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671908 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Pref. Santo André-SP
A Ucrânia e a Crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que buscaria relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.
Oposição e parte da população foram às ruas contra a decisão, em protestos violentos que deixaram mortos. Em 22 de fevereiro de 2014, as manifestações culminaram na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.
Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, que acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região.
A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.
Após a adesão da Crimeia, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como "república soberana", marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente.
No sul, a cidade portuária de Odessa teve dezenas de mortos no início de maio em conflitos entre a polícia local e militantes pró-Rússia. Kiev acusa os russos de apoiarem as revoltas separatistas no leste e no sul para desestabilizar a situação nessas regiões. A Rússia nega qualquer envolvimento.
Os conflitos refletem uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991.
No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais falado, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição - e foi onde se concentraram a maioria dos protestos, especialmente na capital Kiev.
Dias depois de anunciar a desistência do acordo com a UE, o governo ucraniano admitiu que tomou a decisão sob pressão de Moscou. A interferência dos russos, que teriam ameaçado cortar o fornecimento de gás e tomar medidas protecionistas contra produtos ucranianos, foi criticada pelo bloco europeu.
Milhares de ucranianos favoráveis à adesão à UE tomaram as ruas de Kiev para exigir que o presidente retomasse as negociações com o bloco. Houve confrontos.
O presidente Yanukovich se recusou e disse que a decisão foi difícil, mas inevitável, visto que as regras europeias eram muito duras para a frágil economia ucraniana.
Ele prometeu, porém, criar "uma sociedade de padrões europeus" e afirmou que políticas nesse caminho "têm sido e continuarão a ser consistentes".
A partir daí, os protestos se intensificaram e ficaram mais violentos. Os grupos oposicionistas passaram a exigir a renúncia do presidente e do primeiro-ministro. Também decidiram criar um quartel-general da resistência nacional e organizar uma greve em todo o país. O primeiro-ministro Mykola Azarov renunciou em 28 de janeiro, mas isso não foi o suficiente para encerrar a crise.
Em 21 de janeiro, após aumento da violência no país, um acordo assinado entre Yanukovich e os líderes da oposição determinou a realização de eleições presidenciais antecipadas na Ucrânia e a volta à Constituição de 2004, que reduz os poderes presidenciais.
O acordo também previa a formação de um "governo de unidade", em uma tentativa de solucionar a violenta crise política.
Queda do governo
No dia seguinte à assinatura do acordo, o presidente deixou Kiev para local então desconhecido. Yanukovich declarou ter sido vítima de um "golpe de Estado". Sua casa, escritório e outros prédios do governo foram tomados pela oposição.
Após a mudança na câmara, os deputados votaram pela destituição de Yanukovich por abandono de seu cargo e marcaram eleições antecipadas para 25 de maio.
O presidente recém-eleito do Parlamento, o opositor Oleksander Turchynov, assumiu o governo temporariamente, afirmando que o país estava pronto para conversar com a liderança da Rússia para melhorar as relações bilaterais, mas que a integração europeia era prioridade.
Yanukovich teve sua prisão decretada pela morte de civis. Após dias com paradeiro desconhecido, ele apareceu na Rússia, acusou os mediadores ocidentais de traição, disse não reconhecer a legitimidade do novo governo interino e prometeu continuar lutando pela Ucrânia.
As autoridades ucranianas pediram sua extradição. Ao mesmo tempo, a União Europeia congelou seus ativos e de outros 17 aliados por desvio de fundos públicos.
Alguns dias depois, a imprensa local informou que ele foi internado em estado grave, possivelmente por um infarto. Em 11 de março, entretanto, ele apareceu publicamente, reafirmou que ainda é o presidente legítimo e líder oficial do país, e afirmou ter certeza de que as Forcas Armadas locais irão se recusar a obedecer às "ordens criminosas".
Em 27 de fevereiro, o Parlamento aprovou um governo de coalizão que vai governar até as eleições de maio, com o pró-europeu Arseny Yatseniuk como premiê interino.
(http://gl.globo.com)
Observe:
O primeiro-ministro Mykola Azarov renunciou em 28 de janeiro, mas isso não foi o suficiente para encerrar a crise.
Afirma-se que o trecho em destaque é:
I. uma oração.
II. uma oração reduzida.
III. uma oração adverbial.
IV. uma oração final.
Quantas, das afirmações acima, são verdadeiras em relação ao trecho?
 

