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Foram encontradas 140 questões.

2483099 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Após a Rainha da Holanda e o Rei da Bélgica abdicarem em 2013 em favor de seus filhos, em 2014 foi a vez de mais uma Casa Real da Europa trocar de comando. Em meio às disputas de uma Copa do Mundo e o descontentamento de parte dos súditos que questionam a continuidade da monarquia, a cerimônia foi simples e discreta.
O rei que abdicou em favor de seu filho foi
 

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2482896 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Falecido em dezembro de 2013, foi um advogado de direitos humanos, líder rebelde, político e ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1993. A ONU instituiu o dia 18 de julho, em sua homenagem, como forma de valorizar em todo o mundo a luta pela liberdade, pela justiça e pela democracia.
Após passar 27 anos na prisão por suas atividades e crenças políticas, libertado, foi eleito democraticamente o 1.º presidente da África do Sul. Trata-se de
 

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2482883 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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A prática pedagógica é práxis, pois nela estão presentes a concepção e a ação que buscam transformar a realidade, ou seja, há unidade entre teoria e prática. Nesse sentido, a prática e a reflexão sobre a prática se colocam como parte da própria prática, num movimento contínuo de construção, como parte da experiência vivida pelos sujeitos e elemento essencial de transformação da realidade. Nessa perspectiva, o planejamento é
 

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2482856 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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A partir desta segunda-feira (10.03), o Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) para meninas de 11 a 13 anos, em postos de saúde e em escolas públicas e privadas de todo o país.
Até 2016, o objetivo do ministério é imunizar 80% do total de 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos no país. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 290 milhões de mulheres no mundo têm HPV.
(g1.globo.com/noticia/2014/03/vacinacao-hpv – Adaptado)
A vacinação pretende proteger contra
 

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2482594 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Considerado por muitos o vírus mais perigoso que a humanidade conhece atualmente, voltou às manchetes recentemente graças a um surto em Guiné, que já causou a morte de centenas de pessoas. Trata-se de uma “epidemia sem precedentes”, segundo a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF). O vírus é considerado uma ameaça para a saúde global e até mesmo um possível agente de guerra biológica.
(noticias.uol.com.br/saude/2014/04/05/virus-chegar-ao-brasil-durante-copa. Adaptado)
O vírus citado na matéria é o
 

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2482473 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Ideia

Tive uma ideia! Vamos lá ... Todos já sabemos dos surreais índices de trânsito do nosso país. A indústria da multa cresce a olhos vistos, o trânsito está um caos, a falta de educação nas ruas é evidente. Lei Seca, radar, pessoas falando ao celular, mandando mensagens enquanto dirigem, enfim, virou uma lei da selva.

Todas as infrações, supostamente, seriam coibidas com as multas, mas as pessoas não estão nem aí. Não pagam, recorrem, ou pagam e se lixam pra isso, arranjam um esquema. Na verdade, a multa não se mostra tão eficiente na diminuição das infrações.

Quando a gente é criança e faz alguma malcriação, nossos pais podem brigar, gritar, ameaçar, mas o que sempre acaba acontecendo, invariavelmente, é: Vai já ficar no quarto e pensar no que você fez. Opa! E se, ao ser flagrado fechando um cruzamento, o motorista abordado por um fiscal tomasse a multa, mas também tivesse que parar seu carro no acostamento por 30 minutos? Sem poder sair dali. Entendeu?

O policial viu o sujeito falando ao celular. Para o carro, pede a documentação, aplica a multa e a pessoa é obrigada, por lei, a esperar por 30 minutos ali, “pensando” no que fez.

Hoje em dia, tempo não é dinheiro, tempo vale muito mais. Então, punição mesmo, é fazer a pessoa perder seu tempo, não somente o seu dinheiro. Prefere-se pagar R$ 100 de multa a chegar 30 minutos atrasado a uma reunião. Se a pessoa se recusar a esperar, voz de prisão. E uma multa maior. Ela terá que ir até uma delegacia assinar uma papelada qualquer, ou seja, perderá mais do que os 30 minutos. Pense nisso.

Dessa forma, você pega no ponto fraco da sociedade de hoje. O infrator pode alegar que isso vai atrapalhar a vida dele, que ele vai perder uma reunião importantíssima, que ele está atrasadíssimo, que é um absurdo parar a vida dele ... Ele que não cometesse nenhuma infração. Que não falasse ao celular dirigindo. A lei é clara, não pode fechar o cruzamento, ninguém mandou fechar. Dessa forma, aí sim, você estaria dando uma “lição” de verdade nas pessoas.

A falta de tempo é o pesadelo do mundo moderno. Que seja por meio desse medo que as pessoas comecem a respeitar as leis de trânsito.

(Fábio Porchat, O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Com o emprego da expressão – lei da selva –, no 1.º parágrafo, o autor refere-se

 

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2482276 Ano: 2014
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Uma atitude defensiva para evitar a ação da força centrífuga, em uma curva acentuada para direita, será a de
 

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2482051 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia a piada a seguir e assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a lacuna do texto.

Minha enteada estava dirigindo na via expressa quando as luzes do carro de polícia piscando em seu retrovisor parar no acostamento.

– Você sabe por que eu parei você? – perguntou o guarda.

– Seu carro estava a mais de 135 km/h.

– Impossível – alegou ela. – O marcador de velocidade estava em 130 km/h!

(Pat Goetzinger, in Seleções Reader’s Digest, maio de 2014)

 

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2482027 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Enunciado 2647518-1

Analisando essa foto da rua Aspicuelta, em São Paulo, frequentada por jovens, na época da Copa, e considerando a crônica de Matthew Shirts, é correto afirmar que

 

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2481999 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

É só uma brincadeira

É legítimo torcer contra o Brasil na Copa? Ainda que eu não tenha abraçado essa posição, minha resposta é um sonoro “sim”.

Para que, afinal, serve o jogo? Evidências zoológicas sugerem que a brincadeira desempenha um papel fundamental no desenvolvimento dos mamíferos. É jogando, isto é, simulando lutas, caçadas e fugas, que os filhotes aprendem e, divertindo-se, preparam-se para a vida adulta.

Isso vale ainda mais para o homem do que para outros animais. O historiador holandês Johan Huizinga (1872-1945), autor do clássico “Homo Ludens”, sustenta que a ideia de jogo é central para a civilização. Para ele, praticamente todas as atividades humanas, incluindo filosofia, guerra, arte, leis e política, podem ser vistas como o resultado de um jogo.

O que é um julgamento senão uma espécie de combate fingido no qual as partes substituem o enfrentamento total por um ditado por regras arbitrárias como as de um jogo, mas aceitas de comum acordo por ambos os lados? Observamos algo parecido na política. Em vez de diferentes facções guerrearem até a morte para definir quem manda, elas se batem em eleições que seguem uma coreografia predefinida. O prêmio, isto é, o poder, é conquistado, pelo vitorioso, por um período fixo, ao cabo do qual o jogo se reinicia.

Se essa chave interpretativa é correta, nada mais apropriado do que nos dividirmos em grupos que torcem contra e a favor do Brasil. Se o jogo tem mesmo o caráter civilizatório que Huizinga lhe atribui, este é um momento privilegiado para nos exercitarmos em lidar com diferenças. Paradoxalmente, é porque é só uma brincadeira, ou seja, algo sem tanta importância, que o jogo se tornou tão central para nossa espécie.

(Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br. 11.06.2014. Adaptado)

Na frase – Se o jogo tem mesmo o caráter civilizatório que Huizinga lhe atribui… – o termo destacado é empregado com o mesmo sentido do destacado em:

 

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