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Foram encontradas 140 questões.

2495511 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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A família é considerada como sendo o primeiro grupo humano organizado e como unidade-base da sociedade. Daí a importância que, no passado e no presente, tem-se dado à família e às mudanças que a tem caracterizado na sua estrutura, nas relações dentro e fora dela, com influências recíprocas na mudança. Atualmente, as funções da família são definidas como
 

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2495507 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Costa, propagador e maior especialista do conceito de protagonismo juvenil no Brasil, define-o como a participação do adolescente em atividades que extrapolam os âmbitos de seus interesses individuais e familiares e que podem ter como espaço a escola, os diversos âmbitos da vida comunitária e, até mesmo, a sociedade em sentido mais amplo, por meio de formas de mobilização que transcendem os limites de seu entorno sócio-comunitário. O propósito do protagonismo juvenil, como forma de participação social democrática, é criar condições para que o educando possa exercitar, de forma criativa e crítica, essas faculdades na construção gradativa de sua
 

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2495480 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Júlio tem um terreno retangular de 34,2 metros de comprimento por 50 metros de largura onde quer plantar alface, batata e brócolis da seguinte forma:
  • irá dividir o terreno em 2 partes iguais, e plantará alface em uma delas;
  • a outra parte vai dividir em 3 áreas do mesmo tamanho, e plantará brócolis em uma delas, e, batata, nas outras duas.
A área do terreno reservada para o plantio de batata mede, em metros quadrados,
 

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2495477 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Um escritório possui dois arquivos de pastas, A e B, sendo que o arquivo A contém o dobro do número de pastas do arquivo B. Sabendo-se que, se 40 quarenta pastas do arquivo A forem colocadas no arquivo B, ambos passarão a ter o mesmo número de pastas, então o número de pastas dos dois arquivos juntos é
 

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2495353 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

A frase do texto que contém expressão empregada com sentido figurado apresenta-se na alternativa:

 

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2495325 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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O governo de São Paulo e a prefeitura da capital anunciaram na noite de hoje (30.05.14) a criação de um centro para atendimento a imigrantes e refugiados.
No início do mês, a prefeitura paulistana já havia aberto um abrigo emergencial e provisório para receber os imigrantes que começaram a chegar em grande número à cidade. O fluxo começou depois do fechamento da estrutura que recebia essas pessoas no Acre.
(agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2014-05/sao-paulo.Adaptado)
O grande número de imigrantes que chegaram a São Paulo vindos do Acre são
 

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2495277 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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No MS-Windows 7, na sua configuração padrão, a sequência a partir da Área de Trabalho para criar uma pasta, usando um mouse, é:
 

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2495126 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

É só uma brincadeira

É legítimo torcer contra o Brasil na Copa? Ainda que eu não tenha abraçado essa posição, minha resposta é um sonoro “sim”.

Para que, afinal, serve o jogo? Evidências zoológicas sugerem que a brincadeira desempenha um papel fundamental no desenvolvimento dos mamíferos. É jogando, isto é, simulando lutas, caçadas e fugas, que os filhotes aprendem e, divertindo-se, preparam-se para a vida adulta.

Isso vale ainda mais para o homem do que para outros animais. O historiador holandês Johan Huizinga (1872-1945), autor do clássico “Homo Ludens”, sustenta que a ideia de jogo é central para a civilização. Para ele, praticamente todas as atividades humanas, incluindo filosofia, guerra, arte, leis e política, podem ser vistas como o resultado de um jogo.

O que é um julgamento senão uma espécie de combate fingido no qual as partes substituem o enfrentamento total por um ditado por regras arbitrárias como as de um jogo, mas aceitas de comum acordo por ambos os lados? Observamos algo parecido na política. Em vez de diferentes facções guerrearem até a morte para definir quem manda, elas se batem em eleições que seguem uma coreografia predefinida. O prêmio, isto é, o poder, é conquistado, pelo vitorioso, por um período fixo, ao cabo do qual o jogo se reinicia.

Se essa chave interpretativa é correta, nada mais apropriado do que nos dividirmos em grupos que torcem contra e a favor do Brasil. Se o jogo tem mesmo o caráter civilizatório que Huizinga lhe atribui, este é um momento privilegiado para nos exercitarmos em lidar com diferenças. Paradoxalmente, é porque é só uma brincadeira, ou seja, algo sem tanta importância, que o jogo se tornou tão central para nossa espécie.

(Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br. 11.06.2014. Adaptado)

Segundo a conclusão do autor, expressa no último parágrafo do texto, a divisão dos brasileiros em grupos que torcem contra ou a favor do Brasil na Copa

 

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2495068 Ano: 2014
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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O processo democrático e estratégico de construção do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) concentrou-se especialmente em um tema que tem mobilizado a opinião pública, a mídia e diversos segmentos da sociedade brasileira: o que deve ser feito no enfrentamento de situações de violência que envolvem adolescentes enquanto autores de ato infracional ou vítimas de violação de direitos no cumprimento de medidas socioeducativas. A implementação do SINASE objetiva primordialmente o desenvolvimento de uma ação socioeducativa sustentada nos princípios dos direitos humanos. Dessa forma, priorizaram-se as medidas
 

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2494854 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase do texto está corretamente reescrita, obedecendo à regência verbal ou nominal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

 

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