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“A maioria destas recuperações do sagrado
aponta para um tipo de religião cósmica que
desapareceu após o triunfo do Cristianismo,
sobrevivendo apenas entre os camponeses
europeus. Redescobrir o caráter sagrado da Vida
e da Natureza não implica necessariamente um
regresso ao ‘paganismo’ ou à ‘idolatria’.”
ELIADE, Mircea. Origens: História e Sentido na Religião. Lisboa: Edições 70, s/d. p. 8. No trecho, Eliade discute manifestações contemporâneas do sagrado.
Qual é sua posição em relação a essas “recuperações”?
ELIADE, Mircea. Origens: História e Sentido na Religião. Lisboa: Edições 70, s/d. p. 8. No trecho, Eliade discute manifestações contemporâneas do sagrado.
Qual é sua posição em relação a essas “recuperações”?
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“O mito conta uma história sagrada, quer dizer,
um acontecimento primordial que teve lugar no
começo do Tempo, ab initio. [...] O mito é pois a
história do que se passou in illo tempore, a
narração daquilo que os deuses ou os Seres
divinos fizeram no começo do Tempo.”
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 50.
Para Eliade, a função principal do mito é:
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 50.
Para Eliade, a função principal do mito é:
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“O Tempo sagrado é por sua própria natureza
reversível, no sentido em que é, propriamente
falando, um Tempo mítico primordial tornado
presente. Toda festa religiosa [...] representa a
reatualização de um evento sagrado que teve
lugar num passado mítico, ‘nos primórdios’.”
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 38.
Segundo Eliade, o tempo sagrado nas religiões arcaicas caracteriza-se por:
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 38.
Segundo Eliade, o tempo sagrado nas religiões arcaicas caracteriza-se por:
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“Para o homem religioso, o espaço não é
homogêneo: o espaço apresenta roturas, quebras;
há porções de espaço qualitativamente diferentes
das outras. [...] A experiência religiosa da não
homogeneidade do espaço constitui uma
experiência primordial, que corresponde a uma
‘fundação do mundo’. [...] A hierofania revela um
‘ponto fixo’ absoluto, um ‘Centro’.”
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 17.
De acordo com Eliade, a experiência religiosa do espaço sagrado implica que:
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 17.
De acordo com Eliade, a experiência religiosa do espaço sagrado implica que:
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“O ‘mistério’ religioso, o mirum autêntico, é (...)
o heterogêneo em absoluto, o thateron, anyad,
alienum, o estranho e chocante, o que
resolutamente deixa o círculo do habitual. (...) Não
há transição gradual do estupor natural para o
estupor demoníaco. (...) O objeto realmente
misterioso é inapreensível e incompreensível, não
só porque meu conhecimento tem limites, mas
porque me deparo com algo absolutamente
heterogêneo, que, pelo seu gênero, é imensurável
com a minha própria essência.”
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 42–44.
Considerando o conceito de mysterium e sua distinção em relação ao tremendum, é correto afirmar que:
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 42–44.
Considerando o conceito de mysterium e sua distinção em relação ao tremendum, é correto afirmar que:
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“Vamos acompanhá-lo com todo esforço de
simpatia e intuição imaginativa (...). Se fizermos
isso, descobriremos que estamos lidando com
algo para o qual existe apenas uma expressão
apropriada: mysterium tremendum. Trata-se de
uma sensação que pode vir varrendo como uma
maré suave (...) ou explodir em erupção repentina
das profundezas da alma (...). Ele tem suas formas
selvagens e demoníacas e pode afundar em um
horror e estremecimento quase pavoroso. (...) Na
presença daquilo que é um mistério inexprimível e
acima de todas as criaturas.”
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 17–18.
Com base no conceito de mysterium tremendum, assinale a alternativa correta:
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 17–18.
Com base no conceito de mysterium tremendum, assinale a alternativa correta:
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“O ‘sagrado’ é, em primeiro lugar, uma
categoria de interpretação e avaliação que ocorre
apenas no campo religioso (...). Ele é complexo e
entre seus diversos componentes contém um
elemento específico e singular que se subtrai da
razão, no sentido indicado acima e que é um
árreton, um inefável, ou seja, o completamente
inacessível à compreensão através de conceitos
(...) A palavra ‘sagrado’ inclui, sem dúvida, tudo
isto, mas também contém, mesmo para nossos
sentimentos, outra coisa: um claro excedente de
significação, que é o que vamos especificar aqui.”
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 7–8.
A partir do trecho e da concepção do numinoso, é correto afirmar:
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 7–8.
A partir do trecho e da concepção do numinoso, é correto afirmar:
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“Se duvidas da verdade objetiva dos
predicados, deves também duvidar da verdade
objetiva do sujeito desses predicados. (…) São
amor, bondade, personalidade qualidades
humanas; será também a essência fundamental
delas (…) um antropomorfismo. (…) Tu crês que
Deus existe porque tu existes, porque tu mesmo
és um ser.”
FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 45.
Considerando o princípio de redução antropológica desenvolvido por Feuerbach, é correto afirmar:
FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 45.
Considerando o princípio de redução antropológica desenvolvido por Feuerbach, é correto afirmar:
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“A religião é a essência infantil da humanidade;
mas a criança vê a sua essência, o ser humano,
fora de si. (…) O progresso histórico das religiões
é apenas que o que era considerado pelas
religiões mais antigas como algo objetivo, é tido
agora como algo subjetivo, i.e., o que foi
considerado e adorado como Deus é agora
conhecido como algo humano. (…) Todo
progresso na religião é por isso um mais profundo
conhecimento de si mesmo.”
FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 45.
A partir da leitura do trecho e considerando a crítica feuerbachiana, é correto afirmar que:
FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 45.
A partir da leitura do trecho e considerando a crítica feuerbachiana, é correto afirmar que:
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“A consciência do infinito não é nada mais que
a consciência da infinitude da consciência. Ou
ainda: na consciência do infinito é a infinitude da
sua própria essência um objeto para o consciente.
(…) A essência verdadeira é a que pensa, que
ama, que deseja. (…) Razão, amor e vontade são
perfeições, são os mais altos poderes, são a
essência absoluta do homem enquanto homem e
a finalidade da sua existência.”
FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 36.
Com base na passagem acima e na concepção antropológica de Feuerbach, assinale a alternativa correta:
FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 36.
Com base na passagem acima e na concepção antropológica de Feuerbach, assinale a alternativa correta:
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