Foram encontradas 56 questões.
Considere que a sequência (x, 16, y, z) represente uma progressão aritmética (P.A.) e a sequência
(x + 1, 14, y + 2, z + 20) represente uma progressão geométrica (P.G.). Se todas as sequências forem
crescentes, podemos concluir que:
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A população P de uma colônia de bactérias diminui ao longo do tempo t, medido em horas. Essa população é
modelada pela função P(t) = P0 ∙ e−kt, em que P0 representa a população inicial e k é uma constante positiva.
Se em três horas a população de bactérias diminui para um oitavo da população inicial, quantas horas serão
necessárias para que a população diminua para 25% da população inicial?
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Um sistema linear é considerado impossível quando não possui solução, ou seja, não existe nenhum conjunto
de valores para as variáveis que satisfaça todas as equações do sistema simultaneamente. Dessa forma, se o
sistema
é impossível, os valores de m e n são tais que:
é impossível, os valores de m e n são tais que:Provas
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Uma equipe de construção consegue erguer um muro de 40 metros de comprimento em 5 dias, utilizando 4
trabalhadores. Quantos trabalhadores adicionais de mesma capacidade que os primeiros devem ser contratados
para que a equipe seja capaz de construir um muro de 80 metros de comprimento em 4 dias?
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Utilizando um pedaço de cartolina, Mariana confeccionou um cone equilátero, representado pela figura
abaixo.

O cone feito por Mariana possui uma área lateral de:

O cone feito por Mariana possui uma área lateral de:
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Uma certa empresa paga diariamente pelos serviços prestados por seus funcionários, o que está representado no
quadro abaixo:

Com base nas informações do quadro, podemos afirmar que:

