Magna Concursos

Foram encontradas 239 questões.

1429313 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES

O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia-o atentamente.

“O Brasil desperdiçou 37% de toda a água tratada em 2013, segundo relatório do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), serviço ligado ao Ministério das Cidades. Os números de 2013 são os mais recentes divulgados. A média se manteve estável com relação ao verificado em 2012. O ideal, segundo o estudo, é que o índice de desperdício fique abaixo de 20%.”

(Disponível em: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/01/pais-desperdicou-37-da-agua-tratada-em-2013-diz-relatorio-do-governo.html.)

O Brasil é considerado um dos países mais ricos em recursos hídricos do Planeta, abrigando pouco mais de 10% de toda a água potável do mundo. Sobre a distribuição geográfica da água potável no Brasil, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Quase dois terços das reservas se encontram nos rios da região Norte, que é a região menos povoada do país.

( ) O Sudeste é a região que possui a menor reserva, o que vem gerando crises de abastecimento em várias capitais, como São Paulo.

( ) Um quantitativo considerável da água potável do Brasil não está à luz do sol, mas escondido em aquíferos, formações geológicas subterrâneas.

( ) A maior reserva de água potável do Brasil está no Aquífero Guarani, que se espalha sob um milhão de quilômetros quadrados, pelo subsolo de todos os estados do Norte e Centro-Oeste do Brasil.

A sequência está correta em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1429312 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES

O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia-o atentamente.

“O Brasil desperdiçou 37% de toda a água tratada em 2013, segundo relatório do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), serviço ligado ao Ministério das Cidades. Os números de 2013 são os mais recentes divulgados. A média se manteve estável com relação ao verificado em 2012. O ideal, segundo o estudo, é que o índice de desperdício fique abaixo de 20%.”

(Disponível em: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/01/pais-desperdicou-37-da-agua-tratada-em-2013-diz-relatorio-do-governo.html.)

São constatações sobre o desperdício da água obtidas pelo estudo do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS):
I. A água não chega ao consumidor devido a vazamentos em adutoras, redes, ramais, conexões e reservatórios das prestadoras de serviço responsáveis pelo abastecimento. II. Enfrentando uma das maiores crises hídricas de sua história, São Paulo foi o município que apresentou o maior índice de desperdício de água no Brasil. lII. As regiões Norte e Nordeste são as únicas com taxas de desperdício maiores que a média nacional.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1427111 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
Provas:
enunciado 1427111-1
De acordo com as ideias do texto, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, entre os que se declararam negros e pardos, o analfabetismo
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1422876 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
Culto do espelho

Um dos produtos mais curiosos da indústria cultural digital é a chamada selfie, autorretrato feito com celular que virou mania geral. Em lugares públicos e privados, o usuário, como quem porta um espelho, vira a câmera do telefone para o próprio rosto e, “espelho, espelho meu", descobre por meio das redes sociais que não existe no mundo ninguém mais bonito do que “eu".

O autorretrato foi prática comum na história da pintura e da fotografia. Hoje em dia ele é hábito de quem tem um celular à mão. Em qualquer dos casos, a ação de autorretratar-se diz respeito a um exercício de autoimagem no tempo histórico em que técnicas tradicionais como o óleo, a gravura, o desenho foram a base das representações de si. Hoje ele depende das novas tecnologias que, no mundo dos dispositivos, estão ao nosso alcance de forma mais simples.

Não se pode dizer que a invenção da fotografia digital tenha intensificado apenas quantitativamente a arte de autorretratar-se. Selfie não é fotografia pura e simplesmente, não é autorretrato como os outros. A selfie põe em questão uma diferença qualitativa. Ela diz respeito a um fenômeno social relacionado à mediação da própria imagem pelas tecnologias, em específico, o telefone celular. De certo modo, o aparelho celular constitui hoje tanto a democratização quanto a banalização da máquina de fotografar; sobretudo, do gesto de fotografar.

O celular tornou-se, além de tudo o que ele já era, enquanto meio de comunicação e de subjetivação, um espelho. Nosso rosto é o que jamais veremos senão por meio do espelho. Mas é o rosto do outro que é nosso primeiro espelho. O conhecimento de nosso próprio rosto surge muito depois do encontro com o rosto do outro. Em nossa época, contudo, cada um compraz-se mais com o próprio rosto do que com o alheio. O espelho, em seu sentido técnico, apenas nos dá a dimensão da imagem do que somos, não do que podemos ser. Ora, no tempo das novas tecnologias que tanto democratizam como banalizam a maior parte de nossas experiências, talvez a experiência atual com o rosto seja a de sua banalização.

