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Conforme as normas de acentuação, assinalar a alternativa INCORRETA:
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Tempo médio de sono aumentou em uma hora durante
a pandemia
O ano de 2020 mudou a rotina da maioria das pessoas – muitas vezes para pior, é claro. Mas também houve melhoras: o tempo de sono das pessoas ao redor do mundo aumentou em uma hora, graças às medidas de contenção da pandemia de Covid-19.
É isso que mostram os dados reunidos pelo aplicativo de celular Sleep as Android, que registra a rotina do sono dos usuários. Uma equipe de cientistas americanos liderada por Jeff Huang, professor na Universidade Brown, reuniu dados anônimos de mais de 100 mil pessoas ao redor do mundo para analisar como os hábitos de sono mudaram ao longo do ano em comparação com 2019.
Na maioria dos países, as pessoas continuaram a ir para a cama nos mesmos horários de sempre ou pouco tempo depois. A diferença foi que, desde março, elas passaram a acordar uma hora mais tarde – ou seja, aumentaram uma hora no total de tempo descansando. Isso se deve às normas de contenção do coronavírus, que incluíram quarentenas, fechamentos de estabelecimentos e regime de home office em muitos empregos. Sem precisar se locomover até o trabalho, muitas pessoas aproveitaram para dormir um pouco mais.
Os dados também revelam diferenças regionais importantes. A maior parte dos usuários só passou a dormir mais a partir de março, quando países da Europa, como Itália e França, impuseram lockdowns. No Brasil, atingimos o pico de sono entre o fim de março e o começo de abril.
Países que não optaram por medidas de contenção, como a Suécia, mudaram menos os hábitos de repouso em comparação com aqueles que fecharam suas economias. No entanto, de modo geral, todos os países observaram um aumento no tempo de sono de suas populações, seja em maior ou menor grau.
Os números representam uma média geral, e variam muito de pessoa para pessoa. Também teve gente que foi na contramão: 17% dos usuários do app dormiram menos este ano do que no ano passado. Além disso, os dados só revelam detalhes sobre o tempo de sono, mas não sobre a qualidade dele, que depende de outros fatores. Os especialistas lembram que a ansiedade e o medo com a situação do mundo podem ter atrapalhado o sono de muitos durante a pandemia.
https://super.abril.com.br/comportamento/tempo-medio-de-sono
aumentou-em-uma-hora-durante-a-pandemia/ - Texto adaptado.
Levando-se em consideração o seu contexto, o pronome relativo “que”, em “... que depende de outros fatores.”, no sexto parágrafo, refere-se a:
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Tempo médio de sono aumentou em uma hora durante
a pandemia
O ano de 2020 mudou a rotina da maioria das pessoas – muitas vezes para pior, é claro. Mas também houve melhoras: o tempo de sono das pessoas ao redor do mundo aumentou em uma hora, graças às medidas de contenção da pandemia de Covid-19.
É isso que mostram os dados reunidos pelo aplicativo de celular Sleep as Android, que registra a rotina do sono dos usuários. Uma equipe de cientistas americanos liderada por Jeff Huang, professor na Universidade Brown, reuniu dados anônimos de mais de 100 mil pessoas ao redor do mundo para analisar como os hábitos de sono mudaram ao longo do ano em comparação com 2019.
Na maioria dos países, as pessoas continuaram a ir para a cama nos mesmos horários de sempre ou pouco tempo depois. A diferença foi que, desde março, elas passaram a acordar uma hora mais tarde – ou seja, aumentaram uma hora no total de tempo descansando. Isso se deve às normas de contenção do coronavírus, que incluíram quarentenas, fechamentos de estabelecimentos e regime de home office em muitos empregos. Sem precisar se locomover até o trabalho, muitas pessoas aproveitaram para dormir um pouco mais.
