Foram encontradas 50 questões.
Provas
Provas
Provas
Para a resolução da questão, considere a seguinte situação:
Dois irmãos, Caio e Pedro, com idades de 25 e 18 anos, respectivamente, receberam um terreno por herança. Foi feita a divisão do terreno de modo que as partes que couberam a cada um tinham áreas diretamente proporcionais às suas idades.
Provas
- GeometriaGeometria PlanaÂngulosÂngulos - Lei Angular de Thales
- GeometriaGeometria PlanaTriângulos
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
Para a resolução da questão, considere a seguinte situação:
Carla e Joana compraram, juntas, um terreno retangular, com largura de 50 metros e área total de 6 000 m2 , que será dividido ao meio por uma de suas diagonais. Na figura abaixo, o terreno é representado, fora de escala, e destacou-se a parte que coube a Carla.

Provas
- GeometriaGeometria PlanaÂngulosÂngulos - Lei Angular de Thales
- GeometriaGeometria PlanaTriângulos
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
Para a resolução da questão, considere a seguinte situação:
Carla e Joana compraram, juntas, um terreno retangular, com largura de 50 metros e área total de 6 000 m2 , que será dividido ao meio por uma de suas diagonais. Na figura abaixo, o terreno é representado, fora de escala, e destacou-se a parte que coube a Carla.

Provas
Leia a tirinha para responder à questão.

(Disponível em <http://depositodocalvin.blogspot.com/2013/01/calvin-haroldo-tirinha-612-23-de-julho.html>
Provas
Leia a tirinha para responder à questão.

(Disponível em <http://depositodocalvin.blogspot.com/2013/01/calvin-haroldo-tirinha-612-23-de-julho.html>
Provas
Furto em Flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
— Que ideia a sua vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos Plausíveis.
In: ANDRADE, Carlos Drummond de. Prosa e Poesia, 8. ed.
Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 1992. p. 1266.
Provas
Furto em Flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
— Que ideia a sua vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos Plausíveis.
In: ANDRADE, Carlos Drummond de. Prosa e Poesia, 8. ed.
Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 1992. p. 1266.
Considere a frase:
O porteiro assistia _____ toda a cena, sem perceber minha culpa, meu desejo de retornar a flor _____ lugar no qual ela desabrochara e do qual ____ furtei.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:
Provas
Caderno Container