Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
A Regionalização é uma diretriz do Sistema Único de Saúde - SUS e um eixo estruturante do Pacto de Gestão. Um dos objetivos da regionalização é a:
Provas
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
A Portaria nº 2436/2017 estabelece a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. De acordo com essa portaria, é responsabilidade comum a todas as esferas de governo :
Provas
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
A Lei nº 8080/90 define os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde – SUS. Entre eles, está a descentralização, que determina:
Provas
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
De acordo com a Constituição Federal de 1988, a assistência à saúde é livre à iniciativa privada. Nesse âmbito, é correto afirmar que:
Provas
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
A Lei nº 8142/90, que dispõe sobre as transferências intergovernamentais na área da saúde, estabelece que, para receberem esses recursos, Municípios, Estados e Distrito Federal devem:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
TEXTO: A cidade contra a vacina
A Revolta da Vacina, famoso charivari que tomou conta das ruas do Rio de Janeiro no início do século passado, não se explica somente pelo temor que a população sentia da vacinação obrigatória [contra a varíola, proposta pelo sanitarista Oswaldo Cruz e aprovada pelo Congresso Nacional em 31 de outubro de 1904].
A população da cidade, sobretudo a de baixa renda, tinha razões para estar enfurecida. Os aluguéis eram caros, o desemprego crescia, os salários diminuíam e, no meio de tudo isso, o prefeito Pereira Passos iniciara uma reforma urbana que visava transformar a cidade numa espécie de Paris tropical, com a demolição de cortiços e hospedarias, a abertura de largas avenidas e a expulsão das camadas populares do centro.
Nesse clima, a notícia de que todos deveriam tomar a vacina explodiu como uma bomba. Sem qualquer esclarecimento sobre a eficácia da vacinação, a população sabia apenas que brigadas de vacinadores, acompanhadas por policiais armados, teriam autorização para violar residências, vacinar as pessoas e prender os que se recusassem a tomar a danada. Até mesmo Rui Barbosa, considerado o sujeito mais inteligente do país, declarou que ninguém teria o direito de contaminar seu sangue com um vírus. quela época, o próprio princípio da vacinação era polêmico.
A revolta explodiu no dia 10 de novembro, quando um comício contra a vacina terminou com os oradores presos no palanque pelo efetivo policial. A população literalmente quebrou a cidade. Teve de tudo: bondes incendiados, lojas depredadas, postes de luz destruídos, palacetes art noveau devidamente atacados. Membros da elite escaparam para seus palacetes de verão em Petrópolis e Teresópolis.
No meio da confusão, explodiu uma rebelião de cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha, que planejaram atacar o Palácio do Catete e derrubar o presidente da República, Rodrigues Alves. Após intenso tiroteio, que varou a madrugada de 15 de novembro, o saldo do levante militar era inacreditável, com vários cadáveres estendidos no Largo do Machado.
Para piorar a situação, pais de família ameaçavam receber os vacinadores à bala, com o argumento de que “a aplicação da vacina em braços e virilhas de donzelas era uma imoralidade capaz de despertar demônios adormecidos nas moças”.
Moradores negros da zona portuária, que cultuavam os orixás africanos, evocaram a proteção de Omolu, o poderoso deus da peste e da saúde, e rufaram os atabaques durante a pancadaria. Operários anarquistas ajudaram a erguer barricadas para proteger as casas de santo da repressão policial. Foi ali, onde vivia a população negra, que a revolta foi mais efetiva.
A reação do poder público não tardou. O governo decretou Estado de Sítio. Cortiços, hospedarias e favelas foram invadidos e milhares de moradores pobres foram detidos e enviados ilegalmente para campos de trabalho forçado nos seringais da Amazônia. A vacinação, interrompida no dia 11 de novembro, foi reiniciada e a varíola devidamente erradicada do Rio de Janeiro em pouco tempo.
Luiz Antonio Simas. In: Almanaque brasilidades: um inventário do Brasil popular. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2018. Páginas 198 – 200. (adaptado)
O autor afirma que “o saldo do levante militar era inacreditável” (5º parágrafo). Dentre as palavras abaixo, aquela que contém prefixo com significado idêntico ao do que inicia o vocábulo em destaque é:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
TEXTO: A cidade contra a vacina
A Revolta da Vacina, famoso charivari que tomou conta das ruas do Rio de Janeiro no início do século passado, não se explica somente pelo temor que a população sentia da vacinação obrigatória [contra a varíola, proposta pelo sanitarista Oswaldo Cruz e aprovada pelo Congresso Nacional em 31 de outubro de 1904].
