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A contagem de reticulócitos é o método mais simples para estudo da função eritropoética. Sobre a técnica de contagem manual de reticulócitos, assinale a afirmativa correta.
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Utilizando um ensaio imunienzimático (ELISA) para o diagnóstico presuntivo da infecção pelo HIV, este é realizado por meio da detecção de anticorpos contra qual proteína do HIV no soro do paciente?
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Estradas para a perdição?
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.
Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)
O título do texto apresenta-se em forma de um questionamento. Em relação a tal pergunta é correto afirmar que
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Estradas para a perdição?
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.
Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)
No 3º§ do texto, o autor faz uma referência a dados anteriormente expressos aplicando, deste modo, recurso que contribui com a progressão textual. A respeito da organização das ideias neste parágrafo pode-se afirmar que
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Sobre o teste de imunofluorescência analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) É um dos testes mais utilizados no diagnóstico de laboratório para a pesquisa de antígeno.
( ) Baseia-se na capacidade das moléculas de anticorpo se ligarem covalentemente a fluorocromos sem perder sua reatividade específica com o antígeno.
( ) A qualidade do teste depende, em grande parte, da seleção do material empregado para o preparo dos conjugados.
( ) Antissoros de boa qualidade dão origem a conjugados cujas reações apresetam elevada coloração de fundo, enquanto que conjugados preparados com antissoros potentes podem ser empregados em baixas diluições.
A sequência está correta em
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A participação da sociedade na elaboração e execução das políticas públicas no Brasil se dá via controle social. Junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), essa participação é feita por:
I. Conselho Nacional.
II. Conselhos Estaduais.
III. Conselhos Municipais.
IV. Secretarias de Assistência Social.
II. Conselhos Estaduais.
III. Conselhos Municipais.
IV. Secretarias de Assistência Social.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s)
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Sobre as normas de segurança de um laboratório de microbiologia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As culturas de fungos, quando esporuladas, apresentam riscos de infecção respiratória ou de reação alérgica, mesmo sem formar aerossóis. Estas culturas devem ser manipuladas rapidamente e sem movimento brusco.
( ) Colocar materiais contaminados sobre a bancada. Esses materiais devem ser colocados em recipientes apropriados e esterilizados em autoclave.
( ) Retirar os materiais, amostras e reagentes, bem como equipamentos e aparelhos da bancada de trabalho tão logo que terminar a tarefa.
( ) As placas de contagem de bactérias, preparadas com meios inócuos como ágar nutritivo, podem ser consideradas inofensivas.
A sequência está correta em
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Em relação à biossegurança laboratorial, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O caso a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Em uma área com 120 mil habitantes, houve uma epidemia de dengue no ano de 2015 e foram notificados cerca de 3 mil casos. Um estudo soroepidemiológico feito posterior à epidemia verificou que outras pessoas também tinham anticorpos específicos para a doença.”
Quando há notificação de óbitos por dengue, pode-se calcular também:
I. Coeficiente de prevalência geral.
II. Taxa de letalidade.
III. Coeficiente de natimortalidade.
II. Taxa de letalidade.
III. Coeficiente de natimortalidade.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)
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“No teste sorológico FTA – ABS – IgM para Sífilis, para pesquisa de anticorpos IgM, utiliza-se conjugado fluorescente ___________________ anti-IgM. O alto risco de falsos resultados ________________, por interferência de fatores reumatoides eventualmente presentes no soro, e de falsos resultados _______________, pela competição de anticorpos IgG, torna obrigatória a remoção prévia das IgG das amostras de soro a testar.”
(Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Autoimunes. FERREIRA, Walter A.)
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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