Os dados também revelam diferenças regionais importantes. A maior parte dos usuários só passou a dormir mais a partir de março, quando países da Europa, como Itália e França, impuseram lockdowns. No Brasil, atingimos o pico de sono entre o fim de março e o começo de abril.
Países que não optaram por medidas de contenção, como a Suécia, mudaram menos os hábitos de repouso em comparação com aqueles que fecharam suas economias. No entanto, de modo geral, todos os países observaram um aumento no tempo de sono de suas populações, seja em maior ou menor grau.
Os números representam uma média geral, e variam muito de pessoa para pessoa. Também teve gente que foi na contramão: 17% dos usuários do app dormiram menos este ano do que no ano passado. Além disso, os dados só revelam detalhes sobre o tempo de sono, mas não sobre a qualidade dele, que depende de outros fatores. Os especialistas lembram que a ansiedade e o medo com a situação do mundo podem ter atrapalhado o sono de muitos durante a pandemia.
https://super.abril.com.br/comportamento/tempo-medio-de-sono
aumentou-em-uma-hora-durante-a-pandemia/ - Texto adaptado.
As palavras “impuseram” (quarto parágrafo) e “optaram” (quinto parágrafo) poderiam, sem gerar alterações de sentido, ser substituídas por:
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Tempo médio de sono aumentou em uma hora durante
a pandemia
O ano de 2020 mudou a rotina da maioria das pessoas – muitas vezes para pior, é claro. Mas também houve melhoras: o tempo de sono das pessoas ao redor do mundo aumentou em uma hora, graças às medidas de contenção da pandemia de Covid-19.
É isso que mostram os dados reunidos pelo aplicativo de celular Sleep as Android, que registra a rotina do sono dos usuários. Uma equipe de cientistas americanos liderada por Jeff Huang, professor na Universidade Brown, reuniu dados anônimos de mais de 100 mil pessoas ao redor do mundo para analisar como os hábitos de sono mudaram ao longo do ano em comparação com 2019.
Na maioria dos países, as pessoas continuaram a ir para a cama nos mesmos horários de sempre ou pouco tempo depois. A diferença foi que, desde março, elas passaram a acordar uma hora mais tarde – ou seja, aumentaram uma hora no total de tempo descansando. Isso se deve às normas de contenção do coronavírus, que incluíram quarentenas, fechamentos de estabelecimentos e regime de home office em muitos empregos. Sem precisar se locomover até o trabalho, muitas pessoas aproveitaram para dormir um pouco mais.
Os dados também revelam diferenças regionais importantes. A maior parte dos usuários só passou a dormir mais a partir de março, quando países da Europa, como Itália e França, impuseram lockdowns. No Brasil, atingimos o pico de sono entre o fim de março e o começo de abril.
Países que não optaram por medidas de contenção, como a Suécia, mudaram menos os hábitos de repouso em comparação com aqueles que fecharam suas economias. No entanto, de modo geral, todos os países observaram um aumento no tempo de sono de suas populações, seja em maior ou menor grau.
Os números representam uma média geral, e variam muito de pessoa para pessoa. Também teve gente que foi na contramão: 17% dos usuários do app dormiram menos este ano do que no ano passado. Além disso, os dados só revelam detalhes sobre o tempo de sono, mas não sobre a qualidade dele, que depende de outros fatores. Os especialistas lembram que a ansiedade e o medo com a situação do mundo podem ter atrapalhado o sono de muitos durante a pandemia.
https://super.abril.com.br/comportamento/tempo-medio-de-sono
aumentou-em-uma-hora-durante-a-pandemia/ - Texto adaptado.
Considerando-se o sentido do texto, analisar as afirmações abaixo e assinalar “V” para Verdadeiro ou “F” para Falso:
( ) O estudo indica que não houve grande alteração no horário em que as pessoas vão dormir, somente no horário em que acordam.
( ) O tempo de deslocamento para o trabalho, agora desnecessário, contribuiu para o aumento do tempo de sono.