O autorretrato do tipo selfie não seria possível sem o dispositivo dos celulares e suas câmeras fotográficas capazes de inverter o foco na direção do próprio autor da foto. Celular como espelho, a prática da selfie precisa ser pensada em relação à atual experiência com a imagem de si. Ora, a autoimagem foi, desde sempre, fascinante. Daí o verdadeiro culto que temos com os espelhos. Assim é que Narciso é o personagem da autoadmiração, que em um grau de desmesura, destrói o todo da vida. Representante da vaidade como amor à máscara que todos necessariamente usamos para apresentarmo-nos uns diante dos outros, Narciso foi frágil diante de si mesmo. Não escaparemos dessa máscara e de seus efeitos perigosos se não meditarmos no sentido do próprio fato de “aparecer" em nosso tempo. Por trás da máscara deveria haver um rosto. Mas não é esse que o espelho captura.

Um julgamento de valor no caso da hiperexposição dos rostos seria mero moralismo se não colocasse em jogo um dos valores mais importantes de nossa época, o que Walter Benjamin chamou de “valor de exposição". Somos vítimas e reprodutores de sua lógica. No tempo da exposição total criamos a dialética perversa entre amar a própria imagem, sermos vistos e acreditarmos que isso assegura, de algum modo, nosso existir. No tempo da existência submetida à aparência, em que falar de algo como “essência" tem algo de bizarro, talvez que, com a selfie fique claro que somos todos máscaras sem rosto e que este modo de aparecer seja o nosso novo modo de ser.

(Marcia Tiburi. Coluna CULT, Culto do espelho. Disponível em: http: http://revistacult.uol.com.br/home/2014/11/culto-do-espelho//.)