Com base nas informações do quadro, podemos afirmar que:
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Imagine que você está interessado em comprar um videogame que custa R$ 1.800,00 à vista. No entanto, você
prefere parcelar o pagamento de acordo com as condições de três diferentes lojas da sua cidade:
• Loja X: Oferece um parcelamento em regime de juros simples de 2,6% ao mês, com uma entrada de 12% do valor do videogame e o restante dividido em 8 parcelas mensais iguais.
• Loja Y: Requer uma entrada de 18% do valor do videogame e o restante será parcelado em regime de juros compostos de 5% ao trimestre, em 12 parcelas mensais iguais.
• Loja Z: Não exige entrada, porém cobra um acréscimo de 17,8% sobre o preço à vista. O valor total, incluindo o acréscimo, deve ser pago em uma única parcela daqui a 60 dias.
• Loja X: Oferece um parcelamento em regime de juros simples de 2,6% ao mês, com uma entrada de 12% do valor do videogame e o restante dividido em 8 parcelas mensais iguais.
• Loja Y: Requer uma entrada de 18% do valor do videogame e o restante será parcelado em regime de juros compostos de 5% ao trimestre, em 12 parcelas mensais iguais.
• Loja Z: Não exige entrada, porém cobra um acréscimo de 17,8% sobre o preço à vista. O valor total, incluindo o acréscimo, deve ser pago em uma única parcela daqui a 60 dias.
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Em uma loja de eletrônicos, há uma prateleira com 15 dispositivos, dos quais 3 são smartphones, 5 são laptops
e 7 são tablets. Suponha que um cliente entre na loja e decida escolher aleatoriamente dois dispositivos da
prateleira. Qual é a probabilidade aproximada de que os dispositivos escolhidos sejam do mesmo tipo?
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TEXTO 2
Nunca consigo deixar de dar esmola. Quando vejo uma pessoa na miséria absoluta, meto a mão no bolso
e dou uma ajuda. Naquele momento em que recebe uma ajuda, a pessoa excluída de um processo social injusto
pode comer alguma coisa. Em tese, pode ser correta a ideia de que “dar esmolas não é bom nem para quem dá
nem para quem recebe”. Mas, na prática, a realidade é outra. Quem pede esmola está ou deve estar com fome.
Vivo em contradição, e acho que é a mesma que, no fundo, todo mundo vive. O ideal seria um mundo sem
esmola em que todos tivessem emprego, ganhassem o seu salário, tivessem a sua dignidade, sua cidadania
resguardada. Mas, infelizmente, nós vivemos em um país onde 20% da população vive na indigência.
Com tanta miséria, o que eu vou fazer no momento em que um menino, com fome, descalço,
visivelmente fraco, me pede uma esmola? Vou dizer para ele: Não, vá trabalhar! Não posso dizer isso. Estas
campanhas como “não dê esmolas” só terão validade se antes for criada uma alternativa verdadeira. Se não,
tornam-se perversas. Na situação atual, negar uma esmola a um excluído é um ato de insensibilidade. Não é
difícil acabar com a miséria no Brasil, mas não basta apenas o discurso. A comparação entre o que se faz na
área social com o que se faz para salvar bancos é válida, porque, para algumas coisas no Brasil, somos rápidos
e eficientes, mas, para outras, somos lentos e ineficientes, como no trato da questão social.
A miséria é uma vergonha para todos nós e, às vezes, chegamos a nos sentir cúmplices. Em alguma
medida, podemos ter responsabilidade, uns muito mais do que a maioria. A esmola não é alienante, a não ser
quando é a única ação contra a miséria. Eu posso, ao ver uma pessoa cair na rua, dizer, comodamente: um
médico é que deve atender você. Acho que contemplar ou passar por cima é a pior coisa que uma pessoa pode
fazer.
Fonte: SOUZA, Herbert de. Deve-se dar esmolas? IstoÉ, São Paulo, 19 jun. 1996.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
TEXTO 2
Nunca consigo deixar de dar esmola. Quando vejo uma pessoa na miséria absoluta, meto a mão no bolso
e dou uma ajuda. Naquele momento em que recebe uma ajuda, a pessoa excluída de um processo social injusto
pode comer alguma coisa. Em tese, pode ser correta a ideia de que “dar esmolas não é bom nem para quem dá
nem para quem recebe”. Mas, na prática, a realidade é outra. Quem pede esmola está ou deve estar com fome.
Vivo em contradição, e acho que é a mesma que, no fundo, todo mundo vive. O ideal seria um mundo sem
esmola em que todos tivessem emprego, ganhassem o seu salário, tivessem a sua dignidade, sua cidadania
resguardada. Mas, infelizmente, nós vivemos em um país onde 20% da população vive na indigência.
Com tanta miséria, o que eu vou fazer no momento em que um menino, com fome, descalço,
visivelmente fraco, me pede uma esmola? Vou dizer para ele: Não, vá trabalhar! Não posso dizer isso. Estas
campanhas como “não dê esmolas” só terão validade se antes for criada uma alternativa verdadeira. Se não,
tornam-se perversas. Na situação atual, negar uma esmola a um excluído é um ato de insensibilidade. Não é
difícil acabar com a miséria no Brasil, mas não basta apenas o discurso. A comparação entre o que se faz na
área social com o que se faz para salvar bancos é válida, porque, para algumas coisas no Brasil, somos rápidos
e eficientes, mas, para outras, somos lentos e ineficientes, como no trato da questão social.
A miséria é uma vergonha para todos nós e, às vezes, chegamos a nos sentir cúmplices. Em alguma
medida, podemos ter responsabilidade, uns muito mais do que a maioria. A esmola não é alienante, a não ser
quando é a única ação contra a miséria. Eu posso, ao ver uma pessoa cair na rua, dizer, comodamente: um
médico é que deve atender você. Acho que contemplar ou passar por cima é a pior coisa que uma pessoa pode
fazer.
Fonte: SOUZA, Herbert de. Deve-se dar esmolas? IstoÉ, São Paulo, 19 jun. 1996.
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