A população da cidade, sobretudo a de baixa renda, tinha razões para estar enfurecida. Os aluguéis eram caros, o desemprego crescia, os salários diminuíam e, no meio de tudo isso, o prefeito Pereira Passos iniciara uma reforma urbana que visava transformar a cidade numa espécie de Paris tropical, com a demolição de cortiços e hospedarias, a abertura de largas avenidas e a expulsão das camadas populares do centro.
Nesse clima, a notícia de que todos deveriam tomar a vacina explodiu como uma bomba. Sem qualquer esclarecimento sobre a eficácia da vacinação, a população sabia apenas que brigadas de vacinadores, acompanhadas por policiais armados, teriam autorização para violar residências, vacinar as pessoas e prender os que se recusassem a tomar a danada. Até mesmo Rui Barbosa, considerado o sujeito mais inteligente do país, declarou que ninguém teria o direito de contaminar seu sangue com um vírus. quela época, o próprio princípio da vacinação era polêmico.
A revolta explodiu no dia 10 de novembro, quando um comício contra a vacina terminou com os oradores presos no palanque pelo efetivo policial. A população literalmente quebrou a cidade. Teve de tudo: bondes incendiados, lojas depredadas, postes de luz destruídos, palacetes art noveau devidamente atacados. Membros da elite escaparam para seus palacetes de verão em Petrópolis e Teresópolis.
No meio da confusão, explodiu uma rebelião de cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha, que planejaram atacar o Palácio do Catete e derrubar o presidente da República, Rodrigues Alves. Após intenso tiroteio, que varou a madrugada de 15 de novembro, o saldo do levante militar era inacreditável, com vários cadáveres estendidos no Largo do Machado.
Para piorar a situação, pais de família ameaçavam receber os vacinadores à bala, com o argumento de que “a aplicação da vacina em braços e virilhas de donzelas era uma imoralidade capaz de despertar demônios adormecidos nas moças”.
Moradores negros da zona portuária, que cultuavam os orixás africanos, evocaram a proteção de Omolu, o poderoso deus da peste e da saúde, e rufaram os atabaques durante a pancadaria. Operários anarquistas ajudaram a erguer barricadas para proteger as casas de santo da repressão policial. Foi ali, onde vivia a população negra, que a revolta foi mais efetiva.
A reação do poder público não tardou. O governo decretou Estado de Sítio. Cortiços, hospedarias e favelas foram invadidos e milhares de moradores pobres foram detidos e enviados ilegalmente para campos de trabalho forçado nos seringais da Amazônia. A vacinação, interrompida no dia 11 de novembro, foi reiniciada e a varíola devidamente erradicada do Rio de Janeiro em pouco tempo.
Luiz Antonio Simas. In: Almanaque brasilidades: um inventário do Brasil popular. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2018. Páginas 198 – 200. (adaptado)
Os sinais de pontuação contribuem para garantir, no texto escrito, coesão e coerência. Na frase “Teve de tudo: bondes incendiados, lojas depredadas, postes de luz destruídos, palacetes art noveau devidamente atacados.” (4º parágrafo), pode-se afirmar, quanto aos dois-pontos e às vírgulas, que são utilizados, respectivamente, para:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
TEXTO: A cidade contra a vacina
A Revolta da Vacina, famoso charivari que tomou conta das ruas do Rio de Janeiro no início do século passado, não se explica somente pelo temor que a população sentia da vacinação obrigatória [contra a varíola, proposta pelo sanitarista Oswaldo Cruz e aprovada pelo Congresso Nacional em 31 de outubro de 1904].
A população da cidade, sobretudo a de baixa renda, tinha razões para estar enfurecida. Os aluguéis eram caros, o desemprego crescia, os salários diminuíam e, no meio de tudo isso, o prefeito Pereira Passos iniciara uma reforma urbana que visava transformar a cidade numa espécie de Paris tropical, com a demolição de cortiços e hospedarias, a abertura de largas avenidas e a expulsão das camadas populares do centro.
Nesse clima, a notícia de que todos deveriam tomar a vacina explodiu como uma bomba. Sem qualquer esclarecimento sobre a eficácia da vacinação, a população sabia apenas que brigadas de vacinadores, acompanhadas por policiais armados, teriam autorização para violar residências, vacinar as pessoas e prender os que se recusassem a tomar a danada. Até mesmo Rui Barbosa, considerado o sujeito mais inteligente do país, declarou que ninguém teria o direito de contaminar seu sangue com um vírus. quela época, o próprio princípio da vacinação era polêmico.
