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O termo “virtude” é decorrente do processo de formação de palavras denominado derivação:
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Assinale a alternativa que representa um gênero literário.
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Em relação ao emprego do infinitivo, conforme preconiza Cegalla, avalie as assertivas abaixo:
I. O infinitivo pode ser pessoal (quando o sujeito é representado por um pronome) ou impessoal (quando se refere a um sujeito indeterminado ou inexistente).
II. Ocorre o infinitivo pessoal flexionado em alguns casos, dentre eles, quando o infinitivo tem sujeito próprio, diverso do sujeito da oração principal.
III. Quando é impessoal, isto é, quando exprime um fato de um modo geral, sem referi-lo a um sujeito, emprega-se o infinitivo não flexionado.
Quais estão corretas?
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A geração mimimi não produzirá netos orgulhosos
A competitividade deve ser estimulada, porque produz uma energia que nos e_pulsa da zona de conforto e nos empurra em direção ao nosso limite, que é onde descobrimos quem de fato somos. As exigências serão sempre exacerbadas, porque sem desafios nunca saímos da mesmice, esta condição amorfa que aprisiona e deforma o espírito, tornando-o incapaz de sentir mais do que pena de si mesmo. E por esta avenida se chega, sem surpresas, ao protótipo da geração mimimi, que se encantou com a informação de que a infância é só para brincar e gostou tanto da ideia, que nunca aceitou que ela terminasse; aos 30 anos, ainda mora na casa dos pais e sistematicamente reclama se ninguém foi capaz de arrumar-lhe a cama.
Este tipo se diz socialista, mas se atrapalha se alguém perguntar o que isso significa, sente uma energia indescritível quando abraça uma árvore, sonha morar no Tibete, faz de conta que se interessa pelos direitos humanos, se compadece das crianças pobres de Burkina Faso, mas nunca se oferece para um voluntariado na pátria-mãe. Como exagero de tristeza cansa, só viaja em classe executiva, pelo menos enquanto os pais viverem para assegurar-lhe uma mesada que inclua o acesso ilimitado ao cartão de crédito, e as maravilhas da cibernética com planos de renovação automática e débito em conta. É impossível esperar competitividade de quem acredita que buscar o corte de cabelo mais bizarro e cobrir o corpo das tatuagens mais grotescas torna-o merecedor de algum troféu.
Como esse modelo de jovem se generalizou, vamos ter que apegar-nos à exceções se quisermos produzir uns tipos vencedores, que daqui a algumas décadas possam sentar com os netos empoleirados nos joelhos e perceber o quanto eles estão orgulhosos das histórias que o avô tem para contar.
Lamentavelmente, somos muito mais afeitos a reverenciar os que conseguiram vencer do que a batalhar para copiá-los. Tiger Woods, que era só um jovem recolhedor de bolas no clube de golfe, teve de vencer a barreira étnica para se transformar no seu maior campeão. Ele cunhou a famosa frase:
— Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho!
Na semana da trágica morte de Kobe Bryant, as TVs americanas reproduziram suas proezas à exaustão, e havia nos comentários o deslumbramento da idolatria e, de quando em vez, algum ressentido (“Também ganhando o que ele ganhava, até eu faria sucesso!”), como se o sucesso tivesse chegado antes do trabalho.
Gostei de um debate entre dois especialistas da NBA, sobre quem tinha sido melhor, ele ou Michael Jordan. Depois da apresentação dos números impressionantes, que comparavam cestas, assistências, rebotes, desarmes, títulos e troféus ao longo da vida, um dos comentaristas argumentou que preferia o Jordan por ser mais vertical, e achava que o Bryant dava toques demais na bola. Ao que o outro, mais velho, respondeu:
— Pode ser. A propósito, um dia ouvi de um crítico que Mozart colocava demasiadas notas nas suas composições!
A cara de surpresa do mais jovem me deixou com a impressão de que ele não estava se lembrando de ninguém com este nome na liga de basquete americano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto especialmente adaptado para esta prova.)
Assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, em cada uma das afirmações que seguem, que sugerem alterações em situações do texto.
( ) A supressão do pronome nos e a inserção de os seres humanos imediatamente após a forma verbal e_pulsa implicaria alteração em outros cinco vocábulos.
( ) Troca de arrumar por fazer a arrumação provocaria a necessidade de inserção de uma preposição, sem necessidade de qualquer outra alteração.
