Foram encontradas 50 questões.
2009979
Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de
usuários e trabalhadores da saúde
Por LEVY et al, 2004 (trecho de artigo adaptado).
O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) foi
criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde (MS),
visando contribuir para uma melhor qualidade de vida,
investindo maciçamente na educação em saúde. O
programa ataca de maneira objetiva e direta os problemas
cruciais da saúde materno-infantil, e o agente comunitário de
saúde (ACS) atua como elo entre as necessidades de saúde
das pessoas e o que pode ser feito para a melhoria das
condições de vida da comunidade (1,2,3).
A regulamentação da profissão ocorreu em 2002 (Lei
10.501) (4). De acordo com um levantamento realizado pelo
Departamento de Atenção Básica/SPS do Ministério da
Saúde, em outubro de 2002, estima-se, no Brasil, a existência
de 173.593 agentes comunitários em atuação, com maior
concentração na Região Nordeste (75.138 ACS).
O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São
Paulo, em junho de 2000, com 22 agentes que atuam,
especificamente, na região do Jaraguá e na região do Godoy,
num total de 2.609 e 2.164 famílias atendidas,
respectivamente, em cada localidade (bairro). A partir de
julho de 2002, 26 agentes comunitários passaram a atuar
nesses mesmos bairros. Na Regional de Saúde de Bauru,
Diretoria Regional X (DIR X), entre os 38 municípios que a
compõem, sete apresentam o PACS e, no município-sede,
duas áreas são atualmente contempladas com o
desenvolvimento de atividade pelo ACS.
Cada ACS passou por treinamento, sob supervisão da
Direção Regional de Saúde, antes do início das atividades.
No contrato atual, foi realizada uma parceria entre a
Secretaria Municipal de Saúde e a SORRI (Sociedade para
Reabilitação e Reintegração do Incapacitado), que é uma
entidade não governamental com objetivo de promover a
reabilitação e educação profissional, bem como a inclusão
social de pessoas com deficiência física, sensorial, mental e
social (5).
(LEVY, Flávia Mauad; MATOS, Patrícia Elizabeth de Souza;
TOMITA, Nilce Emy. Programa de agentes comunitários de
saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 197-203,
Feb. 2004 .)
I. O programa de agentes comunitários de saúde tem sua atuação restrita a, no máximo, 60 famílias atendidas por mês em cada município brasileiro, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto. II. As informações presentes no texto permitem concluir que o agente comunitário de saúde atua como elo entre as necessidades de saúde das pessoas e o que pode ser feito para a melhoria das condições de vida da comunidade.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009978
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Hipertensão arterial e trabalho: fatores de risco
Por Andrade et al, 2016 (trecho de artigo adaptado).
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) constitui um
importante problema de saúde pública da atualidade, com
uma incidência de 22,7% (em 2011) entre a população
brasileira população brasileira com idade superior a 18 anos
(1). É o principal fator de risco para doenças
cardiovasculares (2) e foi a primeira causa de morte no Brasil
no ano de 2008, segundo o Ministério da Saúde (3). De
acordo com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (4), a
HAS pode ser definida como o aumento sustentado da
pressão arterial (PA) sistólica ou diastólica com medida igual
ou maior a 140 e 90 mmHg, respectivamente, detectado em
duas aferições realizadas em momentos distintos.
Sabe-se que a etiologia da HAS é multifatorial. Entre os
fatores associados ao seu desenvolvimento estão idade,
gênero, etnia, excesso de peso e obesidade, ingestão de sal e
de álcool, sedentarismo, hereditariedade e fatores
socioeconômicos (4). Ademais, discute-se na literatura
internacional a exposição a fatores ocupacionais como um
risco independente para o desenvolvimento de hipertensão
(5-27). Alguns estudos apontam a execução de trabalho em
turnos e exposição a ruídos e a alguns agentes químicos
(8-11) como associados ao aumento dos níveis pressóricos.
