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Foram encontradas 60 questões.

3200229 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Carla empregou um capital de R$3.000,00 reais a uma taxa de juros simples de 2% a.m. Após 5 meses Carla precisou retirar o montante resultante. Qual seria o montante retirado por Carla, caso o capital empregado tivesse sido no regime de juros compostos:

 

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3200228 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Considerando a diferença entre denotação e conotação, assinale, abaixo, a alternativa cuja frase apresenta sentido conotativo.

 

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3200227 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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A tabela a seguir é referente as notas dos alunos de Ana:

João

5

Andressa

7

Júlia

8

Talles

9

Alan

10

Beatriz

9,8

Letícia

8,8

Paulo

4,5

Edvan

1,5

Guilherme

2

Paula

10

Bruna

9

Pedro

9,5

Luiz

6,5

Adão

8

Leandra

7,7

A fim de compensar os alunos que tiveram um bom desempenho, Ana resolveu sortear um brinde entre os alunos que obtiveram nota igual ou maior a sete. Qual a probabilidade de Letícia ganhar esse brinde:

 

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3200226 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Assinale, abaixo, a alternativa cuja palavra destacada trata-se de um pronome:

 

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3200225 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.

Aprenda a chamar a polícia

Luís Fernando Veríssimo

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.

Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo

Na frase “No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:”, retirada da crônica acima, a razão que justifica o uso da vírgula é:

 

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3200224 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.

Aprenda a chamar a polícia

Luís Fernando Veríssimo

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.

Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo

No trecho “O tiro fez um estrago danado no cara!”, da crônica acima, temos, no que diz respeito à classificação morfológica das palavras, na ordem em que aparecem, respectivamente:

 

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3200223 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.

Aprenda a chamar a polícia

Luís Fernando Veríssimo

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.

Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo

A sinonímia é um recurso linguístico muito utilizado na substituição lexical, a fim de evitarmos as repetições das palavras. Sabendo disso, dentre as alternativas abaixo, assinale a opção cuja palavra substitui, sem prejuízo de sentido ao texto, o termo destacado no seguinte trecho: “Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa”.

 

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3200222 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Em uma semana uma fábrica de roupas produziu 2865 peças, na semana seguinte produziu 1345 peças a menos e na terceira semana conseguiu produzir o dobro de peças produzidas na segunda semana. Qual o total de peças produzidas nessas três semanas:

 

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3200221 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.

Aprenda a chamar a polícia

Luís Fernando Veríssimo

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.

Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo

A crônica é um gênero narrativo que aborda um fato social, a fim de expor uma crítica à sociedade. Na crônica de Luís Fernando Veríssimo acima, intitulada “Aprenda a chamar a polícia”, o autor faz menção:

 

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3200220 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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De acordo com Pestana (2013), as orações subordinadas adverbiais exercem função de adjunto adverbial em relação à oração principal do período. Diante disso, analise, como verdadeira (V) ou falsa (F), a classificação das orações a seguir:

( ) A aula foi alvo de críticas dos estudantes, haja vista que focalizou apenas conteúdos superficiais. – Oração Subordinada Adverbial Causal;

( ) Por pior que esteja sua vida, não desista de estudar. – Oração Subordinada Adverbial Consecutiva;

( ) Como todos sabemos, a inflação está cada vez mais alta. – Oração Subordinada Adverbial Conformativa;

( ) Preparei-me muito a fim de a aula fosse compreensível para meus alunos. – Oração Subordinada Adverbial Proporcional.

( ) Depois que o bebê adormecer, poderemos assistir ao filme. – Oração Subordinada Adverbial Temporal.

Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:

 

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