( ) O uso do verbo tornar em lugar de transformar implicaria a supressão da preposição em – contraída com o artigo definido o.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A geração mimimi não produzirá netos orgulhosos
A competitividade deve ser estimulada, porque produz uma energia que nos expulsa da zona de conforto e nos empurra em direção ao nosso limite, que é onde descobrimos quem de fato somos. As exigências serão sempre exacerbadas, porque sem desafios nunca saímos da mesmice, esta condição amorfa que aprisiona e deforma o espírito, tornando-o incapaz de sentir mais do que pena de si mesmo. E por esta avenida se chega, sem surpresas, ao protótipo da geração mimimi, que se encantou com a informação de que a infância é só para brincar e gostou tanto da ideia, que nunca aceitou que ela terminasse; aos 30 anos, ainda mora na casa dos pais e sistematicamente reclama se ninguém foi capaz de arrumar-lhe a cama.
Este tipo se diz socialista, mas se atrapalha se alguém perguntar o que isso significa, sente uma energia indescritível quando abraça uma árvore, sonha morar no Tibete, faz de conta que se interessa pelos direitos humanos, se compadece das crianças pobres de Burkina Faso, mas nunca se oferece para um voluntariado na pátria-mãe. Como exagero de tristeza cansa, só viaja em classe executiva, pelo menos enquanto os pais viverem para assegurar-lhe uma mesada que inclua o acesso ilimitado ao cartão de crédito, e as maravilhas da cibernética com planos de renovação automática e débito em conta. É impossível esperar competitividade de quem acredita que buscar o corte de cabelo mais bizarro e cobrir o corpo das tatuagens mais grotescas torna-o merecedor de algum troféu.
Como esse modelo de jovem se generalizou, vamos ter que apegar-nos à exceções se quisermos produzir uns tipos vencedores, que daqui a algumas décadas possam sentar com os netos empoleirados nos joelhos e perceber o quanto eles estão orgulhosos das histórias que o avô tem para contar.
Lamentavelmente, somos muito mais afeitos a reverenciar os que conseguiram vencer do que a batalhar para copiá-los. Tiger Woods, que era só um jovem recolhedor de bolas no clube de golfe, teve de vencer a barreira étnica para se transformar no seu maior campeão. Ele cunhou a famosa frase:
— Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho!
Na semana da trágica morte de Kobe Bryant, as TVs americanas reproduziram suas proezas à exaustão, e havia nos comentários o deslumbramento da idolatria e, de quando em vez, algum ressentido (“Também ganhando o que ele ganhava, até eu faria sucesso!”), como se o sucesso tivesse chegado antes do trabalho.
Gostei de um debate entre dois especialistas da NBA, sobre quem tinha sido melhor, ele ou Michael Jordan. Depois da apresentação dos números impressionantes, que comparavam cestas, assistências, rebotes, desarmes, títulos e troféus ao longo da vida, um dos comentaristas argumentou que preferia o Jordan por ser mais vertical, e achava que o Bryant dava toques demais na bola. Ao que o outro, mais velho, respondeu:
— Pode ser. A propósito, um dia ouvi de um crítico que Mozart colocava demasiadas notas nas suas composições!
A cara de surpresa do mais jovem me deixou com a impressão de que ele não estava se lembrando de ninguém com este nome na liga de basquete americano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto especialmente adaptado para esta prova.)
Considere as seguintes propostas de alterações no texto:
I. Troca da expressão sem surpresas por surpreendentemente.
II. Supressão de algumas.
III. Substituição de Lamentavelmente por É lamentável.
IV. Supressão de eu.
Quais das propostas provocam alteração no sentido do texto em cada um dos contextos de ocorrência?
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A geração mimimi não produzirá netos orgulhosos
A competitividade deve ser estimulada, porque produz uma energia que nos expulsa da zona de conforto e nos empurra em direção ao nosso limite, que é onde descobrimos quem de fato somos. As exigências serão sempre exacerbadas, porque sem desafios nunca saímos da mesmice, esta condição amorfa que aprisiona e deforma o espírito, tornando-o incapaz de sentir mais do que pena de si mesmo. E por esta avenida se chega, sem surpresas, ao protótipo da geração mimimi, que se encantou com a informação de que a infância é só para brincar e gostou tanto da ideia, que nunca aceitou que ela terminasse; aos 30 anos, ainda mora na casa dos pais e sistematicamente reclama se ninguém foi capaz de arrumar-lhe a cama.