Outros artigos relacionam o estresse no ambiente de
trabalho (13,18-22) como um fator biopsicossocial
associado à hipertensão. Nesse contexto, é introduzido o
conceito biológico do estresse e seu efeito sistêmico, no
qual a ativação adrenérgica, por meio da liberação de
hormônios reguladores da pressão arterial, promoveria
vasoconstricção periférica e, consequentemente, elevação
dos níveis pressóricos (19-21).
Entretanto, há controvérsias sobre o assunto e a devida
relevância dos fatores de riscos ocupacionais na abordagem
da hipertensão pode estar subestimada. Essa premissa é
válida em face da importância do trabalho no cotidiano do
indivíduo, que tem parte significativa da sua vida dedicada à
atividade laboral e a partir dela estrutura suas relações
socioeconômicas, culturais e, muitas vezes, de estilo de vida.
(Hypertension and work: risk factors. Andrade RCV,
Fernandes RCP. Hypertension and work: risk factors. Rev
Bras Med Trab.2016;14(3):252-261).
I. Após a análise do texto, é possível concluir que a etiologia da HAS é multifatorial. II. As informações presentes no texto permitem concluir que alguns estudos apontam a execução de trabalho em turnos e exposição a ruídos e a alguns agentes químicos como associados ao aumento dos níveis pressóricos.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009977
Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de
usuários e trabalhadores da saúde
Por LEVY et al, 2004 (trecho de artigo adaptado).
O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) foi
criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde (MS),
visando contribuir para uma melhor qualidade de vida,
investindo maciçamente na educação em saúde. O
programa ataca de maneira objetiva e direta os problemas
cruciais da saúde materno-infantil, e o agente comunitário de
saúde (ACS) atua como elo entre as necessidades de saúde
das pessoas e o que pode ser feito para a melhoria das
condições de vida da comunidade (1,2,3).
A regulamentação da profissão ocorreu em 2002 (Lei
10.501) (4). De acordo com um levantamento realizado pelo
Departamento de Atenção Básica/SPS do Ministério da
Saúde, em outubro de 2002, estima-se, no Brasil, a existência
de 173.593 agentes comunitários em atuação, com maior
concentração na Região Nordeste (75.138 ACS).
O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São
Paulo, em junho de 2000, com 22 agentes que atuam,
especificamente, na região do Jaraguá e na região do Godoy,
num total de 2.609 e 2.164 famílias atendidas,
respectivamente, em cada localidade (bairro). A partir de
julho de 2002, 26 agentes comunitários passaram a atuar
nesses mesmos bairros. Na Regional de Saúde de Bauru,
Diretoria Regional X (DIR X), entre os 38 municípios que a
compõem, sete apresentam o PACS e, no município-sede,
duas áreas são atualmente contempladas com o
desenvolvimento de atividade pelo ACS.
Cada ACS passou por treinamento, sob supervisão da
Direção Regional de Saúde, antes do início das atividades.
No contrato atual, foi realizada uma parceria entre a
Secretaria Municipal de Saúde e a SORRI (Sociedade para
Reabilitação e Reintegração do Incapacitado), que é uma
entidade não governamental com objetivo de promover a
reabilitação e educação profissional, bem como a inclusão
social de pessoas com deficiência física, sensorial, mental e
social (5).
(LEVY, Flávia Mauad; MATOS, Patrícia Elizabeth de Souza;
TOMITA, Nilce Emy. Programa de agentes comunitários de
saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 197-203,
Feb. 2004 .)
I. São 222 os agentes comunitários de saúde que atuam, especificamente, na região do Jaraguá e na região do Godoy, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto. II. O Programa de Agentes Comunitários de Saúde ataca de maneira objetiva e direta os problemas cruciais da saúde materno-infantil, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009976
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Hipertensão arterial e trabalho: fatores de risco
Por Andrade et al, 2016 (trecho de artigo adaptado).