A revolta explodiu no dia 10 de novembro, quando um comício contra a vacina terminou com os oradores presos no palanque pelo efetivo policial. A população literalmente quebrou a cidade. Teve de tudo: bondes incendiados, lojas depredadas, postes de luz destruídos, palacetes art noveau devidamente atacados. Membros da elite escaparam para seus palacetes de verão em Petrópolis e Teresópolis.
No meio da confusão, explodiu uma rebelião de cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha, que planejaram atacar o Palácio do Catete e derrubar o presidente da República, Rodrigues Alves. Após intenso tiroteio, que varou a madrugada de 15 de novembro, o saldo do levante militar era inacreditável, com vários cadáveres estendidos no Largo do Machado.
Para piorar a situação, pais de família ameaçavam receber os vacinadores à bala, com o argumento de que “a aplicação da vacina em braços e virilhas de donzelas era uma imoralidade capaz de despertar demônios adormecidos nas moças”.
Moradores negros da zona portuária, que cultuavam os orixás africanos, evocaram a proteção de Omolu, o poderoso deus da peste e da saúde, e rufaram os atabaques durante a pancadaria. Operários anarquistas ajudaram a erguer barricadas para proteger as casas de santo da repressão policial. Foi ali, onde vivia a população negra, que a revolta foi mais efetiva.
A reação do poder público não tardou. O governo decretou Estado de Sítio. Cortiços, hospedarias e favelas foram invadidos e milhares de moradores pobres foram detidos e enviados ilegalmente para campos de trabalho forçado nos seringais da Amazônia. A vacinação, interrompida no dia 11 de novembro, foi reiniciada e a varíola devidamente erradicada do Rio de Janeiro em pouco tempo.
Luiz Antonio Simas. In: Almanaque brasilidades: um inventário do Brasil popular. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2018. Páginas 198 – 200. (adaptado)
Alterando a flexão do verbo para a voz ativa, ao se reescrever o segmento “milhares de moradores pobres foram detidos e enviados ilegalmente para campos de trabalho forçado” (último parágrafo), obtém-se:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
TEXTO: A cidade contra a vacina
A Revolta da Vacina, famoso charivari que tomou conta das ruas do Rio de Janeiro no início do século passado, não se explica somente pelo temor que a população sentia da vacinação obrigatória [contra a varíola, proposta pelo sanitarista Oswaldo Cruz e aprovada pelo Congresso Nacional em 31 de outubro de 1904].
A população da cidade, sobretudo a de baixa renda, tinha razões para estar enfurecida. Os aluguéis eram caros, o desemprego crescia, os salários diminuíam e, no meio de tudo isso, o prefeito Pereira Passos iniciara uma reforma urbana que visava transformar a cidade numa espécie de Paris tropical, com a demolição de cortiços e hospedarias, a abertura de largas avenidas e a expulsão das camadas populares do centro.
Nesse clima, a notícia de que todos deveriam tomar a vacina explodiu como uma bomba. Sem qualquer esclarecimento sobre a eficácia da vacinação, a população sabia apenas que brigadas de vacinadores, acompanhadas por policiais armados, teriam autorização para violar residências, vacinar as pessoas e prender os que se recusassem a tomar a danada. Até mesmo Rui Barbosa, considerado o sujeito mais inteligente do país, declarou que ninguém teria o direito de contaminar seu sangue com um vírus. quela época, o próprio princípio da vacinação era polêmico.
A revolta explodiu no dia 10 de novembro, quando um comício contra a vacina terminou com os oradores presos no palanque pelo efetivo policial. A população literalmente quebrou a cidade. Teve de tudo: bondes incendiados, lojas depredadas, postes de luz destruídos, palacetes art noveau devidamente atacados. Membros da elite escaparam para seus palacetes de verão em Petrópolis e Teresópolis.
No meio da confusão, explodiu uma rebelião de cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha, que planejaram atacar o Palácio do Catete e derrubar o presidente da República, Rodrigues Alves. Após intenso tiroteio, que varou a madrugada de 15 de novembro, o saldo do levante militar era inacreditável, com vários cadáveres estendidos no Largo do Machado.
Para piorar a situação, pais de família ameaçavam receber os vacinadores à bala, com o argumento de que “a aplicação da vacina em braços e virilhas de donzelas era uma imoralidade capaz de despertar demônios adormecidos nas moças”.