Este tipo se diz socialista, mas se atrapalha se alguém perguntar o que isso significa, sente uma energia indescritível quando abraça uma árvore, sonha morar no Tibete, faz de conta que se interessa pelos direitos humanos, se compadece das crianças pobres de Burkina Faso, mas nunca se oferece para um voluntariado na pátria-mãe. Como exagero de tristeza cansa, só viaja em classe executiva, pelo menos enquanto os pais viverem para assegurar-lhe uma mesada que inclua o acesso ilimitado ao cartão de crédito, e as maravilhas da cibernética com planos de renovação automática e débito em conta. É impossível esperar competitividade de quem acredita que buscar o corte de cabelo mais bizarro e cobrir o corpo das tatuagens mais grotescas torna-o merecedor de algum troféu.
Como esse modelo de jovem se generalizou, vamos ter que apegar-nos à exceções se quisermos produzir uns tipos vencedores, que daqui a algumas décadas possam sentar com os netos empoleirados nos joelhos e perceber o quanto eles estão orgulhosos das histórias que o avô tem para contar.
Lamentavelmente, somos muito mais afeitos a reverenciar os que conseguiram vencer do que a batalhar para copiá-los. Tiger Woods, que era só um jovem recolhedor de bolas no clube de golfe, teve de vencer a barreira étnica para se transformar no seu maior campeão. Ele cunhou a famosa frase:
— Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho!
Na semana da trágica morte de Kobe Bryant, as TVs americanas reproduziram suas proezas à exaustão, e havia nos comentários o deslumbramento da idolatria e, de quando em vez, algum ressentido (“Também ganhando o que ele ganhava, até eu faria sucesso!”), como se o sucesso tivesse chegado antes do trabalho.
Gostei de um debate entre dois especialistas da NBA, sobre quem tinha sido melhor, ele ou Michael Jordan. Depois da apresentação dos números impressionantes, que comparavam cestas, assistências, rebotes, desarmes, títulos e troféus ao longo da vida, um dos comentaristas argumentou que preferia o Jordan por ser mais vertical, e achava que o Bryant dava toques demais na bola. Ao que o outro, mais velho, respondeu:
— Pode ser. A propósito, um dia ouvi de um crítico que Mozart colocava demasiadas notas nas suas composições!
A cara de surpresa do mais jovem me deixou com a impressão de que ele não estava se lembrando de ninguém com este nome na liga de basquete americano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto especialmente adaptado para esta prova.)
Sobre classes gramaticais, avalie as afirmações que seguem:
I. No fragmento ‘... mora na casa dos pais...’, a palavra casa é um substantivo. Já em ‘Ele casa e mora com os pais.’, a mesma palavra assume classe gramatical distinta daquela que tinha no fragmento.
II. Em: ‘Este tipo se diz socialista, mas se atrapalha se alguém perguntar o que isso significa’, todas as ocorrências da palavra se pertencem à mesma classe gramatical.
III. Na frase: ‘o corte de cabelo mais bizarro e cobrir o corpo das tatuagens mais grotescas’, as duas ocorrências da palavra mais representam advérbios.
Quais estão corretas?
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A geração mimimi não produzirá netos orgulhosos
A competitividade deve ser estimulada, porque produz uma energia que nos e_pulsa da zona de conforto e nos empurra em direção ao nosso limite, que é onde descobrimos quem de fato somos. As exigências serão sempre e_acerbadas, porque sem desafios nunca saímos da mesmice, esta condição amorfa que aprisiona e deforma o espírito, tornando-o incapaz de sentir mais do que pena de si mesmo. E por esta avenida se chega, sem surpresas, ao protótipo da geração mimimi, que se encantou com a informação de que a infância é só para brincar e gostou tanto da ideia, que nunca aceitou que ela terminasse; aos 30 anos, ainda mora na casa dos pais e sistematicamente reclama se ninguém foi capaz de arrumar-lhe a cama.
Este tipo se diz socialista, mas se atrapalha se alguém perguntar o que isso significa, sente uma energia indescritível quando abraça uma árvore, sonha morar no Tibete, faz de conta que se interessa pelos direitos humanos, se compadece das crianças pobres de Burkina Faso, mas nunca se oferece para um voluntariado na pátria-mãe. Como exagero de tristeza cansa, só viaja em classe executiva, pelo menos enquanto os pais viverem para assegurar-lhe uma mesada que inclua o acesso ilimitado ao cartão de crédito, e as maravilhas da cibernética com planos de renovação automática e débito em conta. É impossível esperar competitividade de quem acredita que buscar o corte de cabelo mais bizarro e cobrir o corpo das tatuagens mais grotescas torna-o merecedor de algum troféu.
