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Um menino de 13 anos apresenta ganho
excessivo de peso nos últimos trinta e seis meses. É
um adolescente ativo, que pratica basquete 3 vezes
por semana e fez uso de beclometasona spray para
inalação, dois jatos de 250 µg a cada 12h, por 24
meses, havendo interrompido o tratamento para
asma há 6 meses. Nos últimos 90 dias, apresentou
três despertares noturnos por tosse. Ao exame, o
paciente apresentou estatura de 1,55cm (Percentil
50) e IMC = 24 kg/m² (Percentil 97), relação cinturaquadril >1,0, pubarca grau 3 (escala de Tanner) e
testículos 8 ml (orquidômetro de Prader). Qual a
conduta mais apropriada em relação ao tratamento da
asma conforme o GINA 2024? Que recomendações
faria para o tratamento da obesidade conforme
as novas diretrizes da Academia Americana de
Pediatria?
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Uma menina de 8 anos e 7 meses é acompanhada
no ambulatório de Pediatria por quadro de epilepsia,
iniciado após os 24 meses de vida quando teve
quadro de meningite bacteriana por meningococo.
Faz uso de ácido valpróico na dose de 60mg/kg/dia.
Nos últimos 12 meses apresentou grande aumento
de peso e, no momento, encontra-se com um Índice
de Massa Corpórea (IMC) no percentil >99,9. Seu
exame físico revela estrias violáceas, acantose,
estatura no Z escore -1,6 DP e o estadiamento
puberal M2P2. Sua pediatra ficou apreensiva pelos
riscos que poderiam advir desse quadro e solicitou
vários exames compatíveis. Das alternativas a
seguir, marque a opção contendo um exame que, a
princípio, não deve ter sido solicitado.
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Criança de 3 anos é atendida em pronto-atendimento pediátrico por quadro de dor abdominal
difusa, diarreia e desidratação moderada. Iniciou
o plano B, com prescrição de sais de reidratação
oral na dose de 50 a 100 ml/kg (média de 75 ml/
kg) para ser administrado no período de 4-6 horas.
Entretanto, na segunda hora, o paciente apresentou
vários episódios de vômito. Conforme as novas
recomendações do Ministério da Saúde sobre
o manejo da diarreia aguda, qual a conduta a ser
realizada nesta situação?
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Paciente, sexo masculino, nove anos de idade,
procedente da zona rural, apresenta quadro de
febre intermitente há 4 semanas, acompanhada
de adinamia, palidez, adenomegalias, artralgias e
aumento do volume abdominal. Ao exame físico,
apático, febril, pálido. Ausculta cardiopulmonar com
murmúrio rude sem estertores crepitantes, mas com
sibilância expiratória bilateral e bulhas taquicárdicas.
Abdome volumoso, fígado a 4 cm do rebordo costal
direito, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo.
Os exames laboratoriais mostravam hemoglobina:
7,1 g/dl, leucócitos: 15.120 (35% eosinófilos, 2%
bastões, 38% segmentados, 0% linfócitos atípicos,
40% linfócitos), plaquetas: 150.000 mm3. Qual o
provável diagnóstico?
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Lactente de 9 meses foi levada para emergência
pediátrica com história de primeiro episódio de crise
convulsiva tônico-clônica generalizada em vigência
de febre, que durou 5 minutos. A febre alta (39,0ºC)
iniciou há 48h. Não foram detectadas alterações
ao exame físico da criança e, após cessar a febre,
recebeu alta com antitérmico. No dia seguinte, retorna
ao pronto- atendimento, pois, embora a febre tenha
cedido, evoluíra com um exantema maculopapular
disseminado e rosado na face, tronco e membros.
Em relação ao caso apresentado, qual o melhor
manejo em relação ao quadro convulsivo?
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Menina de 11 anos de idade, 48kg, chega
acompanhada da mãe ao pronto-atendimento. Ela
se queixa de febre (pico de 39,5ºC), odinofagia e
otalgia discreta de início há, aproximadamente, 72
horas. Nega coriza, tosse ou rouquidão e alergia
medicamentosa. Apresenta linfonodomegalia
cervical anterior dolorosa e na oroscopia observase exsudato branco-acinzentado. O exame físico
do abdome mostra discreta esplenomegalia. Qual a
melhor terapêutica indicada ao caso descrito?
