Foram encontradas 25 questões.
I - o aumento da pressão intraoral. II - a diminuição da pressão intraoral. III - a protusão dos lábios. IV - a retração dos lábios. V - o aumento da tensão e do impulso com relaxamento final da língua.
De acordo com o caso acima, estão CORRETAS as assertivas:
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O envelhecimento é um conglomerado complexo de eventos biológicos que mudam a estrutura e função de diversas partes do corpo. As assertivas abaixo estão relacionadas à voz senil e às principais alterações vocais encontradas.
I - Calcificação e ossificação gradual das cartilagens.
II - Atrofia dos músculos laríngeos intrínsecos.
III - Aumento da frequência fundamental nos homens e redução nas mulheres.
IV - Aumento nos tempos máximos de fonação.
V - Aumento do grau de nasalidade e redução na intensidade de fala.
VI - Menor tessitura vocal.
Podemos afirmar que estão CORRETAS:
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Roberto é fonoaudiólogo e postou, em um grupo de profissionais, a sua indignação quanto aos valores cobrados por colegas para atendimentos realizados na área fonoaudiológica. Esses colegas questionaram se ele os havia denunciado ao órgão responsável. Roberto alegou que não, justificando que esses órgãos nunca faziam nada, só serviam para cobrar, e bem, a mensalidade dos seus inscritos. A conversa continuou nesse grupo, e um integrante resolveu comentar que deveriam ser divulgados os nomes e endereços desses profissionais que estivessem cobrando os valores referidos.
O conselho de Fonoaudiologia tem o seu código de ética, e este regulamenta os direitos e os deveres, além de estabelecer as infrações dos fonoaudiólogos inscritos nos conselhos de Fonoaudiologia. No relato acima, quais infrações podem ser observadas?
I - Estabelecer ou aceitar honorários a preço vil ou incompatível com a atividade realizada.
II - Praticar concorrência desleal.
III - Emitir comentários difamatórios, caluniosos, preconceituosos, jocosos, depreciativos ou ofensivos, em desfavor de fonoaudiólogos, de clientes, do Sistema de Conselhos de Fonoaudiologia e demais órgãos da categoria, bem como os expor a situações vexatórias e constrangedoras.
IV - Divulgar nome, endereço ou qualquer outra informação que identifique ou caracterize o cliente.
V - Publicar, nas redes sociais ou nos demais meios de comunicação, artigos de conteúdo depreciativo acerca da profissão, de colegas, de clientes, de contratantes, dos órgãos representativos da classe e de seus representantes.
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/.Acesso em 15 fev. 2020.
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/.Acesso em 15 fev. 2020.
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Considere o trecho: “Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são ‘folhas em branco’ [...]” (Linhas 7-8)
Tendo em vista a expressão “folhas em branco”, é CORRETO afirmar que, segundo o texto, os adultos consideram que as crianças
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.
A presença que as crianças podem nos ensinar
Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só existe o presente.
O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.
No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?
Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.
Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/.
Acesso em 15 fev. 2020.
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