Foram encontradas 56 questões.
Leia o texto abaixo e depois responda à questão:
Há cerca de quarenta anos cientistas notaram algo interessante na savana da África. As girafas
comem a folhagem da Acacia tortilis, uma espécie de acácia que não gosta nem um pouco disso. Para se
livrar dos herbívoros, poucos minutos depois de as girafas aparecerem as acácias bombeiam toxinas para
as folhas. As girafas sabem disso e partem para as árvores próximas. Mas não tão próximas: primeiro elas
pulam vários exemplares e só voltam a comer depois de uns 100 metros. O motivo é surpreendente: as
acácias atacadas exalam um gás de alerta (no caso, etileno) que sinaliza às outras ao redor que surgiu um
perigo. Com isso, todos os indivíduos alertados se preparam de antemão e também liberam toxinas. As
girafas conhecem a tática e por isso avançam savana adentro até encontrarem árvores desavisadas. Ou
então trabalham contra o vento, já que é ele que carrega a mensagem aromática, buscando acácias que
ainda não detectaram sua presença.
Isso também acontece em outras florestas. Sejam faias, abetos ou carvalhos, as árvores percebem
os ataques sofridos. Dessa forma, quando uma lagarta morde com vontade, o tecido da folha danificada se
altera e ela envia sinais elétricos, da mesma forma que acontece com o corpo humano. No entanto, esse
impulso não se espalha em milissegundos, como no nosso caso, mas a apenas 1 centímetro por minuto. Por
isso demora até uma hora para que a substância defensiva chegue às folhas e acabe com a refeição da praga.
As árvores não são rápidas, e mesmo em perigo essa parece ser sua velocidade máxima. [...]
A saliva de cada espécie de inseto é única e pode ser tão bem classificada que as árvores são capazes
de emitir substâncias que atraem predadores específicos desses insetos, que atacarão as pragas e em
consequência ajudarão as árvores. Os olmos e pinheiros, por exemplo, apelam a pequenas vespas que
depositam seus ovos no corpo das lagartas que comem folhas. A larva da vespa se desenvolve no interior
da praga, que é devorada pouco a pouco, de dentro para fora. Assim as árvores se livram das pragas
inconvenientes e podem continuar crescendo livremente. A capacidade de identificar a saliva das pragas
comprova outra habilidade das árvores: elas também devem ter uma espécie de paladar.
(WOHLLEBEN, Peter. A vida secreta das árvores. Rio de Janeiro: Sextante, 2017. pp. 13-15).
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Há cerca de quarenta anos cientistas notaram algo interessante na savana da África. As girafas
comem a folhagem da Acacia tortilis, uma espécie de acácia que não gosta nem um pouco disso. Para se
livrar dos herbívoros, poucos minutos depois de as girafas aparecerem as acácias bombeiam toxinas para
as folhas. As girafas sabem disso e partem para as árvores próximas. Mas não tão próximas: primeiro elas
pulam vários exemplares e só voltam a comer depois de uns 100 metros. O motivo é surpreendente: as
acácias atacadas exalam um gás de alerta (no caso, etileno) que sinaliza às outras ao redor que surgiu um
perigo. Com isso, todos os indivíduos alertados se preparam de antemão e também liberam toxinas. As
girafas conhecem a tática e por isso avançam savana adentro até encontrarem árvores desavisadas. Ou
então trabalham contra o vento, já que é ele que carrega a mensagem aromática, buscando acácias que
ainda não detectaram sua presença.
Isso também acontece em outras florestas. Sejam faias, abetos ou carvalhos, as árvores percebem
os ataques sofridos. Dessa forma, quando uma lagarta morde com vontade, o tecido da folha danificada se
altera e ela envia sinais elétricos, da mesma forma que acontece com o corpo humano. No entanto, esse
impulso não se espalha em milissegundos, como no nosso caso, mas a apenas 1 centímetro por minuto. Por
isso demora até uma hora para que a substância defensiva chegue às folhas e acabe com a refeição da praga.
As árvores não são rápidas, e mesmo em perigo essa parece ser sua velocidade máxima. [...]
A saliva de cada espécie de inseto é única e pode ser tão bem classificada que as árvores são capazes
de emitir substâncias que atraem predadores específicos desses insetos, que atacarão as pragas e em
consequência ajudarão as árvores. Os olmos e pinheiros, por exemplo, apelam a pequenas vespas que
depositam seus ovos no corpo das lagartas que comem folhas. A larva da vespa se desenvolve no interior
da praga, que é devorada pouco a pouco, de dentro para fora. Assim as árvores se livram das pragas
inconvenientes e podem continuar crescendo livremente. A capacidade de identificar a saliva das pragas
comprova outra habilidade das árvores: elas também devem ter uma espécie de paladar.
(WOHLLEBEN, Peter. A vida secreta das árvores. Rio de Janeiro: Sextante, 2017. pp. 13-15).
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Há cerca de quarenta anos cientistas notaram algo interessante na savana da África. As girafas
comem a folhagem da Acacia tortilis, uma espécie de acácia que não gosta nem um pouco disso. Para se
livrar dos herbívoros, poucos minutos depois de as girafas aparecerem as acácias bombeiam toxinas para
as folhas. As girafas sabem disso e partem para as árvores próximas. Mas não tão próximas: primeiro elas
pulam vários exemplares e só voltam a comer depois de uns 100 metros. O motivo é surpreendente: as
acácias atacadas exalam um gás de alerta (no caso, etileno) que sinaliza às outras ao redor que surgiu um
perigo. Com isso, todos os indivíduos alertados se preparam de antemão e também liberam toxinas. As
girafas conhecem a tática e por isso avançam savana adentro até encontrarem árvores desavisadas. Ou
então trabalham contra o vento, já que é ele que carrega a mensagem aromática, buscando acácias que
ainda não detectaram sua presença.