Como esse modelo de jovem se generalizou, vamos ter que apegar-nos à exceções se quisermos produzir uns tipos vencedores, que daqui a algumas décadas possam sentar com os netos empoleirados nos joelhos e perceber o quanto eles estão orgulhosos das histórias que o avô tem para contar.
Lamentavelmente, somos muito mais afeitos a reverenciar os que conseguiram vencer do que a batalhar para copiá-los. Tiger Woods, que era só um jovem recolhedor de bolas no clube de golfe, teve de vencer a barreira étnica para se transformar no seu maior campeão. Ele cunhou a famosa frase:
— Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho!
Na semana da trágica morte de Kobe Bryant, as TVs americanas reproduziram suas proezas à exaustão, e havia nos comentários o deslumbramento da idolatria e, de quando em vez, algum ressentido (“Também ganhando o que ele ganhava, até eu faria sucesso!”), como se o sucesso tivesse chegado antes do trabalho.
Gostei de um debate entre dois especialistas da NBA, sobre quem tinha sido melhor, ele ou Michael Jordan. Depois da apresentação dos números impressionantes, que comparavam cestas, assistências, rebotes, desarmes, títulos e troféus ao longo da vida, um dos comentaristas argumentou que preferia o Jordan por ser mais vertical, e achava que o Bryant dava toques demais na bola. Ao que o outro, mais velho, respondeu:
— Pode ser. A propósito, um dia ouvi de um crítico que Mozart colocava demasiadas notas nas suas composições!
A cara de surpresa do mais jovem me deixou com a impressão de que ele não estava se lembrando de ninguém com este nome na liga de basquete americano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto especialmente adaptado para esta prova.)
Sobre acentuação gráfica, avalie as afirmações que seguem a respeito de vocábulos do texto:
I. Os vocábulos números, críticos são acentuadas por serem proparoxítonas; até, por ser oxítona terminada em –e.
II. Se retirarmos o acento gráfico das palavras números, críticos e até, ainda assim, todas elas se constituirão em vocábulos da língua portuguesa; entretanto, assumindo classes gramaticais diferentes daquelas que têm no texto.
III. As palavras indescritível e troféu acentuam-se por regras distintas; entretanto, ao serem flexionadas no plural, o uso do acento gráfico é regido pela mesma regra.
Quais estão corretas?
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A geração mimimi não produzirá netos orgulhosos
A competitividade deve ser estimulada, porque produz uma energia que nos e_pulsa da zona de conforto e nos empurra em direção ao nosso limite, que é onde descobrimos quem de fato somos. As exigências serão sempre e_acerbadas, porque sem desafios nunca saímos da mesmice, esta condição amorfa que aprisiona e deforma o espírito, tornando-o incapaz de sentir mais do que pena de si mesmo. E por esta avenida se chega, sem surpresas, ao protótipo da geração mimimi, que se encantou com a informação de que a infância é só para brincar e gostou tanto da ideia, que nunca aceitou que ela terminasse; aos 30 anos, ainda mora na casa dos pais e sistematicamente reclama se ninguém foi capaz de arrumar-lhe a cama.
Este tipo se diz socialista, mas se atrapalha se alguém perguntar o que isso significa, sente uma energia indescritível quando abraça uma árvore, sonha morar no Tibete, faz de conta que se interessa pelos direitos humanos, se compadece das crianças pobres de Burkina Faso, mas nunca se oferece para um voluntariado na pátria-mãe. Como exagero de tristeza cansa, só viaja em classe executiva, pelo menos enquanto os pais viverem para assegurar-lhe uma mesada que inclua o acesso ilimitado ao cartão de crédito, e as maravilhas da cibernética com planos de renovação automática e débito em conta. É impossível esperar competitividade de quem acredita que buscar o corte de cabelo mais bizarro e cobrir o corpo das tatuagens mais grotescas torna-o merecedor de algum troféu.
Como esse modelo de jovem se generalizou, vamos ter que apegar-nos à exceções se quisermos produzir uns tipos vencedores, que daqui a algumas décadas possam sentar com os netos empoleirados nos joelhos e perceber o quanto eles estão orgulhosos das histórias que o avô tem para contar.
