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De acordo com Pestana (2013), “a crase é a fusão de duas vogais idênticas. A primeira vogal a é uma preposição, a segunda vogal a é um artigo ou um pronome demonstrativo”. Tendo isso em vista, considerando a necessária ocorrência ou não ocorrência da crase, assinale, abaixo, a alternativa que não condiz com a norma padrão:
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Sobre o uso do hífen, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.
( ) A palavra “inter-regional” apresenta hífen porque o prefixo termina com a mesma consoante que inicia a palavra “regional”;
( ) Existem duas regras básicas para o emprego do hífen: quando a segunda palavra começar com a letra “h” e as letras no final do prefixo e início da palavra forem diferentes;
( ) Não se usa hífen com o prefixo “re”, como nas palavras “reescrita” e reescrever;
( ) Palavras iniciadas com “s” e “r” têm essas letras dobradas diante de prefixos terminados em vogais, como é o caso de: contrarreforma, antirracismo, antissocial, entre outras.
Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
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No que diz respeito aos termos da oração, analise, a seguir, as afirmativas sobre o período “Os estudantes fazem parte da sociedade, devem perceber o seu papel e importância, buscando seus direitos, mas, também, cumprindo seus deveres”.
I. O sujeito das orações presentes no período em questão é “os estudantes”;
II. Os núcleos dos predicados das orações que constituem o período são, respectivamente: fazem; devem perceber; buscando e cumprindo.
III. Os termos “papel” e “importância” são núcleo do objeto direto da oração “os estudantes devem perceber o seu papel e importância”.
IV. “Seus direitos” é objeto indireto do verbo “buscando” e “seus deveres” é objeto indireto do verbo “cumprindo”.
Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 6.
Indisciplina ou ato infracional: que atitudes nossos alunos estão realizando?
Walber Gonçalves de Souza
A educação brasileira está passando por um momento muito delicado, não pela questão da sua qualidade, pois já é de conhecimento notório que a educação brasileira vive no caos da mediocridade acadêmica, e esbarra em várias outras questões pedagógicas de péssima qualidade, mas, hoje, somase a esse quadro desolador a insegurança e o medo, que tomaram conta das escolas.
Torna-se inevitável questionamentos em meio às soluções mágicas, que, em muitos casos, beiram ao populismo imediatista, pois resolver os problemas não é uma das nossas qualidades, enquanto nação, além da procrastinação, gostamos muito de jogar a poeira para debaixo do tapete ou justificar um problema com outro. Preferimos combater as consequências e nunca as causas.
Na escola, não é diferente. Há décadas, nossas escolas estão se tornando reféns de tudo aquilo que há de podre no seio da sociedade. Até mesmo a tão falada impunidade já está enraizada em cada sala de aula do nosso país, afinal a ignorância e falta de limites, além de ser aplaudida, ganha defensores a cada dia.
Eis aí o cerne deste texto: as atitudes, de muitos dos nossos alunos, são atos de indisciplina ou podem ser traduzidos como atos infracionais? A sua resposta para esse questionamento ajudará e muito a entender o quadro que vivemos.
Mas, vamos lá, entenderemos por indisciplina, o que disse Ferreira (1986): “indisciplina pode ser definida como desobediência, tumulto, agitação, desacato, falta de educação ou desrespeito às autoridades, um comportamento inadequado”. Já por ato infracional, recorremos ao Estatuto da Criança e Adolescente que, em seu artigo 103, apregoa que “considera-se ato infracional a conduta descrita como crime ou contravenção penal”. Simplificando, todos os crimes tipificados no Código Penal Brasileiro, cometido por um adolescente será chamado e tratado ato infracional, e têm as suas devidas consequências legais.
Mesclando os dois conceitos, seria correto denominar como indisciplina nas escolas, entre outras, as seguintes situações: tráfico de drogas; porte ilegal de armas de fogo ou faca e similares; violência verbal e/ou física (agressões); assédio moral e psicológico; abuso financeiro? Pois, são situações como estas que são noticiadas constantemente pelos órgãos de imprensa, mais tantas outras que quase ninguém fica sabendo, e que vem se tornando “normal” em grande parte das escolas brasileiras. Diante disso, a violência escolar pode ser medida pela régua da indisciplina ou deveria ser tratada como um ato infracional?