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Recém-nascido de 13 dias de vida, filho de mãe
primigesta, que não realizou pré-natal, apresenta
icterícia clinicamente evidente desde o quinto dia de
vida. Exame físico na ocasião: hipoativo, hipotônico,
descorado, ictérico +++/4+ até zona IV com
hepatoesplenomegalia. Exames complementares:
BT: 15,7 mg/dl; BD: 8,9mg/dl; Tipagem sanguínea:
mãe: O negativo, RN: B positivo; Teste de Coombs
direto: negativo. Fez o teste do pezinho que foi normal
e o da orelhinha evidenciou surdez neurossensorial.
A mãe não amamentou e, achando que a criança
não estava ganhando adequadamente peso, resolve
iniciar fórmula infantil. Seis meses depois, retorna em
consulta médica e o pediatra ao examinar o lactente
observa que as curvas de perímetro cefálico, peso e
comprimento estão no percentil 0.01. Qual o provável
diagnóstico?
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Menino de 5 anos procura o ambulatório de
Pediatria queixando-se de baixa estatura grave
(Z escore -3DP). Tem atraso do desenvolvimento
neuropsicomotor com dificuldade de aprendizagem.
Apresenta no exame físico sopro sistólico ejetivo
em foco pulmonar, além de criptorquidia. Suas
características faciais revelam face de forma
triangular, hipertelorismo ocular, ptose palpebral,
fissura palpebral externa desviada para baixo,
implantação baixa e rotação incompleta do pavilhão
auricular, com espessamento da hélice auricular,
micrognatia e pescoço curto ou alado, além de
pectus carinatum. Qual o diagnóstico do paciente?
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Pré-escolar, sexo feminino, de quatro anos
de idade, é levada por seus pais à emergência
de um hospital pediátrico com quadro de febre e
tosse há 24 horas, acompanhados de dispneia. A
criança é previamente hígida, sem antecedentes de
internações. Ao exame inicial, apresentava estado
geral regular, FR= 58 irpm, com tiragem subcostal,
estertores em base de hemitórax esquerdo;
saturação de oxigênio em ar ambiente 91%. Realizou
radiografia de tórax, que mostrou broncopneumonia
à esquerda. Foi internada e iniciada terapêutica com
penicilina cristalina. Após 24 horas de evolução,
apresentou piora significativa da curva térmica e
do estado geral, com prostração, acentuação da
dispneia, gemência, além de queda da saturação
de oxigênio. Realizou nova radiografia de tórax que
evidenciou opacidade em todo o hemitórax esquerdo
e a ultrassonografia de tórax mostrou derrame pleural
volumoso à esquerda. Qual a terapêutica adequada
ao caso (segundo as recomendações da Sociedade
Brasileira de Pediatria)?
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Menino de raça negra, com 5 anos de idade,
previamente hígido, foi levado ao hospital com
quadro de edema, inicialmente periorbitário, que
progressivamente se generalizou. A mãe notara,
durante o período, redução da diurese, sem outras
queixas. O exame físico na ocasião mostrava
paciente ativo, levemente hipocorado, com edema
periorbitário, em membros inferiores e em região
genital, além de ascite. PA dentro dos limites normais
para idade, sexo e estatura. Sem outras alterações.
Exames laboratoriais demonstravam: EAS com 20
hemácias/campo e proteínas 4+; relação proteína/
creatinina na urina 4,5; ureia 35mg/dl (VR 15-40
mg/dl) e creatinina 0,8 mg/dl (VR 0,6-1,2 mg/dl);
albumina sérica 2,1g/dl. Diante do diagnóstico, o
tratamento inicial preconizado foi a utilização de
prednisona diária em dose plena (60mg/m²) por 28
dias, porém a criança não apresentou melhora do
quadro. Evoluiu com hipertensão e deterioração da função renal, além de ter piorado a hematúria em
sedimento urinário. Nesta ocasião, foi solicitado
complemento sérico e o resultado não apresentou
alterações. Foi indicado biópsia renal. Assinale a
assertiva mais compatível com o diagnóstico do
paciente.
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