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) constitui um
importante problema de saúde pública da atualidade, com
uma incidência de 22,7% (em 2011) entre a população
brasileira população brasileira com idade superior a 18 anos
(1). É o principal fator de risco para doenças
cardiovasculares (2) e foi a primeira causa de morte no Brasil
no ano de 2008, segundo o Ministério da Saúde (3). De
acordo com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (4), a
HAS pode ser definida como o aumento sustentado da
pressão arterial (PA) sistólica ou diastólica com medida igual
ou maior a 140 e 90 mmHg, respectivamente, detectado em
duas aferições realizadas em momentos distintos.
Sabe-se que a etiologia da HAS é multifatorial. Entre os
fatores associados ao seu desenvolvimento estão idade,
gênero, etnia, excesso de peso e obesidade, ingestão de sal e
de álcool, sedentarismo, hereditariedade e fatores
socioeconômicos (4). Ademais, discute-se na literatura
internacional a exposição a fatores ocupacionais como um
risco independente para o desenvolvimento de hipertensão
(5-27). Alguns estudos apontam a execução de trabalho em
turnos e exposição a ruídos e a alguns agentes químicos
(8-11) como associados ao aumento dos níveis pressóricos.
Outros artigos relacionam o estresse no ambiente de
trabalho (13,18-22) como um fator biopsicossocial
associado à hipertensão. Nesse contexto, é introduzido o
conceito biológico do estresse e seu efeito sistêmico, no
qual a ativação adrenérgica, por meio da liberação de
hormônios reguladores da pressão arterial, promoveria
vasoconstricção periférica e, consequentemente, elevação
dos níveis pressóricos (19-21).
Entretanto, há controvérsias sobre o assunto e a devida
relevância dos fatores de riscos ocupacionais na abordagem
da hipertensão pode estar subestimada. Essa premissa é
válida em face da importância do trabalho no cotidiano do
indivíduo, que tem parte significativa da sua vida dedicada à
atividade laboral e a partir dela estrutura suas relações
socioeconômicas, culturais e, muitas vezes, de estilo de vida.
(Hypertension and work: risk factors. Andrade RCV,
Fernandes RCP. Hypertension and work: risk factors. Rev
Bras Med Trab.2016;14(3):252-261).
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que a hipertensão arterial sistêmica constitui um importante problema de saúde pública da atualidade. II. As informações presentes no texto permitem inferir que, entre os fatores associados ao desenvolvimento da hipertensão, estão a idade, o gênero, a etnia, o excesso de peso e a obesidade, a ingestão de sal e de álcool, o sedentarismo, a hereditariedade e os fatores socioeconômicos.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009974
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Humanização nos serviços de urgência e emergência:
contribuições para o cuidado de enfermagem
Por SOUSA et al, 2019 (trecho de artigo adaptado).
Humanização, conforme os preceitos da Política Nacional de
Humanização (PNH), envolve a gestão compartilhada como
método e dispositivo na produção de novos modos de gerir e
cuidar em saúde (17). Para além do bom trato, humanizar a
assistência engloba a oferta de serviços e tecnologias,
recursos humanos e materiais e infraestrutura visando um
cuidado seguro com garantia de conforto e bem-estar aos
usuários dos serviços de saúde, com sua participação
efetiva, afinando-se com os debates internacionais sobre
novas formas de se produzir saúde (18).
Múltiplos fatores influenciam a humanização nos serviços
de urgência e emergência. Observa-se que dentre os
dispositivos da PNH, o Acolhimento com Classificação de
Risco (ACR) se destaca por ter tornado o atendimento mais
ágil, seguro e justo, por meio da reorganização da
assistência por nível de complexidade, ofertando tecnologias
conforme as necessidades dos usuários. Além disso, nesse
dispositivo, o enfermeiro se destaca como protagonista do
cuidado, como o mais capacitado para o exercício da função,
atuando como gerente de caso, direcionando e integrando
os usuários à rede de saúde (19-20).
