Foram encontradas 280 questões.
Analise o trecho a seguir.
“O Projeto do Genoma Humano é considerado uma das conquistas científicas mais importantes da história. Ele foi lançado em 1990 por um consórcio internacional de cientistas, ao custo de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15,6 bilhões, em valores atuais).”
POR QUE genoma humano nunca foi decifrado completamente (e o que falta para se chegar lá). BBC Brasil, 09 de março de 2023. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckklegq9xlno. Acesso em: 09 mar. 2023.
Quantas ocorrências de dígrafos consonantais há no trecho?
“O Projeto do Genoma Humano é considerado uma das conquistas científicas mais importantes da história. Ele foi lançado em 1990 por um consórcio internacional de cientistas, ao custo de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15,6 bilhões, em valores atuais).”
POR QUE genoma humano nunca foi decifrado completamente (e o que falta para se chegar lá). BBC Brasil, 09 de março de 2023. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckklegq9xlno. Acesso em: 09 mar. 2023.
Quantas ocorrências de dígrafos consonantais há no trecho?
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Analise o excerto a seguir.
“Já tive cachorro, gato, jabuti — não confundam o jabuti com a tartaruga, ou com o cágado, todos são répteis, mas a tartaruga vive somente na água, tem casco achatado e patas afinadas, o jabuti possui casco convexo, bem arqueado, e patas grossas, que parecem réplicas miniaturizadas da pata dos elefantes, e o cágado distingue-se do jabuti por ser um quelônio de água doce e não terrestre, além de ter o pescoço mais longo.”
FONSECA, Rubem. Animal de estimação. In: Histórias curtas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
Qual é o tipo textual predominante no excerto?
“Já tive cachorro, gato, jabuti — não confundam o jabuti com a tartaruga, ou com o cágado, todos são répteis, mas a tartaruga vive somente na água, tem casco achatado e patas afinadas, o jabuti possui casco convexo, bem arqueado, e patas grossas, que parecem réplicas miniaturizadas da pata dos elefantes, e o cágado distingue-se do jabuti por ser um quelônio de água doce e não terrestre, além de ter o pescoço mais longo.”
FONSECA, Rubem. Animal de estimação. In: Histórias curtas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
Qual é o tipo textual predominante no excerto?
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
- Interpretação de TextosVariação Linguística

Agora analise as proposições a seguir.
I. A linguagem utilizada nos balões de fala apresenta um tom de coloquialidade. II. O texto apresentado é não verbal em toda a sua extensão. III. O gênero textual em que se encaixa esse texto é o cartum.
Marque a alternativa que apresenta a(s) proposição(ões) CORRETA(S).
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O mundo coabita com muitos mundos
O desenvolvimento tecnológico tem evitado a fome global, mas
não conseguiu evitar que uma parcela considerável da
humanidade passe fome
Nelson Wilians
4 de março de 2023
Confesso que pensei em fazer uma lista de previsões para
2023. Mas logo parei na estimativa de que a China deixará de ser
o país mais populoso do mundo no próximo ano. Será
ultrapassada pela Índia. De acordo com um relatório da
Organização das Nações Unidas (ONU), a projeção é que, lá pela
metade de abril, o país atinja a marca de 1.425.775.850 de
habitantes.
A tomada do bastão populacional pela Índia significa uma
mudança apenas simbólica, porque a China continuará sendo a
maior potência econômica do mundo.
Falar contra a reprodução humana sempre foi polêmico. No
final do século 19, o economista inglês Thomas Malthus alertou
crua e abjetamente que “se os humanos continuassem a se
reproduzir incontrolavelmente, logo ficariam sem comida”.
Logo: um tempo indefinido.
O desenvolvimento tecnológico tem evitado até aqui a fome
global, mas não conseguiu evitar que uma parcela considerável
da humanidade passe fome, por uma série de razões, entre elas,
a distribuição desigual de recursos e renda. Desigualdades
extremas desestabilizam as economias globais e empurram mais
pessoas para a pobreza.