Moradores negros da zona portuária, que cultuavam os orixás africanos, evocaram a proteção de Omolu, o poderoso deus da peste e da saúde, e rufaram os atabaques durante a pancadaria. Operários anarquistas ajudaram a erguer barricadas para proteger as casas de santo da repressão policial. Foi ali, onde vivia a população negra, que a revolta foi mais efetiva.
A reação do poder público não tardou. O governo decretou Estado de Sítio. Cortiços, hospedarias e favelas foram invadidos e milhares de moradores pobres foram detidos e enviados ilegalmente para campos de trabalho forçado nos seringais da Amazônia. A vacinação, interrompida no dia 11 de novembro, foi reiniciada e a varíola devidamente erradicada do Rio de Janeiro em pouco tempo.
Luiz Antonio Simas. In: Almanaque brasilidades: um inventário do Brasil popular. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2018. Páginas 198 – 200. (adaptado)
No último parágrafo, predomina o uso da voz passiva. Uma motivação plausível para o autor ter escolhido essa flexão que permite a omissão do agente do processo verbal é considerar:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
TEXTO: A cidade contra a vacina
A Revolta da Vacina, famoso charivari que tomou conta das ruas do Rio de Janeiro no início do século passado, não se explica somente pelo temor que a população sentia da vacinação obrigatória [contra a varíola, proposta pelo sanitarista Oswaldo Cruz e aprovada pelo Congresso Nacional em 31 de outubro de 1904].
A população da cidade, sobretudo a de baixa renda, tinha razões para estar enfurecida. Os aluguéis eram caros, o desemprego crescia, os salários diminuíam e, no meio de tudo isso, o prefeito Pereira Passos iniciara uma reforma urbana que visava transformar a cidade numa espécie de Paris tropical, com a demolição de cortiços e hospedarias, a abertura de largas avenidas e a expulsão das camadas populares do centro.
Nesse clima, a notícia de que todos deveriam tomar a vacina explodiu como uma bomba. Sem qualquer esclarecimento sobre a eficácia da vacinação, a população sabia apenas que brigadas de vacinadores, acompanhadas por policiais armados, teriam autorização para violar residências, vacinar as pessoas e prender os que se recusassem a tomar a danada. Até mesmo Rui Barbosa, considerado o sujeito mais inteligente do país, declarou que ninguém teria o direito de contaminar seu sangue com um vírus. quela época, o próprio princípio da vacinação era polêmico.
A revolta explodiu no dia 10 de novembro, quando um comício contra a vacina terminou com os oradores presos no palanque pelo efetivo policial. A população literalmente quebrou a cidade. Teve de tudo: bondes incendiados, lojas depredadas, postes de luz destruídos, palacetes art noveau devidamente atacados. Membros da elite escaparam para seus palacetes de verão em Petrópolis e Teresópolis.
No meio da confusão, explodiu uma rebelião de cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha, que planejaram atacar o Palácio do Catete e derrubar o presidente da República, Rodrigues Alves. Após intenso tiroteio, que varou a madrugada de 15 de novembro, o saldo do levante militar era inacreditável, com vários cadáveres estendidos no Largo do Machado.
Para piorar a situação, pais de família ameaçavam receber os vacinadores à bala, com o argumento de que “a aplicação da vacina em braços e virilhas de donzelas era uma imoralidade capaz de despertar demônios adormecidos nas moças”.
Moradores negros da zona portuária, que cultuavam os orixás africanos, evocaram a proteção de Omolu, o poderoso deus da peste e da saúde, e rufaram os atabaques durante a pancadaria. Operários anarquistas ajudaram a erguer barricadas para proteger as casas de santo da repressão policial. Foi ali, onde vivia a população negra, que a revolta foi mais efetiva.
A reação do poder público não tardou. O governo decretou Estado de Sítio. Cortiços, hospedarias e favelas foram invadidos e milhares de moradores pobres foram detidos e enviados ilegalmente para campos de trabalho forçado nos seringais da Amazônia. A vacinação, interrompida no dia 11 de novembro, foi reiniciada e a varíola devidamente erradicada do Rio de Janeiro em pouco tempo.
Luiz Antonio Simas. In: Almanaque brasilidades: um inventário do Brasil popular. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2018. Páginas 198 – 200. (adaptado)
Em “o prefeito Pereira Passos iniciara uma reforma urbana” (2º parágrafo), a forma verbal está no pretérito mais que perfeito do modo indicativo. O verbo entre parênteses deve ser flexionado nesse mesmo tempo e modo, para completar corretamente a seguinte frase:
Provas
Caderno Container