Foram encontradas 365 questões.
665429
Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Provas:
Sobre barramentos de expansão, analise as assertivas abaixo.
I - O barramento ISA é o mais antigo barramento de expansão ainda em uso, sendo usado para dispositivos mais lentos, tais como mouse e modem.
II - O barramento AGP foi projetado para oferecer um barramento de alta velocidade, para conectar dispositivos, tais como discos rígidos e placas de rede.
III - O barramento FireWire é um barramento serial de alta velocidade, normalmente usado para conectar equipamentos de vídeo ao computador.
IV - O acesso ao barramento PC Card é oferecido através de um slot ou de slots no gabinete do computador.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As portadoras de prótese mamária/implantes necessitam de uma técnica especial para exame mamográfico. Qual foi o autor que preconizou a técnica, que leva seu nome?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
660918
Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Provas:
A ordenação pelo Método da Bolha Bubblesort é apresentado pelo código em C da figura:

São características desse método, EXCETO
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder a questão.
O fim da educação
Joathas Soares Bello*
A educação visa “ao pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, diz a LDB. Vejamos essas metas.
A ideia de “pleno desenvolvimento” remete ao conceito aristotélico de felicidade, realização pessoal, que está em viver de acordo com o que nos é mais próprio: a razão. E isto não por força de uma norma extrínseca, mas porque esta é nossa condição: a inteligência capta a própria realidade, mas não imediatamente o que ela é, nem o que fazer com ela. A inteligência nos lança ao exercício da deliberação, pois não temos instintos capazes de determinar a nossa conduta. A realidade aparece como algo a ser dotado de sentido e como possibilidade a ser apropriada, sem uma direção prévia: surge a liberdade. Educar para a felicidade seria, assim, educar para um uso responsável da razão e da liberdade: procuro optar pelo que me parece razoável e bom, à luz da atenta observação da realidade, do estudo e da reflexão? Sou humilde para reconhecer meus erros e retificá-los?
Pela inteligência também estamos abertos aos demais inteligentes!$ ^{(B)} !$, vemo-los não só como “outros”, mas como outros “de nós” (nossa dimensão social). E que devemos nos apropriar socialmente das possibilidades herdadas da tradição (nossa dimensão histórica) para elaborar nossos modos pessoais e nosso modo comunitário de estar no mundo. As figuras de felicidade pessoais não podem ser obstáculo para o bem comum. A “pessoa” é um indivíduo aberto à comunidade, a qual é construída de modo interdependente. A formação deve levar o educando a perguntar-se (não se trata de um momento cronologicamente ulterior ao da formação para a felicidade, mas de um aprofundamento nas perguntas formuladas acima): minhas opções levam em conta os demais? Ajudam as possibilidades alheias ou as prejudicam? Sou capaz de reparar os danos e pedir perdão? Ajudo outras pessoas a se descobrirem autônomas e corresponsáveis pela sociedade?
Pela inteligência, damo-nos conta da realidade e das demais pessoas, e descobrimo-nos chamados a transformar, juntos, a realidade, através do trabalho, âmbito de realização pessoa!$ ^{(D)} !$l e de exercício da cidadania. O educando deve ser preparado para, na empresa, no serviço público, autônomo ou do lar!$ ^{(A)} !$, desdobrar seus dons, aplicar os conhecimentos recebidos, estabelecer amizades, produzir riquezas que reverterão a toda a sociedade, lidar com dificuldades e até injustiças que clamarão por uma mais ativa participação política, dar testemunho de honestidade etc. E aí a pessoa deverá se questionar!$ ^{(C)} !$: faço bem o meu trabalho, consciente da minha responsabilidade pessoal e de sua repercussão social? Faço-o com espírito cooperativo? Meu fim é meramente o dinheiro, ou inclui formalmente o crescimento pessoal meu e daqueles que usufruirão do fruto do meu trabalho? Meu trabalho é honesto, ajuda outras pessoas a serem mais livres e a exercerem sua cidadania, ou gera cadeias que as oprimem?
Assim, a meta da educação é a felicidade que decorre de um exercício responsável de nossa razão e liberdade, numa abertura à realidade dos demais que inclui o respeito pela sua liberdade e a luta pelo seu crescimento pessoal, e no trabalho transformador, que cria condições propícias à vida feliz.
(BELLO, Joathas Soares. O fim da educação. Gazeta do Povo. 30 de março de 2015.)
*Joathas Soares Bello, doutor em Filosofia pela Universidade de Navarra, é professor da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, do Instituto Filosófico e Teológico São José do Seminário Arquidiocesano de Niterói e da Faetec-RJ.
Assinale a alternativa em que as palavras acentuadas graficamente obedecem à mesma regra de acentuação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder a questão.
OTIMISMO X PESSIMISMO
Você já notou como algumas pessoas parecem felizes, não importa o que esteja acontecendo em suas vidas? Existe uma certa leveza na personalidade delas. Seus rostos, suas palavras e mesmo a sua maneira de andar parecem exalar um campo de energia brilhante.
Outras pessoas parecem predispostas a pensamentos tristes e negativos, em todas as situações. Se, num belo dia de verão você disser: "o dia está lindo, adoro esse tipo de clima". Elas imediatamente responderão que detestam calor. "Terrível, muito suor, não dá para trabalhar, difícil de se concentrar. Só serve para plantas tropicais". No dia seguinte chove. A srta. Positiva almoça com um amigo negativo. "Adoro chuva", diz ela. "Alivia o calor, você não acha?". O sr. Negativo resmunga: "Você está brincando? É ainda pior do que ontem. Só serve para os patos".