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A teoria do capital linguístico escolarmente rentável, explicitada em "Linguagem e Escola - uma perspectiva social", de Magda Soares, explica o fracasso das crianças das camadas populares na escola:
 

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Leia os trechos a seguir.
Texto 1
Baleia, imóvel, paciente, olhava os carvões e esperava que a família se recolhesse. Enfastiava-a o barulho que Fabiano fazia. No campo, seguindo uma rês, se esgoelava demais. Natural. Mas ali, à beira do fogo, para que tanto grito? Fabiano estava-se cansando à toa. Baleia se enjoava, cochilava e não podia dormir.
RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Rio de Janeiro:
Record, 1986, p. 69.
Texto 2
[ ... ]
Baleia assustou-se. Que faziam aqueles animais soltos na noite? A obrigação dela era levantar-se, conduzi-los ao bebedouro. Franziu as ventas, procurando distinguir os meninos. Estranhou a ausência deles.
Não se lembrava de Fabiano. Tinha havido um desastre, mas Baleia não atribuía a esse desastre a impotência em que se achava nem percebia que estava livre de responsabilidades. Precisava vigiar as cabras: àquela hora cheiros de suçuarana deviam andar pelas ribanceiras, rondar as moitas afastadas [ ... ]
RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Rio de Janeiro:
Record, 1986, p. 89-90.
Após a leitura dos dois excertos, assinale a alternativa correta.
 

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A educação básica tem por final idades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. A respeito das normas de educação básica, assinale a alternativa correta.
 

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Num momento em que a cidadania enfrenta novos desafios e abre novas áreas por meio das grandes transformações pelas quais passa o mundo contemporâneo, é importante ter o conhecimento de realidades que, no passado, significaram passos relevantes no sentido de garantir um futuro melhor para todos. No Brasil, podemos considerar como um momento fundamental:
 

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664427 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Pref. Santo André-SP
A UMAS SAUDADES
Gregório de Matos
Parti, coração, parti,
navegai sem vos deter,
ide-vos, minhas saudades
a meu amor socorrer.
Em o mar do meu tormento
em que padecer me vejo
já que amante me desejo
navegue o meu pensamento:
meus suspiros, formai vento,
com que me façais ir ter
onde me apeteço ver;
e diga minha alma assi:
Parti, coração, parti,
navegai sem vos deter.
Ide donde meu amor
apesar desta distância
não há perdido constância
nem demitido o rigor:
antes é tão superior
que a si se quer exceder,
e se não desfalecer
em tantas adversidades,
Ide-vos minhas saudades
a meu amor socorrer.
(http://www.dominiopublico.gov.br)
Observe:
[ ... ] antes é tão superior
que a si se quer exceder,
e se não desfalecer
em tantas adversidades [ ... ]
Sobre as duas ocorrências de "se", destacadas acima, analise as afirmações:
I. ambas são pronomes.
II. ambas indicam condição.
III. ambas são reflexivas.
Está correto o que se afirma em:
 

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O Estatuto da Juventude elenca diversos direitos, diretrizes e princípios dos jovens brasileiros. Assim sendo, assinale a alternativa incorreta.
 

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A respeito da Literatura Brasileira, assinale a alternativa correta.
 