Isso também acontece em outras florestas. Sejam faias, abetos ou carvalhos, as árvores percebem
os ataques sofridos. Dessa forma, quando uma lagarta morde com vontade, o tecido da folha danificada se
altera e ela envia sinais elétricos, da mesma forma que acontece com o corpo humano. No entanto, esse
impulso não se espalha em milissegundos, como no nosso caso, mas a apenas 1 centímetro por minuto. Por
isso demora até uma hora para que a substância defensiva chegue às folhas e acabe com a refeição da praga.
As árvores não são rápidas, e mesmo em perigo essa parece ser sua velocidade máxima. [...]
A saliva de cada espécie de inseto é única e pode ser tão bem classificada que as árvores são capazes
de emitir substâncias que atraem predadores específicos desses insetos, que atacarão as pragas e em
consequência ajudarão as árvores. Os olmos e pinheiros, por exemplo, apelam a pequenas vespas que
depositam seus ovos no corpo das lagartas que comem folhas. A larva da vespa se desenvolve no interior
da praga, que é devorada pouco a pouco, de dentro para fora. Assim as árvores se livram das pragas
inconvenientes e podem continuar crescendo livremente. A capacidade de identificar a saliva das pragas
comprova outra habilidade das árvores: elas também devem ter uma espécie de paladar.
(WOHLLEBEN, Peter. A vida secreta das árvores. Rio de Janeiro: Sextante, 2017. pp. 13-15).
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Há cerca de quarenta anos cientistas notaram algo interessante na savana da África. As girafas
comem a folhagem da Acacia tortilis, uma espécie de acácia que não gosta nem um pouco disso. Para se
livrar dos herbívoros, poucos minutos depois de as girafas aparecerem as acácias bombeiam toxinas para
as folhas. As girafas sabem disso e partem para as árvores próximas. Mas não tão próximas: primeiro elas
pulam vários exemplares e só voltam a comer depois de uns 100 metros. O motivo é surpreendente: as
acácias atacadas exalam um gás de alerta (no caso, etileno) que sinaliza às outras ao redor que surgiu um
perigo. Com isso, todos os indivíduos alertados se preparam de antemão e também liberam toxinas. As
girafas conhecem a tática e por isso avançam savana adentro até encontrarem árvores desavisadas. Ou
então trabalham contra o vento, já que é ele que carrega a mensagem aromática, buscando acácias que
ainda não detectaram sua presença.
Isso também acontece em outras florestas. Sejam faias, abetos ou carvalhos, as árvores percebem
os ataques sofridos. Dessa forma, quando uma lagarta morde com vontade, o tecido da folha danificada se
altera e ela envia sinais elétricos, da mesma forma que acontece com o corpo humano. No entanto, esse
impulso não se espalha em milissegundos, como no nosso caso, mas a apenas 1 centímetro por minuto. Por
isso demora até uma hora para que a substância defensiva chegue às folhas e acabe com a refeição da praga.
As árvores não são rápidas, e mesmo em perigo essa parece ser sua velocidade máxima. [...]
A saliva de cada espécie de inseto é única e pode ser tão bem classificada que as árvores são capazes
de emitir substâncias que atraem predadores específicos desses insetos, que atacarão as pragas e em
consequência ajudarão as árvores. Os olmos e pinheiros, por exemplo, apelam a pequenas vespas que
depositam seus ovos no corpo das lagartas que comem folhas. A larva da vespa se desenvolve no interior
da praga, que é devorada pouco a pouco, de dentro para fora. Assim as árvores se livram das pragas
inconvenientes e podem continuar crescendo livremente. A capacidade de identificar a saliva das pragas
comprova outra habilidade das árvores: elas também devem ter uma espécie de paladar.
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A Resolução Normativa N° 01, de 13 de novembro de 2019 aprova o Regimento Interno da Agência
Municipal de Regulação dos Serviços de Água e Esgoto de Rio Verde. A Resolução em questão define que
compete à AMAE - Rio Verde adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público e
para o desenvolvimento da prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário,
atuando com independência e imparcialidade, em observância aos princípios da legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Qual alternativa abaixo descreve corretamente a
atribuição profissional do cargo mencionado? Marque a alternativa correta.
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Custos sociais resultantes de falta de competição em alguns setores podem ser reduzidos pela adoção da
regulação. Sobre a regulação dos serviços de água e esgoto, analise as assertivas a seguir:
I – Na adoção da regulação é preciso que os custos regulatórios sejam inferiores aos benefícios advindos da regulação.
II – Em saneamento básico, a especificidade do capital é inibidora do investimento, na medida em que o valor de revenda dos ativos se reduz fortemente após o investimento ter sido feito.
III – Em particular, há um dilema tarifário: por se tratar de serviço essencial, torna-se um objetivo político que resulta em interferência política nas decisões técnicas e, como consequência, carrega ineficiências que implicam tarifas elevadas.
I – Na adoção da regulação é preciso que os custos regulatórios sejam inferiores aos benefícios advindos da regulação.
II – Em saneamento básico, a especificidade do capital é inibidora do investimento, na medida em que o valor de revenda dos ativos se reduz fortemente após o investimento ter sido feito.
III – Em particular, há um dilema tarifário: por se tratar de serviço essencial, torna-se um objetivo político que resulta em interferência política nas decisões técnicas e, como consequência, carrega ineficiências que implicam tarifas elevadas.
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