Irmãos podem crescer em uma mesma família, em um mesmo ambiente e, ainda assim, se tornarem pessoas completamente diferentes. Em algum ponto do caminho um deles escolhe ver a vida como se tudo fosse possível. O outro decide que a vida é um fardo, acha as outras pessoas detestáveis e não gosta do mundo.
Embora a "historinha" que vou contar seja uma ficção, ela ilustra bem o que estou querendo dizer, isto é, que a maneira de olhar as coisas governa nossa reação a elas. É uma história sobre dois menininhos, gêmeos idênticos, um deles otimista inveterado e o outro pessimista incorrigível. Bem, os pais estavam preocupados com isso, e levaram os meninos a um psicólogo infantil, que disse: "Acho que sei o que fazer. No próximo aniversário deles, deem ao pessimistazinho os melhores brinquedos que puderem comprar e ao otimista, um saco de esterco. Isso os colocará no mesmo plano".
E foi o que os pais fizeram. Colocaram os meninos em quartos separados com seus "presentes". Quando foram espiar no quarto do pessimista, viram o menino olhando com desânimo para seus lindos brinquedos e se queixando: "Não gosto dessa cor. Isso aqui provavelmente vai quebrar. Conheço um menino que tem uma calculadora melhor que essa". Os pais olharam um para o outro e soltaram um gemido.
Em seguida, atravessaram o corredor e deram uma olhada no quarto do otimista. Ele estava na maior alegria, atirando o esterco para o alto e dizendo: "vocês não me enganam! Onde existe tanto esterco assim, só pode haver um pônei por perto!". Esses dois tipos de personalidades são, geralmente, chamados de otimistas e pessimistas. Enquanto os primeiros tendem a ver o bem em tudo, os últimos veem o mal. Apesar de termos capacidade de ver, tanto o bem quanto o mal, a atenção dada a um deles costuma definir nossa experiência de vida.
O dicionário define pessimismo como uma doutrina ou crença de que o mundo é o pior possível. Que, na vida, há mais mal do que bem, além de dar ênfase ao lado escuro das coisas. Seu oposto, o otimismo, é definido como uma doutrina ou crença de que o mundo é o melhor possível. Que o bem sempre triunfa sobre o mal e que a tendência é ver as coisas sob uma ótica esperançosa e alegre, esperando os melhores resultados possíveis.
Ambas as realidades são subjetivas, pois não dizem respeito aos fatos, e sim às nossas atitudes. São formas de acreditar em nós mesmos e no mundo, que, ou nos limitam ou nos libertam. É importante considerar que temos um poder de escolha sobre nossas atitudes, e que essa escolha pode ou não colorir nossa percepção da vida. Poucos argumentariam que a escolha do otimismo tornaria nossa vida mais feliz. E o pessimista diria: "Se você não acreditar nem esperar o melhor, nunca terá decepções. Esperando o pior, não há nada a perder". Um dos problemas do pessimismo, entretanto, é a falta de direcionamento da vida rumo às metas alcançáveis, ou seja, o rumo subconsciente é em direção ao fracasso.
Não se pode subestimar o poder de nossa mente. Ao longo da história, a vontade humana vem superando obstáculos aparentemente intransponíveis. O pensamento positivo já provou, repetidas vezes, que quase tudo é possível, desde façanhas físicas, como escalar o Monte Everest, até casos documentados de salvamentos heroicos por pessoas normalmente muito frágeis.
Todos os grandes empreendimentos são liderados por pessoas otimistas. Sem otimismo, Magellan jamais poderia ter navegado ao redor do globo. Sem otimismo, Charles Lindbergh jamais teria atravessado o Atlântico num teco-teco, abrindo caminho para as viagens aéreas intercontinentais. E sem a crença de que as coisas podem melhorar, as reformas políticas ou sociais, em muitos países, jamais teriam acontecido.
Disponível em http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/otimismo-x-pessimismo-7-1-6-102.html
Acesso em 10 jul. 2015. Adaptado.
No trecho “E foi o que os pais fizeram. Colocaram os meninos em quartos separados com seus ‘presentes’”., O pronome possessivo “seus” encontra-se flexionado no gênero masculino e na 3ª pessoa do plural para concordar com o termo
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere !$ x !$ pertencente ao segundo quadrante, e que !$ \cos \, x=- \large{4 \over 5} !$. É CORRETO afirmar que !$ \cos \, \sec (x) !$ vale
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um dos objetivos de um bom design de banco de dados é remover a redundância de dados, e no Microsoft Office Access 2007 é necessário compreender as relações entre as tabelas e depois especificar essas relações no banco de dados. Com a caixa de diálogo Editar Relações, exibida na figura, é possível alterar uma relação de tabela.

Especificamente, podem-se realizar as seguintes operações, EXCETO
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A inervação sensitiva do membro superior é delineada em dermátomos, por níveis neurológicos. Sobre o suprimento sensitivo da região do ombro, marque a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
São características da forma crônica indeterminada da doença de Chagas, EXCETO
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Duas tábuas devem ser cortadas em pedaços de mesmo comprimento e com o maior tamanho possível. Se uma delas mede 147cm e a outra 210cm, então cada pedaço deverá medir
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container