Recentemente, a população mundial ultrapassou a marca
de 8 bilhões, reafirmando a história de que os países ricos ficam
mais ricos e os pobres mais populosos: cerca de 70% do
crescimento de 7 para 8 bilhões veio de países de renda baixa e
média baixa, de acordo com a ONU.
O mundo é um só que coabita com vários mundos.
É como em um elefante: uma parte representa a cabeça; a
outra, a tromba, a barriga, o rabo; e outra, as patas. Quando o
elefante avança, todas as partes avançam. Quando fica parado,
as patas aguentam todo o peso.
De acordo com a ONU, o crescimento populacional está se
estabilizando. Foram necessários 12 anos para a população
mundial passar de 7 para 8 bilhões; o próximo bilhão deve levar
cerca de 14,5 anos. A desaceleração do crescimento global está
sendo provocada, principalmente, pela queda na fecundidade da
população de 61 países, que deverá diminuir 1% ou mais, entre
2022 e 2050.
Hans Rosling, um médico e acadêmico sueco, explica que o
“código PIN” atual do mundo é 1114, o que significa que há cerca
de 1 bilhão de pessoas nas Américas, Europa e África e 4 bilhões
na Ásia. Em 2050, o código será 1145, sendo 4 bilhões na África
e 5 bilhões na Ásia.
Ainda que a ideologia dominante não favoreça a igualdade,
para agravar, cada país tem sua própria dinâmica geradora de
desigualdades.
A distribuição desigual no crescimento populacional
certamente tornará a balança ainda mais injusta. Não à toa, a
ONU alerta para que o mundo redobre seus esforços para
implementar a Agenda 2030, um passo para a erradicação da
pobreza em todas as formas e dimensões e “garantir que todos
os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade
e igualdade e em um ambiente saudável”.
2023 é uma boa oportunidade para desejar que os líderes
globais mostrem por que são chamados de líderes globais.
O elefante parado morre de inanição.
Nelson Wilians é CEO da Nelson Wilians Advogados.
WILIANS, Nelson. O mundo coabita com muitos mundos.
Forbes Brasil, 04 de março de 2023 (ed. 104 dez./2022). Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-money/2023/03/nelson-wilians-o-mundo-coabita-commuitos-mundos/. Acesso em: 10 mar. 2023.
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O mundo coabita com muitos mundos
O desenvolvimento tecnológico tem evitado a fome global, mas
não conseguiu evitar que uma parcela considerável da
humanidade passe fome
Nelson Wilians
4 de março de 2023
Confesso que pensei em fazer uma lista de previsões para
2023. Mas logo parei na estimativa de que a China deixará de ser
o país mais populoso do mundo no próximo ano. Será
ultrapassada pela Índia. De acordo com um relatório da
Organização das Nações Unidas (ONU), a projeção é que, lá pela
metade de abril, o país atinja a marca de 1.425.775.850 de
habitantes.
A tomada do bastão populacional pela Índia significa uma
mudança apenas simbólica, porque a China continuará sendo a
maior potência econômica do mundo.
Falar contra a reprodução humana sempre foi polêmico. No
final do século 19, o economista inglês Thomas Malthus alertou
crua e abjetamente que “se os humanos continuassem a se
reproduzir incontrolavelmente, logo ficariam sem comida”.
Logo: um tempo indefinido.
O desenvolvimento tecnológico tem evitado até aqui a fome
global, mas não conseguiu evitar que uma parcela considerável
da humanidade passe fome, por uma série de razões, entre elas,
a distribuição desigual de recursos e renda. Desigualdades
extremas desestabilizam as economias globais e empurram mais
pessoas para a pobreza.
Recentemente, a população mundial ultrapassou a marca
de 8 bilhões, reafirmando a história de que os países ricos ficam
mais ricos e os pobres mais populosos: cerca de 70% do
crescimento de 7 para 8 bilhões veio de países de renda baixa e
média baixa, de acordo com a ONU.
O mundo é um só que coabita com vários mundos.
É como em um elefante: uma parte representa a cabeça; a
outra, a tromba, a barriga, o rabo; e outra, as patas. Quando o
elefante avança, todas as partes avançam. Quando fica parado,
as patas aguentam todo o peso.
