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Fonte: Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wpcontent/uploads/2025/07/anuario-2025.pdf. Acesso em 22/11/2025.
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Disponível em: https://blogdojadir.com.br/2018/12/nao-ta-facil-praninguem/. Acesso em: 30/08/2025.
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Leia o Texto a seguir, trecho da música “Maria da
Vila Matilde”, de Elza Soares, e responda à
questão.
Maria da Vila Matilde
Elza Soares
Cadê meu celular?
Eu vou ligar pro 180
Vou entregar teu nome
E explicar meu endereço
Aqui você não entra mais
Eu digo que não te conheço
E jogo água fervendo
Se você se aventurar
Eu solto o cachorro
E, apontando pra você
Eu grito: péguix...
Eu quero ver
Você pular, você correr
Na frente dos vizinhos
Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim
Cadê meu celular?
Eu vou ligar pro 180
Vou entregar teu nome
E explicar meu endereço
Aqui você não entra mais
[...]
Compositores: Douglas Germano
Letra de Maria da Vila Matilde © Alternetmusic Producoes E
Gravacao Ltda
Fonte: Disponível em: https://www.letras.mus.br/elza-soares/mariada-vila-matilde/ Acesso em 20/11/2025.
I. O uso de “cê” corresponde a uma forma reduzida de “você”, típica da oralidade e de situações de menor formalidade.
II. O emprego de “cê” caracteriza erro gramatical e interfere negativamente na compreensão do verso.
III. Essa forma reduzida constitui marca de variação linguística legítima, registrada amplamente na fala cotidiana em vários contextos urbanos.
IV. O uso de “cê” indica regionalismo específico que limita a compreensão da canção a determinadas áreas do país.
Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em:
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Para que ninguém a quisesse
Marina Colasanti
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos
vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua
beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os
sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as
roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias.
E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril
se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e
tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a
olhava duas vezes, homem nenhum se
interessava por ela. Esquiva como um gato, não
mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de
ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio
pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as
sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou
o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E
continuou andando pela casa de vestido de chita,
enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de
amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2.
"Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher.
Mas do desejo inflamado que tivera por ela." Sobre as palavras destacadas, assinale a alternativa correta.
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Para que ninguém a quisesse
Marina Colasanti
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos
vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua
beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os
sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as
roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias.
E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril
se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e
tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a
olhava duas vezes, homem nenhum se
interessava por ela. Esquiva como um gato, não
mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de
ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio
pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as
sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou
o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E
continuou andando pela casa de vestido de chita,
enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de
amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2.
( ) O uso de “tosquiou-lhe” contribui para representar a mulher como alguém destituído de autonomia, aproximando a ação de um tratamento dado a animais.
( ) O ato de cortar os cabelos é apresentado como um gesto de cuidado e proteção do marido.
( ) O verbo “tosquiar” reforça o caráter agressivo da ação, revelando a intenção de controle sobre o corpo dela.
( ) O gesto do marido é descrito como iniciativa consensual entre o casal.
( ) A escolha lexical demonstra o comportamento autoritário do marido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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Para que ninguém a quisesse
Marina Colasanti
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos
vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua
beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os
sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as
roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias.
E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril
se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e
tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a
olhava duas vezes, homem nenhum se
interessava por ela. Esquiva como um gato, não
mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de
ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio
pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as
sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou
o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E
continuou andando pela casa de vestido de chita,
enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de
amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2.
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Para que ninguém a quisesse
Marina Colasanti
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos
vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua
beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os
sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as
roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias.
E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril
se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e
tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a
olhava duas vezes, homem nenhum se
interessava por ela. Esquiva como um gato, não
mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de
ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio
pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as
sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou
o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E
continuou andando pela casa de vestido de chita,
enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de
amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2.
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Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos
vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua
beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os
sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as
roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias.
E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril
se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e
tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a
olhava duas vezes, homem nenhum se
interessava por ela. Esquiva como um gato, não
mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de
ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio
pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as
sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou
o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E
continuou andando pela casa de vestido de chita,
enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de
amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2.
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