Lamentavelmente, somos muito mais afeitos a reverenciar os que conseguiram vencer do que a batalhar para copiá-los. Tiger Woods, que era só um jovem recolhedor de bolas no clube de golfe, teve de vencer a barreira étnica para se transformar no seu maior campeão. Ele cunhou a famosa frase:
— Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho!
Na semana da trágica morte de Kobe Bryant, as TVs americanas reproduziram suas proezas à exaustão, e havia nos comentários o deslumbramento da idolatria e, de quando em vez, algum ressentido (“Também ganhando o que ele ganhava, até eu faria sucesso!”), como se o sucesso tivesse chegado antes do trabalho.
Gostei de um debate entre dois especialistas da NBA, sobre quem tinha sido melhor, ele ou Michael Jordan. Depois da apresentação dos números impressionantes, que comparavam cestas, assistências, rebotes, desarmes, títulos e troféus ao longo da vida, um dos comentaristas argumentou que preferia o Jordan por ser mais vertical, e achava que o Bryant dava toques demais na bola. Ao que o outro, mais velho, respondeu:
— Pode ser. A propósito, um dia ouvi de um crítico que Mozart colocava demasiadas notas nas suas composições!
A cara de surpresa do mais jovem me deixou com a impressão de que ele não estava se lembrando de ninguém com este nome na liga de basquete americano.
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Sobre os elementos mas e que, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Ambos são conectores, cuja função é unir orações subordinadas.
( ) O primeiro é uma conjunção; o segundo, um pronome.
( ) Em lugar de mas, poder-se-ia usar o qual; já a cuja, substituiria adequadamente que.
( ) Mas é uma conjunção subordinada; que é uma conjunção integrante.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A geração mimimi não produzirá netos orgulhosos
A competitividade deve ser estimulada, porque produz uma energia que nos e_pulsa da zona de conforto e nos empurra em direção ao nosso limite, que é onde descobrimos quem de fato somos. As exigências serão sempre e_acerbadas, porque sem desafios nunca saímos da mesmice, esta condição amorfa que aprisiona e deforma o espírito, tornando-o incapaz de sentir mais do que pena de si mesmo. E por esta avenida se chega, sem surpresas, ao protótipo da geração mimimi, que se encantou com a informação de que a infância é só para brincar e gostou tanto da ideia, que nunca aceitou que ela terminasse; aos 30 anos, ainda mora na casa dos pais e sistematicamente reclama se ninguém foi capaz de arrumar-lhe a cama.
Este tipo se diz socialista, mas se atrapalha se alguém perguntar o que isso significa, sente uma energia indescritível quando abraça uma árvore, sonha morar no Tibete, faz de conta que se interessa pelos direitos humanos, se compadece das crianças pobres de Burkina Faso, mas nunca se oferece para um voluntariado na pátria-mãe. Como exagero de tristeza cansa, só viaja em classe executiva, pelo menos enquanto os pais viverem para assegurar-lhe uma mesada que inclua o acesso ilimitado ao cartão de crédito, e as maravilhas da cibernética com planos de renovação automática e débito em conta. É impossível esperar competitividade de quem acredita que buscar o corte de cabelo mais bizarro e cobrir o corpo das tatuagens mais grotescas torna-o merecedor de algum troféu.
Como esse modelo de jovem se generalizou, vamos ter que apegar-nos exceções se quisermos produzir uns tipos vencedores, que daqui algumas décadas possam sentar com os netos empoleirados nos joelhos e perceber o quanto eles estão orgulhosos das histórias que o avô tem para contar.
Lamentavelmente, somos muito mais afeitos reverenciar os que conseguiram vencer do que a batalhar para copiá-los. Tiger Woods, que era só um jovem recolhedor de bolas no clube de golfe, teve de vencer a barreira étnica para se transformar no seu maior campeão. Ele cunhou a famosa frase:
— Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho!
Na semana da trágica morte de Kobe Bryant, as TVs americanas reproduziram suas proezas exaustão, e havia nos comentários o deslumbramento da idolatria e, de quando em vez, algum ressentido (“Também ganhando o que ele ganhava, até eu faria sucesso!”), como se o sucesso tivesse chegado antes do trabalho.
Gostei de um debate entre dois especialistas da NBA, sobre quem tinha sido melhor, ele ou Michael Jordan. Depois da apresentação dos números impressionantes, que comparavam cestas, assistências, rebotes, desarmes, títulos e troféus ao longo da vida, um dos comentaristas argumentou que preferia o Jordan por ser mais vertical, e achava que o Bryant dava toques demais na bola. Ao que o outro, mais velho, respondeu:
— Pode ser. A propósito, um dia ouvi de um crítico que Mozart colocava demasiadas notas nas suas composições!
