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Foram encontradas 50 questões.

1309406 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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São atividades vedadas aos biólogos, EXCETO:
 

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Estradas para a perdição?
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.
Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)
É possível constatar no texto o emprego de uma variedade linguística informal através das expressões “bolada” e “cabreiro”, por exemplo. Ocorre, porém, que também é possível reconhecer o emprego da variedade culta ultraformal da língua através da expressão vista no trecho:
 

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Estradas para a perdição?

Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.

Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.

Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.

A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.

E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.

Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.

Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]

(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)

A expressão em destaque em “Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores [...]” aparece entre vírgulas por indicar

 

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1295700 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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A respeito das macrófitas aquáticas, analise as afirmativas a seguir.
I. Os tecidos destes vegetais são ricos, principalmente em colênquima e esclerênquima; ambos são os tecidos que facilitam a sustentação e a flutuação destes vegetais no meio aquático.
II. Dentre as principais espécies de macrófitas que estão causando prejuízos em represas e reservatórios, temos Eichhornia crassipes (Aguapé), Pistia stratiotes (Alface-d’água) e Salvinia auriculata (Orelha-de-onça).
III. As formas biológicas das macrófitas aquáticas mais consagradas na literatura são: anfíbia, emergente, flutuante fixa, flutuante livre, submersa fixa, submersa livre e epífita.
IV. Já se tentou utilizar estes vegetais no tratamento de efluentes domésticos e de piscicultura; contudo, não foi obtido êxito porque não possuem capacidade fisiológica e nem anatômica para a absorção de nutrientes destes efluentes.
V. Possuem ocorrência endêmica na América; e são adaptadas a apenas certos climas específicos inerentes a essa região.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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980215 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Em qual destes grandes grupos de Cordados a partenogênese NÃO ocorre (em condições naturais)?
 

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979925 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Tecido parenquimatoso, constituído por células infladas ou grandes espaços intercelulares, formando grandes cavidades no interior da planta preenchidas de ar. Esta constituição torna o corpo da planta mais leve, o que favorece sua sustentação ou flutuação dentro da água. Possibilita também a chegada de oxigênio e a retirada de gás carbônico das partes vegetais submersas. É comumente encontrado, portanto, em macrófitas aquáticas.
 

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976537 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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“Técnica laboratorial consagrada utilizada para medir o oxigênio dissolvido em líquidos, especialmente na água; é muito utilizado para determinação de oxigênio em efluentes ou afluentes. A oxidação do hidróxido manganoso (manganês bivalente) pelo oxigênio dissolvido na água resulta na formação de um composto tetravalente; quando a água contendo o composto tetravalente é acidificada, o iodo é liberado a partir da oxidação do iodeto de potássio (ou de sódio); este iodo é equivalente quimicamente à quantidade de oxigênio dissolvido presente na amostra e é determinado por titulação com uma solução padrão de tiossulfato de sódio.” Trata-se de:
 

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960539 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Em uma transfusão sanguínea, conforme os conhecimentos sobre os sistemas ABO e RH de grupos sanguíneos, quais são, respectivamente, os indivíduos considerados receptores e doadores universais?
 

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960164 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Provas:
“A ação combinada de temperatura, pressão e da umidade são suficientes para uma esterilização rápida, de modo que vapor saturado a 750 mmHg e temperatura de 121°C são suficientes para destruir os esporos mais resistentes, em 30 minutos. Essa é a combinação mais usada, servindo para todos os objetos que não estragam com a umidade e temperatura alta. Em casos de emergência, usamos durante dois minutos a temperatura de 132°C e 1400 mmHg.”
Qual técnica de esterilização é esta?
 

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Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.
Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)
A locução empregada para introduzir o 2º§ estabelece, em relação ao parágrafo anterior, um sentido que seria preservado havendo substituição da mesma por:
 

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