Nesse ínterim, evidenciar tal protagonismo profissional
mostra condições de possibilidade de contribuição para o
cuidado de enfermagem, uma vez que, na oportunidade do
atendimento de um dos dispositivos da PNH no exercício de
sua função na prática cotidiana, o enfermeiro pode colocar
em evidência o seu trabalho na interlocução com os
usuários do sistema de saúde.
A mudança de lógica no atendimento que o ACR impõe na
entrada dos serviços de urgência e emergência traz
segurança aos profissionais, pois organiza o fluxo dos
pacientes. Para tanto, tendo em vista a qualificação do
cuidado em saúde e o de enfermagem em particular, é
necessário ao enfermeiro domínio do conhecimento clínico e
das diretrizes de encaminhamento correto dos usuários,
priorizando quem precisa de atendimento emergencial,
diminuindo risco de morte e sequelas (20-22).
Um estudo realizado com registros de prontuários mostrou
que é necessário ao ACR um adequado Planejamento
Estratégico Situacional (PES), visando identificar as
potencialidades e dificuldades para assim capacitar os
profissionais mediante metas e planos traçados. Os autores
identificaram que a desorganização do fluxo, a falta de
estrutura física adequada para a complexidade do cuidado,
não capacitação dos profissionais em cuidados de urgência
e emergência, a continuidade do atendimento por ordem de
chegada e demanda superior à capacidade de atendimento,
eram entraves para a concretização do cuidado humanizado.
Por meio do PES, foi elaborado um protocolo de ACR, em
conjunto com os profissionais do serviço, culminando na
redução da superlotação e do tempo de atendimento (22).
(SOUSA, Kayo Henrique Jardel Feitosa et al. Humanização
nos serviços de urgência e emergência: contribuições para o
cuidado de enfermagem. Rev. Gaúcha Enferm, Porto Alegre,
v. 40, e20180263, 2019.)
I. O texto leva o leitor a entender que, o enfermeiro possui destaque como protagonista do cuidado ao paciente, como o mais capacitado para o exercício da função, atuando como gerente de caso, direcionando e integrando os usuários à rede de saúde. II. O texto leva o leitor a inferir que, dentre os dispositivos da PNH, o ACR se destaca por ter tornado o atendimento mais ágil, seguro e justo, por meio da reorganização da assistência por nível de complexidade, ofertando tecnologias conforme as necessidades dos usuários.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009972
Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de
usuários e trabalhadores da saúde
Por LEVY et al, 2004 (trecho de artigo adaptado).
O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) foi
criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde (MS),
visando contribuir para uma melhor qualidade de vida,
investindo maciçamente na educação em saúde. O
programa ataca de maneira objetiva e direta os problemas
cruciais da saúde materno-infantil, e o agente comunitário de
saúde (ACS) atua como elo entre as necessidades de saúde
das pessoas e o que pode ser feito para a melhoria das
condições de vida da comunidade (1,2,3).
A regulamentação da profissão ocorreu em 2002 (Lei
10.501) (4). De acordo com um levantamento realizado pelo
Departamento de Atenção Básica/SPS do Ministério da
Saúde, em outubro de 2002, estima-se, no Brasil, a existência
de 173.593 agentes comunitários em atuação, com maior
concentração na Região Nordeste (75.138 ACS).
O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São
Paulo, em junho de 2000, com 22 agentes que atuam,
especificamente, na região do Jaraguá e na região do Godoy,
num total de 2.609 e 2.164 famílias atendidas,
respectivamente, em cada localidade (bairro). A partir de
julho de 2002, 26 agentes comunitários passaram a atuar
nesses mesmos bairros. Na Regional de Saúde de Bauru,
Diretoria Regional X (DIR X), entre os 38 municípios que a
compõem, sete apresentam o PACS e, no município-sede,
duas áreas são atualmente contempladas com o
desenvolvimento de atividade pelo ACS.
Cada ACS passou por treinamento, sob supervisão da
Direção Regional de Saúde, antes do início das atividades.
