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É com base nos cálculos feitos com os dados mensais, de 2002 até junho deste ano, que se chega à projeção de queda da igualdade em 2085.” Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/asmais/2015/09/1675183-no-ritmo-atual-fim-da-desigualdade-entre-homens-e-mulheres-demoraria-240-anos.shtml (acesso em 19/03/2016)
As projeções assinaladas na reportagem acima demonstram que no Brasil persistem enormes desafios que dificultam a redução das desigualdades de gênero de forma mais célere. Entre as razões, abaixo, que dificultam esse processo, pode-se destacar:
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“A mundialização, paradoxalmente, tem alimentado também a retomada dos localismos, regionalismos e/ou nacionalismos, muitas vezes retrógrados e espacialmente segregadores (...)”.
(HAESBAERT, Rogério. Territórios alternativos. 2ª ed. São Paulo: Contexto, 2006, pág. 132)
Dentre os diversos movimentos nacionalistas que reforçam a ideia apresentada na citação, acima, tem-se a:
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“Mudança demográfica: a partir de 2045, mais brasileiros morrerão do que nascerão, diz IBGE
Um estudo divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE revelou um dado preocupante sobre a mudança demográfica brasileira. A partir de 2045 a taxa de mortalidade no País será maior que a taxa bruta de natalidade e a taxa de crescimento demográfico.
Segundo a publicação Mudança Demográfica no Brasil no Início do Século XXI: Subsídios para as projeções da população do Brasil e das Unidades da Federação, houve uma redução drástica de nascimentos nas últimas décadas, fenômeno observado em todo o mundo. A população jovem, de 15 a 29 anos, apresenta diminuição contínua de sua participação, enquanto a população de idosos será o segmento que mais cresce no Brasil.” Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2015/04/15/mudanca-demografica-ibge_n_7070134.html (acesso em 19/03/2016)
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