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Foram encontradas 50 questões.

813740 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Um usuário do MS Excel 2010, em português, digitou em uma planilha, nas células E4, F4, G4, H4, I4 e J4, respectivamente, as fórmulas: =MÁXIMO(G4:I4), =SE(G4<=3;1;0), =(11-8), =(F4*2), =(G4/2) e =MÉDIA(E4:F4)/(1,3). Se na célula F12 dessa mesma planilha for digitada a fórmula =MÍNIMOA(E4:J4), o resultado de sua execução será:
 

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813739 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Consoante o disposto na Lei nº 12.520/2002, que disciplina o acesso a informação, é correto afirmar que:
 

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813738 Ano: 2015
Disciplina: Direito Penal
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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O funcionário público que exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, responde por crime de:
 

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813737 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Assinale a alternativa INCORRETA no que diz respeito aos atos de improbidade administrativa.
 

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813736 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Nos contratos administrativos, um dos objetivos de se realizar as licitações é o de garantir o seguinte princípio:
 

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813314 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

Em qual alternativa produz-se evidente equívoco de leitura, quando se afirma que o fragmento transcrito do texto foi usado em sentido denotativo?

 

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804562 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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O ícone enunciado 2027374-1 no MS Word 2010, em português, é utilizado na situação em que se deseja:
 

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796465 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

Considerando o contexto em que se produziu a colocação do pronome oblíquo, em “– Eu não me dou com meu vizinho.”, pode-se afirmar, corretamente, que foi assim realizada porque:

 

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793684 Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Marque a alternativa que apresenta o instrumento da Administração Pública, que evidencia o documento legal que contém a previsão de receitas e a fixação de despesas a serem realizadas no exercício financeiro.
 

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790623 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

No primeiro parágrafo, o elemento linguístico que possui valor de adversidade é:

 

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