De acordo com a ONU, o crescimento populacional está se
estabilizando. Foram necessários 12 anos para a população
mundial passar de 7 para 8 bilhões; o próximo bilhão deve levar
cerca de 14,5 anos. A desaceleração do crescimento global está
sendo provocada, principalmente, pela queda na fecundidade da
população de 61 países, que deverá diminuir 1% ou mais, entre
2022 e 2050.
Hans Rosling, um médico e acadêmico sueco, explica que o
“código PIN” atual do mundo é 1114, o que significa que há cerca
de 1 bilhão de pessoas nas Américas, Europa e África e 4 bilhões
na Ásia. Em 2050, o código será 1145, sendo 4 bilhões na África
e 5 bilhões na Ásia.
Ainda que a ideologia dominante não favoreça a igualdade,
para agravar, cada país tem sua própria dinâmica geradora de
desigualdades.
A distribuição desigual no crescimento populacional
certamente tornará a balança ainda mais injusta. Não à toa, a
ONU alerta para que o mundo redobre seus esforços para
implementar a Agenda 2030, um passo para a erradicação da
pobreza em todas as formas e dimensões e “garantir que todos
os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade
e igualdade e em um ambiente saudável”.
2023 é uma boa oportunidade para desejar que os líderes
globais mostrem por que são chamados de líderes globais.
O elefante parado morre de inanição.
Nelson Wilians é CEO da Nelson Wilians Advogados.
WILIANS, Nelson. O mundo coabita com muitos mundos.
Forbes Brasil, 04 de março de 2023 (ed. 104 dez./2022). Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-money/2023/03/nelson-wilians-o-mundo-coabita-commuitos-mundos/. Acesso em: 10 mar. 2023.
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O desenvolvimento tecnológico tem evitado a fome global, mas
não conseguiu evitar que uma parcela considerável da
humanidade passe fome
Nelson Wilians
4 de março de 2023
Confesso que pensei em fazer uma lista de previsões para
2023. Mas logo parei na estimativa de que a China deixará de ser
o país mais populoso do mundo no próximo ano. Será
ultrapassada pela Índia. De acordo com um relatório da
Organização das Nações Unidas (ONU), a projeção é que, lá pela
metade de abril, o país atinja a marca de 1.425.775.850 de
habitantes.
A tomada do bastão populacional pela Índia significa uma
mudança apenas simbólica, porque a China continuará sendo a
maior potência econômica do mundo.
Falar contra a reprodução humana sempre foi polêmico. No
final do século 19, o economista inglês Thomas Malthus alertou
crua e abjetamente que “se os humanos continuassem a se
reproduzir incontrolavelmente, logo ficariam sem comida”.
Logo: um tempo indefinido.
O desenvolvimento tecnológico tem evitado até aqui a fome
global, mas não conseguiu evitar que uma parcela considerável
da humanidade passe fome, por uma série de razões, entre elas,
a distribuição desigual de recursos e renda. Desigualdades
extremas desestabilizam as economias globais e empurram mais
pessoas para a pobreza.
Recentemente, a população mundial ultrapassou a marca
de 8 bilhões, reafirmando a história de que os países ricos ficam
mais ricos e os pobres mais populosos: cerca de 70% do
crescimento de 7 para 8 bilhões veio de países de renda baixa e
média baixa, de acordo com a ONU.
O mundo é um só que coabita com vários mundos.
É como em um elefante: uma parte representa a cabeça; a
outra, a tromba, a barriga, o rabo; e outra, as patas. Quando o
elefante avança, todas as partes avançam. Quando fica parado,
as patas aguentam todo o peso.
De acordo com a ONU, o crescimento populacional está se
estabilizando. Foram necessários 12 anos para a população
mundial passar de 7 para 8 bilhões; o próximo bilhão deve levar
cerca de 14,5 anos. A desaceleração do crescimento global está
sendo provocada, principalmente, pela queda na fecundidade da
população de 61 países, que deverá diminuir 1% ou mais, entre
2022 e 2050.