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641007 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Pref. Santo André-SP
A Ucrânia e a Crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que buscaria relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.
Oposição e parte da população foram às ruas contra a decisão, em protestos violentos que deixaram mortos. Em 22 de fevereiro de 2014, as manifestações culminaram na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.
Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, que acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região.
A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.
Após a adesão da Crimeia, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como "república soberana", marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente.
No sul, a cidade portuária de Odessa teve dezenas de mortos no início de maio em conflitos entre a polícia local e militantes pró-Rússia. Kiev acusa os russos de apoiarem as revoltas separatistas no leste e no sul para desestabilizar a situação nessas regiões. A Rússia nega qualquer envolvimento.
Os conflitos refletem uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991.
No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais falado, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição - e foi onde se concentraram a maioria dos protestos, especialmente na capital Kiev.
Dias depois de anunciar a desistência do acordo com a UE, o governo ucraniano admitiu que tomou a decisão sob pressão de Moscou. A interferência dos russos, que teriam ameaçado cortar o fornecimento de gás e tomar medidas protecionistas contra produtos ucranianos, foi criticada pelo bloco europeu.
Milhares de ucranianos favoráveis à adesão à UE tomaram as ruas de Kiev para exigir que o presidente retomasse as negociações com o bloco. Houve confrontos.
O presidente Yanukovich se recusou e disse que a decisão foi difícil, mas inevitável, visto que as regras europeias eram muito duras para a frágil economia ucraniana.
Ele prometeu, porém, criar "uma sociedade de padrões europeus" e afirmou que políticas nesse caminho "têm sido e continuarão a ser consistentes".
A partir daí, os protestos se intensificaram e ficaram mais violentos. Os grupos oposicionistas passaram a exigir a renúncia do presidente e do primeiro-ministro. Também decidiram criar um quartel-general da resistência nacional e organizar uma greve em todo o país. O primeiro-ministro Mykola Azarov renunciou em 28 de janeiro, mas isso não foi o suficiente para encerrar a crise.
Em 21 de janeiro, após aumento da violência no país, um acordo assinado entre Yanukovich e os líderes da oposição determinou a realização de eleições presidenciais antecipadas na Ucrânia e a volta à Constituição de 2004, que reduz os poderes presidenciais.
O acordo também previa a formação de um "governo de unidade", em uma tentativa de solucionar a violenta crise política.
Queda do governo
No dia seguinte à assinatura do acordo, o presidente deixou Kiev para local então desconhecido. Yanukovich declarou ter sido vítima de um "golpe de Estado". Sua casa, escritório e outros prédios do governo foram tomados pela oposição.
Após a mudança na câmara, os deputados votaram pela destituição de Yanukovich por abandono de seu cargo e marcaram eleições antecipadas para 25 de maio.
O presidente recém-eleito do Parlamento, o opositor Oleksander Turchynov, assumiu o governo temporariamente, afirmando que o país estava pronto para conversar com a liderança da Rússia para melhorar as relações bilaterais, mas que a integração europeia era prioridade.
Yanukovich teve sua prisão decretada pela morte de civis. Após dias com paradeiro desconhecido, ele apareceu na Rússia, acusou os mediadores ocidentais de traição, disse não reconhecer a legitimidade do novo governo interino e prometeu continuar lutando pela Ucrânia.
As autoridades ucranianas pediram sua extradição. Ao mesmo tempo, a União Europeia congelou seus ativos e de outros 17 aliados por desvio de fundos públicos.
Alguns dias depois, a imprensa local informou que ele foi internado em estado grave, possivelmente por um infarto. Em 11 de março, entretanto, ele apareceu publicamente, reafirmou que ainda é o presidente legítimo e líder oficial do país, e afirmou ter certeza de que as Forcas Armadas locais irão se recusar a obedecer às "ordens criminosas".
Em 27 de fevereiro, o Parlamento aprovou um governo de coalizão que vai governar até as eleições de maio, com o pró-europeu Arseny Yatseniuk como premiê interino.
(http://gl.globo.com)
Releia o seguinte parágrafo do texto:
"Yanukovich teve sua prisão decretada pela morte de civis. Após dias com paradeiro desconhecido, ele apareceu na Rússia, acusou os mediadores ocidentais de traição, disse não reconhecer a legitimidade do novo governo interino e prometeu continuar lutando pela Ucrânia."
Sobre sua composição, é correto afirmar que:
 

