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Foram encontradas 25 questões.

1999818 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. São Francisco-MG
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Alberto, 34 anos, pardo, procurou atendimento médico referindo áreas hipoestésicas nos membros superiores e inferiores. Ao exame físico, foram encontradas máculas de limites imprecisos e contornos irregulares no membro inferior esquerdo, placas infiltradas eritematosas nos membros superiores e inferiores e ausência de espessamento neural. Nessa ocasião, a baciloscopia dos pontos índices revelou positividade de 3+/6+ e a biópsia, dermatite nodular com predomínio histiocitário. O diagnóstico foi de hanseníase multibacilar (MB). Poliquimiterapia (PQT) MB foi instituída. Na décima primeira dose, paciente apresentou quadro de febre e queda do estado geral, associados a bolhas e nódulos nos membros superiores, inferiores, face, tronco, úlceras dolorosas pelo corpo, adenite, orquite e uveíte. As imagens do paciente estão a seguir.
enunciado 107627-1
De acordo com o contexto clínico de Alberto, o diagnóstico e o tratamento mais adequado é:
 

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1999815 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. São Francisco-MG
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Catarina, 47 anos, procura cuidados primários com história de uma cefaleia recorrente fronto-orbital direita iniciada há mais ou menos 20 anos. Os ataques demoravam menos de 20 minutos e ocorriam três vezes ao dia. A dor era forte, pulsátil, em pontadas ou em ardume, associada a náuseas, fobias sensoriais, semiptose e edema palpebrais, lacrimejamento e congestão nasal. Quando procurou os cuidados primários, estava sofrendo crises quase diárias há duas semanas. Nega comorbidades, febre ou qualquer outro sintoma. Ao exame físico, estava lúcida, orientada, exame clínico neurológico sem alterações, pressão arterial = 120x80 mmHg, frequência cardíaca 95 bpm e temperatura axilar = 36ºC. Foi submetida ao exame de fundo de olho, não sendo observadas alterações.
Qual a melhor terapêutica para a cefaleia da Catarina:
 

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1999813 Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. São Francisco-MG
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Joaquina, 67 anos, aposentada, divorciada, com 3 filhos adultos e uma criança adotada, vem a consulta com seu médico de família e comunidade. Ela é hipertensa há 10 anos, tratada com captopril e indapamida. Diabética há 5 anos, em uso regular de metformina e glicazida. É fumante e encontra-se contemplativa para participar do grupo antitabaco. Parou de fazer caminhadas devido a fortes dores articulares nos dois joelhos, que pioraram após ganho de peso nos últimos anos. O médico muda captopril por enalapril devido à comodidade de doses e mantém os antidiabéticos. Encaminha Joaquina para o nutricionista do NASF com referência e orienta iniciar aulas de hidroginástica para controle das dores dos joelhos, além de prescrever acetaminofeno. Orienta que a paciente retorne com a contrarrreferência, para que possa ser dado o seguimento adequado. O atributo-chave da atenção primária à saúde que contempla o caso descrito é:
 

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1999812 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. São Francisco-MG
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Ana Patrícia é primigesta, com 25 semanas de gestação e IMC de 33 kg/m2. Ela vinha realizando pré-natal sem intercorrências, realizou 4 consultas regulares com média pressórica de 120x75 mmHg, exames complementares normais e feto com crescimento adequado. O quociente tirosina quinase/fator de crescimento placentário (sFlt1/PlGF) está aumentado. Com base nessa informação, Ana Patrícia apresenta risco aumentado para
 

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1999811 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. São Francisco-MG
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Raimundo, 68 anos, aposentado, casado, natural e procedente de Fortaleza, ensino médio completo, ex-tabagista e ex-etilista, chegou à APS com relato de febre alta (39ºC), mialgia, dor torácica e poliartralgia intensa há 4 dias. Relata marcante desconforto em articulações de mãos, punhos, tornozelos e pés. Referiu que “suas juntas incharam” (sic), mas negou rubor e calor locais e que a dor piorava com períodos prolongados de repouso. Além disso, ele é portador de diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, em uso de losartana e metformina. Fez exames laboratoriais que mostraram leucócitos de 7000/mm³ (linfócitos de 553/mm³), albumina de 4,4g/dL, discreta hiponatremia de 133mEq/L, correspondentes a suspeita da arbovirose Chikungunya. Após o diagnóstico, a conduta mais recomendada, em relação ao manejo do quadro álgico, é:
 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão.

enunciado 107508-1

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/.Acesso em 15 fev. 2020.

Entre os recursos de expressão usados no texto, verifica-se o predomínio de
 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão.

enunciado 107492-1

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/.Acesso em 15 fev. 2020.

Assinale a alternativa que extrapola as ideias defendidas no texto.
 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questãos que a ele se refere.
A presença que as crianças podem nos ensinar
Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só existe o presente.
O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.
No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?
Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.
Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.

Considere o trecho: “Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são ‘folhas em branco’ [...]” (Linhas 7-8)

Tendo em vista a expressão “folhas em branco”, é CORRETO afirmar que, segundo o texto, os adultos consideram que as crianças

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.

A presença que as crianças podem nos ensinar

Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só existe o presente.

O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.

No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?

Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.

Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.

Ao contrário dos adultos, as crianças
 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.

enunciado 107483-1

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/.
Acesso em 15 fev. 2020.

De acordo com o texto, na relação adulto e criança:
 

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