Foram encontradas 50 questões.
Dentes pilares de uma prótese parcial fixa cujas coroas preparadas apresentam remanescentes coronários insuficientes para dar retenção e estabilidade à prótese devem receber retenção intrarradicular. Em relação ao preparo do conduto radicular, assinale a alternativa correta.
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Em odontopediatria os trabalhos de dentística realizados com isolamento absoluto normalmente apresentam melhores resultados que os realizados sem. Quanto ao isolamento absoluto, é INCORRETO afirmar que
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Estradas para a perdição?
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.
Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)
O título do texto apresenta-se em forma de um questionamento. Em relação a tal pergunta é correto afirmar que
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A sutura é uma manobra importante executada na grande maioria das técnicas cirúrgicas. Requer do profissional conhecimento sobre técnicas e materiais além de habilidade manual. Quanto aos fios de sutura, é correto afirmar que
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Estradas para a perdição?
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.
Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)
No 3º§ do texto, o autor faz uma referência a dados anteriormente expressos aplicando, deste modo, recurso que contribui com a progressão textual. A respeito da organização das ideias neste parágrafo pode-se afirmar que
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A prevenção e o controle da cárie dentária em crianças não dependem de ações isoladas e, sim, de um conjunto de recursos preventivos e terapêuticos que controlem os fatores etiológicos e determinantes dessa doença. De acordo com o exposto, assinale a alternativa INCORRETA.
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A participação da sociedade na elaboração e execução das políticas públicas no Brasil se dá via controle social. Junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), essa participação é feita por:
I. Conselho Nacional.
II. Conselhos Estaduais.
III. Conselhos Municipais.
IV. Secretarias de Assistência Social.
II. Conselhos Estaduais.
III. Conselhos Municipais.
IV. Secretarias de Assistência Social.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s)
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Os mantenedores de espaço são aparelhos ortodônticos destinados a preservar o espaço deixado pela perda de um ou mais dentes, impedindo movimentos indesejáveis que poderiam comprometer seriamente a oclusão dentária do paciente. São características de um mantenedor de espaço, EXCETO:
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Para se ter sucesso durante a realização de uma técnica anestésica é importante conhecer a anatomia da região de aplicação e dos nervos envolvidos. “Esse nervo é o maior ramo da divisão mandibular do trigêmeo. Ele desce medialmente ao músculo pterigoide lateral e lateroposteriormente ao nervo lingual, até a região entre o ligamento esfenomandibular e a superfície medial do ramo da mandíbula, onde penetra no canal mandibular ao nível do forame mandibular.” Trata-se do nervo:
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O caso a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Em uma área com 120 mil habitantes, houve uma epidemia de dengue no ano de 2015 e foram notificados cerca de 3 mil casos. Um estudo soroepidemiológico feito posterior à epidemia verificou que outras pessoas também tinham anticorpos específicos para a doença.”
Quando há notificação de óbitos por dengue, pode-se calcular também:
I. Coeficiente de prevalência geral.
II. Taxa de letalidade.
III. Coeficiente de natimortalidade.
II. Taxa de letalidade.
III. Coeficiente de natimortalidade.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)
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