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640783 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Pref. Santo André-SP
A Ucrânia e a Crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que buscaria relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.
Oposição e parte da população foram às ruas contra a decisão, em protestos violentos que deixaram mortos. Em 22 de fevereiro de 2014, as manifestações culminaram na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.
Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, que acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região.
A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.
Após a adesão da Crimeia, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como "república soberana", marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente.
No sul, a cidade portuária de Odessa teve dezenas de mortos no início de maio em conflitos entre a polícia local e militantes pró-Rússia. Kiev acusa os russos de apoiarem as revoltas separatistas no leste e no sul para desestabilizar a situação nessas regiões. A Rússia nega qualquer envolvimento.
Os conflitos refletem uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991.
No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais falado, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição - e foi onde se concentraram a maioria dos protestos, especialmente na capital Kiev.
Dias depois de anunciar a desistência do acordo com a UE, o governo ucraniano admitiu que tomou a decisão sob pressão de Moscou. A interferência dos russos, que teriam ameaçado cortar o fornecimento de gás e tomar medidas protecionistas contra produtos ucranianos, foi criticada pelo bloco europeu.
Milhares de ucranianos favoráveis à adesão à UE tomaram as ruas de Kiev para exigir que o presidente retomasse as negociações com o bloco. Houve confrontos.
O presidente Yanukovich se recusou e disse que a decisão foi difícil, mas inevitável, visto que as regras europeias eram muito duras para a frágil economia ucraniana.
Ele prometeu, porém, criar "uma sociedade de padrões europeus" e afirmou que políticas nesse caminho "têm sido e continuarão a ser consistentes".
A partir daí, os protestos se intensificaram e ficaram mais violentos. Os grupos oposicionistas passaram a exigir a renúncia do presidente e do primeiro-ministro. Também decidiram criar um quartel-general da resistência nacional e organizar uma greve em todo o país. O primeiro-ministro Mykola Azarov renunciou em 28 de janeiro, mas isso não foi o suficiente para encerrar a crise.
Em 21 de janeiro, após aumento da violência no país, um acordo assinado entre Yanukovich e os líderes da oposição determinou a realização de eleições presidenciais antecipadas na Ucrânia e a volta à Constituição de 2004, que reduz os poderes presidenciais.
O acordo também previa a formação de um "governo de unidade", em uma tentativa de solucionar a violenta crise política.
Queda do governo
No dia seguinte à assinatura do acordo, o presidente deixou Kiev para local então desconhecido. Yanukovich declarou ter sido vítima de um "golpe de Estado". Sua casa, escritório e outros prédios do governo foram tomados pela oposição.
Após a mudança na câmara, os deputados votaram pela destituição de Yanukovich por abandono de seu cargo e marcaram eleições antecipadas para 25 de maio.
O presidente recém-eleito do Parlamento, o opositor Oleksander Turchynov, assumiu o governo temporariamente, afirmando que o país estava pronto para conversar com a liderança da Rússia para melhorar as relações bilaterais, mas que a integração europeia era prioridade.
Yanukovich teve sua prisão decretada pela morte de civis. Após dias com paradeiro desconhecido, ele apareceu na Rússia, acusou os mediadores ocidentais de traição, disse não reconhecer a legitimidade do novo governo interino e prometeu continuar lutando pela Ucrânia.
As autoridades ucranianas pediram sua extradição. Ao mesmo tempo, a União Europeia congelou seus ativos e de outros 17 aliados por desvio de fundos públicos.
Alguns dias depois, a imprensa local informou que ele foi internado em estado grave, possivelmente por um infarto. Em 11 de março, entretanto, ele apareceu publicamente, reafirmou que ainda é o presidente legítimo e líder oficial do país, e afirmou ter certeza de que as Forcas Armadas locais irão se recusar a obedecer às "ordens criminosas".
Em 27 de fevereiro, o Parlamento aprovou um governo de coalizão que vai governar até as eleições de maio, com o pró-europeu Arseny Yatseniuk como premiê interino.
(http://gl.globo.com)
Na passagem "afirmou ter certeza de que as Forças Armadas locais irão se recusar a obedecer às "ordens criminosas".
Sobre a sintaxe de regência dos dois termos destacados, pode-se afirmar que:
 

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