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Foram encontradas 120 questões.

2070793 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Sabendo que um investidor fez três depósitos de valores X, Y e Z totalizando R$ 3.660,00. Se de Z subtrairmos Y teremos R$ 305,00. Y corresponde a 3/5 de X. Calcule o valor do menor depósito.
 

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2070792 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Na frase: As árvores são imbecis: se despem justamente quando começa o inverno.” Temos como figura de linguagem:
 

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2070791 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Ismália

Alphonsus de Guimaraens

Quando Ismália enlouqueceu,

Pôs-se na torre a sonhar...

Viu uma lua no céu,

Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,

Banhou-se toda em luar...

Queria subir ao céu,

Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,

Na torre pôs-se a cantar...

Estava perto do céu,

Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu

As asas para voar...

Queria a lua do céu,

Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu

Ruflaram de par em par...

Sua alma subiu ao céu,

Seu corpo desceu ao mar...

O uso de “queria subir” e “queria descer” assinala a inconstância dos desejos de Ismália. Assim pode-se afirmar que foram usadas como qual figura de linguagem?
 

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"E ali dançaram tanta dança

que a vizinhança toda despertou".

Qual a figura de linguagem em dançaram tanta dança?

 

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2070789 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Ismália

Alphonsus de Guimaraens

Quando Ismália enlouqueceu,

Pôs-se na torre a sonhar...

Viu uma lua no céu,

Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,

Banhou-se toda em luar...

Queria subir ao céu,

Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,

Na torre pôs-se a cantar...

Estava perto do céu,

Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu

As asas para voar...

Queria a lua do céu,

Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu

Ruflaram de par em par...

Sua alma subiu ao céu,

Seu corpo desceu ao mar...

No final da poesia pode-se concluir que:
 

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2070788 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Ismália

Alphonsus de Guimaraens

Quando Ismália enlouqueceu,

Pôs-se na torre a sonhar...

Viu uma lua no céu,

Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,

Banhou-se toda em luar...

Queria subir ao céu,

Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,

Na torre pôs-se a cantar...

Estava perto do céu,

Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu

As asas para voar...

Queria a lua do céu,

Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu

Ruflaram de par em par...

Sua alma subiu ao céu,

Seu corpo desceu ao mar...

A palavra “ruflaram” pode ser substituída, sem alteração no sentindo do poema, por:
 

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2070787 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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MINHA INFÂNCIA

Éramos quatro as filhas de minha mãe.

Entre elas ocupei sempre o pior lugar.

Duas me precederam – eram lindas, mimadas.

Devia ser a última, no entanto,

veio outra que ficou sendo a caçula.

Quando nasci, meu velho Pai agonizava,

logo após morria.

Cresci filha sem pai,

secundária na turma das irmãs.

Eu era triste, nervosa e feia.

Amarela, de rosto empalamado.

De pernas moles, caindo à toa.

Os que assim me viam – diziam:

“- Essa menina é o retrato vivo do velho pai doente”..

Cora Coralina

As evocações da infância são permeadas:
 

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Quando vier a Primavera

Quando vier a Primavera,

Se eu já estiver morto,

As flores florirão da mesma maneira

E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.

A realidade não precisa de mim.

Sinto uma alegria enorme

Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.

Se soubesse que amanhã morria

E a Primavera era depois de amanhã,

Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.

Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?

Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;

E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.

Por isso, se morrer agora, morro contente,

Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.

Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.

Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.

O que for, quando for, é que será o que é.

Alberto Caeiro

Neste poema pode-se observar:

I- Na frase “Se eu já estiver morto, as flores florirão da mesma maneira”, o poeta nos diz que tudo que a natureza faz é pensando na vida individual de cada pessoa

II- A angustia do poeta frente a morte

III-O eu lírico aceita a morte como algo natural e crê na vida espiritual

IV-O eu lírico não aceita seu destino

V-O eu lírico importa em ver, de forma objetiva e espontânea, a realidade que o envolve e ignora os pensamentos metafísicos.

Está correto

 

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Nosso colega está doente. As palavras grifadas são:
 

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2070784 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Ismália

Alphonsus de Guimaraens

Quando Ismália enlouqueceu,

Pôs-se na torre a sonhar...

Viu uma lua no céu,

Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,

Banhou-se toda em luar...

Queria subir ao céu,

Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,

Na torre pôs-se a cantar...

Estava perto do céu,

Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu

As asas para voar...

Queria a lua do céu,

Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu

Ruflaram de par em par...

Sua alma subiu ao céu,

Seu corpo desceu ao mar...

A palavra “se” em “Pôs-se na torre a sonhar...” desempenha função de:
 

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