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De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente atendimento no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. Sendo assim, analise as afirmativas a seguir e marque V para verdadeiro e F para falso.

( ) O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo.

( ) O atendimento em creche e pré-escola é voltado às crianças de zero a seis anos de idade.

( ) O não oferecimento do ensino obrigatório pelo poder público ou sua oferta irregular importa responsabilidade da autoridade competente.

( ) Compete ao poder público recensear os educandos no ensino fundamental, fazer-lhes a chamada e zelar, junto aos pais ou responsável, pela frequência à escola.

A sequência CORRETA é:

 

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Assinale a alternativa que apresenta frase pautada no USO RECOMENDADO pela norma culta.

 

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Pandemia infla entrada de palavras em

vocabulário da língua portuguesa.

Letícia Mutchnik UOL - SP - 21/10/2021

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaram a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário, com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;

▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;

▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;

▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inédito, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado https://educacao.uol.com.br

A palavra PANDEMIA apresenta o seguinte processo de formação:

 

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Pandemia infla entrada de palavras em

vocabulário da língua portuguesa.

Letícia Mutchnik UOL - SP - 21/10/2021

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaramI a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 diasIII durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário, com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;

▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;

▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;

▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inéditoII, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado https://educacao.uol.com.br

Sobre os aspectos linguísticos e semânticos do texto, analise as afirmativas.

I- No período “[...] mas ganharam força e passaram [...].”, o conectivo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, pela locução “no entanto”.

II- No período “Em um processo inédito [...].”, o vocábulo destacado apresenta o sentido de “sem precedente”.

III- "O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias [...].”, a palavra sublinhada expressa uma ação imperfectiva, concluída.

Estão CORRETAS as afirmativas:

 

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Pandemia infla entrada de palavras em

vocabulário da língua portuguesa.

Letícia Mutchnik
UOL - SP - 21/10/2021

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaram a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário, com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;
▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;
▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;
▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inédito, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado https://educacao.uol.com.br

O principal objetivo desse gênero textual é:

 

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Pandemia infla entrada de palavras em

vocabulário da língua portuguesa.

Letícia Mutchnik
UOL - SP - 21/10/2021

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaram a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário, com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;
▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;
▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;
▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inédito, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado https://educacao.uol.com.br

Analise as afirmativas a seguir.

I- As novas palavras surgidas na pandemia são legítimas criações populares. Elas devem sempre ser mantidas no léxico culto e isentas de qualquer preconceito linguístico.

II- O efeito linguístico da pandemia é um fenômeno intrínseco da Língua Portuguesa.

III- A língua é dinâmica e está sujeita a inúmeras modificações de acordo com a necessidade de interação social.

IV- Todas as palavras introduzidas no vocabulário dos brasileiros, durante a pandemia, enriqueceram a linguagem e serão dicionarizadas.

De acordo com o texto, estão INCORRETAS as afirmativas:

I e II, apenas.
I e IV, apenas.
II e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
 

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2092956 Ano: 2021
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP

Investment in primary health care urgently needed to ensure COVID-19 recovery in the Americas.

Increased public health spending must continue to improve hardest-hit primary care services such as routine immunization programs, says PAHO Director.

Washington, DC, November 10, 2021 (PAHO) – With countries in the Americas reporting severe disruptions in essential primary health care services, urgent investment is key to improving health systems continuously weakened by the pandemic, said Pan American Health Organization (PAHO) Director Carissa F. Etienne.

With cases rising in some parts of the region following a two-month declineb, it is vital that countries remain vigilant and prioritize public spending in heath so that no one is left behind.

“Few countries invest as much public spending in their health services as they should, leaving them prone to shortages in health personnel and essential supplies.”

With the pandemic siphoning off financial and human resources, many countries have reported interruptions in vital areasc, such as routine immunization programs, support for chronic conditions and mental- and reproductive health services.

Despite these disruptions, public investment in health has risen in many countries to ramp up ICU capacity, increase hospital services, and deploy COVID-19 vaccinesa. But these increases cannot be a short-term trend, the Director said.

All countries should increase public expenditures in their health systems to the recommended 6% of national GDP or higher and should ensure that 30% of this funding goes to first level care.

“Primary care, as you have heard us say over and over again, is the backbone of our health systems,” Dr. Etienne said, and more important than ever. “It’s at the primary care level that COVID testing, contact tracking and tracing and immunizations take place.”

As economies remain strained, countries face difficult choices about how to spend limited funds. “We cannot forget that health is an investment, not an expensed,” the Director said. “As we learned with COVID-19, health is at the core of vibrant societies. It keeps people working, kids in schools, companies productive and economies growing.”