No contrato atual, foi realizada uma parceria entre a
Secretaria Municipal de Saúde e a SORRI (Sociedade para
Reabilitação e Reintegração do Incapacitado), que é uma
entidade não governamental com objetivo de promover a
reabilitação e educação profissional, bem como a inclusão
social de pessoas com deficiência física, sensorial, mental e
social (5).
(LEVY, Flávia Mauad; MATOS, Patrícia Elizabeth de Souza;
TOMITA, Nilce Emy. Programa de agentes comunitários de
saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 197-203,
Feb. 2004 .)
I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que a regulamentação da profissão de ACS ocorreu em 2002, por meio da Lei nº 10.501. II. O texto menciona que, a partir de julho de 2002, mais de 106 agentes comunitários de saúde passaram a atuar nos bairros de Jaraguá e Godoy.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009970
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Humanização nos serviços de urgência e emergência:
contribuições para o cuidado de enfermagem
Por SOUSA et al, 2019 (trecho de artigo adaptado).
Humanização, conforme os preceitos da Política Nacional de
Humanização (PNH), envolve a gestão compartilhada como
método e dispositivo na produção de novos modos de gerir e
cuidar em saúde (17). Para além do bom trato, humanizar a
assistência engloba a oferta de serviços e tecnologias,
recursos humanos e materiais e infraestrutura visando um
cuidado seguro com garantia de conforto e bem-estar aos
usuários dos serviços de saúde, com sua participação
efetiva, afinando-se com os debates internacionais sobre
novas formas de se produzir saúde (18).
Múltiplos fatores influenciam a humanização nos serviços
de urgência e emergência. Observa-se que dentre os
dispositivos da PNH, o Acolhimento com Classificação de
Risco (ACR) se destaca por ter tornado o atendimento mais
ágil, seguro e justo, por meio da reorganização da
assistência por nível de complexidade, ofertando tecnologias
conforme as necessidades dos usuários. Além disso, nesse
dispositivo, o enfermeiro se destaca como protagonista do
cuidado, como o mais capacitado para o exercício da função,
atuando como gerente de caso, direcionando e integrando
os usuários à rede de saúde (19-20).
Nesse ínterim, evidenciar tal protagonismo profissional
mostra condições de possibilidade de contribuição para o
cuidado de enfermagem, uma vez que, na oportunidade do
atendimento de um dos dispositivos da PNH no exercício de
sua função na prática cotidiana, o enfermeiro pode colocar
em evidência o seu trabalho na interlocução com os
usuários do sistema de saúde.
A mudança de lógica no atendimento que o ACR impõe na
entrada dos serviços de urgência e emergência traz
segurança aos profissionais, pois organiza o fluxo dos
pacientes. Para tanto, tendo em vista a qualificação do
cuidado em saúde e o de enfermagem em particular, é
necessário ao enfermeiro domínio do conhecimento clínico e
das diretrizes de encaminhamento correto dos usuários,
priorizando quem precisa de atendimento emergencial,
diminuindo risco de morte e sequelas (20-22).
Um estudo realizado com registros de prontuários mostrou
que é necessário ao ACR um adequado Planejamento
Estratégico Situacional (PES), visando identificar as
potencialidades e dificuldades para assim capacitar os
profissionais mediante metas e planos traçados. Os autores
identificaram que a desorganização do fluxo, a falta de
estrutura física adequada para a complexidade do cuidado,
não capacitação dos profissionais em cuidados de urgência
e emergência, a continuidade do atendimento por ordem de
chegada e demanda superior à capacidade de atendimento,
eram entraves para a concretização do cuidado humanizado.
Por meio do PES, foi elaborado um protocolo de ACR, em
conjunto com os profissionais do serviço, culminando na
redução da superlotação e do tempo de atendimento (22).
(SOUSA, Kayo Henrique Jardel Feitosa et al. Humanização
nos serviços de urgência e emergência: contribuições para o
cuidado de enfermagem. Rev. Gaúcha Enferm, Porto Alegre,
v. 40, e20180263, 2019.)