Ao se referir ao uso do aparelho celular na atualidade em relação à máquina de fotografar, a autora
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1420716 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
Provas:
Como saber se você seria um bom professor?
Não há limites para o ser humano a não serem aqueles que ele os coloque para si mesmo. Nem todos os limites são conscientes. Muitos até pensam ou acham que vão conseguir superar, mas não têm empenho, disciplina, conhecimentos suficientes, foco, visão, assertividade, constância, comprometimento, eficácia – e acabam não conseguindo. Depois, argumentam-se para si mesmos dizendo que fizeram tudo o que podiam e deviam. Melhor seria impossível fazer.
Está claro que algumas profissões exigem mais algumas especificidades que são essenciais que para outras não seriam.
Segundo Malcolm Gladwell, no seu livro Fora de Série, qualquer pessoa que pratique por 10.000 horas qualquer atividade torna-se excepcional nela. Uma média de 3 horas ao dia por 10 anos. Qualquer pessoa que praticasse ministrar 6 aulas por dia, em 5 anos seria uma excelente professora. Os Beatles tinham mais de 10.000 horas tocadas em shows e baladas antes de atingir o sucesso mundial.
Mas por que encontramos alguns professores com mais de 10 anos de atividade, às vezes até 30 anos, cujas aulas são medíocres?
Provavelmente uma das principais causas seria: ministrou todas as aulas, uma igual a outra, sem tirar nem pôr, sem interesse em melhorar, atualizar ou adequar aos variados públicos. É como se usasse a mesma ficha amarelada pelo tempo de uso ou uma mente que marcou passo no que decorou quando estudante. Não deu um passo além. Reduziu sua performance a zero.
Pensemos somente no prejuízo que tal professor provocou em 30 anos nos seus alunos. Se for de matemática então, quem sabe interferiu nas escolhas das carreiras dos seus alunos a profissões que não usasse matemática...
Qualquer pessoa pode ser um bom professor se, antes mesmo de escolher esta carreira: já gostasse de lidar com diferentes tipos de pessoas; tivesse a alegria de ensinar; sentisse prazer em aprender o que não soubesse e em ensinar o que soubesse para quem quisesse aprender; adorasse novidades; buscasse sempre conhecer mais sobre algum tema que lhe interessasse; não se incomodasse em ler nas mais variadas fontes; participasse com facilidade de atividades com grupos ou individuais; tivesse paciência para ouvir várias vezes a mesma história de diferentes pessoas; não se irritasse em ser questionada; fosse adaptável a diversas situações de convivência humana; estabelecesse bom contato com pessoas de diferentes origens, credos, culturas, níveis socioeconômicos, idades etc.
Mesmo que não tivesse as condições acima relacionadas, nada impede que elas possam ser aprendidas, treinadas e desenvolvidas. O ser humano tem capacidades incríveis que somente se mostram quando estimuladas. Nada existe que após 10.000 horas de prática, não torne o praticante em um expert no tema.
Para o ser humano tudo pode parecer difícil, complicado e impossível de ser feito se nada souber, mas tudo torna-se fácil, realizável e prazeroso quando se aprende. O saber é uma questão de busca pessoal, pois o conhecimento é uma construção individual. Podemos ser bombardeados por informações das mais variadas fontes, porém somente registramos o que conhecemos. O aprendizado é transformar as informações recebidas em conhecimentos.
Um bom professor não nasce pronto. É na prática que ele vai se formando, na paciência que vai se adquirindo, pelas tentativas de buscar melhores soluções que vai descobrindo os melhores caminhos, pois o relacionamento professor-aluno não nasce pronto, mas é construído ao longo de sua existência.
(Içami Tiba. Disponível em: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami-tiba/2011/12/27/como-saber-se-voce-seria-um-bom-professor.htm. Adaptado.)
No trecho “Está claro que algumas profissões exigem mais algumas especificidades que são essenciais que para outras não seriam." (2º§), o termo em destaque refere-se a.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1416052 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
Provas:
Como saber se você seria um bom professor?
Não há limites para o ser humano a não serem aqueles que ele os coloque para si mesmo. Nem todos os limites são conscientes. Muitos até pensam ou acham que vão conseguir superar, mas não têm empenho, disciplina, conhecimentos suficientes, foco, visão, assertividade, constância, comprometimento, eficácia – e acabam não conseguindo. Depois, argumentam-se para si mesmos dizendo que fizeram tudo o que podiam e deviam. Melhor seria impossível fazer.
Está claro que algumas profissões exigem mais algumas especificidades que são essenciais que para outras não seriam.
Segundo Malcolm Gladwell, no seu livro Fora de Série, qualquer pessoa que pratique por 10.000 horas qualquer atividade torna-se excepcional nela. Uma média de 3 horas ao dia por 10 anos. Qualquer pessoa que praticasse ministrar 6 aulas por dia, em 5 anos seria uma excelente professora. Os Beatles tinham mais de 10.000 horas tocadas em shows e baladas antes de atingir o sucesso mundial.
Mas por que encontramos alguns professores com mais de 10 anos de atividade, às vezes até 30 anos, cujas aulas são medíocres?
Provavelmente uma das principais causas seria: ministrou todas as aulas, uma igual a outra, sem tirar nem pôr, sem interesse em melhorar, atualizar ou adequar aos variados públicos. É como se usasse a mesma ficha amarelada pelo tempo de uso ou uma mente que marcou passo no que decorou quando estudante. Não deu um passo além. Reduziu sua performance a zero.
Pensemos somente no prejuízo que tal professor provocou em 30 anos nos seus alunos. Se for de matemática então, quem sabe interferiu nas escolhas das carreiras dos seus alunos a profissões que não usasse matemática...
Qualquer pessoa pode ser um bom professor se, antes mesmo de escolher esta carreira: já gostasse de lidar com diferentes tipos de pessoas; tivesse a alegria de ensinar; sentisse prazer em aprender o que não soubesse e em ensinar o que soubesse para quem quisesse aprender; adorasse novidades; buscasse sempre conhecer mais sobre algum tema que lhe interessasse; não se incomodasse em ler nas mais variadas fontes; participasse com facilidade de atividades com grupos ou individuais; tivesse paciência para ouvir várias vezes a mesma história de diferentes pessoas; não se irritasse em ser questionada; fosse adaptável a diversas situações de convivência humana; estabelecesse bom contato com pessoas de diferentes origens, credos, culturas, níveis socioeconômicos, idades etc.
Mesmo que não tivesse as condições acima relacionadas, nada impede que elas possam ser aprendidas, treinadas e desenvolvidas. O ser humano tem capacidades incríveis que somente se mostram quando estimuladas. Nada existe que após 10.000 horas de prática, não torne o praticante em um expert no tema.
Para o ser humano tudo pode parecer difícil, complicado e impossível de ser feito se nada souber, mas tudo torna-se fácil, realizável e prazeroso quando se aprende. O saber é uma questão de busca pessoal, pois o conhecimento é uma construção individual. Podemos ser bombardeados por informações das mais variadas fontes, porém somente registramos o que conhecemos. O aprendizado é transformar as informações recebidas em conhecimentos.
Um bom professor não nasce pronto. É na prática que ele vai se formando, na paciência que vai se adquirindo, pelas tentativas de buscar melhores soluções que vai descobrindo os melhores caminhos, pois o relacionamento professor-aluno não nasce pronto, mas é construído ao longo de sua existência.
(Içami Tiba. Disponível em: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami-tiba/2011/12/27/como-saber-se-voce-seria-um-bom-professor.htm. Adaptado.)
Acerca da oralidade, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

De acordo com a NR-12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, item 12.9, os pisos dos locais de trabalho onde houver máquinas e equipamentos e das áreas de circulação devem:

I. Ser mantidos limpos e livres de objetos, ferramentas e quaisquer materiais que ofereçam riscos de acidentes.

II. Ter características que previnam riscos provenientes de graxas, óleos e outras substâncias e materiais que os tornem escorregadios.

III. Ser nivelados e resistentes às cargas a que estão sujeitos.

Estão corretas as alternativas

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, item 12.112.1, o registro das manutenções deve ficar disponível:

I. Aos trabalhadores envolvidos na operação, manutenção e reparos.

II. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.

III. Ao Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT.

IV. Ao chefe ou responsável pelo programa – PCMSO.

V. fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.

VI. Ao chefe da brigada de incêndio.

Estão corretas as alternativas

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a NR-23, item 23.1.1, o empregador deve providenciar para todos os trabalhadores as seguintes informações, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
“As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.” As informações anteriores estão relacionadas à seguinte norma regulamentadora:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas