Foram encontradas 40 questões.
Um paciente precisa receber, ao longo de 1 dia, 1.800 mL
de soro fisiológico, distribuídos em doses iguais a cada 6 horas.
Qual o volume, em mililitros, que deverá ser administrado em
cada aplicação?
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Durante a preparação de uma solução, a enfermeira precisa
pesar 125 mg de um medicamento em pó. No entanto, a
balança disponível está calibrada apenas em gramas. Quantos
gramas correspondem aos 125 mg necessários?
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro,
sugere estudo
Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca
alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a
mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na
Alemanha, publicado no periódico científico Computers in
Human Behavior.
Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de
smartphones tem sido comparado a certos transtornos
aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma
série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam
dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse
comportamento.
Os pesquisadores decidiram testar o que acontece
quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso,
selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram
orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse
período, como comunicação com familiares.
Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por
exames de ressonância magnética no início e no final do teste.
O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três
imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares
ligados e desligados. Além disso, eles preencheram
questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
Após três dias de restrição do celular, os voluntários
apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao
sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de
smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo
mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo
accumbens, estudadas em quadros de dependência de
substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma
demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”,
avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital
Israelita.
Também houve ativação em vias de dopamina e
serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do
humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já
que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após
o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados
também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do
humor dos voluntários após três dias menos conectados.
No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o
número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle
para comparar as respostas e a falta de monitoramento para
saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.
Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de
humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos
próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de
outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo
não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda
assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado).
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro,
sugere estudo
Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca
alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a
mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na
Alemanha, publicado no periódico científico Computers in
Human Behavior.
Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de
smartphones tem sido comparado a certos transtornos
aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma
série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam
dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse
comportamento.
Os pesquisadores decidiram testar o que acontece
quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso,
selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram
orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse
período, como comunicação com familiares.
Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por
exames de ressonância magnética no início e no final do teste.
O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três
imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares
ligados e desligados. Além disso, eles preencheram
questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
Após três dias de restrição do celular, os voluntários
apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao
sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de
smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo
mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo
accumbens, estudadas em quadros de dependência de
substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma
demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”,
avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital
Israelita.
Também houve ativação em vias de dopamina e
serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do
humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já
que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após
o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados
também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do
humor dos voluntários após três dias menos conectados.
No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o
número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle
para comparar as respostas e a falta de monitoramento para
saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.
Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de
humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos
próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de
outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo
não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda
assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro,
sugere estudo
Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca
alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a
mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na
Alemanha, publicado no periódico científico Computers in
Human Behavior.
Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de
smartphones tem sido comparado a certos transtornos
aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma
série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam
dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse
comportamento.
Os pesquisadores decidiram testar o que acontece
quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso,
selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram
orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse
período, como comunicação com familiares.
Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por
exames de ressonância magnética no início e no final do teste.
O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três
imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares
ligados e desligados. Além disso, eles preencheram
questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
Após três dias de restrição do celular, os voluntários
apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao
sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de
smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo
mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo
accumbens, estudadas em quadros de dependência de
substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma
demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”,
avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital
Israelita.
Também houve ativação em vias de dopamina e
serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do
humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já
que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após
o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados
também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do
humor dos voluntários após três dias menos conectados.
No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o
número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle
para comparar as respostas e a falta de monitoramento para
saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.
Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de
humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos
próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de
outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo
não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda
assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro,
sugere estudo
Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca
alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a
mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na
Alemanha, publicado no periódico científico Computers in
Human Behavior.
Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de
smartphones tem sido comparado a certos transtornos
aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma
série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam
dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse
comportamento.
Os pesquisadores decidiram testar o que acontece
quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso,
selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram
orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse
período, como comunicação com familiares.
Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por
exames de ressonância magnética no início e no final do teste.
O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três
imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares
ligados e desligados. Além disso, eles preencheram
questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
Após três dias de restrição do celular, os voluntários
apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao
sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de
smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo
mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo
accumbens, estudadas em quadros de dependência de
substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma
demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”,
avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital
Israelita.
Também houve ativação em vias de dopamina e
serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do
humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já
que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após
o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados
também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do
humor dos voluntários após três dias menos conectados.
No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o
número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle
para comparar as respostas e a falta de monitoramento para
saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.
Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de
humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos
próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de
outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo
não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda
assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro,
sugere estudo
Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca
alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a
mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na
Alemanha, publicado no periódico científico Computers in
Human Behavior.
Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de
smartphones tem sido comparado a certos transtornos
aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma
série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam
dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse
comportamento.
Os pesquisadores decidiram testar o que acontece
quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso,
selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram
orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse
período, como comunicação com familiares.
Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por
exames de ressonância magnética no início e no final do teste.
O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três
imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares
ligados e desligados. Além disso, eles preencheram
questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
Após três dias de restrição do celular, os voluntários
apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao
sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de
smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo
mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo
accumbens, estudadas em quadros de dependência de
substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma
demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”,
avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital
Israelita.
Também houve ativação em vias de dopamina e
serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do
humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já
que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após
o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados
também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do
humor dos voluntários após três dias menos conectados.
No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o
número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle
para comparar as respostas e a falta de monitoramento para
saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.
Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de
humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos
próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de
outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo
não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda
assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro,
sugere estudo
Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca
alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a
mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na
Alemanha, publicado no periódico científico Computers in
Human Behavior.
Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de
smartphones tem sido comparado a certos transtornos
aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma
série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam
dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse
comportamento.
Os pesquisadores decidiram testar o que acontece
quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso,
selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram
orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse
período, como comunicação com familiares.
Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por
exames de ressonância magnética no início e no final do teste.
O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três
imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares
ligados e desligados. Além disso, eles preencheram
questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
Após três dias de restrição do celular, os voluntários
apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao
sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de
smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo
mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo
accumbens, estudadas em quadros de dependência de
substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma
demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”,
avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital
Israelita.
Também houve ativação em vias de dopamina e
serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do
humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já
que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após
o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados
também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do
humor dos voluntários após três dias menos conectados.
No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o
número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle
para comparar as respostas e a falta de monitoramento para
saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.
Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de
humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos
próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de
outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo
não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda
assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro,
sugere estudo
Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca
alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a
mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na
Alemanha, publicado no periódico científico Computers in
Human Behavior.
Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de
smartphones tem sido comparado a certos transtornos
aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma
série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam
dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse
comportamento.
Os pesquisadores decidiram testar o que acontece
quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso,
selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram
orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse
período, como comunicação com familiares.
Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por
exames de ressonância magnética no início e no final do teste.
O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três
imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares
ligados e desligados. Além disso, eles preencheram
questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
Após três dias de restrição do celular, os voluntários
apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao
sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de
smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo
mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo
accumbens, estudadas em quadros de dependência de
substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma
demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”,
avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital
Israelita.
Também houve ativação em vias de dopamina e
serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do
humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já
que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após
o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados
também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do
humor dos voluntários após três dias menos conectados.
No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o
número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle
para comparar as respostas e a falta de monitoramento para
saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.
Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de
humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos
próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de
outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo
não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda
assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado).
I. As áreas cerebrais ativadas após o período de restrição são as mesmas analisadas em dependência de drogas, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens.
II. O estudo conclui de forma definitiva que o uso do celular provoca dependência igual à do cigarro ou da cocaína.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro,
sugere estudo
Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca
alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a
mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na
Alemanha, publicado no periódico científico Computers in
Human Behavior.
Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de
smartphones tem sido comparado a certos transtornos
aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma
série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam
dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse
comportamento.
Os pesquisadores decidiram testar o que acontece
quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso,
selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram
orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse
período, como comunicação com familiares.
Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por
exames de ressonância magnética no início e no final do teste.
O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três
imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares
ligados e desligados. Além disso, eles preencheram
questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
Após três dias de restrição do celular, os voluntários
apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao
sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de
smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo
mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo
accumbens, estudadas em quadros de dependência de
substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma
demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”,
avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital
Israelita.
Também houve ativação em vias de dopamina e
serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do
humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já
que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após
o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados
também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do
humor dos voluntários após três dias menos conectados.
No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o
número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle
para comparar as respostas e a falta de monitoramento para
saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.
Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de
humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos
próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de
outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo
não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda
assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado).
I. A pesquisa identificou que a restrição do uso do celular por três dias alterou áreas do cérebro ligadas a mecanismos de recompensa.
II. O estudo foi conduzido com uma amostra ampla e representativa de adultos jovens, o que reforça a validade de suas conclusões.
III. A ativação de regiões como o núcleo accumbens foi comparada a quadros de dependência de substâncias.
IV. As limitações apontadas incluem ausência de grupo controle e dependência de relatos subjetivos dos voluntários.
Está correto o que se afirma em:
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