I. O texto leva o leitor a concluir que o protagonismo profissional do enfermeiro é um fator favorável aos serviços de saúde. II. Para além do bom trato, humanizar a assistência engloba a oferta de serviços e tecnologias, recursos humanos e materiais e infraestrutura, visando um cuidado seguro com garantia de conforto e bem-estar aos usuários dos serviços de saúde, conforme sugere o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009969
Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de
usuários e trabalhadores da saúde
Por LEVY et al, 2004 (trecho de artigo adaptado).
O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) foi
criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde (MS),
visando contribuir para uma melhor qualidade de vida,
investindo maciçamente na educação em saúde. O
programa ataca de maneira objetiva e direta os problemas
cruciais da saúde materno-infantil, e o agente comunitário de
saúde (ACS) atua como elo entre as necessidades de saúde
das pessoas e o que pode ser feito para a melhoria das
condições de vida da comunidade (1,2,3).
A regulamentação da profissão ocorreu em 2002 (Lei
10.501) (4). De acordo com um levantamento realizado pelo
Departamento de Atenção Básica/SPS do Ministério da
Saúde, em outubro de 2002, estima-se, no Brasil, a existência
de 173.593 agentes comunitários em atuação, com maior
concentração na Região Nordeste (75.138 ACS).
O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São
Paulo, em junho de 2000, com 22 agentes que atuam,
especificamente, na região do Jaraguá e na região do Godoy,
num total de 2.609 e 2.164 famílias atendidas,
respectivamente, em cada localidade (bairro). A partir de
julho de 2002, 26 agentes comunitários passaram a atuar
nesses mesmos bairros. Na Regional de Saúde de Bauru,
Diretoria Regional X (DIR X), entre os 38 municípios que a
compõem, sete apresentam o PACS e, no município-sede,
duas áreas são atualmente contempladas com o
desenvolvimento de atividade pelo ACS.
Cada ACS passou por treinamento, sob supervisão da
Direção Regional de Saúde, antes do início das atividades.
No contrato atual, foi realizada uma parceria entre a
Secretaria Municipal de Saúde e a SORRI (Sociedade para
Reabilitação e Reintegração do Incapacitado), que é uma
entidade não governamental com objetivo de promover a
reabilitação e educação profissional, bem como a inclusão
social de pessoas com deficiência física, sensorial, mental e
social (5).
(LEVY, Flávia Mauad; MATOS, Patrícia Elizabeth de Souza;
TOMITA, Nilce Emy. Programa de agentes comunitários de
saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 197-203,
Feb. 2004 .)
I. O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São Paulo, em junho de 1970, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto. II. Após a análise do texto, é possível concluir que o Programa de Agentes Comunitários de Saúde foi criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde do Brasil.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009966
Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Saúde Pública
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de
usuários e trabalhadores da saúde
Por LEVY et al, 2004 (trecho de artigo adaptado).
O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) foi
criado em junho de 1991, pelo Ministério da Saúde (MS),
visando contribuir para uma melhor qualidade de vida,
investindo maciçamente na educação em saúde. O
programa ataca de maneira objetiva e direta os problemas
cruciais da saúde materno-infantil, e o agente comunitário de
saúde (ACS) atua como elo entre as necessidades de saúde
das pessoas e o que pode ser feito para a melhoria das
condições de vida da comunidade (1,2,3).
A regulamentação da profissão ocorreu em 2002 (Lei
10.501) (4). De acordo com um levantamento realizado pelo
Departamento de Atenção Básica/SPS do Ministério da
Saúde, em outubro de 2002, estima-se, no Brasil, a existência
de 173.593 agentes comunitários em atuação, com maior
concentração na Região Nordeste (75.138 ACS).
O PACS foi efetivado no município de Bauru, estado de São
Paulo, em junho de 2000, com 22 agentes que atuam,
especificamente, na região do Jaraguá e na região do Godoy,
num total de 2.609 e 2.164 famílias atendidas,
respectivamente, em cada localidade (bairro). A partir de
julho de 2002, 26 agentes comunitários passaram a atuar
nesses mesmos bairros. Na Regional de Saúde de Bauru,
Diretoria Regional X (DIR X), entre os 38 municípios que a
compõem, sete apresentam o PACS e, no município-sede,
duas áreas são atualmente contempladas com o
desenvolvimento de atividade pelo ACS.
Cada ACS passou por treinamento, sob supervisão da
Direção Regional de Saúde, antes do início das atividades.
No contrato atual, foi realizada uma parceria entre a
Secretaria Municipal de Saúde e a SORRI (Sociedade para
Reabilitação e Reintegração do Incapacitado), que é uma
entidade não governamental com objetivo de promover a
reabilitação e educação profissional, bem como a inclusão
social de pessoas com deficiência física, sensorial, mental e
social (5).
(LEVY, Flávia Mauad; MATOS, Patrícia Elizabeth de Souza;
TOMITA, Nilce Emy. Programa de agentes comunitários de
saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 197-203,
Feb. 2004 .)
I. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, de outubro de 2002, a Região Nordeste do Brasil possuía 75.138 ACS, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto. II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, de acordo com um levantamento realizado pelo Departamento de Atenção Básica/SPS, do Ministério da Saúde, em outubro de 2002, no Brasil, estimava-se a existência de 173.593 agentes comunitários de saúde em atuação.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2009965
Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Provas:
Hipertensão arterial e trabalho: fatores de risco
Por Andrade et al, 2016 (trecho de artigo adaptado).
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) constitui um
importante problema de saúde pública da atualidade, com
uma incidência de 22,7% (em 2011) entre a população
brasileira população brasileira com idade superior a 18 anos
(1). É o principal fator de risco para doenças
cardiovasculares (2) e foi a primeira causa de morte no Brasil
no ano de 2008, segundo o Ministério da Saúde (3). De
acordo com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (4), a
HAS pode ser definida como o aumento sustentado da
pressão arterial (PA) sistólica ou diastólica com medida igual
ou maior a 140 e 90 mmHg, respectivamente, detectado em
duas aferições realizadas em momentos distintos.
Sabe-se que a etiologia da HAS é multifatorial. Entre os
fatores associados ao seu desenvolvimento estão idade,
gênero, etnia, excesso de peso e obesidade, ingestão de sal e
de álcool, sedentarismo, hereditariedade e fatores
socioeconômicos (4). Ademais, discute-se na literatura
internacional a exposição a fatores ocupacionais como um
risco independente para o desenvolvimento de hipertensão
(5-27). Alguns estudos apontam a execução de trabalho em
turnos e exposição a ruídos e a alguns agentes químicos
(8-11) como associados ao aumento dos níveis pressóricos.
Outros artigos relacionam o estresse no ambiente de
trabalho (13,18-22) como um fator biopsicossocial
associado à hipertensão. Nesse contexto, é introduzido o
conceito biológico do estresse e seu efeito sistêmico, no
qual a ativação adrenérgica, por meio da liberação de
hormônios reguladores da pressão arterial, promoveria
vasoconstricção periférica e, consequentemente, elevação
dos níveis pressóricos (19-21).
Entretanto, há controvérsias sobre o assunto e a devida
relevância dos fatores de riscos ocupacionais na abordagem
da hipertensão pode estar subestimada. Essa premissa é
válida em face da importância do trabalho no cotidiano do
indivíduo, que tem parte significativa da sua vida dedicada à
atividade laboral e a partir dela estrutura suas relações
socioeconômicas, culturais e, muitas vezes, de estilo de vida.
(Hypertension and work: risk factors. Andrade RCV,
Fernandes RCP. Hypertension and work: risk factors. Rev
Bras Med Trab.2016;14(3):252-261).
I. O texto procura deixar claro para o leitor que a hipertensão arterial sistêmica é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares e foi a primeira causa de morte no Brasil no ano de 2008. II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que todos os artigos mostram que o estresse no ambiente de trabalho é um fator biopsicossocial sem qualquer relação com a hipertensão.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container