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Foram encontradas 505 questões.

2747462 Ano: 2022
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Leia o texto a seguir.

Ceres e Rialma são cidades que possuem contextos arquitetônicos e urbanísticos peculiares opostos entre si, e que são manifestos pelas duas pontes visíveis entre os dois limites. A ponte delimita o início da construção territorial, o significado simbólico da travessia, a distinção entre as margens opostas.

LIMA, A. I. N. et. al. A Influência Cultural na Edificação das Pontes sobre o Rio das Almas entre Ceres e Rialma. Disponível em: <https://www.nucleodoconhecimento.com.br/engenharia-civil/edificacao-das-pontes>. Acesso em: 4 ago. 2020. (Adaptado).

As cidades mencionadas surgiram de forma diferente. Na origem, Rialma é fruto de

 

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2747461 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Leia o texto a seguir.

A Colônia Agrícola Nacional de Goiás (CANG) foi criada durante a política de expansão que ficou conhecida como “Marcha para o Oeste”, do então presidente Getúlio Vargas. Somado à criação de Goiânia e da Fundação Brasil Central, os projetos de Vargas muito influenciaram a configuração territorial da região central de Goiás denominada, naquele período, de Mato Grosso Goiano.

O projeto desenvolvido pelo governo de Getúlio Vargas tinha como objetivo promover a

 

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2747460 Ano: 2022
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Goiás faz fronteira com estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Os estados do Centro-Oeste que fazem fronteira com Goiás são Mato Grosso e

 

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2747459 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Leia o texto a seguir.

A partir do momento em que o negro começa a fazer o exercício da sua religiosidade, aquilo é demonizado, e essa demonização cresce ao longo da história, simplesmente por ser uma religião preta. Simplesmente por representar a ancestralidade do povo preto.

Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2018/11/14/terreiros-entre-a-intolerancia-religiosa-e-a-resistencia-diaria/>. Acesso em: 4 ago 2020.

Ao tratar de um problema atual, o relato da sacerdotisa do candomblé explica que a intolerância religiosa no Brasil está vinculada ao

 

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2747458 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

A pandemia causada pelo novo corona vírus colocou em evidência a Organização Mundial de Saúde (OMS). Criada no século XX, a OMS surgiu com a proposta de

 

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2747457 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Leia o Texto 2 para responder às questões 08 e 09.

Texto 2

Joana D’Arc

Por Juliana Bezerra

Joana nasceu aproximadamente em 6 de janeiro de 1412, no vilarejo de Domrémy, região da Lorena, na França. Joana D’Arc era filha de agricultores e artesãos. Como era comum entre camponeses, ela não aprendeu a ler e a escrever. Durante a adolescência ela teria ouvido vozes que lhe confiariam à missão de libertar a França e entronar o verdadeiro rei. Sua jornada começa no ano de 1429, quando Joana D’Arc tinha ainda 16 anos. Com cabelos curtos e vestindo trajes masculinos, ela percorre as linhas inimigas por quase um ano, lutando contra os Borguinhões, até alcançar Chinon, onde se encontra com o monarca Carlos VII.

Ao ouvir falar desta corajosa guerreira Carlos VII resolve testar a veracidade de suas visões. Para isso, o soberano a convida ao seu castelo, mas pede que ninguém revele sua identidade. Desta maneira, o rei nomeia Joana comandante do seu exército e lhe atribui uma tropa de mais de quatro mil homens. Com estes soldados, ela liberta a cidade de Orleans em apenas três dias. Joana cumpriu sua missão, mas foi capturada e entregue à Inquisição. Declarada culpada e condenada à fogueira, anos mais tarde seria considerada inocente pelo Papa Calisto III, em 1456.

Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/joana-d-arc/>. Acesso em: 10 ago. 2020. (Adaptado).

Texto 1

Maria Quitéria de Jesus

Por Manoel Soríano Neto

Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.

Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.

O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.

Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros".

Disponível em: Acesso em: 13 ago. 2020.

Nos Textos 1 e 2, uma semelhança entre Maria Quitéria e Joana D’Arc é que ambas

 

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2747456 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 07.

Texto 1

Maria Quitéria de Jesus

Por Manoel Soríano Neto

Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.

Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.

O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.

Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros"...

Disponível em: em:<http://www.ebrevistas.eb.mil.br/index.php/ADN/article/download/5726/4957>. Acesso em: 13 ago. 2020.

A que gênero pertence o texto lido?

 

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Leia o Texto 3 para responder às questões de 07 a 10.

Texto 3

Era uma vez...

Rosely Sayão

Desde que conheci uma história de Eduardo Galeano, nunca mais me esqueci dela. E um dos motivos é que, entre tantas possibilidades que oferece, ela mostra, principalmente, que são as histórias que nos ajudam a olhar o mundo, a ver e entender melhor a vida como ela é. Para crianças, é uma oportunidade incrível a de ouvir histórias, tanto em casa quanto na escola, e aprender com elas. Você, certamente, já teve a chance de contar histórias para seu filho ou alunos.

Antes de a criança ter aprendido a ler nossas letras e saber o significado de muitas palavras, ela consegue absorver a narrativa da história que ouve. E essas histórias falam diretamente ao coração: ela lê imagens no livro, a postura dos pais, a sonoridade de sua voz e emoções que eles imprimem à história. Ela se identifica, positiva ou negativamente com personagens, e vive intensamente muitas das experiências que eles transmitem. Como alguém já disse, ler é viajar sem sair do lugar, viagem essa que não é apenas para conhecer lugares, mas também – e principalmente – para se conhecer e aos outros.

Se você tiver a oportunidade de observar uma criança – ou um grupo delas – ouvindo alguém contar uma história, você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam.

A leitura de histórias para crianças é tão importante que astronautas na Estação Espacial Internacional encontram um tempo para ler livros para as crianças. Imagine o valor dado pela criança à leitura ao saber que astronautas dedicam tempo para ler para ela.

Precisamos valorizar o ato de contar histórias aos mais novos e, aos poucos, estimular também que eles nos contem as suas. Se a criança pequena adora ouvir histórias, certamente tem potencial para gostar de ler. Mas não sabemos como colocar esse prazer em ato; ao contrário, muitas vezes desestimulamos a leitura. O modo como muitas escolas tratam o livro e a leitura com seus alunos é um exemplo. Vamos, como astronautas, buscar encantar os mais novos pela leitura. É possível! E nem precisamos estar na estação espacial. Basta iniciarmos a narrativa com uma frase mágica que, na infância, é: “Era uma vez...”.

Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,era-uma-vez,70003190822>. Acesso em: 14

jul. 2020. (Adaptado)

O enunciado “astronautas na Estação Espacial Internacional encontram um tempo para ler livros para as crianças” demonstra o uso do recurso argumentativo de

 

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2155184 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Segundo a Emenda n. 59/2009, alterando os incisos I e VII do artigo 208 da Constituição Brasileira/1988, a educação infantil é um direito constitucional de todas as crianças brasileiras. Dessa forma,

 

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2155183 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Bernard Charlot (2000) define a educação como o processo por meio do qual um membro da espécie humana, inacabado, desprovido dos instintos e capacidades que lhe permitiriam sobreviver rapidamente sozinho, se apropria, graças à mediação dos adultos, de um patrimônio humano de saberes, práticas, formas subjetivas e obras. Assim, pode-se deferir que a educação é:

 

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