( ) Essa diferença registrada é regional. Por exemplo, não houve mudança no número de horas de sono nos lugares em que as medidas de contenção não incluíram quarentenas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Tempo médio de sono aumentou em uma hora durante
a pandemia
O ano de 2020 mudou a rotina da maioria das pessoas – muitas vezes para pior, é claro. Mas também melhoras: o tempo de sono das pessoas ao redor do mundo aumentou em uma hora, graças às medidas de contenção da pandemia de Covid-19.
É isso que os dados reunidos pelo aplicativo de celular Sleep as Android, que registra a rotina do sono dos usuários. Uma equipe de cientistas americanos liderada por Jeff Huang, professor na Universidade Brown, reuniu dados anônimos de mais de 100 mil pessoas ao redor do mundo para analisar como os hábitos de sono mudaram ao longo do ano em comparação com 2019.
Na maioria dos países, as pessoas continuaram a ir para a cama nos mesmos horários de sempre ou pouco tempo depois. A diferença foi que, desde março, elas passaram a acordar uma hora mais tarde – ou seja, aumentaram uma hora no total de tempo descansando. Isso se deve às normas de contenção do coronavírus, que incluíram quarentenas, fechamentos de estabelecimentos e regime de home office em muitos empregos. Sem precisar se locomover até o trabalho, muitas pessoas aproveitaram para dormir um pouco mais.
Os dados também revelam diferenças regionais importantes. A maior parte dos usuários só passou a dormir mais a partir de março, quando países da Europa, como Itália e França, impuseram lockdowns. No Brasil, atingimos o pico de sono entre o fim de março e o começo de abril.
Países que não optaram por medidas de contenção, como a Suécia, mudaram menos os hábitos de repouso em comparação com aqueles que fecharam suas economias. No entanto, de modo geral, todos os países observaram um aumento no tempo de sono de suas populações, seja em maior ou menor grau.
Os números representam uma média geral, e variam muito de pessoa para pessoa. Também teve gente que foi na contramão: 17% dos usuários do app dormiram menos este ano do que no ano passado. Além disso, os dados só revelam detalhes sobre o tempo de sono, mas não sobre a qualidade dele, que depende de outros fatores. Os especialistas lembram que a ansiedade e o medo com a situação do mundo ter atrapalhado o sono de muitos durante a pandemia.
https://super.abril.com.br/comportamento/tempo-medio-de-sono
aumentou-em-uma-hora-durante-a-pandemia/ - Texto adaptado.
Conforme as normas de concordância verbal, as lacunas do texto podem ser preenchidas respectivamente por:
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Um paciente que estava clinicamente normal foi internado por insuficiência cardíaca. Após 20 dias da sua internação começou a apresentar algumas complicações clínicas e está recebendo muitos medicamentos como anti-inflamatório. No laudo médico, entre outras evoluções clínicas, constam azotemia, oligúria e elevação na ureia e creatinina séricas. Deste modo, assinale a suspeita clínica:
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Uma mulher de 65 anos foi ao médico por apresentar um quadro de mal estar, cansaço, dor de cabeça, e vômitos. O médico fez uma série de exames, sendo que tanto no soro do paciente quanto no líquor teve VDRL positivo 1:64, e FTA-ABS IgG e IgM reagentes. Marque a alternativa que contém a provável suspeita clínica:
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Uma gestante do tipo sanguíneo O negativo teve um primeiro filho do tipo sanguíneo A positivo. Depois de três anos, engravidou novamente e a obstetra solicitou a realização de exames periódicos para acompanhar e prevenir uma possível eritroblastose fetal. Deste modo, assinale a alternativa que contém o exame que deve ser realizado na gestante durante a gestação:
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Um paciente coletou escarro para diagnosticar uma suspeita de Tuberculose. Marque a alternativa que contém a coloração utilizada para fazer este diagnóstico.
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Assinale a seguir qual é o melhor método para diagnosticar a presença de larvas de helmintos em crianças parasitadas.
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