Não vivemos em um mundo romântico e utópico, infelizmente. Nossa realidade social grita por soluções concretas, nossa sociedade está doente e o remédio, mesmo que amargo, precisa ser tomado. E nesse cenário, a escola deve, também, cumprir um papel de não ser propagadora da impunidade.
Os estudantes fazem parte da sociedade, devem perceber o seu papel e importância, buscando seus direitos, mas, também, cumprindo seus deveres. O mal, quando não é cortado pela raiz, pode produzir frutos indesejados.
Fonte: https://www.capitalnews.com.br/opiniao/indisciplina-ou-ato-infracional-que-atitudes-nossos-alunos-estao-realizando/384355 [editado]
Assinale, abaixo, a alternativa que apresenta corretamente a quantidade de verbos no período.
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 6.
Indisciplina ou ato infracional: que atitudes nossos alunos estão realizando?
Walber Gonçalves de Souza
A educação brasileira está passando por um momento muito delicado, não pela questão da sua qualidade, pois já é de conhecimento notório que a educação brasileira vive no caos da mediocridade acadêmica, e esbarra em várias outras questões pedagógicas de péssima qualidade, mas, hoje, somase a esse quadro desolador a insegurança e o medo, que tomaram conta das escolas.
Torna-se inevitável questionamentos em meio às soluções mágicas, que, em muitos casos, beiram ao populismo imediatista, pois resolver os problemas não é uma das nossas qualidades, enquanto nação, além da procrastinação, gostamos muito de jogar a poeira para debaixo do tapete ou justificar um problema com outro. Preferimos combater as consequências e nunca as causas.
Na escola, não é diferente. Há décadas, nossas escolas estão se tornando reféns de tudo aquilo que há de podre no seio da sociedade. Até mesmo a tão falada impunidade já está enraizada em cada sala de aula do nosso país, afinal a ignorância e falta de limites, além de ser aplaudida, ganha defensores a cada dia.
Eis aí o cerne deste texto: as atitudes, de muitos dos nossos alunos, são atos de indisciplina ou podem ser traduzidos como atos infracionais? A sua resposta para esse questionamento ajudará e muito a entender o quadro que vivemos.
Mas, vamos lá, entenderemos por indisciplina, o que disse Ferreira (1986): “indisciplina pode ser definida como desobediência, tumulto, agitação, desacato, falta de educação ou desrespeito às autoridades, um comportamento inadequado”. Já por ato infracional, recorremos ao Estatuto da Criança e Adolescente que, em seu artigo 103, apregoa que “considera-se ato infracional a conduta descrita como crime ou contravenção penal”. Simplificando, todos os crimes tipificados no Código Penal Brasileiro, cometido por um adolescente será chamado e tratado ato infracional, e têm as suas devidas consequências legais.
Mesclando os dois conceitos, seria correto denominar como indisciplina nas escolas, entre outras, as seguintes situações: tráfico de drogas; porte ilegal de armas de fogo ou faca e similares; violência verbal e/ou física (agressões); assédio moral e psicológico; abuso financeiro? Pois, são situações como estas que são noticiadas constantemente pelos órgãos de imprensa, mais tantas outras que quase ninguém fica sabendo, e que vem se tornando “normal” em grande parte das escolas brasileiras. Diante disso, a violência escolar pode ser medida pela régua da indisciplina ou deveria ser tratada como um ato infracional?
Não vivemos em um mundo romântico e utópico, infelizmente. Nossa realidade social grita por soluções concretas, nossa sociedade está doente e o remédio, mesmo que amargo, precisa ser tomado. E nesse cenário, a escola deve, também, cumprir um papel de não ser propagadora da impunidade.
Os estudantes fazem parte da sociedade, devem perceber o seu papel e importância, buscando seus direitos, mas, também, cumprindo seus deveres. O mal, quando não é cortado pela raiz, pode produzir frutos indesejados.