Hans Rosling, um médico e acadêmico sueco, explica que o
“código PIN” atual do mundo é 1114, o que significa que há cerca
de 1 bilhão de pessoas nas Américas, Europa e África e 4 bilhões
na Ásia. Em 2050, o código será 1145, sendo 4 bilhões na África
e 5 bilhões na Ásia.
Ainda que a ideologia dominante não favoreça a igualdade,
para agravar, cada país tem sua própria dinâmica geradora de
desigualdades.
A distribuição desigual no crescimento populacional
certamente tornará a balança ainda mais injusta. Não à toa, a
ONU alerta para que o mundo redobre seus esforços para
implementar a Agenda 2030, um passo para a erradicação da
pobreza em todas as formas e dimensões e “garantir que todos
os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade
e igualdade e em um ambiente saudável”.
2023 é uma boa oportunidade para desejar que os líderes
globais mostrem por que são chamados de líderes globais.
O elefante parado morre de inanição.
Nelson Wilians é CEO da Nelson Wilians Advogados.
WILIANS, Nelson. O mundo coabita com muitos mundos.
Forbes Brasil, 04 de março de 2023 (ed. 104 dez./2022). Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-money/2023/03/nelson-wilians-o-mundo-coabita-commuitos-mundos/. Acesso em: 10 mar. 2023.
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O desenvolvimento tecnológico tem evitado a fome global, mas
não conseguiu evitar que uma parcela considerável da
humanidade passe fome
Nelson Wilians
4 de março de 2023
Confesso que pensei em fazer uma lista de previsões para
2023. Mas logo parei na estimativa de que a China deixará de ser
o país mais populoso do mundo no próximo ano. Será
ultrapassada pela Índia. De acordo com um relatório da
Organização das Nações Unidas (ONU), a projeção é que, lá pela
metade de abril, o país atinja a marca de 1.425.775.850 de
habitantes.
A tomada do bastão populacional pela Índia significa uma
mudança apenas simbólica, porque a China continuará sendo a
maior potência econômica do mundo.
Falar contra a reprodução humana sempre foi polêmico. No
final do século 19, o economista inglês Thomas Malthus alertou
crua e abjetamente que “se os humanos continuassem a se
reproduzir incontrolavelmente, logo ficariam sem comida”.
Logo: um tempo indefinido.
O desenvolvimento tecnológico tem evitado até aqui a fome
global, mas não conseguiu evitar que uma parcela considerável
da humanidade passe fome, por uma série de razões, entre elas,
a distribuição desigual de recursos e renda. Desigualdades
extremas desestabilizam as economias globais e empurram mais
pessoas para a pobreza.
Recentemente, a população mundial ultrapassou a marca
de 8 bilhões, reafirmando a história de que os países ricos ficam
mais ricos e os pobres mais populosos: cerca de 70% do
crescimento de 7 para 8 bilhões veio de países de renda baixa e
média baixa, de acordo com a ONU.
O mundo é um só que coabita com vários mundos.
É como em um elefante: uma parte representa a cabeça; a
outra, a tromba, a barriga, o rabo; e outra, as patas. Quando o
elefante avança, todas as partes avançam. Quando fica parado,
as patas aguentam todo o peso.
De acordo com a ONU, o crescimento populacional está se
estabilizando. Foram necessários 12 anos para a população
mundial passar de 7 para 8 bilhões; o próximo bilhão deve levar
cerca de 14,5 anos. A desaceleração do crescimento global está
sendo provocada, principalmente, pela queda na fecundidade da
população de 61 países, que deverá diminuir 1% ou mais, entre
2022 e 2050.
Hans Rosling, um médico e acadêmico sueco, explica que o
“código PIN” atual do mundo é 1114, o que significa que há cerca
de 1 bilhão de pessoas nas Américas, Europa e África e 4 bilhões
na Ásia. Em 2050, o código será 1145, sendo 4 bilhões na África
e 5 bilhões na Ásia.
Ainda que a ideologia dominante não favoreça a igualdade,
para agravar, cada país tem sua própria dinâmica geradora de
desigualdades.