Turning to the COVID-19 situation in the region, Dr. Etienne said that in the past week countries reported 700,000 new COVID infections and 13,000 deathse.

Several countries, including parts of Colombia and Bolivia and the Southern Cone countries, are seeing upward trends after relaxing public health measures.

In the Caribbean, Cuba, Jamaica, and Puerto Rico have reported a drop in new infections while cases are rising in the Dominican Republic, Trinidad and Tobago and Barbados. High numbers of cases are also being seen in the Cayman Islands and Dominica.

Vaccination rates, however, continue to pick up pace, reaching an overall coverage of 48% in Latin America and the Caribbean.

PAHO continues to work with manufacturers to secure additional doses, the Director added. The organization has signed supply agreements with three manufacturers of WHO Emergency Use Listing (EUL) vaccines and is in final negotiations with a fourth supplier of mRNA vaccines.

Available at: https://www.paho.org/en/news/10-11-2021-investment-primary-health-care-urgently-needed-ensure-covid-19-recovery-americas

Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto onde o uso dos articles está incorreto:

 

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2092955 Ano: 2021
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP

Investment in primary health care urgently needed to ensure COVID-19 recovery in the Americas.

Increased public health spending must continue to improve hardest-hit primary care services such as routine immunization programs, says PAHO Director.

Washington, DC, November 10, 2021 (PAHO) – With countries in the Americas reporting severe disruptions in essential primary health care services, urgent investment is key to improving health systems continuously weakened by the pandemic, said Pan American Health Organization (PAHO) Director Carissa F. Etienne.

With cases rising in some parts of the region following a two-month decline, it is vital that countries remain vigilant and prioritize public spending in heath so that no one is left behind.

“Few countries invest as much public spending in their health services as they shouldd, leaving them prone to shortages in health personnel and essential supplies.”

With the pandemic siphoning off financial and human resources, many countries have reported interruptions in vital areas, such as routine immunization programs, support for chronic conditions and mental- and reproductive health services.

Despite these disruptions, public investment in health has risen in many countries to ramp up ICU capacity, increase hospital services, and deploy COVID-19 vaccines. But these increases cannot be a short-term trend, the Director saidb.

All countries should increase public expenditures in their health systems to the recommended 6%a of national GDP or higher and should ensure that 30% of this funding goes to first level care.

“Primary care, as you have heard us say over and over again, is the backbone of our health systemsc,” Dr. Etienne said, and more important than ever. “It’s at the primary care level that COVID testing, contact tracking and tracing and immunizations take place.”

As economies remain strained, countries face difficult choices about how to spend limited funds. “We cannot forget that health is an investment, not an expense,” the Director said. “As we learned with COVID-19, health is at the core of vibrant societies. It keeps people working, kids in schools, companies productive and economies growing.”

Turning to the COVID-19 situation in the region, Dr. Etienne said that in the past week countries reported 700,000 new COVID infections and 13,000 deathse.

Several countries, including parts of Colombia and Bolivia and the Southern Cone countries, are seeing upward trends after relaxing public health measures.

In the Caribbean, Cuba, Jamaica, and Puerto Rico have reported a drop in new infections while cases are rising in the Dominican Republic, Trinidad and Tobago and Barbados. High numbers of cases are also being seen in the Cayman Islands and Dominica.

Vaccination rates, however, continue to pick up pace, reaching an overall coverage of 48% in Latin America and the Caribbean.

PAHO continues to work with manufacturers to secure additional doses, the Director added. The organization has signed supply agreements with three manufacturers of WHO Emergency Use Listing (EUL) vaccines and is in final negotiations with a fourth supplier of mRNA vaccines.

Available at: https://www.paho.org/en/news/10-11-2021-investment-primary-health-care-urgently-needed-ensure-covid-19-recovery-americas

Em qual desses trechos do texto é possível encontrar uma estrutura verbal no Present Perfect Simple?

 

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A ferramenta mais antiga do Word é o corretor ortográfico. Ele é o responsável pela verificação da forma como as palavras são escritas. Com base, na versão do Word 2016, marque a alternativa CORRETA.

 

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Os modos de exibição visam auxiliar no controle dos slides, facilitando, por exemplo, a movimentação dos slides na apresentação. No Power Point 2016, encontramos os seguintes tipos principais de visualização:

I. Normal.

II. Modo de Exibição de Estrutura e Tópicos.

III. Classificação de Slides.

IV. Anotações e Modo de Exibição de Leitura.

V. Apresentação de Slides.

Está correto o que se afirma em:

I, II, III e V apenas.
I, II, III, IV e V.
I, III e V apenas.
III, IV e V apenas.
 

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