Fonte: https://www.capitalnews.com.br/opiniao/indisciplina-ou-ato-infracional-que-atitudes-nossos-alunos-estao-realizando/384355 [editado]
Classificando morfologicamente as palavras da frase “Preferimos combater as consequências e nunca as causas”, temos, nessa ordem, respectivamente, as seguintes classes.
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 6.
Indisciplina ou ato infracional: que atitudes nossos alunos estão realizando?
Walber Gonçalves de Souza
A educação brasileira está passando por um momento muito delicado, não pela questão da sua qualidade, pois já é de conhecimento notório que a educação brasileira vive no caos da mediocridade acadêmica, e esbarra em várias outras questões pedagógicas de péssima qualidade, mas, hoje, somase a esse quadro desolador a insegurança e o medo, que tomaram conta das escolas.
Torna-se inevitável questionamentos em meio às soluções mágicas, que, em muitos casos, beiram ao populismo imediatista, pois resolver os problemas não é uma das nossas qualidades, enquanto nação, além da procrastinação, gostamos muito de jogar a poeira para debaixo do tapete ou justificar um problema com outro. Preferimos combater as consequências e nunca as causas.
Na escola, não é diferente. Há décadas, nossas escolas estão se tornando reféns de tudo aquilo que há de podre no seio da sociedade. Até mesmo a tão falada impunidade já está enraizada em cada sala de aula do nosso país, afinal a ignorância e falta de limites, além de ser aplaudida, ganha defensores a cada dia.
Eis aí o cerne deste texto: as atitudes, de muitos dos nossos alunos, são atos de indisciplina ou podem ser traduzidos como atos infracionais? A sua resposta para esse questionamento ajudará e muito a entender o quadro que vivemos.
Mas, vamos lá, entenderemos por indisciplina, o que disse Ferreira (1986): “indisciplina pode ser definida como desobediência, tumulto, agitação, desacato, falta de educação ou desrespeito às autoridades, um comportamento inadequado”. Já por ato infracional, recorremos ao Estatuto da Criança e Adolescente que, em seu artigo 103, apregoa que “considera-se ato infracional a conduta descrita como crime ou contravenção penal”. Simplificando, todos os crimes tipificados no Código Penal Brasileiro, cometido por um adolescente será chamado e tratado ato infracional, e têm as suas devidas consequências legais.
Mesclando os dois conceitos, seria correto denominar como indisciplina nas escolas, entre outras, as seguintes situações: tráfico de drogas; porte ilegal de armas de fogo ou faca e similares; violência verbal e/ou física (agressões); assédio moral e psicológico; abuso financeiro? Pois, são situações como estas que são noticiadas constantemente pelos órgãos de imprensa, mais tantas outras que quase ninguém fica sabendo, e que vem se tornando “normal” em grande parte das escolas brasileiras. Diante disso, a violência escolar pode ser medida pela régua da indisciplina ou deveria ser tratada como um ato infracional?
Não vivemos em um mundo romântico e utópico, infelizmente. Nossa realidade social grita por soluções concretas, nossa sociedade está doente e o remédio, mesmo que amargo, precisa ser tomado. E nesse cenário, a escola deve, também, cumprir um papel de não ser propagadora da impunidade.
Os estudantes fazem parte da sociedade, devem perceber o seu papel e importância, buscando seus direitos, mas, também, cumprindo seus deveres. O mal, quando não é cortado pela raiz, pode produzir frutos indesejados.
Fonte: https://www.capitalnews.com.br/opiniao/indisciplina-ou-ato-infracional-que-atitudes-nossos-alunos-estao-realizando/384355 [editado]
Sobre o uso da vírgula no último período do texto “O mal, quando não é cortado pela raiz, pode produzir frutos indesejados”, é correto afirmar que:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 6.
Indisciplina ou ato infracional: que atitudes nossos alunos estão realizando?
Walber Gonçalves de Souza
A educação brasileira está passando por um momento muito delicado, não pela questão da sua qualidade, pois já é de conhecimento notório que a educação brasileira vive no caos da mediocridade acadêmica, e esbarra em várias outras questões pedagógicas de péssima qualidade, mas, hoje, somase a esse quadro desolador a insegurança e o medo, que tomaram conta das escolas.