A distribuição desigual no crescimento populacional
certamente tornará a balança ainda mais injusta. Não à toa, a
ONU alerta para que o mundo redobre seus esforços para
implementar a Agenda 2030, um passo para a erradicação da
pobreza em todas as formas e dimensões e “garantir que todos
os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade
e igualdade e em um ambiente saudável”.
2023 é uma boa oportunidade para desejar que os líderes
globais mostrem por que são chamados de líderes globais.
O elefante parado morre de inanição.
Nelson Wilians é CEO da Nelson Wilians Advogados.
WILIANS, Nelson. O mundo coabita com muitos mundos.
Forbes Brasil, 04 de março de 2023 (ed. 104 dez./2022). Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-money/2023/03/nelson-wilians-o-mundo-coabita-commuitos-mundos/. Acesso em: 10 mar. 2023.
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O mundo coabita com muitos mundos
O desenvolvimento tecnológico tem evitado a fome global, mas
não conseguiu evitar que uma parcela considerável da
humanidade passe fome
Nelson Wilians
4 de março de 2023
Confesso que pensei em fazer uma lista de previsões para
2023. Mas logo parei na estimativa de que a China deixará de ser
o país mais populoso do mundo no próximo ano. Será
ultrapassada pela Índia. De acordo com um relatório da
Organização das Nações Unidas (ONU), a projeção é que, lá pela
metade de abril, o país atinja a marca de 1.425.775.850 de
habitantes.
A tomada do bastão populacional pela Índia significa uma
mudança apenas simbólica, porque a China continuará sendo a
maior potência econômica do mundo.
Falar contra a reprodução humana sempre foi polêmico. No
final do século 19, o economista inglês Thomas Malthus alertou
crua e abjetamente que “se os humanos continuassem a se
reproduzir incontrolavelmente, logo ficariam sem comida”.
Logo: um tempo indefinido.
O desenvolvimento tecnológico tem evitado até aqui a fome
global, mas não conseguiu evitar que uma parcela considerável
da humanidade passe fome, por uma série de razões, entre elas,
a distribuição desigual de recursos e renda. Desigualdades
extremas desestabilizam as economias globais e empurram mais
pessoas para a pobreza.
Recentemente, a população mundial ultrapassou a marca
de 8 bilhões, reafirmando a história de que os países ricos ficam
mais ricos e os pobres mais populosos: cerca de 70% do
crescimento de 7 para 8 bilhões veio de países de renda baixa e
média baixa, de acordo com a ONU.
O mundo é um só que coabita com vários mundos.
É como em um elefante: uma parte representa a cabeça; a
outra, a tromba, a barriga, o rabo; e outra, as patas. Quando o
elefante avança, todas as partes avançam. Quando fica parado,
as patas aguentam todo o peso.
De acordo com a ONU, o crescimento populacional está se
estabilizando. Foram necessários 12 anos para a população
mundial passar de 7 para 8 bilhões; o próximo bilhão deve levar
cerca de 14,5 anos. A desaceleração do crescimento global está
sendo provocada, principalmente, pela queda na fecundidade da
população de 61 países, que deverá diminuir 1% ou mais, entre
2022 e 2050.
Hans Rosling, um médico e acadêmico sueco, explica que o
“código PIN” atual do mundo é 1114, o que significa que há cerca
de 1 bilhão de pessoas nas Américas, Europa e África e 4 bilhões
na Ásia. Em 2050, o código será 1145, sendo 4 bilhões na África
e 5 bilhões na Ásia.
Ainda que a ideologia dominante não favoreça a igualdade,
para agravar, cada país tem sua própria dinâmica geradora de
desigualdades.
A distribuição desigual no crescimento populacional
certamente tornará a balança ainda mais injusta. Não à toa, a
ONU alerta para que o mundo redobre seus esforços para
implementar a Agenda 2030, um passo para a erradicação da
pobreza em todas as formas e dimensões e “garantir que todos
os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade
e igualdade e em um ambiente saudável”.
2023 é uma boa oportunidade para desejar que os líderes
globais mostrem por que são chamados de líderes globais.
O elefante parado morre de inanição.
Nelson Wilians é CEO da Nelson Wilians Advogados.
WILIANS, Nelson. O mundo coabita com muitos mundos.
