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Foram encontradas 243 questões.

3481705 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Quantos elementos possui o conjunto imagem da função f(x) = x 2 − 2x + 1, considerando seu domínio D = {− 2,− 1, 0, 1, 2}?

 

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3481704 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Sejam as funções f(x) = 4x − 3 e g(x) = x + 2. Qual é o valor de g(f(7)) – f(g(2))?

 

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3481703 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Assinale o maior número inteiro x que satisfaz à inequação: 36 – 2(3x + 6) > 0:

 

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3481702 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Sejam os conjuntos M = {x∈ IR / − 3 ≤ x ≤ 2}, N = {x∈ IR / x > 1} e P = {x∈ IR / − 5 ≤ x < 4}. Então, o conjunto que representa (P − N) ∩ M é:

 

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3481701 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

O gráfico de uma função f(x) = ax + b passa pelos pontos de coordenadas (2; – 1) e (– 1; 2). A respeito dessa função, pode-se afirmar que:

 

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3481699 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Em uma progressão aritmética, a soma do terceiro e do sétimo termo é igual a 324. Se o décimo primeiro termo é o triplo do quarto termo, assinale a soma dos três primeiros termos desta progressão:

 

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3481698 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Uma função quadrática apresenta vértice, cuja abscissa é igual a 2. Se o gráfico desta função intercepta o eixo – y num ponto de ordenada 3 e sendo uma de suas raízes igual a 1, qual é o valor da outra raiz?

 

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3481697 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Os filhos do lixo

Há quem diga que dou esperança; há quem proteste que sou pessimista. Eu digo que os maiores otimistas são aqueles que, apesar do que vivem ou observam, continuam apostando na vida, trabalhando, cultivando afetos e tendo projetos. Às vezes, porém, escrevo com dor. Como hoje.

Acabo de assistir a uma reportagem sobre crianças do Brasil que vivem do lixo. Digamos que são o lixo deste país, e nós permitimos ou criamos isso. Eu mesma já vi com estes olhos gente morando junto de lixões, e crianças disputando com urubus pedaços de comida estragada para matar a fome.

(...)

Os diálogos foram mais ou menos assim, repito de memória, não gravei. Mas gravei a tristeza, a resignação, a imagem das crianças minúsculas e seminuas, contentes comendo lixo. Sentadas sobre o lixo. Uma cuidando do irmãozinho menor, que escalava a montanha de lixo. Criadas, como suas mães, acreditando que Deus queria isso.

Não sei como é possível alguém dizer que este país vai bem enquanto esses fatos, e outros semelhantes, acontecem. Pois, sendo na nossa pátria, não importa em que canto for, tudo nos diz respeito, como nos dizem respeito a malandragem e a roubalheira, a mentira e a impunidade e o falso ufanismo.

Mas, quem somos, afinal? Que país somos, que gente nos tornamos, se vemos tudo isso e continuamos comendo, bebendo, trabalhando e estudando como se nem fosse conosco? Deve ser o nosso jeito de sobreviver – não comendo lixo concreto, mas engolindo esse lixo moral e fingindo que está tudo bem. Pois, se nos convencermos de que isso acontece no nosso meio, no nosso país, talvez na nossa cidade, e nos sentirmos parte disso, responsáveis por isso, o que se poderia fazer?

Deus não quer assim. Os deuses não inventaram a indiferença, a crueldade, o mal causado pelo homem.

(Fragmento / Lya Luft)

Em “Deus não quer assim.” o ponto final ( . ) foi utilizado para:

 

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3481696 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Os filhos do lixo

Há quem diga que dou esperança; há quem proteste que sou pessimista. Eu digo que os maiores otimistas são aqueles que, apesar do que vivem ou observam, continuam apostando na vida, trabalhando, cultivando afetos e tendo projetos. Às vezes, porém, escrevo com dor. Como hoje.

Acabo de assistir a uma reportagem sobre crianças do Brasil que vivem do lixo. Digamos que são o lixo deste país, e nós permitimos ou criamos isso. Eu mesma já vi com estes olhos gente morando junto de lixões, e crianças disputando com urubus pedaços de comida estragada para matar a fome.

(...)

Os diálogos foram mais ou menos assim, repito de memória, não gravei. Mas gravei a tristeza, a resignação, a imagem das crianças minúsculas e seminuas, contentes comendo lixo. Sentadas sobre o lixo. Uma cuidando do irmãozinho menor, que escalava a montanha de lixo. Criadas, como suas mães, acreditando que Deus queria isso.

Não sei como é possível alguém dizer que este país vai bem enquanto esses fatos, e outros semelhantes, acontecem. Pois, sendo na nossa pátria, não importa em que canto for, tudo nos diz respeito, como nos dizem respeito a malandragem e a roubalheira, a mentira e a impunidade e o falso ufanismo.

Mas, quem somos, afinal? Que país somos, que gente nos tornamos, se vemos tudo isso e continuamos comendo, bebendo, trabalhando e estudando como se nem fosse conosco? Deve ser o nosso jeito de sobreviver – não comendo lixo concreto, mas engolindo esse lixo moral e fingindo que está tudo bem. Pois, se nos convencermos de que isso acontece no nosso meio, no nosso país, talvez na nossa cidade, e nos sentirmos parte disso, responsáveis por isso, o que se poderia fazer?

Deus não quer assim. Os deuses não inventaram a indiferença, a crueldade, o mal causado pelo homem.

(Fragmento / Lya Luft)

Assinale a alternativa em que o uso da crase encontra-se INCORRETO:

 

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3481695 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ

Os filhos do lixo

Há quem diga que dou esperança; há quem proteste que sou pessimista. Eu digo que os maiores otimistas são aqueles que, apesar do que vivem ou observam, continuam apostando na vida, trabalhando, cultivando afetos e tendo projetos. Às vezes, porém, escrevo com dor. Como hoje.

Acabo de assistir a uma reportagem sobre crianças do Brasil que vivem do lixo. Digamos que são o lixo deste país, e nós permitimos ou criamos isso. Eu mesma já vi com estes olhos gente morando junto de lixões, e crianças disputando com urubus pedaços de comida estragada para matar a fome.

(...)

Os diálogos foram mais ou menos assim, repito de memória, não gravei. Mas gravei a tristeza, a resignação, a imagem das crianças minúsculas e seminuas, contentes comendo lixo. Sentadas sobre o lixo. Uma cuidando do irmãozinho menor, que escalava a montanha de lixo. Criadas, como suas mães, acreditando que Deus queria isso.

Não sei como é possível alguém dizer que este país vai bem enquanto esses fatos, e outros semelhantes, acontecem. Pois, sendo na nossa pátria, não importa em que canto for, tudo nos diz respeito, como nos dizem respeito a malandragem e a roubalheira, a mentira e a impunidade e o falso ufanismo.

Mas, quem somos, afinal? Que país somos, que gente nos tornamos, se vemos tudo isso e continuamos comendo, bebendo, trabalhando e estudando como se nem fosse conosco? Deve ser o nosso jeito de sobreviver – não comendo lixo concreto, mas engolindo esse lixo moral e fingindo que está tudo bem. Pois, se nos convencermos de que isso acontece no nosso meio, no nosso país, talvez na nossa cidade, e nos sentirmos parte disso, responsáveis por isso, o que se poderia fazer?

Deus não quer assim. Os deuses não inventaram a indiferença, a crueldade, o mal causado pelo homem.

(Fragmento / Lya Luft)

Mas gravei a tristeza, a resignação, a imagem das crianças minúsculas e seminuas, contentes comendo lixo.” A palavra destacada no trecho anterior, possui como significado correto:

 

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