Torna-se inevitável questionamentos em meio às soluções mágicas, que, em muitos casos, beiram ao populismo imediatista, pois resolver os problemas não é uma das nossas qualidades, enquanto nação, além da procrastinação, gostamos muito de jogar a poeira para debaixo do tapete ou justificar um problema com outro. Preferimos combater as consequências e nunca as causas.
Na escola, não é diferente. Há décadas, nossas escolas estão se tornando reféns de tudo aquilo que há de podre no seio da sociedade. Até mesmo a tão falada impunidade já está enraizada em cada sala de aula do nosso país, afinal a ignorância e falta de limites, além de ser aplaudida, ganha defensores a cada dia.
Eis aí o cerne deste texto: as atitudes, de muitos dos nossos alunos, são atos de indisciplina ou podem ser traduzidos como atos infracionais? A sua resposta para esse questionamento ajudará e muito a entender o quadro que vivemos.
Mas, vamos lá, entenderemos por indisciplina, o que disse Ferreira (1986): “indisciplina pode ser definida como desobediência, tumulto, agitação, desacato, falta de educação ou desrespeito às autoridades, um comportamento inadequado”. Já por ato infracional, recorremos ao Estatuto da Criança e Adolescente que, em seu artigo 103, apregoa que “considera-se ato infracional a conduta descrita como crime ou contravenção penal”. Simplificando, todos os crimes tipificados no Código Penal Brasileiro, cometido por um adolescente será chamado e tratado ato infracional, e têm as suas devidas consequências legais.
Mesclando os dois conceitos, seria correto denominar como indisciplina nas escolas, entre outras, as seguintes situações: tráfico de drogas; porte ilegal de armas de fogo ou faca e similares; violência verbal e/ou física (agressões); assédio moral e psicológico; abuso financeiro? Pois, são situações como estas que são noticiadas constantemente pelos órgãos de imprensa, mais tantas outras que quase ninguém fica sabendo, e que vem se tornando “normal” em grande parte das escolas brasileiras. Diante disso, a violência escolar pode ser medida pela régua da indisciplina ou deveria ser tratada como um ato infracional?
Não vivemos em um mundo romântico e utópico, infelizmente. Nossa realidade social grita por soluções concretas, nossa sociedade está doente e o remédio, mesmo que amargo, precisa ser tomado. E nesse cenário, a escola deve, também, cumprir um papel de não ser propagadora da impunidade.
Os estudantes fazem parte da sociedade, devem perceber o seu papel e importância, buscando seus direitos, mas, também, cumprindo seus deveres. O mal, quando não é cortado pela raiz, pode produzir frutos indesejados.
Fonte: https://www.capitalnews.com.br/opiniao/indisciplina-ou-ato-infracional-que-atitudes-nossos-alunos-estao-realizando/384355 [editado]
No texto intitulado “Indisciplina ou ato infracional: que atitudes nossos alunos estão realizando?”, o autor defende.
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O aluguel da casa de Luzia é R$500,00 a água e energia não são inclusos. Luzia paga R$50,00 referente ao uso da água e R$100,00 referente ao uso da energia elétrica. Em um certo mês, Luzia possuía as seguintes cédulas para pagamento do aluguel, água e energia:

Diante dessa situação Hipotética pode-se afirmar que:
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A tabela a seguir corresponde as quantidades de peças de roupas produzidas no período de uma semana em uma fábrica de roupas.
DIA 1 | 135 |
DIA 2 | 220 |
DIA 3 | 100 |
DIA 4 | 94 |
DIA 5 | 89 |
Qual o total de peças de roupas produzidas nos três primeiros dias dessa semana?
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Analise as afirmativas a seguir:
I. As formas geométricas são classificadas em: formas geométricas planas e formas geométricas espaciais;
II. Na sequência dos números naturais, o número par após o número 12 é o 13;
III. Não é possível afirmar que o número zero é um número par;
IV. Formas geométricas espaciais são aquelas que possuem três dimensões.
Quais dessas afirmativas são verdadeiras?
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