Foram encontradas 40 questões.
Sobre os corrimentos provocados pelas infecções sexualmente transmissíveis, é correto o que se afirma em:
I. Aparecem no pênis, vagina ou ânus.
II. Podem ser esbranquiçados, esverdeados ou amarelados, dependendo da Infecção Sexualmente Transmissível.
III. Podem ter cheiro forte e/ou causar coceira.
IV. Provocam dor ao urinar ou durante a relação sexual.
V. Podem se manifestar na gonorreia, clamídia e tricomoníase.
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Tratam-se de fatores que influenciam o Desenvolvimento Humano:
I. Hereditariedade
II. Crescimento orgânico
III. Maturação neurofisiológica
IV. Meio
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A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização
Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!
Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.
Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.
Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.
O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.
A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).
O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.
Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.
A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!
Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!
Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!
Pastor Zé Barbosa Jr
(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)
No fragmento ‘E ao fim do filme há um sopro de esperança’, o verbo sublinhado foi empregado no singular atendendo às normas da concordância verbal. Indique a alternativa cujo verbo entre parênteses também deve ficar no singular.
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A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização
Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!
Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.
Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.
Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.
O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.
A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).
O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.
Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.
A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!
Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!
Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!
Pastor Zé Barbosa Jr
(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)
No enunciado ‘dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos’, ocorre uma inadequação em relação ao emprego da regência verbal. Marque a alternativa em quem também há desobediência às regras da regência.
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A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização
Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!
Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.
Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.
Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.
O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.
A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).
O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.
Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.
A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!
Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!
Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!
Pastor Zé Barbosa Jr
(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)
No enunciado ‘bem anterior à fé cristã’, a ocorrência de crase é obrigatória. Assinale a alternativa que respeita as normas da crase.
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A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização
Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!
Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.
Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.
Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.
O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.
A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).
O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.
Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.
A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!
Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!
Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!
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Analise os enunciados a seguir e assinale a alternativa incorreta.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização
Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!
Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.
Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.
Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.
O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.
A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).
O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.
Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.
A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!
Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!
Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!
Pastor Zé Barbosa Jr
(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)
Considerando a organização sintática do período: ‘faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado’, pode-se afirmar que a oração destacada é:
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A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização
Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!
Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.
Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.
Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.
O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.
A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).
O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.
Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.
A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!
Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!
Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!
Pastor Zé Barbosa Jr
(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)
Indique a alternativa em que todas as palavras são regidas pela mesma regra de acentuação.
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A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização
Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!
Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.
Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.
Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.
O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.
A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).
O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.
Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.
A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!
Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!
Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!
Pastor Zé Barbosa Jr
(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)
Segundo a norma culta da Língua Portuguesa, o vocábulo “anti-indígena” é ortograficamente escrito com hífen. Assinale a alternativa em que a palavra não é regida por essa regra.
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A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização
Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!
Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.
Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.
Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.
A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.
O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.
A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).
O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.
Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.
A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!
Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!
Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!
Pastor Zé Barbosa Jr
(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)
Assinale a alternativa cujo verbo indica uma ação acabada, concluída.
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