos desde a queda e morte do
ditador Muammar Kadafi em um levante apoiado
pela Otan em 2011.
Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/07/05/vinte-e-dois-migrantesdo-mali-morrem-em-naufragio-na-costa-da-libia.ghtml
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