Forbes Brasil, 04 de março de 2023 (ed. 104 dez./2022). Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-money/2023/03/nelson-wilians-o-mundo-coabita-commuitos-mundos/. Acesso em: 10 mar. 2023.
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O mundo coabita com muitos mundos
O desenvolvimento tecnológico tem evitado a fome global, mas
não conseguiu evitar que uma parcela considerável da
humanidade passe fome
Nelson Wilians
4 de março de 2023
Confesso que pensei em fazer uma lista de previsões para
2023. Mas logo parei na estimativa de que a China deixará de ser
o país mais populoso do mundo no próximo ano. Será
ultrapassada pela Índia. De acordo com um relatório da
Organização das Nações Unidas (ONU), a projeção é que, lá pela
metade de abril, o país atinja a marca de 1.425.775.850 de
habitantes.
A tomada do bastão populacional pela Índia significa uma
mudança apenas simbólica, porque a China continuará sendo a
maior potência econômica do mundo.
Falar contra a reprodução humana sempre foi polêmico. No
final do século 19, o economista inglês Thomas Malthus alertou
crua e abjetamente que “se os humanos continuassem a se
reproduzir incontrolavelmente, logo ficariam sem comida”.
Logo: um tempo indefinido.
O desenvolvimento tecnológico tem evitado até aqui a fome
global, mas não conseguiu evitar que uma parcela considerável
da humanidade passe fome, por uma série de razões, entre elas,
a distribuição desigual de recursos e renda. Desigualdades
extremas desestabilizam as economias globais e empurram mais
pessoas para a pobreza.
Recentemente, a população mundial ultrapassou a marca
de 8 bilhões, reafirmando a história de que os países ricos ficam
mais ricos e os pobres mais populosos: cerca de 70% do
crescimento de 7 para 8 bilhões veio de países de renda baixa e
média baixa, de acordo com a ONU.
O mundo é um só que coabita com vários mundos.
É como em um elefante: uma parte representa a cabeça; a
outra, a tromba, a barriga, o rabo; e outra, as patas. Quando o
elefante avança, todas as partes avançam. Quando fica parado,
as patas aguentam todo o peso.
De acordo com a ONU, o crescimento populacional está se
estabilizando. Foram necessários 12 anos para a população
mundial passar de 7 para 8 bilhões; o próximo bilhão deve levar
cerca de 14,5 anos. A desaceleração do crescimento global está
sendo provocada, principalmente, pela queda na fecundidade da
população de 61 países, que deverá diminuir 1% ou mais, entre
2022 e 2050.
Hans Rosling, um médico e acadêmico sueco, explica que o
“código PIN” atual do mundo é 1114, o que significa que há cerca
de 1 bilhão de pessoas nas Américas, Europa e África e 4 bilhões
na Ásia. Em 2050, o código será 1145, sendo 4 bilhões na África
e 5 bilhões na Ásia.
Ainda que a ideologia dominante não favoreça a igualdade,
para agravar, cada país tem sua própria dinâmica geradora de
desigualdades.
A distribuição desigual no crescimento populacional
certamente tornará a balança ainda mais injusta. Não à toa, a
ONU alerta para que o mundo redobre seus esforços para
implementar a Agenda 2030, um passo para a erradicação da
pobreza em todas as formas e dimensões e “garantir que todos
os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade
e igualdade e em um ambiente saudável”.
2023 é uma boa oportunidade para desejar que os líderes
globais mostrem por que são chamados de líderes globais.
O elefante parado morre de inanição.
Nelson Wilians é CEO da Nelson Wilians Advogados.
WILIANS, Nelson. O mundo coabita com muitos mundos.
Forbes Brasil, 04 de março de 2023 (ed. 104 dez./2022). Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-money/2023/03/nelson-wilians-o-mundo-coabita-commuitos-mundos/. Acesso em: 10 mar. 2023.
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Questão presente nas seguintes provas
Em uma loja de eletrodomésticos, um liquidificador que
custava R$ 570,00, sofreu um aumento e passou a custar
R$ 741,00. Dessa forma, o percentual de reajuste desse tênis
foi de
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