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3200259 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ribeirão-PE

A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização

Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!

Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.

Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.

Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.

O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.

A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).

O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.

Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.

A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!

Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!

Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!

Pastor Zé Barbosa Jr

(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)

No enunciado ‘faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado’, o conectivo destacado pode ser substituído por outro de valor semântico equivalente, exceto na alternativa:

 

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3200258 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ribeirão-PE

A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização

Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!

Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.

Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.

Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.

O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.

A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).

O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.

Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.

A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!

Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!

Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!

Pastor Zé Barbosa Jr

(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)

Em relação ao emprego das classes gramaticais, analise os trechos a seguir e indique a alternativa incorreta:

 

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3200257 Ano: 2023
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A dor indígena e a ganância “missionária” evangélica

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização

Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!

Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.

Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.

Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.

O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.

A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).

O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.

Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.

A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!

Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!

Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!

Pastor Zé Barbosa Jr

(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)

No trecho “imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências”, o prefixo grifado no vocábulo ‘deslegitimem’ possui o mesmo valor semântico do destacado em:

 

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3200256 Ano: 2023
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A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização

Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!

Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.

Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.

Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.

O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.

A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).

O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.

Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.

A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!

Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!

Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!

Pastor Zé Barbosa Jr

(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)

No enunciado “mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização”, o emprego das vírgulas se justifica pela mesma regra que ocorre em:

 

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3200255 Ano: 2023
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A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização

Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!

Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.

Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.

Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.

O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.

A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).

O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.

Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.

A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!

Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!

Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!

Pastor Zé Barbosa Jr

(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)

Nos fragmentos: “a tragédia/crime que assistimos, atônitos” e “o total ocaso das religiões inimigas”, os termos sublinhados podem ser substituídos, respectivamente, sem prejuízo semântico por:

 

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A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização

Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!

Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.

Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.

Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.

O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.

A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).

O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.

Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.

A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!

Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!

Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!

Pastor Zé Barbosa Jr

(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)

O autor finaliza seu texto com um enunciado cuja intenção expressa:

 

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A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização

Hoje peço permissão para trazer uma coluna que escrevi há mais de 4 anos, nos Jornalistas Livres, sobre o filme “Ex-Pajé” e que dialoga muito com a tragédia/crime que assistimos, atônitos, que se abateu sobre o povo Ianomâmi. Infelizmente o tema permanece atual. Só acrescentei um parágrafo no final do texto. Vamos lá!

Emocionado, maravilhado, abalado, envergonhado.

Foi com esse misto de emoções que saí da sala de projeção no Cine Belas Artes de Belo Horizonte após assistir o filme/documentário “Ex-Pajé”, dirigido por Luiz Bolognesi.

Explico a avalanche de emoções: sou pastor evangélico, e boa parte do filme trata da estranha e violenta relação entre uma missão evangélica (batista, denominação que abraço) e o “ex-Pajé” Perpera, que teve sua pajelança questionada e “encerrada” de forma sórdida e cruel por parte da igreja que se instala em sua aldeia.

A demonização da cultura e da religião indígena é de uma violência sem tamanho. Nada novo para um projeto que vai muito além de uma honesta evangelização, mas trata-se, na verdade, de um grande processo de colonização, subalternização e aculturação indígena que passa pelo discurso e força da religião “cristã” (as aspas aqui são necessárias). Religiões chamadas primitivas e, geralmente não brancas, são sempre demonizadas e, mais que uma possibilidade de convívio entre as diferentes cosmovisões, faz-se necessário, nesses casos, um total aniquilamento do inimigo, para que o projeto final seja concretizado: o total ocaso das religiões inimigas.

O filme, de forma poética e resgatando o melhor sentido do profetismo, faz a denúncia dessas violências, mas sem entrar no jogo de certo/errado, o que dá mais força ainda à narrativa dirigida por Bolognesi, que deixa ao espectador a percepção e a conscientização através da própria vivência dos índios Paiter Suruí, principalmente os dramas do “ex-pajé” Perpera.

A força do canto, da mística e da espiritualidade indígena são de emocionar e nos fazem perceber a riqueza, grandiosidade e leveza que existem numa cultura milenar (bem anterior à fé cristã) e que leva a tribo a entender as forças da natureza de forma tão bela e que se manifesta, principalmente, na sua relação espiritual com a natureza, beleza esta agredida e retirada pelas forças da colonização religiosa à que são submetidos, muitas vezes em troca de remédios, assistência e até mesmo, convívio (que é negado aos que não se “convertem”).

O olhar triste e constrangido do “ex-pajé” ao sofrer a violência que lhe é imposta pelos missionários é ponto marcante no documentário e traduz, sem palavras, a crueldade que lhe é imposta e lhe obriga a abandonar a beleza e sua natureza de pajelança e cuidado dos seus. Imperialismo em nome de um deus branco e inimigo da sua própria história.

Mas, e não quero correr o risco de dar “spoiller”, não há força imposta que tire de nós a essência. E ao fim do filme há um sopro de esperança que me fez chorar de emoção, alívio e vergonha. Vergonha por, de alguma forma, estar ligado a esse sistema que oprime, elimina culturas e vivências e faz isso “em nome de deus”. Emoção e alívio por já há alguns anos entender que não há, no Cristo, violência e imposição quaisquer que deslegitimem outras experiências e percepções do Sagrado.

A verdadeira fé, aquela mais íntima, que sistema religioso nenhum é capaz de dominar, sempre prevalecerá! Ainda bem!

Para além disso, é preciso, URGENTEMENTE, que se averigue, investigue a fundo a relação dessas “missões evangélicas” com a exploração ilegal das áreas indígenas e sua ligação com garimpeiros e grileiros. Não é possível que uma simples ONG receba quase 1 BILHÃO de reais em 4 anos para, simplesmente, fazer atendimentos (que não foram feitos) aos povos da floresta. Ainda mais num governo que, declaradamente, era anti-indígena, antidemarcação e, todos sabemos, antivida!

Que Deus e os Espíritos da floresta e dos rios não nos abandonem!

Pastor Zé Barbosa Jr

(https://revistaforum.com.br/opiniao/2023/1/25/dorindigena-ganncia-missionaria-evangelica-por-pastor-zebarbosa-jr-130552.html . Acesso em 25/01/2023)

Pode-se afirmar que o autor do texto:

 

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3200292 Ano: 2023
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ribeirão-PE

Assinale a classificação incorreta.

Questão Anulada

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3200291 Ano: 2023
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ribeirão-PE

Assinale a alternativa incorreta sobre a Vigilância Sanitária.

Questão Anulada

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3200290 Ano: 2023
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ribeirão-PE

A respeito das Doenças Sexualmente Transmissíveis, considere V para afirmativa verdadeira e F para falsa:

( ) A terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) passa a ser adotada em substituição à expressão Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas.

( ) As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos.

( ) Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada.

( ) A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.

( ) Cada IST apresenta sinais, sintomas e características distintos. São três as principais manifestações clínicas das IST: corrimentos, feridas e verrugas anogenitais.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

Questão Anulada

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