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Leia a tirinha a seguir.

São diversas as capacidades que os(as) estudantes devem desenvolver na leitura dos diversos gêneros de texto (CAFIEIRO, 2010). Ao tomar essa tirinha para desenvolver uma atividade em sala de aula, o(a) professor(a) inicia o trabalho com o seguinte questionamento: quem são os personagens do texto e qual é a relação entre eles?
Essa questão explora, primordialmente, a capacidade do(a) estudante de
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Leia o texto a seguir do trecho de um folder turístico de Sergipe.
Roteiros de Sergipe
Praias extensas, lagoas, matas virgens, coqueirais silvestres e dunas douradas que chegam a 20 metros de altura são apenas algumas atrações da Costa das Dunas, no litoral Sul de Sergipe.
Formadas pelas praias de Caueira, Abaís e Saco, umas das mais badaladas e outras quase desertas, ao todo são 42 km de belíssimas praias com paisagens deslumbrantes. De bugre ou a cavalo, é um convite para um passeio. Até para os que gostam de esportes mais radicais, o cenário é perfeito.
AMARAL, 2010, p. 79. (Adaptação)
É correto afirmar que esse trecho de folder tem uma base tipológica
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Leia o trecho a seguir, retirado da obra Norma culta brasileira: desatando alguns nós, de Carlos Alberto Faraco.
“Tomemos, como exemplo, (...) a regência do verbo ‘implicar’, no sentido de ‘ter como consequência’, ‘acarretar’ — como na seguinte sentença: A decisão do juiz implicava prejuízos futuros para a empresa. Originalmente o verbo ‘implicar’ neste sentido é transitivo direto (a decisão implicava prejuízos). Com o tempo este verbo se tornou também transitivo indireto no uso culto. Passou a ser normal dizer e escrever ‘implicar em’ (a decisão implicava em prejuízos). Esta inovação já estava registrada como de uso culto na década de 1950 (50 anos atrás, portanto) pelo Prof. Rocha Lima — indubitavelmente um de nossos bons gramáticos — na sua gramática normativa (cf. Rocha Lima, 2006: 433). Posteriormente, o Prof. Celso Luft — autor do melhor dicionário de regência verbal de que dispomos atualmente — dizia assim: ‘Implicar em algo’ é inovação em relação a ‘implicar algo’ por influência de sinônimos como ‘redundar’, ‘reverter’, ‘resultar’, ‘importar’. Aparentemente um brasileirismo. Plenamente consagrado, admitido até pela gramática normativa (Luft, 2006: 326)”.
FARACO, 2009, p. 89-90.
De acordo com a argumentação desenvolvida nesse trecho, o autor apresenta elementos para criticar
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Em A gramática do texto, no texto, Costa Val (2002) propõe, para se ensinar “a gramática que ‘acontece’ no texto” (p. 130), uma abordagem que
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Na obra Gramática pedagógica do português brasileiro, Marcos Bagno discute criticamente a noção de erro em torno da ocorrência de orações formadas por “para mim + infinitivo”, como: “O ilustrador trouxe uns desenhos para mim examinar”. O autor argumenta que o uso de “mim”, no lugar de “eu”, pode ser explicado, entre outros fatores, pela atribuição de caso oblíquo pela preposição “para” e, também, pela fusão de duas construções com essa preposição em uma única construção, como mostra o esquema a seguir:

No que diz respeito à postura do professor de português frente a esse tópico de ensino, Bagno
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Na obra Ensino de Português e Linguística, Ana Carolina Sperança-Criscuolo propõe ao professor de português uma atividade em que aparecem as seguintes sentenças, relativamente ao estudo do período composto:
a. Disseram que João arrumou um novo emprego.
b. Ontem encontrei Joaquim e ele disse: “João arrumou um novo emprego”.
c. Eu vi que João arrumou um novo emprego.
d. Acho que João arrumou um novo emprego.
e. É provável que João tenha arrumado um novo emprego.
f. O fato é que João arrumou um novo emprego.
SPERANÇA-CRISCUOLO, 2016, p. 94. (Adaptação)
A autora propõe, por meio da apresentação dessas setenças, que o professor deve levar o aluno a ser capaz de
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Leia o trecho a seguir.
“Ao contrário das pessoas, línguas podem ressuscitar, desde que o conhecimento seja preservado (num dicionário, por exemplo) e passado adiante. Foi o que aconteceu com o hebraico, que sumiu na Idade Média – quando passou a ter somente uso litúrgico – para renascer como o idioma oficial de Israel. Se a língua morre sem registro, ela é considerada extinta. A linguista Januacele da Costa, da UFPE, estima que esse tenha sido o destino de 1.200 idiomas brasileiros desde a chegada dos portugueses. Na tentativa de salvar as línguas indígenas, linguistas e professores se esforçam para ensiná-las às novas gerações. Hoje, há 2 422 escolas que oferecem alfabetização bilíngue para as crianças índias.”
Disponível em: <https://super.abril.com.br/historia/quantas-linguas-sao-faladas-no-Brasil/>.Acesso em: 12 mar. 2019. [Fragmento].
“A linguista Januacele da Costa, da UFPE, estima que esse tenha sido o destino de 1.200 idiomas brasileiros desde a chegada dos portugueses”, o pronome demonstrativo em destaque retoma a ideia de
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Leia o trecho a seguir.
Bechara (2004) faz uma distinção de elementos que denotam circunstâncias (lugar, tempo etc) entre adjuntos circunstanciais e complementos relativos, ambos categorizados como adjuntos adverbiais pela gramática tradicional. O autor utiliza como exemplo a oração “Os carregadores puseram o móvel na sala logo pela manhã” e aplica um teste de redução – em que se retira um termo da oração para verificar se esse termo é obrigatório, se pertence à regência do verbo. Mostra que “na sala” é complemento relativo e “logo pela manhã” é adjunto adverbial, pois, com a retirada do primeiro (“Os carregadores puseram o móvel logo pela manhã”), a oração se torna sintaticamente incompleta.
Considerando a perspectiva de Bechara (2004), assinale a alternativa em que o elemento em destaque se categoriza como complemento relativo.
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