A cara de surpresa do mais jovem me deixou com a impressão de que ele não estava se lembrando de ninguém com este nome na liga de basquete americano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto especialmente adaptado para esta prova.)
Segundo Cegalla, a palavra crase designa, em gramática normativa, a contração da preposição a com o artigo feminino a ou as, com o pronome demonstrativo a ou as e com o a inicial dos pronomes aquele(s), aquela(s), aquilo. Avalie os fragmentos a seguir, verificando em quais deles é possível e/ou obrigatório o uso da crase.
I. apegar-nos __ exceções.
II. daqui __ algumas décadas.
III. afeitos __ reverenciar.
IV. proezas __ exaustão.
Em quais das ocorrências acima é possível e/ou obrigatório o uso da crase?
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A competitividade deve ser estimulada, porque produz uma energia que nos e_pulsa da zona de conforto e nos empurra em direção ao nosso limite, que é onde descobrimos quem de fato somos. As exigências serão sempre e_acerbadas, porque sem desafios nunca saímos da mesmice, esta condição amorfa que aprisiona e deforma o espírito, tornando-o incapaz de sentir mais do que pena de si mesmo. E por esta avenida se chega, sem surpresas, ao protótipo da geração mimimi, que se encantou com a informação de que a infância é só para brincar e gostou tanto da ideia, que nunca aceitou que ela terminasse; aos 30 anos, ainda mora na casa dos pais e sistematicamente reclama se ninguém foi capaz de arrumar-lhe a cama.
Este tipo se diz socialista, mas se atrapalha se alguém perguntar o que isso significa, sente uma energia indescritível quando abraça uma árvore, sonha morar no Tibete, faz de conta que se interessa pelos direitos humanos, se compadece das crianças pobres de Burkina Faso, mas nunca se oferece para um voluntariado na pátria-mãe. Como exagero de tristeza cansa, só viaja em classe executiva, pelo menos enquanto os pais viverem para assegurar-lhe uma mesada que inclua o acesso ilimitado ao cartão de crédito, e as maravilhas da cibernética com planos de renovação automática e débito em conta. É impossível esperar competitividade de quem acredita que buscar o corte de cabelo mais bizarro e cobrir o corpo das tatuagens mais grotescas torna-o merecedor de algum troféu.
Como esse modelo de jovem se generalizou, vamos ter que apegar-nos à exceções se quisermos produzir uns tipos vencedores, que daqui a algumas décadas possam sentar com os netos empoleirados nos joelhos e perceber o quanto eles estão orgulhosos das histórias que o avô tem para contar.
Lamentavelmente, somos muito mais afeitos a reverenciar os que conseguiram vencer do que a batalhar para copiá-los. Tiger Woods, que era só um jovem recolhedor de bolas no clube de golfe, teve de vencer a barreira étnica para se transformar no seu maior campeão. Ele cunhou a famosa frase:
— Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho!
Na semana da trágica morte de Kobe Bryant, as TVs americanas reproduziram suas proezas à exaustão, e havia nos comentários o deslumbramento da idolatria e, de quando em vez, algum ressentido (“Também ganhando o que ele ganhava, até eu faria sucesso!”), como se o sucesso tivesse chegado antes do trabalho.
Gostei de um debate entre dois especialistas da NBA, sobre quem tinha sido melhor, ele ou Michael Jordan. Depois da apresentação dos números impressionantes, que comparavam cestas, assistências, rebotes, desarmes, títulos e troféus ao longo da vida, um dos comentaristas argumentou que preferia o Jordan por ser mais vertical, e achava que o Bryant dava toques demais na bola. Ao que o outro, mais velho, respondeu:
— Pode ser. A propósito, um dia ouvi de um crítico que Mozart colocava demasiadas notas nas suas composições!
A cara de surpresa do mais jovem me deixou com a impressão de que ele não estava se lembrando de ninguém com este nome na liga de basquete americano.
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Sobre o vocábulo amorfa, são feitas as seguintes afirmações:
I. A palavra informe poderia substituí-lo, correta e adequadamente, sem causar alteração de sentido ou necessidade de ajustes.
II. Em sua estrutura, identifica-se uma desinência de gênero.
III. Quanto à formação, há um prefixo, um radical e um sufixo, sendo formado por parassíntese.
Quais estão corretas?
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